Parece que Montenegro tem medo de falar do MAI
Parece que Montenegro tem medo de falar do MAI
Článek se zaměřuje na aktuální politickou situaci v Portugalsku, kde předseda vlády Luís Montenegro čelí kritice i přes pozitivní hodnocení v anketách, zatímco opozice využívá chaos kolem národních zkoušek k oslabení jeho pozice a vyhlídkám na politické napětí v následujících týdnech. #PolíticaPortuguesa #ExamesNacionais #LuísMontenegro

Montenegro keeps showing that the road to the EU becomes easier when a country pulls in the same direction. Today, Members of Parliament from across the political spectrum elected the two remaining judges of the Constitutional Court. This strengthens an institution that is #Montenegro #EUperspective #ConstitutionalCourt #ME
Diretores escolares criticaram as declarações do primeiro-ministro Luís Montenegro sobre a resistência dos professores à digitalização da correção dos exames nacionais, classificando-as como um murro no estômago que gerou desalento e revolta entre os docentes. #ExamesNacionais #Educação #Professores
Montenegro, os Exames Nacionais e os Bodes Expiatórios do Governo Em que um primeiro-ministro descobre, meses depois de todos os outros, que nem toda a gente concordava com o projecto que ele próprio lançou Há uns anos, quando ainda vivia a fase de organizar mudanças de casa com a ajuda de primos e cunhados, aprendi uma lição que nenhum manual de gestão ensina com a mesma clareza que um dia de caixotes e escadas: não se distribui trabalho a quem discorda do plano sem que isso volte, mais cedo ou mais tarde, sob a forma de uma caixa mal fechada ou de um móvel arranhado. Não é malícia. É apenas o que acontece quando se pede a alguém que execute uma ideia em que não acredita — a coisa acaba sempre por se notar nas juntas. Foi mais ou menos essa a cena que Luís Montenegro nos ofereceu esta semana, em Setúbal, nas jornadas do PSD/CDS. A poucas horas do fim das correcções dos exames nacionais, com professores a trabalhar contra-relógio e famílias em suspenso há semanas, o primeiro-ministro decidiu que era a altura certa para apontar o dedo: "aqui e ali tem havido alguma resistência" à digitalização das provas, disse, sublinhando que os professores "não têm todos a mesma opinião sobre este processo" e que isso "perturba o processo em si". Fê-lo, garantiu, "não para sacudir responsabilidades, nem para acusar ninguém" — a frase mais desmentida pela própria frase que se segue de que há memória recente. A reacção não se fez esperar. Filinto Lima, da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos de Escolas Públicas, chamou às declarações o que elas são: imprudentes, infelizes, e inúteis para resolver o que quer que fosse — "inflamou os ânimos", disse, numa altura em que os classificadores fazem "tudo por tudo" para que as pautas saiam a tempo. E aqui está o busílis: o que falhou, segundo quem esteve no terreno, não foi a boa vontade dos professores, foi a digitalização de milhões de páginas e uma plataforma que "não foi amiga" de quem tinha de a usar todos os dias. Ora, Montenegro não inventou este género de argumento — apenas herdou-o e agravou-o. Desde Junho que o ministro da Educação, Fernando Alexandre, vinha ensaiando a mesma partitura, sempre com um culpado novo à mão. Primeiro foram as escolas, acusadas de convocar para a correcção professores já falecidos, ou de não entregarem todos os exames às forças de segurança para transporte até à Casa da Moeda. Depois vieram os próprios professores, criticados por agrafarem a prova em cima do código QR, complicando a leitura digital das folhas. Mais tarde, já com o calendário atrasado, a bola passou para os pais, "imprudentes" por terem marcado férias justamente nesta época. Só esta semana, e pela primeira vez, o ministro reconheceu publicamente o trabalho dos classificadores e pediu desculpa pelos erros sucessivos. Um mês, um bode expiatório — e a acusação de Montenegro não é senão o mais recente episódio de uma série que já vai longa. É como culpar sucessivamente o condutor, depois o sinal de trânsito, depois o passageiro, pelo mesmo engarrafamento — quando a estrada, desde o início, só tinha uma faixa para o volume de carros que ali passou a circular. Peter Drucker dizia que "a cultura come a estratégia ao pequeno-almoço" — e não haverá frase mais aplicável a este episódio. Podia o Governo ter a melhor estratégia de digitalização da Europa; se não levou consigo, desde o primeiro dia, quem teria de a operar — nem verificou se a plataforma aguentava o volume real de páginas, nem se os professores tinham sido devidamente preparados — a estratégia fica reduzida a um powerpoint bonito e a uma sucessão de culpados trocados a cada mês que passa. E aqui chegamos ao verdadeiro problema, que não é de comunicação nem de tacto — é de sequência. Um gestor competente não descobre a resistência da sua equipa quando já não há tempo para a resolver. Descobre-a no dia zero, quando ainda pode ajustar o plano, reforçar a formação, ou simplesmente ouvir porque é que uma parte dos seus colaboradores não está convencida. Descobrir a discórdia às portas do prazo final, e responder-lhe com uma acusação pública — depois de meses a repetir o mesmo gesto com escolas, professores e pais, sucessivamente — não é liderança. É o gestor que chega à missa depois de esta ter terminado, e ainda assim se queixa de que os fiéis já não estão sentados. Se há uma coisa que este episódio nos ensina, caro leitor, é que a resistência de quem executa raramente é o problema — é o sintoma. E os sintomas, ao contrário do que por vezes convém a quem está no poder, não se corrigem com um discurso, nem com um culpado novo a cada semana. Corrigem-se olhando para a doença que os produziu, mesmo que essa doença tenha sido, desde o início, uma decisão mal preparada lá em cima. #Política Portuguesa, #Educação, #Exames Nacionais, #Luís Montenegro, #Gestão Pública, #Governo, #reforma educativa, #Exames, #correcção de provas
Ministro da Educação, Fernando Alexandre, anunciou na cerimônia de abertura do encontro Ciência e Inovação que 99% das respostas dos exames nacionais já foram corrigidas e garantiu que as classificações serão divulgadas na próxima sexta-feira, enquanto Luís Montenegro enfrenta críticas por suas declarações sobre a resistência dos professores à digitalização dos exames. #Noticiário #Educação #Governo

