1/5 Inspirado nas medidas de @JMilei, o Brasil também precisa responsabilizar os verdadeiros responsáveis. Se o Estado não cumprir as metas fiscais, os primeiros a perder benefícios e deixar de receber salários são: Presidente, Vice, ministros, deputados e senadores. 2/5 Na Argentina, Milei cortou gastos, enfrentou privilégios e devolveu equilíbrio às contas públicas. A inflação e a pobreza recuaram, enquanto o país voltou a registrar superávit. 3/5 Mesmo enfrentando uma pandemia mundial, Bolsonaro conseguiu reverter a explosão da dívida e entregou o Brasil, em 2022, com dívida bruta de 73,5% do PIB e superávit primário. Lula recebeu as contas saneadas. Porém, em maio deste ano, a dívida já está em 81,1% do PIB, cerca de R$ 10,6 trilhões. Contas no azul igual Bolsonaro deixou? Nunca mais vimos desde 2023. 4/4 Por isso, estou construindo com especialistas um Projeto de Lei Complementar e uma PEC semelhantes as iniciativas de Milei na Argentina. Se o governo perder o controle das contas, param primeiro os novos contratos, nomeações, publicidade, transferências políticas e emendas que não atendam serviços essenciais. Persistindo o déficit, políticos e autoridades do alto escalão terão benefícios cortados, depois metade do salário e, no último estágio, suspensão integral de seus salários. Hospital, aposentadoria, assistência, educação e segurança não param. Quando faltar responsabilidade, a máquina política paga primeiro. O cidadão, não. #ResponsabilidadeFiscal #EquilibrioFinanceiro #PoliticaBrasileira