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#provocação

"It is concerning the blatant use of the Justice System by the candidate Flávio Bolsonaro against citizens who express themselves on social media, turning the courts into a mere extension of political dispute. Judicial provocation about content specific to the political arena, especially during electoral campaigns, should be measured and guided by objective, justifiable, and easily understood criteria by society. The Judiciary is not a place for candidates to vent their frustrations at the expense of freedom of expression." (translated)

Jô Soares's response to Lula's lawyer. The fight against corruption was at the center of the national debate in 2016, and I was on Jô's Program to talk about Lava Jato. During the show, Jô Soares read a statement sent by Cristiano Zanin, then Lula's lawyer. The text questioned the legality of the publication of phone conversations, cited fundamental guarantees, and criticized the accusation against Lula for attempting to obstruct justice. The defense argued that the accusation was based on the testimony of Delcídio do Amaral, whom they classified as someone "without credibility." Jô then made a direct provocation: if Delcídio had no credibility, how did he remain in a prominent position for so long and even become the government's leader in the Senate? The host also expressed support for the work of clarifying the facts that we were doing in Lava Jato. For him, everything that was done for the benefit of Brazil should be recognized. A historical record of when Lava Jato represented the hope for a Brazil without impunity. Do you miss those times? (translated)

In his article, José António Rodrigues do Carmo argues that, in light of Russia's repeated hybrid attacks and Putin's belligerent behavior, Europe should reverse the presumption of innocence, treating Moscow as the prime suspect in cases of provocation or destabilization, instead of following the excessively cautious protocol that has predominated in its responses. (translated)

Putin, os lorpas e o benefício da dúvida

🚨 Guga, do Fluminense, comemorou a classificação em direção a seus familares na torcida, e a comissão técnica do Platense achou que foi provocação. No meio da confusão, torcedores do time argentino invadiram o campo e roubaram faixas da torcida do Flu. 🗞️ | 🎥 @geglobo https://t.co/t2wbjrs9Nf #Futebol #Fluminense #Platense

Upon the reopening of the National Theatre D. Maria II, Pedro Penim chooses Macbeth to reactivate the discussion about the historical tragedy of the fire in 1964, addressing themes of violence, doubt, and provocation in a play marked by superstition. (translated)

Na reabertura do D. Maria II, quem tem medo de "Macbeth"?

Esse é o trecho mais cínico da defesa de Moraes: "Assim, é absolutamente vedada a instauração de investigação de ofício, havendo necessidade de provocação do Procurador Geral da República..." O homem passou 7 anos censurando, prendendo e perseguindo pessoas com base num inquérito aberto de ofício, contra a manifestação expressa da PGR, que pediu o arquivamento ainda em 2019. Agora que virou investigado, redescobriu que investigação aberta de ofício por juiz é nula. O garantismo chegou. Só que apenas para ele. Em tempo: o inquérito conduzido por Mendonça não foi aberto de ofício. Moraes apareceu fortuitamente numa investigação instaurada seguindo todos os trâmites previstos em lei. Exatamente os trâmites que ele nunca seguiu. #Justiça #DireitosHumanos #Censura

