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#protesto

Osiłek zajmujący fotel prezydenta dokonywał dziś publicznie gwałtu na prawdzie, przyzwoitości i zdrowym rozsądku. Domagał się przy tym, żeby jego ekscesy transmitowały media prywatne i publiczne. A obecni na miejscu pracownicy mediów zamiast protestować i prostować robili za statywy do mikrofonów. No w ten sposób to my przyzwoitego państwa nie zbudujemy. #prawda #media #demokracja

Deixa eu contar uma história aqui. Eu tenho uma amiga que foi presa naqueles protestos da Sara Winter. Nunca quebrou UM COPO. Nunca fez nada. Foi para penitenciária da Colmeia Foi torturada Ela era professora do fundamental. É por essas pessoas que eu vou com tudo e sem pensar duas vezes contra Lula e Xandão e quem for contra eles ta do meu lado. #justiça #direitoshumanos #protesto

Tens of thousands of demonstrators across Spain protested in support of Ceuta, which is facing the consequences of a massive influx of migrants from Morocco, and expressed growing dissatisfaction with the government of Prime Minister Pedro Sánchez, who is under pressure from the opposition due to this crisis. (translated)

„Už to není běžná migrační krize.“ Kvůli Ceutě se demonstrovalo, Sánchez pod tlakem

Thousands of people demonstrated in various cities in Spain in support of Ceuta and to criticize the Spanish Government during the Day of Ceuta, with more than 800 gatherings called by various associations. (translated)

Espanha: milhares manifestam-se por Ceuta e contra o Governo
Onet.pl 1d

A single mother from Poznań, Sandra Mayer, was brutally evicted from the house she had lived in for 33 years, despite protests from neighbors and helpless intervention from the Church, which led to the destruction of her property and left her and her 14-year-old child homeless. (translated)

Samotna matka straciła dach nad głową. Kościół nie wstrzymał eksmisji

FLÁVIO BOLSONARO INIMIGO DO POVO! Eu, o @movimento_vat e o @mtst protestamos hoje em frente à mansão de R$ 600 MILHÕES de Flávio em Brasília. O "senador" se articula para impedir o fim da escala 6x1 para o povo, mas nunca trabalhou na vida e mesmo assim vive no máximo luxo bancado pela classe trabalhadora que sustenta sua família na política há décadas. CHEGA! É FIM DA ESCALA 6X1 JÁ e Flávio Bolsonaro e sua família desempregados em outubro! #ForaFlávio #Protesto #Justiça

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

🚨Estou nesse momento na frente da MANSÃO de Flávio Bolsonaro protestando com o @movimento_vat e o @mtst contra as artimanhas do senador que tenta impedir o fim da escala 6x1. Estendemos aqui o maior medo dele: uma Carteira de Trabalho. https://t.co/QvZgrpxm4i #Protesto #DireitosTrabalhistas #FlávioBolsonaro

O dia da Independência, 07 de setembro, é logo ali. Dia ideal para tomar as ruas e exigir a defenestração de Alexandre de Moraes do STF e da vida dos brasileiros. #Independência #Protesto #Brasil

Novinky 2d

Volkswagen plans to close up to four factories in Germany as part of an extensive cost-cutting program, which has triggered sharply critical reactions from unions that are preparing to actively protest against these measures. (translated)

Volkswagen navrhne uzavření čtyř závodů v Německu, unikl interní dokument

NÓS SOMOS RENAN SANTOS. Nesta terça-feira, às 19h, embaixo do vão do MASP. Também haverá atos em todo o Brasil. Procure o núcleo da sua cidade. Se tentaram calar um, vão ter que ouvir milhares. O Futuro é Glorioso. https://t.co/6zu6mQLkL3 #RenanSantos #Protesto #FuturoGlorioso

⚠️ Protesto da Fúria Jovem, torcida organizada do Botafogo, no CT. 🗞️ @informafogo 🎥 Reprodução https://t.co/WdFySHPhV6 #Botafogo #Protesto #FúriaJovem

jairme 2d

Eu queria avisar a todos os parlamentares que forem na onda do Flávio e decidirem votar contra o fim da escala 6x1 que eu e as demais filhas de Baal vamos espalhar a cara de vocês por todo lado, viu? Aqui? Lógico que não. No Tiktok e no Instagram, of course. Pensem com carinho. #política #direitos #protesto

In Ceuta, a record number of sexual assaults has been reported, with eight suspects identified and 23 victims, including nine minors, in the context of the growing migration crisis and protests by residents against the presence of migrants in the city. (translated)

Rekordowa liczba napaści seksualnych w Ceucie. Podano liczby

Amanhã terá manifestações por todo o país, procure o núcleo do seu estado e vá, Somos Todos Renan Santos #Manifestação #Protesto #RenanSantos

Para mim essa é uma data especial. Há exatos 10 anos, no dia 31 de Agosto de 2016, nós tivemos o prazer de derrubar a então presidente Dilma Rousseff. Hoje, o senhor José Antonio Dias Toffoli, ex-advogado do Lula e atual ministro do STF, decidiu por meio de uma decisão monocrática suspender a minha candidatura à presidência. Segundo a decisão do ministro, eu devo deletar minhas redes sociais e não me manifestar sobre o caso. Venho por meio desse comunicado reiterar o príncipio-mor da nossa Constituição: Decisão ilegal não se cumpre. Recorremos contra essa inflexão autoritária do ministro Dias Toffoli. Ao longo desse ano, denunciei diversas vezes a relação do ministro com figuras ligadas ao Banco Master e organizei protestos pelo seu impeachment. Quero crer que essa decisão tenha sido uma mera coincidência. Não vamos abaixar a cabeça. Seguimos adiante em nosso esforço pela defesa do Estado Democrático de Direito. #Democracia #DireitosHumanos #LiberdadeDeExpressão

A SUSPENSÃO DE RENAN SANTOS É ILEGAL! Isso é claramente uma retaliação por conta de nossos protestos expondo a relação de Dias Toffoli com o escândalo do Banco Master. Estamos impetrado um mandado de segurança para reverter essa decisão absurda. Nós não seremos calados! @renansantosmbl #somostodosrenansantos14 #Justiça #Protesto #LiberdadeDeExpressão

Ao vivo: Protesto de membros do MBL contra a decisão do Ministro Dias Tófolli que cassou a candidatura a presidência do blogueiro Renan Santos. https://t.co/qu8A6mgESC #Protesto #MBL #Política

Teachers from all over Poland protested in front of the Chancellery of the Prime Minister in Warsaw, demanding higher wages and annual salary adjustments, showing the Prime Minister red cards as a symbol of unmet promises. (translated)

Czerwona kartka dla premiera. Nauczyciele wyszli na ulice Warszawy
Aryo 3d

Wyobrażacie sobie, żeby prawie przez rok nie dostawać wypłaty i nadal pracować? Ja nie wyobrażam, ale Rosjanie to naród cierpliwy. Na razie tylko się skarżą. Za pięć lat może nawet zaczną protestować. 🤡 https://t.co/FJgQ8uXR0e #Rosja #praca #protest