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#ComplianceZero

Por que Lucas Kallas não foi investigado na Compliance Zero? Por que não foi preso? E o que André Mendonça tem a dizer sobre isso? O empresário que emprestou R$ 5,2 milhões ao instituto de André Mendonça aparece em mensagens obtidas pela PF como suposto sócio de Daniel Vorcaro. Segundo reportagem de Demétrio Vecchioli, do Metrópoles, no dia da prisão de Vorcaro, Bruno Corrêa, parceiro do Sicário, afirmou em conversa com Manolo que Lucas Kallas e Henrique Vorcaro, pai do banqueiro, seriam os próximos a serem presos. Ao explicar quem era Kallas, Bruno escreveu: “Kallas é um bilionário sócio dele na mineração e no hospital”. A PF identificou o empresário citado como provavelmente Lucas Kallas, dono da Cedro Participações, empresa que repassou R$ 5,2 milhões ao Instituto Iter enquanto Mendonça integrava a instituição. Henrique Vorcaro acabou preso em maio. Lucas Kallas, segundo o UOL, não é investigado na Compliance Zero, embora tenha sido indiciado pela PF em outra investigação, relacionada à mineração. Agora, as perguntas que precisam ser respondidas: Por que Kallas não foi incluído na investigação do Banco Master? A PF chegou a apurar a relação apontada nas mensagens? Houve algum pedido de prisão contra ele? E André Mendonça, relator do caso Master no STF, recebeu algum pedido envolvendo Kallas? Como foi tratada a possibilidade de conflito de interesses diante do empréstimo milionário ao instituto do qual fazia parte? #ComplianceZero #Investigações #AndréMendonça

Carlos Viana Jul 10

A cada nova fase da Operação Compliance Zero, o país descobre até onde ia a máquina montada por Daniel Vorcaro e o Banco Master. A Polícia Federal revelou agora um esquema que usava dinheiro desviado do banco liquidado para pagar até R$ 2 milhões a influenciadores, atacar a credibilidade do Banco Central e intimidar jornalistas que faziam seu trabalho. Repórteres monitorados. Autoridades espionadas. Dados sigilosos violados por um braço que, segundo a investigação, contava até com a cooptação de policiais. Não é mais só fraude bilionária. É a tentativa de comprar o debate público e silenciar quem denuncia. Quando o crime de colarinho branco se dá ao luxo de perseguir a imprensa livre, ele mira todos nós. A CPMI do Banco Master, que protocolei, nasceu exatamente para isso: expor o rastro, seguir o dinheiro e proteger quem foi lesado. A PF está no caminho certo, e o ministro André Mendonça autorizou cada passo com a firmeza que o caso exige. Não haverá blindagem para quem roubou. Não haverá silêncio comprado. A verdade não se intimida. #ComplianceZero #Corrupção #LiberdadeDeImprensa

g1 May 27

A oitava fase da operação Compliance Zero teve como alvo de um mandado de busca e apreensão o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro, suspeito de integrar um esquema que aportou R$ 3,7 bilhões de recursos públicos em títulos podres do Banco Master. Essa foi a segunda vez em 11 dias que os agentes da Polícia Federal bateram na porta de Castro: primeiro na operação Sem Refino, que investiga a participação do ex-governador na fraude fiscal bilionária da refinaria Refit; agora, diante da suspeita de ter facilitado a transferência do dinheiro da Rioprevidência – fundo público que gere os recursos de 235 mil aposentados e pensionistas do Rio – para o banco de Daniel Vorcaro. Neste episódio, @NatuzaNery conversa com o jornalista @octavio_guedes sobre o esquema que drenou bilhões da Rioprevidência – e de outros fundos públicos identificados pela investigação da PF. Guedes também analisa o “enterro” da candidatura de Cláudio Castro ao Senado e as consequências políticas para Flávio Bolsonaro e PL. OUÇA ==> https://t.co/8RW0sreiqh #g1 #oassunto #ComplianceZero #Corrupção #PolíciaFederal