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#Religião

Eu, como fã do Messi, já estava me preparando há muito tempo para os últimos anos de carreira do Leo, mas não dá... O texto de despedida da Argentina veio como um baque, pois a ficha de que está acabando de verdade voltou a cair. Desde a infância cresci ouvindo que deveria odiar a Argentina, mas foi com eles que vivi sentimentos únicos. A Copa América de 2021, a Copa do Mundo de 2022, a Finalísisma, a Copa América de 2024, a Copa do Mundo de 2026... Pude viver, sentir e vibrar pelo meu ídolo, pude apreciar, pude aproveitar os anos mais vitoriosos do meu jogador favorito, do meu ídolo. Em um cenário de que o Barcelona é uma religião, Lionel Messi é o nosso D10S e torcer por ele até contra minha seleção foi uma das maiores provas de fidelidade. Obrigado por tudo Messi, mas principalmente por ter dado tantas alegrias tentando apenas realizar um sonho. #Messi #Futebol #Argentina

The Catholic patriarch of Lisbon and the Islamic Community of Lisbon joined together to denounce and criticize an act of desecration against a mosque in Ourém, promoted by far-right activists, emphasizing the importance of mutual respect between religions. (translated)

Católicos e muçulmanos contra profanação de mesquita
POPTime 7d

Freira e padre deixam seus ofícios após sete anos de devoção religiosa para viver grande amor juntos. https://t.co/axtbp7LWan #Amor #Religião #VidaNova

Esse é o meu posicionamento sobre minha religião. Um vídeo que eu não gostaria de fazer, mas que se tornou necessário depois de tantas mentiras espalhadas intencionalmente sobre mim. https://t.co/n3cOJhEea7 #Religião #Verdade #Comunicação

“Esse influencer tem mais audiência do que o Jornal Nacional e todos os telejornais. Isso foi trabalhado para desacreditar. Quantas pessoas vocês conhecem que não acreditam mais na mídia tradicional e que seguem, como se fosse uma religião fanática, tudo o que a bolha passa como notícia? Lavagem cerebral.” O grande problema para Moraes é as pessoas terem a opção de escolher assistir a algo com o qual ele não concorda. A “neutralidade” que ele quer é a volta do monopólio do discurso da velha mídia. A volta daquela falsa sensação de unanimidade, quando na verdade muita gente discordava de tudo que estava sendo dito. Ele não entende ou finge não entender que o algoritmo só direciona aquilo que já foi rastreado como relevante para a maioria das pessoas, pode até ser pela grande rejeição que o conteúdo gera. Todo esse discurso de Moraes é apenas uma desculpa para censurar aquilo que ele não gosta. As redes sociais deram voz para o cidadão comum, que já não se sentia representado por nenhum meio de comunicação. Todos aqueles que se sentiam isolados, quando começaram a falar o que pensavam nas redes, descobriram que nunca estiveram sozinhos. A maioria pensava o mesmo, mas não tinha meios para fazer a sua voz ser ouvida pelos outros. Se falharmos em tirar Lula nesta eleição, daqui a 4 anos teremos uma internet muito parecida com a do Partido Comunista Chinês. E uma simples postagem como esta pode ser algo impossível de ser publicado. https://t.co/FYsinozCIC #LiberdadeDeExpressão #Mídia #RedesSociais

🎯 Essência O combate político faz‑se reforçando instituições, criando enquadramento legal claro, organizando discurso público e mobilizando cidadãos em torno da laicidade e dos direitos fundamentais. 🧭 Estratégias políticas (democraticamente válidas) 1. Defesa ativa da laicidade Propor legislação que clarifique limites entre religião e política. Reforçar fiscalização da CNE sobre intervenções religiosas em campanhas. Exigir que políticas públicas tenham fundamentação técnica, não doutrinária. 2. Transparência e escrutínio Defender auditorias regulares a financiamentos de organizações religiosas. Propor registo obrigatório de lobbies religiosos, como existe noutros países europeus. Exigir divulgação pública de apoios institucionais a candidatos. 3. Mobilização cívica laica Criar movimentos ou plataformas que defendam Estado laico e direitos civis. Incentivar partidos a assumir compromissos explícitos com laicidade. Organizar debates públicos sobre separação entre fé e governo. 4. Contraponto argumentativo baseado em evidência Responder a propostas religiosas com dados científicos, estudos e impacto social. Evitar confronto identitário; focar sempre em políticas públicas concretas. Promover fact-checking independente. 5. Educação cívica e literacia democrática Apoiar programas escolares e comunitários sobre funcionamento das instituições. Reduzir dependência de discursos moralistas ou simplistas. Incentivar participação informada em assembleias municipais e debates locais. 6. Regulação do uso político de espaços religiosos Defender aplicação rigorosa das regras que proíbem propaganda eleitoral em cultos. Reforçar penalizações quando líderes religiosos usam influência espiritual para fins partidários. 📌 O ponto crítico O combate é político, institucional e argumentativo — nunca religioso ou identitário. O objetivo é proteger a democracia, não atacar crentes.