Horas antes de o STF analisar, nesta terça-feira, 15 de setembro, se deve avançar a apuração sobre a relação de Alexandre de Moraes com Daniel Vorcaro e o Banco Master, Moraes apresentou uma defesa pífia de 44 páginas pedindo a nulidade da investigação e atacando André Mendonça. Moraes sustenta que a apuração teria sido aberta “de ofício”, sem provocação da PF ou da PGR e sem autorização prévia do Plenário. Curioso argumento vindo de quem passou anos conduzindo e defendendo esse mesmo modelo excepcional. O infame Inquérito 4.781, o inquérito das fake news, foi aberto de ofício por Dias Toffoli, sem pedido da PGR. Moraes assumiu a relatoria e transformou a excepcionalidade em método. Quando alcançava jornalistas, empresários, parlamentares e cidadãos, servia para “defender a democracia”. Agora que o escrutínio se aproxima dele, virou motivo para anular tudo. A defesa também tenta esvaziar as mensagens de Vorcaro: afirma que não existem respostas de Moraes e que 47 das 52 anotações atribuídas ao banqueiro não aparecem na área de conversa do WhatsApp. Mas há metadados analisados pela PF indicando que o contrato milionário entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes teve sua última modificação feita por usuário identificado como “Ministro Alexandre de Moraes”. O próprio escritório confirmou que o ministro foi consultado sobre a contratação. Há ainda mensagens de Vorcaro relatando encontros com Moraes, inclusive a Martha Graeff, mencionando-o em Campos do Jordão. É material que precisa ser investigado. Só que Moraes prefere escrever “VINGANÇA” em caixa alta e sustentar que a ofensiva contra ele seria continuação da tentativa de golpe de 8 de Janeiro, apenas com outro modus operandi. Perceba a inversão: investigar Alexandre de Moraes passa a ser apresentado por ele como ataque à própria democracia. Não. Moraes não é a democracia, não é a justiça e muito menos a Constituição. Nenhum ministro pode passar anos esticando os limites do sistema contra os outros e, quando a régua finalmente se volta contra ele, declarar que a própria régua é ilegal - enquanto insiste na falsa narrativa de um golpe que ele mesmo ajudou a construir. #STF #AlexandreDeMoraes #Justiça

Xandão foi pra cima de André Mendonça — e a defesa é muito mais pesada do que uma simples negativa. Em 44 páginas e 121 tópicos, Alexandre de Moraes acusa Mendonça de ter conduzido uma investigação de ofício, sem provocação da PF ou da PGR, com “desvio de finalidade político-eleitoral” e direcionamento contra ele e Davi Alcolumbre. Moraes cita relatórios internos da própria PF que falam em “indícios crescentes de enviesamento da condução da supervisão judicial” e interesse do relator em provocar a abertura de investigação formal contra ele. Na parte em que rebate as suspeitas sobre o Banco Master, Moraes sustenta que não existe uma única mensagem de sua autoria para Daniel Vorcaro. Segundo a defesa, das 52 anotações usadas para tentar reconstruir supostos diálogos, 47 não foram encontradas em nenhuma conversa de WhatsApp. As outras cinco seriam apenas associações por proximidade de horário, sem comprovação de destinatário ou conteúdo efetivamente enviado. Moraes também afirma que os 7.742 documentos liberados não registram contato dele com o juiz do caso, procuradores, PGR ou diretor-geral da PF sobre a Operação Compliance, nem qualquer evidência de conhecimento prévio da prisão de Vorcaro. E lembra que Vorcaro foi preso em Guarulhos com passaporte verdadeiro e o próprio celular — justamente o aparelho que acabou apreendido. Sobre o escritório da família, confirma um contrato com o Banco Master entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, diz que os honorários foram declarados e documentados, nega a existência de um segundo contrato e afirma que jamais julgou qualquer processo envolvendo Master ou Vorcaro no STF. A defesa termina em tom de guerra: Moraes chama a investigação de “farsa”, acusa Mendonça de perseguição política e diz que o caso seria uma tentativa de vingança de aliados dos condenados pela trama golpista. Hoje o STF vai decidir se essa investigação continua de pé — ou se cai junto com tudo que foi produzido a partir dela. #STF #Justiça #Política

Helena Ferro Gouveia criticizes Donald Trump's promise to offer $5,000 per vote as an attempt at bribery and warns about the Russian provocation with an airstrike near Poland. (translated)

"Trump não pode mercantilizar o voto"

