Era exatamente isso que eu cobrava do Renato. Eu sei que é impossível jogar três competições com força máxima o tempo inteiro, em algum momento será necessário poupar, mas o que eu nunca aceitei foi o discurso de derrotado na véspera. Tem que tentar antes de se justificar, seja com time titular, misto ou reserva. E o técnico tem que viajar com o grupo, querer competir, acreditar e cobrar o máximo de cada jogador (mesmo que seja um reserva) como se aquele jogo fosse a prioridade número um. É isso que um clube do tamanho do Vasco exige. O clube não vive um momento em que alguém pode escolher competição ou tratar qualquer jogo como algo menor. Estamos tempo demais acumulando fracassos para aceitar desleixo, desconcentração ou conformismo. Quem veste essa camisa tem a obrigação de entrar em campo para vencer, independentemente das circunstâncias. Se depois não der certo, faz parte do futebol. Mas entrar derrotado ou agir como se fosse impossível é algo que eu nunca vou aceitar. #Futebol #Vasco #Competição