TÃO FELIZES QUE NÓS ÉRAMOS "Anda por aí gente com saudades da velha portugalidade. Saudades do nacionalismo, da fronteira, da ditadura, da guerra, da PIDE, de Caxias e do Tarrafal, das cheias do Tejo e do Douro, da tuberculose infantil, das mulheres mortas no parto, dos soldados com madrinhas de guerra, da guerra com padrinhos políticos, dos caramelos espanhóis, do telefone e da televisão como privilégio, do serviço militar obrigatório, do queres fiado toma, dos denunciantes e informadores e, claro, dessa relíquia estimada que é um aparelho de segurança. Eu não ponho flores neste cemitério. Nesse Portugal toda a gente era pobre com exceção de uma ínfima parte da população, os ricos. No meio havia meia dúzia de burgueses esclarecidos, exilados ou educados no estrangeiro, alguns com apelidos que os protegiam, e havia uma classe indistinta constituída por remediados. Uma pequena burguesia sem poder aquisitivo nem filiação ideológica a rasar o que hoje chamamos linha de pobreza. Neste filme a preto e branco, pintado de cinzento para dar cor, podia observar-se o mundo português continental a partir de uma rua. O resto do mundo não existia, estávamos orgulhosamente sós. Numa rua de cidade havia uma mercearia e uma taberna. Às vezes, uma carvoaria ou uma capelista. A mercearia vendia açúcar e farinha fiados. E o bacalhau. Os clientes pagavam os géneros a prestações e quando recebiam o ordenado. Bifes, peixe fino e fruta eram um luxo. A fruta vinha da província, onde camponeses de pouca terra praticavam uma agricultura de subsistência e matavam um porco uma vez por ano. Batatas, peras, maçãs, figos na estação, uvas na vindima, ameixas e de vez em quando uns preciosos pêssegos. As frutas tropicais só existiam nas mercearias de luxo da Baixa. O ananás vinha dos Açores no Natal e era partido em fatias fininhas para render e encharcado em açúcar e vinho do Porto para render mais. Como não havia educação alimentar e a maioria do povo era analfabeta ou semianalfabeta, comia-se açúcar por tudo e por nada e, nas aldeias, para sossegar as crianças que choravam, dava-se uma chucha embebida em açúcar e vinho. A criança crescia com uma bola de trapos por brinquedo, e com dentes cariados e meia anã por falta de proteínas e de vitaminas. Tinha grande probabilidade de morrer na infância, de uma doença sem vacina ou de um acidente por ignorância e falta de vigilância, como beber lixívia. As mães contavam os filhos vivos e os mortos era normal. Tive dez e morreram-me cinco. A altura média do homem lusitano andava pelo metro e sessenta nos dias bons. Havia raquitismo e poliomielite e o povo morria cedo e sem assistência médica. Na aldeia, um João Semana fazia o favor de ver os doentes pobres sem cobrar, por bom coração. Amortalhado a negro, o povo era bruto e brutal. Os homens embebedavam-se com facilidade e batiam nas mulheres, as mulheres não tinham direitos e vingavam-se com crimes que apareciam nos jornais com o título ‘Mulher Mata Marido com Veneno de Ratos’. A violação era comum, dentro e fora do casamento, o patrão tinha direito de pernada, e no campo, tão idealizado, pais e tios ou irmãos mais velhos violavam as filhas, sobrinhas e irmãs. Era assim como um direito constitucional. Havia filhos bastardos com pais anónimos e mães abandonadas que se convertiam em putas. As filhas excedentárias eram mandadas servir nas cidades. Os filhos estudiosos eram mandados para o seminário. Este sistema de escravatura implicava o apartheid. Os criados nunca dirigiam a palavra aos senhores e viviam pelas traseiras. O trabalho infantil era quase obrigatório porque não havia escolaridade obrigatória. As mulheres não frequentavam a universidade e eram entregues pelos pais aos novos proprietários, os maridos. Não podiam ter passaporte nem sair do país sem autorização do homem. A grande viagem do mancebo era para África, nos paquetes da guerra colonial. Aí combatiam por um império desconhecido. A grande viagem da família remediada ao estrangeiro era a Badajoz, a comprar caramelos e castanholas. A fronteira demorava horas a ser cruzada, era preciso desdobrar um milhão de autorizações, era-se maltratado pelos guardas e o suborno era prática comum. De vez em quando, um grande carro passava, de um potentado veloz que não parecia sujeitar se à burocracia do regime que instituíra uma teoria da exceção para os seus acólitos. O suborno e a cunha dominavam o mercado laboral, onde não vigorava a concorrência e onde o corporativismo e o capitalismo rentista imperavam. Salazar dispensava favores a quem o servia. Não havia liberdade de expressão e o lápis da censura aplicava-se a riscar escritores, jornalistas, artistas e afins. Os devaneios políticos eram punidos com perseguição e prisão. Havia presos políticos, exilados e clandestinos. O serviço militar era obrigatório para todos os rapazes e se saíssem de Portugal depois dos quinze anos aqui teriam de voltar para apanhar o barco da soldadesca. A fé era a única coisa que o povo tinha e se lhe tirassem a religião tinha nada. Deus era a esperança numa vida melhor. Depois da morte, evidentemente." Clara Ferreira Alves in "A Pluma Caprichosa", jornal Expresso.