Torcedores do Al-Taawoun provocam Rúben Neves, do Al-Hilal, com gritos de "Diogo Jota" em jogo do Campeonato Saudita. O caso ocorreu durante a goleada do Al-Hilal por 6 a 0 sobre o Al-Taawoun. A torcida do time mandante gritou "Jota! Jota!" em referência a Diogo Jota, amigo do meia português que morreu em um acidente de carro no ano passado. Neves, inclusive, tem uma tatuagem em homenagem a Jota. Rúben Neves olhou para a arquibancada, reprovou a atitude e apontou para o céu. Depois da partida, ao ser questionado sobre o episódio, declarou: "Só espero que depois não vão rezar por causa do que fizeram." A provocação foi condenada pela imprensa saudita e gerou revolta entre jogadores. Saleh Abu Al-Shamat, do Al-Ahli, classificou a atitude como inaceitável. 🗞️ @geglobo 📸 Reprodução | Divulgação/Seleção de Portugal #ComportamentoImpróprio #Futebol #CampeonatoSaudita

O GOLAÇO do Bruno Guimarães e a provocação ao Sunderland! 😳 🎥 @ESPNBrasil | @SportsCenterBR https://t.co/NQ9WGmQGjK #Futebol #Golaço #BrunoGuimarães

Estudiantes pede suspensão de Memphis Depay e tenta tirar atacante do jogo de volta das quartas de final da Libertadores. O clube argentino acionou a Conmebol após o atacante do Corinthians mostrar o dedo do meio para a torcida em La Plata. O Estudiantes alega conduta antidesportiva e provocação à sua torcida. Com base nas imagens, pediu o enquadramento de Depay em 2 artigos que preveem suspensão por pelo menos 1 jogo ou por determinado período. A Conmebol analisará, e os clubes devem ser notificados em breve. 🗞️ @geglobo 📸 Reprodução/ESPN #Libertadores #futebol #Estudiantes

Neymar responde provocação da torcida do Atlético-MG: “Eu sem joelho sou melhor que todo o seu time”. https://t.co/wxkpBXJED2 #Neymar #AtléticoMG #Futebol

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira que há elementos que apontam para a incompetência da Segunda Turma para analisar a decisão do ministro André Mendonça que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial da corporação. Ao justificar o pedido de vista que suspendeu o julgamento, o decano também questionou o fato de a medida ter sido adotada a partir de uma solicitação de partido político. Gilmar afirmou que pediu vista por três razões. A primeira delas foi o curto intervalo entre a inclusão do caso em pauta e o início do julgamento virtual: segundo ele, o processo entrou na pauta menos de uma hora antes da abertura da sessão, o que impediu uma análise integral dos autos e da decisão. O ministro também levantou dúvidas sobre a possibilidade de o afastamento cautelar ter sido determinado a partir de um pedido de partido político. Para Gilmar, a medida ocorreu em “aparente contrariedade” ao Código de Processo Penal e ao Regimento Interno do STF, que, segundo ele, estabelecem exigências decorrentes do sistema acusatório. Outro ponto ressaltado pelo decano é a definição de qual colegiado do Supremo deve analisar o caso. Gilmar afirmou que incidentes relacionados à mesma investigação foram encaminhados por Mendonça a colegiados diferentes e sustentou haver elementos indicando que a discussão deve ocorrer no plenário, e não na Segunda Turma. Na manifestação, Gilmar cita como um desses elementos a própria decisão que afastou os integrantes da cúpula da PF. Segundo o ministro, Mendonça registrou a existência de indícios de que o relatório de inteligência que embasou a medida teria sido produzido pelo diretor-geral da corporação “por provocação de membro da Primeira Turma” do Supremo. Para Gilmar, se essa premissa for considerada, a análise de atos atribuídos a um integrante da Corte cabe ao plenário. Gilmar lembrou ainda que o próprio Mendonça havia afirmado, em decisão de 1º de setembro, que o exame da matéria deveria ocorrer no plenário, em sessão presencial e pública. O decano também citou o procedimento aberto pelo presidente do STF, Edson Fachin, para analisar as questões relacionadas ao caso, no qual foram solicitadas informações a autoridades como Andrei Rodrigues, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o ministro Alexandre de Moraes. O prazo de cinco dias para essas manifestações ainda está em curso. O terceiro argumento apresentado por Gilmar envolve os possíveis reflexos eleitorais da decisão. O ministro afirmou que é necessário analisar a medida à luz de precedente do plenário que, segundo ele, estabeleceu a inconstitucionalidade de decisões judiciais capazes de provocar desequilíbrio na disputa político-eleitoral, em razão da necessidade de neutralidade do Estado em relação a partidos e candidatos. (Globo) #STF #GilmarMendes #Política

