Nessa temporada, o MIBR perdeu três séries de virada: a de hoje contra a NRG, a final da chave superior do Kickoff para a FURIA e a partida que valia vaga para o Masters de Santiago, novamente contra a NRG. Nessa última, inclusive, abriu 2 a 0 e perdeu por 3 a 2. Apesar de duas dessas derrotas terem acontecido em jogos muito importantes, três viradas sofridas em uma temporada, por si só, não chegam a ser um número alarmante. O realmente preocupante é a quantidade de mapas que o MIBR deixa escapar após abrir grandes vantagens. Na Split decisiva contra a FURIA, o MIBR abriu 6 a 2, sofreu uma sequência de oito rodadas perdidas, venceu apenas dois rounds na defesa e acabou derrotado. Na mesma Split, agora contra a NRG, pela decisão do Kickoff, abriu 9 a 3, fez apenas um round na defesa e perdeu por 13 a 10 justamente o mapa que poderia fechar a série em 3 a 0. Depois disso, tomou dois stomps seguidos e perdeu a vaga em Santiago. Na decisão da EWC contra a 100 Thieves, começou perdendo por 7 a 5 na Haven, mas, após a troca de lados, sofreu uma sequência de seis rodadas sem resposta e foi eliminado. Hoje, contra a NRG, abriu 10 a 2 na Breeze, fez apenas um round na defesa, perdeu por 13 a 11 e, na sequência, levou um atropelo por 13 a 4 na Summit. Um time com cinco jogadores experientes e uma comissão técnica que compete desde os tempos de CS 1.6 não pode ter tantos apagões como esses em momentos tão importantes como esses. Ou existe um problema psicológico muito sério com esses jogadores, ou essa equipe está tão abalada que qualquer sequência de rounds perdidos é suficiente para fazê-la colapsar completamente. #MIBR #CSGO #eSports






