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#IdentidadeCultural

Existe uma estratégia antiga para destruir um povo: primeiro, apagam-se seus símbolos; depois, ridicularizam-se seus heróis; por fim, reescreve-se a história para que as novas gerações sintam vergonha daqueles que deveriam admirar. Não se apaga um ídolo apenas retirando seu nome dos livros. Apaga-se também diminuindo seus feitos, distorcendo suas palavras e exigindo que sua trajetória seja julgada fora do tempo em que viveu. Um povo sem referências torna-se mais fácil de manipular. Quem não conhece os homens que abriram caminhos passa a acreditar que tudo começou ontem — justamente com aqueles que hoje controlam a narrativa. Preservar a memória não significa transformar homens em santos. Significa reconhecer que nenhuma nação sobrevive quando seus heróis são substituídos por ressentimento, amnésia e propaganda. #MemóriaColetiva #História #IdentidadeCultural

Pior que merece, mas não explica. Colombia, Chile e outros sulamericanos fracassam a vida toda e duvido que tenha posto de gasolina cheio deles torcendo pra Argentina. Quando a própria Argentina ficou anos na merda, ninguém mudou de seleção. Fugindo agora do debate se é certo ou errado você torcer pra Argentina, o ponto é que vai bem além da CBF. É questão sociologica mesmo, falta de identidade como um todo do nosso país. Se fosse só a CBF era mais facil resolver. #Futebol #IdentidadeCultural #Sociedade

Observador Jun 3

O artigo de Francisco Jorge Gonçalves explora os limites da tolerância multicultural em democracias liberais, utilizando o caso de Henry Nowak como exemplo de como a acomodação de símbolos culturais pode conflitar com a segurança pública, questionando a necessidade de restrições jurídicas ao porte de lâminas em espaços públicos, independentemente de motivações religiosas. #Multiculturalismo #SegurançaPública #IdentidadeCultural

Quando o multiculturalismo toca em lâminas