Pessoal, o debut foi ótimo, considerando a nova filtragem, e a Lisa está indo bem também em outras plataformas! Continuem fazendo stream e apoiando muito. Não caiam na provocação de quem esquece que a língua é o chicote do rabo. E parabéns aos Lilies e Blinks brasileiros: superamos todas as nossas metas! https://t.co/fONEuSBNkb #Kpop #Lisa #LiliesBlinks

Menos por favor, a vida não é um anime e provocações deveriam ser contestadas dentro do jogo, não no twitter. Aliás nem sabia que vocês tavam podendo usar de novo kkkkkkkk Mas tudo bem daqui a um mês vocês estão na China e lá o tt é bloqueado 😅😅😅 #anime #provocação #Twitter

The article discusses Russia's increasing provocation in Europe, evidenced by incidents involving drones and allegations of sabotage, while also exploring the possibility of peace negotiations under pressure from major powers like China and the United States. (translated)

Europa irá aguentar provocações da Rússia? — Debate

Alexandre de Moraes acaba de transformar o Supremo Tribunal Federal num campo de guerra. Dois dias depois de André Mendonça retirar o sigilo do relatório da PF que o identificou como destinatário de dezenas de mensagens de Daniel Vorcaro, Moraes reagiu tentando colocar sob investigação o ministro que expôs o caso. Moraes pediu a Edson Fachin a abertura de uma investigação contra Mendonça por “improbidade, abuso de autoridade e crime de responsabilidade”. O acusa de direcionar, por razões políticas, as operações Compliance Zero, que apura o Banco Master, e Sem Desconto, sobre o saque bilionário aos aposentados do INSS. Para executar o contra-ataque, Moraes recorreu ao infame inquérito das fake news - a investigação sem fim aberta sem provocação da PGR, relatada por ele próprio e na qual concentra os papéis de vítima, investigador e julgador. O inquérito-curinga, que já engoliu todas as fronteiras legais, agora é apontado contra um ministro do próprio STF. O escândalo é ainda maior: a ofensiva se apoia em relatórios de inteligência produzidos paralelamente pela PF, sem assinatura de delegado e carimbados pela própria corporação como “sem valor probatório”. Os documentos registram que não servem para imputar crimes, embasar representações ou instruir procedimentos. Mesmo assim, nas mãos de Moraes, viraram “fortes indícios” contra Mendonça. A lógica é obscena; quando um relatório expõe Moraes, o sistema tenta anulá-lo. Quando um documento sem valor probatório ataca quem permitiu a exposição, ele vira munição para uma investigação. Isso sim é criminoso - autoproteção com a máquina do Estado. Agora Fachin terá de decidir se submete os dois casos ao plenário ou se ajuda a enterrar as provas sob mais uma camada de sigilo e manobras processuais. O Supremo, que deveria conter abusos, transformou-se no epicentro da maior crise institucional da história do Brasil. Um ministro citado em provas usa o poder para retaliar outro - enquanto ninguém responde ao essencial: qual era, afinal, a relação de Alexandre de Moraes com Daniel Vorcaro? #STF #Justiça #CriseInstitucional

Torcida do Atlético-MG devolve provocação de Kaio Jorge após a classificação do Galo para a semifinal da Copa do Brasil. "Uh, papai chegou" 📽️@geglobo https://t.co/yIx6QLlmEh #CopaDoBrasil #AtléticoMG #Futebol

A provocação de Kaio Jorge após o gol sobre o Atlético-MG na Arena MRV: "Papai tá aqui, papai tá aqui!" 🎥 @sportv | @geglobo https://t.co/wz4JTSkzZS #Futebol #Gols #KaioJorge