Se compraron casi mil palos verdes en un par de días y el operador nefasto adicto a la pauta estatal de Maxi Montenegro habla de "techo al dólar". #Economía #Argentina #Dólar
Na edição das 4h da Rádio Observador, destacam-se as preocupações do primeiro-ministro Luís Montenegro sobre falhas políticas no novo processo de correção dos exames nacionais, as promessas de reformas nas áreas da educação e saúde, e as ambições do recém-eleito co-porta-voz do LIVRE, Jorge Pinto, de superar a Iniciativa Liberal nas próximas eleições. #Noticiário #Montenegro #Irão

V článku se diskutuje o nedávných politických událostech v Portugalsku, včetně odkladu klasifikace národních zkoušek a vyjádření premiéra Luíse Montenegroa o potřebě reformy ve vzdělávání, zatímco se kritici snaží zajistit, aby ministr školství byl přítomen při nadcházejícím parlamentním jednání. #Noticiário #Educação #Irão

O primeiro-ministro Luís Montenegro anunciou que continuará com as reformas na educação e saúde, e reforçou o compromisso do governo em reduzir a burocracia e modernizar os serviços públicos, em meio a resistências, antes do debate do Estado da Nação. #EstadoDaNação #LuísMontenegro #Reformas
Ireland’s EU membership transformed our country. Today, under Ireland's EU Presidency, we helped advance the EU aspirations of 🇺🇦 Ukraine, 🇲🇩 Moldova, 🇦🇱 Albania and 🇲🇪 Montenegro in the biggest day of accession conferences in over two decades. #Ireland #EUMembership #AccessionConferences #IE #UA #MD #AL #ME
L'Unione Europea sta accelerando il processo di adesione di Ucraina, Moldavia, Albania e Montenegro, considerando la giornata del 14 luglio un'importante tappa nel futuro allargamento, mentre Kiev mira a entrare nell'Unione entro il 2027, nonostante le sfide e le incertezze rimanenti nel percorso negoziale. #Ucraina #UnioneEuropea #Balcani