Dada a largada dos pastéis, caldo de cana e idas a igrejas por pessoas que um dia acendem velas em centros e outro estão ao lado de pastor. Vamos ficar atentos a isso! Personagem só em desenho animado. 😉 #Cultura #Religião #Sociedade

Esta fotografia, do acervo antigo do AFDS - Arquivo Fotografico do Douro Superior, da Colecção do Estúdio Foto Felizes, de Amândio Felizes Tetino, pertence a uma colecção de imagens de crianças vestidas de anjos, em Vila Nova de Foz Côa. E quanto mais olhamos para elas, mais perguntas aparecem. Serão estas as mesmas crianças que vemos noutra fotografia da colecção, reunidas nas Escadas da Pedreira, em 1950? Ou estaremos perante uma outra festividade, realizada em Foz Côa, numa data que ainda desconhecemos? E por que razão estavam todas vestidas de anjos? A fotografia não nos diz os seus nomes. Não sabemos a ocasião, nem a data exacta. Sabemos apenas que estas crianças estiveram aqui, naquele momento, há mais de um século. Talvez alguém reconheça um rosto. Talvez uma fotografia guardada numa gaveta, uma história de família ou uma velha lembrança permita finalmente dar um nome a estas crianças. Porque, às vezes, para descobrir a história de uma fotografia, basta encontrar alguém que diga: «Eu sei quem é aquela criança.» Se reconhecer alguém, diga-nos. 🙂 #RuiCamposFotografoa #ArquivoDouroSuperior #Memoria #Comunidade #Passado #Fotos Antigas #VilaNovaDeFozCôa #Religião #Catolicismo #anjos

Não sou de me ofender com facilidade, tampouco de guardar ressentimentos. Mas poucas coisas me causaram tanta repulsa quanto ler uma jornalista postando: "Vigiar e punir, gostoso demais" É exatamente essa mentalidade que celebra o arbítrio quando ele atinge os adversários — e depois finge espanto quando a revolução começa a devorar os próprios filhos. Não. Vigiar e punir não é "gostoso demais". Perseguição política, abuso de poder e arbítrio devem ser repudiados sempre, independentemente de quem seja a vítima — de sua ideologia, religião, raça, gênero ou opinião. Direitos fundamentais não existem apenas para quem gostamos. Ou valem para todos, ou não valem para ninguém. E, hoje, no Brasil, aparentemente mais ninguém está a salvo desses arbítrios. Está na hora de restaurarmos o respeito à Constituição brasileira. #DireitosHumanos #LiberdadeDeExpressão #Justiça

Bom dia só para quem não saiu de R$ 36 mil para quase R$ 4 milhões em patrimônio em menos de quatro anos, usando a política, a religião, as mentiras e enganando um bando de trouxas bolsonaristas. Tudo isso “trabalhando” em média menos de 3 dias por semana. Projetos? Zero! #politica #corrupcao #desigualdade

O Álvaro hablando sobre os novos crentes que tem telhado de vidro, que deveriam devolver o dinheiro do tigrinho e do privacy então, doar pra igreja Hahahahaha https://t.co/1kuHgucrHX #Religião #Crentes #Doações

Gabô sai em defesa de Anitta após Ayarla criticar clipes da cantora: “Papelões que vocês nunca vão me ver passar. Como uma mulher que tem fé em Jesus Cristo. Que acredita em Deus. Vocês nunca vão me ver abrindo uma Bíblia e fazendo você engolir minha religião. Tu não é Deus não. Entendeu? Cada um tem a sua religião, a sua espiritualidade, a sua fé”. #Anitta #Fé #Respeito

