Sangria institucional: Fachin expõe tribunal a dias da eleição Presidência do STF é cobrada por falta de pulso e vê sessão histórica sair do controle Leia no blog https://t.co/dF16fUWuHy #STF #eleições2023 #Brasil
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Gilmar Mendes diz que atuação de Mendonça no caso tem "evidente condução político e eleitoral" e cita o vazamento de dados antes do 7 de setembro e o pixuleco de Mendonça na Paulista. "Não aponte o dedo para mim", diz Mendonça, que pede respeito. Mendes diz que ministro não merece respeito. #Política #Justiça #Eleitoral
Celular de Vorcaro cita R$ 500 mil para filho de Nunes Marques; veja prints Mensagens citam R$ 500 mil ao lado do contato do filho de Nunes Marques. Ministro diz que filho não trabalhou para Master https://t.co/gvdZT33YHV #NunesMarques #Politica #Corrupção
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que o relatório apresentado por André Mendonça é ilegal e pediu a nulidade do pedido. Moraes diz, ainda, que “não há indício de infração penal”. Segundo ele, o pedido de Mendonça é uma “vingança”. A defesa foi apresentada em resposta ao presidente da Corte, Edson Fachin, na noite desta segunda-feira (14/9). “Apesar da farsa montada e divulgada, não existe absolutamente nada e todos sabem a motivação político-eleitoral dessas criminosas mentiras. VINGANÇA. Está muito clara a tentativa de vingança dos aliados daqueles que tentaram acabar com a Democracia e o Estado de Direito e foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal”, afirma. Ministro apresentou uma defesa de 44 páginas um dia antes da sessão que vai definir se ele deve ser investigado no caso Master. São 121 tópicos em que ele lista os motivos pelos quais pede que o relatório produzido pela Polícia Federal deve ser anulado. A resposta tinha sido solicitada por Fachin em 3 de setembro, quando ele abriu prazo para Moraes, Mendonça, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, se manifestassem sobre o caso. Moraes alega que o pedido de Mendonça tem motivação política e relacionou a ação à tentativa de golpe de 8 de Janeiro. “A tentativa de Golpe não se encerrou em 8/1/2023, simplesmente mudou seu modus operandi. Mas assim como na primeira vez, o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL saberá resistir e sairá fortalecido, mantendo a Defesa plena da CONSTITUIÇÃO, do ESTADO DE DIREITO e da DEMOCRACIA”, escreveu. Segundo o ministro, o pedido de investigação é ilegal, uma vez que, não foi aberto pela PGR e nem aprovado em plenário. Moraes também afirma que os metadados relatório da PF indicariam que ele não foi interalemente produzido pela corporação. “O relatório é imprestável porque houve total quebra da cadeia de custódia, inclusive com relatório não realizado integralmente na Polícia Federal, mas sim com auxílio de órgão externo, provavelmente órgão estrangeiro, demonstrando clara tentativa de interferência externa nas eleições brasileiras de 2026, ao tentar incriminar o Juiz relator das ações julgadas pela Primeira Turma contra a organização criminosa que tentou dar um Golpe de Estado no Brasil, abolindo o Estado Democrático de Direito”, diz. (Metrópoles) #Democracia #EstadoDeDireito #STF
Dados do celular de Daniel Vorcaro já estão sendo examinados pelos gabinetes dos ministros Criatiano Zanin e Gilmar Mendes, que os pediram à Polícia Federal. André Mendonça, relator do Caso Master, foi contra. Desde março ele guarda em um cofre o conteúdo do celular. #DanielVorcaro #PolíciaFederal #CasoMaster
Gilmar Mendes sobre a sessão histórica do STF amanhã: 'Quem não gosta de pisão, que não vá ao bailão' #STF #GilmarMendes #Justiça
Deputado alvo da PF por ordem de Dino é aliado de primeira hora de Mendonça Aliado do ministro André Mendonça, deputado Cezinha de Madureira foi alvo de busca e apreensão pela PF por ordem de Flávio Dino https://t.co/38kSB4iWms #Política #PF #AndréMendonça
PGR concorda com Moraes e pede queda de sigilo de mais uma investigação do caso Master. Solicitação foi direcionada ao presidente da Corte, Edson Fachin. #PGR #justiça #investigação
Deputado Cezinha de Madureira (PL-SP) é alvo de operação da Polícia Federal nesta segunda-feira, 14, para apurar possíveis práticas dos crimes de exploração de prestígio, tráfico de influência, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A ação é desdobramento de investigação iniciada em dezembro de 2025 para apurar irregularidades na destinação de emendas parlamentares. A operação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino no dia 5 de setembro (Estadão) #Corrupção #Justiça #Política