Montenegro has now closed more than half of its negotiating chapters. On this Super Tuesday for Enlargement, it closed the chapters on Competition Policy and the Customs Union, bringing the total to 18 out of 33 negotiating chapters. Reforms under these two chapters mean https://t.co/QU07mzXDng #Montenegro #EUEnlargement #NegotiatingChapters #ME
Az Európai Unió Tanácsa megnyitotta a második csatlakozási fejezetcsoportot Ukrajnával, miközben további tárgyalások zajlanak Moldovával, Albániával és Montenegróval a csatlakozási folyamat előmozdítása érdekében. #Ukrajna #EurópaiUnió #csatlakozás

Today is a Super Tuesday for EU enlargement. For the first time in over 2 decades, we are holding four accession conferences on the same day. Our four front runners Ukraine, Moldova, Albania and Montenegro are all taking major steps forward. With Ukraine and Moldova, we are https://t.co/piUZLMuCYc #EUnlargement #SuperTuesday #UkraineMoldova #EU #UA #MD #AL #ME
🇪🇺 Welcome, Albania, Montenegro, Ukraine and Moldova! Today's decisions in Brussels are another important step towards a larger, stronger and more united European Union. Congratulations to Albania and Montenegro on advancing their accession negotiations, and to Ukraine and https://t.co/Cj0ZOuzplD #EuropeanUnion #Accession #BrusselsSummit #AL #ME #UA #MD
🇵🇹 Carta aberta ao Governo de Portugal @LMontenegroPSD @Leitao_Amaro @miguelluz Senhor Primeiro-Ministro Luís Montenegro, Senhor Ministro António Leitão Amaro, Senhor Ministro Miguel Pinto Luz, Escrevo como alguém que escolheu Portugal para viver. Tenho um pedido simples: tragam o Tesla FSD (Supervised) para Portugal. A 10 de abril, os Países Baixos foram o primeiro país europeu a aprovar o sistema, depois de 18 meses de testes independentes da autoridade RDW. Em dois meses, a Lituânia, a Estónia, a Dinamarca e a Bélgica seguiram o exemplo. Nenhum destes países repetiu os testes. Reconheceram a homologação neerlandesa ao abrigo do quadro europeu (UN R-171) e aprovaram com base nos dados que já existem. Os resultados falam por si: nos Países Baixos, cerca de 40.000 Teslas já percorreram 24 milhões de quilómetros sem incidentes relevantes, segundo a própria RDW. Os carros com FSD registaram 3,5 vezes menos colisões do que a condução manual. E é aqui que isto deixa de ser sobre tecnologia e passa a ser sobre vidas. Só este ano já morreram mais de 220 pessoas nas estradas portuguesas, mais 25% do que no ano passado. Portugal está acima da média europeia na mortalidade rodoviária. A ANSR diz que as principais causas são humanas: velocidade, álcool, distração. Um sistema que nunca se distrai, nunca bebe e nunca adormece evita mortes que vão acontecer com condutores humanos. O próprio Governo chamou à sinistralidade uma chaga social. Esta é uma forma concreta de a combater. Portugal pode fazer o mesmo que a Dinamarca e a Bélgica: o IMT analisa o dossier da RDW e aprova. Não custa nada ao Estado e coloca Portugal à frente da Alemanha, da França e da Espanha. Há 500 anos, Portugal liderou o mundo numa nova tecnologia: a navegação. Partiu à frente de todos e deu novos mundos ao mundo. Portugal pode voltar a estar na fronteira de uma nova tecnologia e liderar como fez há 500 anos. Cada mês de espera custa vidas. Basta decidir. Com admiração e respeito, -@levelsio #Portugal #Tecnologia #SegurançaRodoviária