Carmezim Aug 3

@chicobarney Existe uma clara linha editorial pros programas de domingo num caminho Cafe com Deus Pai. Tudo pasteurizado, coisa de coach barata e uma apurrinhaçao neopetencostal que vai do globo rural até o domingo maior #Cultura #Mídia #Religião

Esta capa da Veja talvez seja um dos retratos mais acabados da degradação do jornalismo brasileiro, que se tornou vassalo do sistema. Uma revista que durante décadas se orgulhou de confrontar o poder agora se ajoelha diante dele. Em vez de fiscalizar as instituições, agora as sacraliza e ainda exige reverência - Nada mais abominável. Ao transformar uma urna eletrônica em um “monumento à democracia”, a Veja promove a mais perigosa inversão de valores. Democracia não é um dogma nem uma religião - é o direito de questionar máquinas, governos, tribunais e qualquer instituição do Estado. A urna eletrônica na capa da Veja e o artigo publicado parece mais uma peça de marketing nos moldes soviéticos, um objeto de adoração, um verdadeiro bezerro de ouro diante do qual o cidadão deve apenas se curvar. Questioná-la passa a ser tratado como blasfêmia - é a clara substituição do pensamento crítico pelo dogma político. O jornalismo nasceu para desconfiar do poder e trazer ao conhecimento da sociedade aquilo que o sistema prefere manter oculto da população, não para canonizá-lo. Quando a Veja afirma que criticar uma tecnologia é um “desserviço às instituições”, ela passa a atuar oficialmente como guardiã da narrativa oficial do regime. Esse é o aspecto mais vergonhoso desta capa. Uma revista que, durante décadas, orgulhou-se de confrontar o poder agora se ajoelha miseravelmente diante dele. A quem a Veja serve? Ao jornalismo ou a esse regime nefasto instaurado no Brasil? #Jornalismo #Democracia #Crítica

Observador Jul 28

Isabel Moreira, a defender of the LGBT community, faces criticism for her position on Islam following an attack in Berlin, where she questions the reaction of those who condemn the religion in relation to sexual tolerance, generating a debate about the consistency of their defenses and the realities of Islamic terrorism. (translated)

Isabel Moreira defende os gays e o Islão — como?
Rafael Gloves Jul 28

A religião da direita brasileira é o ego. Da esquerda a inveja. O segundo sabe se “unir por uma recompensa maior”, sabem lavar roupa suja em casa. Se odeiam mas enxergam os frutos da aliança - arrancar o que outros produzem. A direita não. Por ser ego, se apegam no destaque individual, não olham o cenário completo e por isso nunca tiveram poder real. Se contentam com pequenos momentos de brilho. O veio Olavo estava certo quando disse: Não existe direita, existe Jair Bolsonaro. Já disse aqui: Flávio eleito, quase todos estes deputados que hoje se dizem “de direita” tentarão carreira solo, quiçá vão pra oposição. Quanto a isto não tenho esperança alguma. Ainda sobre isto às vezes penso: melhor um Governo fraturado que levará a culpa pelos erros do PT ou o PT novamente pra ficar com a mão no manche do jato que perdeu a turbina? #Política #Brasil #DireitaEsquerda

UpdateCharts Jul 25

Marina Sena sobre as comparações dos seus projetos com os álbuns EQUILIBRIVM: “Eu acho que a gente se aproximou muito nesses últimos dois anos e nosso papo ia pro mesmo lugar, sabe? Todas as vezes que a gente se encontrava ia pra esse assunto, uma coisa mais espiritual, sempre falando sobre isso [...] E eu acho que é natural porque a gente estava no papo muito parecido, principalmente sobre religião porque somos da mesma religião, o candomblé, então a gente naturalmente se equiparava ali no assunto, e ela tá assim, nesse momento muito forte, então é impossível pra ela fazer uma coisa que não fosse assim, ela NÃO seria sincera com ela mesmo se ela NÃO abraçasse esse tipo de arte que é o que mais representa ela agora e com certeza tem tudo a ver, tô lá no álbum inclusive. Eu acho que a gente tá numa linhagem assim parecida, a gente tá olhando pra mesma coisa do Brasil. E isso é muito massa.” #MarinaSena #Equilíbrivm #Candomblé

Anitta Press Jul 24

E pensar que a Anitta no clipe de “Aceita” sofreu intolerância religiosa e NÃO parou. Hoje ela lançou o SEGUNDO álbum exaltando a sua religião da forma mais escancarada na maior plataforma de streaming do Brasil. https://t.co/R4xssfpXC0 #Anitta #IntolerânciaReligiosa #Música

Deus, médico dos médicos, vai visitar o Gabriel Pec ali no vestiário e não será nada muito grave. Independentemente da sua religião, todos em oração! Amém 🙏🏻 #ForçaGabriel #Oração #Deus