Você consegue imaginar Flávio Bolsonaro eleito presidente? Eu, não - por Ricardo Noblat Pergunta corrente no Brasil e nos EUA reflete sobre o futuro da extrema-direita e o peso das investigações judiciais sobre o herdeiro do bolsonarismo Leia no blog https://t.co/pt9d90wHTc #FlávioBolsonaro #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira
“Se um dos membros do colegiado possui essas informações, é prerrogativa dos demais membros do Tribunal acessar aquilo que fundamenta a decisão que lhes cabe proferir. O Plenário não é órgão do relator, mas do colegiado”. (Gilmar Mendes, ministro do STF) https://t.co/lOAQzvx4La #Justiça #STF #Direito
O País acaba de tomar conhecimento de que Flávio Bolsonaro, candidato a presidente da República pelo PL, é oficialmente investigado pela Polícia Federal (PF) por sua associação com o banqueiro Daniel Vorcaro para o suposto financiamento do filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A investigação, autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, apura se Flávio cometeu os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Como se sabe, Flávio pediu de viva voz R$ 134 milhões a Vorcaro, tendo recebido mais de R$ 60 milhões, segundo a PF. O candidato, inclusive, esteve pessoalmente com o banqueiro vigarista no curto interstício em que ele esteve livre, condicionado ao uso de tornozeleira eletrônica, entre uma prisão e outra. É gravíssimo o fato de um candidato favorito, de acordo com as pesquisas de intenção de voto, concorrer à Presidência da República na condição de investigado – e sob tão sérias suspeitas. Isso só reforça que Flávio Bolsonaro não reúne condições morais nem sequer para disputar cargos eletivos, quanto mais para ser chefe de Estado e de governo. Ao que tudo indica, o financiamento do tal filme pode ter sido apenas um meio de obtenção de dinheiro sujo da rede de operações de Vorcaro para bancar uma série de gastos de figuras de proa do bolsonarismo – desde a produção do filme propriamente dita até o sustento da vida de playboy que o deputado cassado Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, leva nos Estados Unidos. Um fundo de investimentos no Texas, cujo titular é um advogado amigo de Eduardo, recebeu dinheiro de sócios de Vorcaro para, supostamente, cobrir despesas da produção de Dark Horse, uma transação inusual no setor audiovisual. Ademais, há suspeita, ainda a ser investigada, de que parte dos milhões recebidos por Flávio de Vorcaro possa ter sido usada no financiamento de sua própria campanha eleitoral, o que caracterizaria “caixa dois”. Louve-se aqui a iniciativa do presidente do STF, ministro Edson Fachin, de pedir a Mendonça, relator do caso Master na Corte, que levantasse o sigilo das investigações, pedido este atendido, ainda que parcialmente. Por mais graves que sejam as informações que ora vêm a público, é incerto se elas prejudicarão a candidatura presidencial de Flávio. Mas isso pouco importa. O eleitor tem o direito de ir às urnas sabendo exatamente de tudo o que pesa contra quem pretende governá-lo. A decisão de voto diz respeito apenas à sua consciência. Diante dessa mixórdia entre interesse público e interesses privados, Flávio não só segue devendo explicações convincentes ao País, como chega a ser cínico ao insistir que tudo não teria passado de uma relação “privada”, envolvendo dinheiro “privado”. É uma dupla mentira. Em primeiro lugar, porque há fundadas suspeitas de que recursos de emendas ao Orçamento da União do deputado federal Mario Frias (PL-SP) tenham sido direcionados para o orçamento de Dark Horse, como revelou a Operação Make Up, deflagrada pela PF há poucos dias. Em segundo lugar, porque o dinheiro de Vorcaro não pode ser tratado naturalmente como recurso privado: trata-se de fruto da maior fraude financeira de que o País já teve notícia. O que Flávio trata como dinheiro “privado” é o prejuízo de milhões de correntistas, investidores, servidores públicos e aposentados, o maior rombo já coberto pelo Fundo Garantidor de Créditos. Se Flávio Bolsonaro considera normal financiar uma hagiografia do pai – e sabe-se lá mais o quê – com recursos de origem tão gritantemente espúria, a fragilidade jurídica da defesa é o menor de seus problemas. Está-se diante, isso sim, de sua própria falência ética. Espera-se que um candidato à Presidência da República saiba distinguir entre o certo e o errado, o público e o privado, o lícito e o ilícito. Alguém que se perde entre essas noções elementares, evidentemente, não está qualificado para governar o Brasil. Pode não parecer, mas caráter ainda importa. E ele se revela nas escolhas feitas por um candidato. Flávio fez as suas: chamou Vorcaro de “irmão” no áudio em que lhe pediu R$ 134 milhões e não teve pudor em ignorar a origem do dinheiro. Que os eleitores se perguntem que espécie de irmandade é essa – e o que ela diz sobre quem aspira à Presidência da República. (Editorial do Estadão) #FlávioBolsonaro #Corrupção #Eleições2024
