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#Fofocas

EXCLUSIVO! O motivo do término envolvendo o fim do relacionamento entre Juliano e Marina Sena acaba de ganhar novos capítulos e, segundo informações apuradas por mim, o motivo principal da separação seria o cantor Luís Lozano, integrante da banda Çantamarta. O grupo teria chegado a Montes Claros na quarta-feira e acompanhou Marina durante a semana de compromissos em Montes. A desconfiança de Juliano teria começado depois que um story publicado por uma terceira pessoa mostrou Marina ao lado de Luís. O detalhe que teria chamado atenção? O jeito da cantora ao lado do rapaz. Incomodado com a situação, Juliano teria ligado para Marina para questioná-la sobre o vídeo. Foi durante essa conversa que, segundo relatos, os dois discutiram e colocaram um ponto final na relação, isso aconteceu na quinta-feira. Na sexta, Marina participou do desfile e permaneceu em Montes Claros até domingo à tarde. Uma Chiquinha diz ter visto Marina no aeroporto de Montes Claros no domingo para embarcar. #Relacionamentos #Fofocas #Celebridades

Sobre o varejo, uma fofoca que está consumindo a rede ao lado. Sacoleiras do Brás descobrindo que os fornecedores estão vendendo no tiktokshop mais barato do que no atacado. Revoltadíssimas. Estou acompanhando pra saber que horas elas vão descobrir que estão de mãos atadas. #Varejo #TikTokShop #Fofocas

Agências de Chaeyoung (TWICE) e Zion.T negaram os rumores de término: “Olá. Gostaríamos de apresentar o posicionamento oficial de ambas as partes sobre os rumores de término entre Zion.T e Chaeyoung, divulgados hoje. 1. Os rumores de término são completamente infundados. Após confirmarmos diretamente com os artistas, verificamos que os dois continuam mantendo um relacionamento positivo e saudável. 2. Aviso sobre medidas rigorosas contra a disseminação de informações falsas Ambas as agências continuarão monitorando a situação para garantir que a reputação dos artistas não seja prejudicada por artigos infundados e especulativos, pela disseminação de informações falsas que divergem da verdade ou por publicações maliciosas. Declaramos claramente que tomaremos medidas legais rigorosas contra a publicação e disseminação de conteúdos sensacionalistas baseados em fatos não verificados. Além disso, pedimos seu apoio a Chaeyoung, que recentemente anunciou um novo começo ao estabelecer sua gravadora independente, ‘LIL FANTASY’. Também pedimos seu contínuo interesse e apoio ao trabalho musical diversificado e ativo de Zion.T. Obrigado.” #TWICE #ZionT #Fofocas

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

Carregou o Brasil por 13 anos? Carregar é o que o Cristiano Ronaldo fez com Portugal na Eurocopa e nas Liga das Nações. Carregar é o que o Messi fez com a Argentina na Copa América e Copa do Mundo. Carregar é o que o Mbappe fez com a França em 2018. O que ele deu ao povo brasileiro? Olimpíadas? Copa das Confederações? Não foi capaz nem de trazer uma copa América, uma copa do mundo. Ele foi um espetáculo de jogador nos tempos de Santos e Barcelona e um pouco no PSG, mas e aí? Jogou muito na seleção, parabéns pelos recordes, mas números não são troféus e os troféus importantes ele nunca nos trouxe. Então não entendo essa exaltação com o Neymar, pode ser pelos recordes da seleção, pela bola incrível que jogou no santos e Barça, por pegar todas as mulheres que são sonhos de muitos de vocês. Pq há anos o Neymar não é exemplo nem de jogador e nem de pessoas, e se for viver de passado, melhor idolatrar quem nos trouxe copa do mundo e não quem mais trouxe fofocas do que títulos. #Futebol #Neymar #Brasil

não to dando conta de tanta mensagem legal que vocês me mandaram, muito obrigado, do fundo do coração. sabia que era um momento grande mas não fazia ideia que ia furar a bolha desse jeito. depois, quando o trabalho der uma brecha, eu conto as fofocas de ontem. só antecipando as FAQ: 1. sim, Cristiano Ronaldo é cheiroso, mas o que mais me chamou atenção foi o seu surpreendente BOM HÁLITO. 2. eu tava tão nervoso que não consegui prestar atenção em uma palavra que saiu da boca dele. 3. foi preciso um alinhamento de astros pra que essa entrevista acontecesse: - o Cristiano Ronaldo precisava ser eleito o melhor da partida, assim ele receberia o prêmio do patrocinador perto da posição de entrevista (flash), se ele não fosse o MVP, não passaria por lá. - a gente precisava da sorte de ter a posição exata entre o patrocinador e o primeiro veículo português na flash, estar no caminho que o Cristiano passaria. - por regra da FIFA, os veículos portugueses tem a prioridade 1 (a gente tem a prioridade 2), a probabilidade de um veículo de prioridade 2 conseguir Cristiano Ronaldo na flash é baixíssima, o assessor de Portugal e o representante da FIFA teriam que abrir uma exceção. - o próprio Cristiano aceitar fazer essa entrevista de caráter excepcional. por isso que quando acabou a entrevista me bateu essa descarga de felicidade, a ficha foi caindo e, inacreditavelmente, deu tudo certo. #CristianoRonaldo #Entrevista #Felicidade

🚨The Guardian atribuiu a nota 90 para o "you seem pretty sad for a girl so in love". "Sobre quem ela está cantando? Quem se importa quando as músicas são tão boas assim? Ficar procurando pistas nas canções para descobrir de quem elas falam parece perder completamente o ponto: é um álbum pop espetacularmente bem realizado. É uma audição inteligente, espirituosa, complexa e, às vezes, dolorosa. O disco sugere uma artista amadurecendo com uma naturalidade impressionante: nada soa forçado ou desconfortável. Olivia Rodrigo parece estar construindo uma carreira de longo prazo: ela continuará por aí muito depois que todas as fofocas tiverem virado notícia velha." #OliviaRodrigo #PopMusic #NewAlbum

🚨ALERTA! Coincidentemente, após Anitta vir a público falar sobre o "tigrinho" e se apresentar amanhã na abertura da Copa, diversos sites de fofoca e veículos de notícias começaram a ressuscitar um assunto de 6 anos atrás, aparentemente para criar algum tipo de cortina de fumaça. https://t.co/Xp8rDnMuwl #Anitta #Copa2023 #Fofocas

ALERTA GATILHO! A Lorena Maria fez uma série de publicações denunciando sua mãe publicamente após a própria vender informações de um abuso que ela sofreu para sites de fofocas. A influenciadora conta que sua genitora está se juntando com pessoas do seu passado para tentar destruir sua vida, pois o único assunto que lhe afeta é sobre esse acontecimento da infância. #Abuso #Denúncia #Influência