Flávio repete o pai e chega às urnas sob o peso de investigações da PF - por Ricardo Noblat A família do barulho Leia no blog https://t.co/RFXrG5i6b7 #Flávio #Eleições2024 #Política
A descoberta de que o Havengate, o fundo que recebeu dinheiro de Daniel Vorcaro para supostamente financiar o filme Dark Horse, permaneceu “inoperante” por quatro anos, desmonta a versão apresentada por Flávio Bolsonaro para explicar sua utilização, quando vieram à tona mensagens trocadas por ele com o dono do Master a respeito da cinebiografia de Jair Bolsonaro. De acordo com informações reveladas pelo relatório da Polícia Federal tornado público a pedido do presidente da Corte, Edson Fachin, o Havengate é sediado nos Estados Unidos e administrado pelo advogado de imigração de Eduardo Bolsonaro, Paulo Calixto. Criado em 2020 para a incorporação de um empreendimento imobiliário que nunca foi adiante, ele estava “inerte” até receber a primeira remessa de U$ 2 milhões, em fevereiro de 2025. (Globo) #Havengate #PolíticaBrasileira #JornalismoInvestigativo
Um e-mail que consta da investigação da Polícia Federal sobre o financiamento de Dark Horse mostra que um dos produtores do filme orientou que documentos da empresa mantidos nos Estados Unidos não sejam entregues às autoridades brasileiras sem que o pedido passe pelos canais de cooperação jurídica entre os dois países. Michael Davis, que se identifica como sócio majoritário da Go Up Entertainment LLC, enviou a mensagem à produtora Karina Ferreira da Gama no dia 2 de setembro, após ela receber um ofício da PF solicitando informações para a investigação. (Globo) #DarkHorse #PolíciaFederal #Investigações
Gente, acorda. Flávio é o único candidato a presidente da República investigado por corrupção pelo Supremo Tribunal Federal; o unico. Não é pouca coisa. #Corrupção #Eleições2024 #Brasil
A empresa de capacetes Bravo Grafeno, cujo dono é o candidato à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL), divide o mesmo endereço em Brasília com pelo menos 16 firmas de Antonio Carlos Camilo Antunes, mais conhecido como “Careca do INSS”. O ex-presidente Jair Bolsonaro, que já participou da sociedade, é o garoto-propaganda da marca. Esta revelação conecta diretamente a família Bolsonaro ao Careca do INSS, personagem central das investigações sobre as fraudes bilionárias que lesaram mais de 4,3 milhões de aposentados e pensionistas brasileiros. Os desvios ocorreram entre 2019 e 2024 e resultaram no prejuízo de R$ 2 bilhões aos cofres públicos. O levantamento do Núcleo Investigativo do ICL Notícias indica que a empresa do candidato usou, além dos mesmos serviços de contabilidade, a mesma estrutura do investigado na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal. O Careca do INSS está preso preventivamente desde setembro de 2025, no Presídio da Papuda em Brasília. De acordo com as investigações, ele operava empresas de fachada para desviar as mensalidades recebidas irregularmente por associações de aposentados. Em declarações anteriores, Flávio Bolsonaro negou envolvimento no escândalo do INSS. Procurado, o candidato a presidente ainda não se pronunciou. A reportagem também procurou a defesa do Careca do INSS, mas não houve retorno até o fechamento da edição. (ICL) #Bolsonaro #INSS #Corrupção
ATENÇÃO: Moraes fala em 'escolha seletiva' e pede a Fachin retirada de sigilo de todos documentos do caso Master. Em ofício enviado ao presidente do STF, ministro apontou que André Mendonça omitiu 180 peças em procedimentos liberados e cobrou julgamento conjunto com Mendonça. https://t.co/J94nwjb0Uj #STF #Justiça #Brasil
PF apresentou pedido de investigação contra Flávio Bolsonaro por lavagem de dinheiro entre outros crimes ligados a Dark Horse em fevereiro de 2026. Apenas em julho de 2026 o ministro André Mendonça autorizou a investigação (icl) https://t.co/2O92G88bis #FlávioBolsonaro #LavagemDeDinheiro #Investigação
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