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#Saibro

A análise do adversário das Quartas de Final de Roland Garros está pronta! 🎾 5 PONTOS SOBRE 🇨🇿JAKUB MENŠÍK [Por @fonsequism] 1⃣ O tcheco tem 20 anos e mede 1,96 m de altura. É destro e golpeia o backhand com duas mãos. A sua empunhadura na direita é a semi-western, só que um pouco mais girada, o que especialistas gostam de chamar de “quasi-western”. 2⃣ Atualmente ele é o 27º melhor tenista do mundo no ranking da ATP (21º com a campanha em RG), porém ele ficou colado no top 10 em março, atingindo a 12ª colocação. Sua queda se deve ao fato de não ter conseguido defender seu maior título da carreira: o Masters 1000 de Miami, na quadra dura. Nenhum outro jogador da nova geração tem um título tão importante quanto Jakub. Ele e o João já se enfrentaram no Next Gen Finals de 2024, em um jogo disputadíssimo que foi a 5 tie-breaks, com vitória do brasileiro. Também se encontrariam no ATP 500 de Basel, mas por conta de uma lesão, Mensik desistiu antes da partida. 3⃣ O tcheco começou sua temporada ganhando o ATP 250 de Auckland, seu segundo título da ATP na carreira. Seu recorde em 2026 é de 22 vitórias e 9 derrotas, sendo 7-3 no saibro, com 4 dessas vitórias em Roland Garros. 4⃣ 🔹Das qualidades A grande arma de Mensik é o 1º saque. Ele faz mais de 15% de aces, atrás apenas dos 16% de Fritz, dentre os top 50. Ganha quase 78% de pontos jogados com o 1º saque, o 6º melhor no top 50. Mas mais do que pontos diretos, quase metade (47%) dos 1º saques dele não são colocados em jogo pelo devolvedor (4º melhor na ATP) e vence quase 2 de cada 3 pontos jogados com 1º saque até ele bater a proverbial “1ª bola”, o golpe após a devolução no jargão do tênis. Neste quesito, ele é o 4º melhor do mundo. Outro ponto forte é a sua esquerda. Mesmo com sua altura e menor facilidade de movimentação, seu backhand é um dos melhores do circuito, algo surpreendente pra alguém do seu tamanho. Só não é mais surpreendente porque ele é tcheco. É obrigatório na escola tcheca de tênis ter uma excelente esquerda! 5⃣ 🔹Como vencê-lo? O primeiro objetivo tem que ser explorar e punir o 2º saque de Mensik. Até o ano passado, ele tinha a maior disparidade de velocidade média entre o 1º e o 2º saque de toda a ATP. Mas neste piso isso não é tão punível, pois mesmo assim a bola quica muito alta e o saibro desvia muito a bola, o que dificulta entrar na quadra para buscar a winner. Todavia, Mensik faz uma versão (obviamente não tão eficiente) da tática do Sinner: ele escolhe momentos para punir essa avançada e estoura um 2º saque como se fosse o primeiro, mesmo correndo risco de fazer uma dupla falta. O Sinner não faz praticamente nenhuma dupla falta. O Mensik faz algumas. É por isso que aqui o João e sua equipe têm que realizar uma sintonia fina. Eu acho que João não pode desperdiçar muitas chances de rodar top spin e fazer o Mensik correr e trocar bola longe da linha de base nos seus games de saque. Esse cenário é uma grande vantagem pro Fonseca, porém o 2º saque de Mensik é fofo, por isso há necessidade de sintonia final. Eu queria que não passassem dos 20% as devoluções de 2º saque de dentro da quadra realizadas pelo João. Encurtar trocas e encurtar pontos não devem ser objetivos do João no saque do tcheco. A 2ª maior deficiência no jogo de Mensik é seu forehand. Eu sempre comento que se um dia o Mensik tiver um forehand nível top 20 ele, vai ganhar um Grand Slam. Porém a chave de Roland Garros abriu tanto que ele pode ganhar antes de desenvolver essa direita. É um golpe que definitivamente está segurando a sua entrada no top 10. Bolas aceleradas e baixas na sua direita forçam muitos erros do tcheco, principalmente direitas cruzadas anguladas depois dele ir pra paralela na esquerda. Ele chega muitas vezes sem tempo, atrasado, e perde uma boa % de pontos nesse cenário. Mas aqui entra a maravilha do saibro. Obviamente a sua melhor superfície é a quadra dura descoberta, mas eu sempre fiquei na dúvida se não poderia ser o saibro sua segunda melhor superfície, apesar de todas as stats sobre saque que eu citei acima. Justamente por causa do forehand. O retrospecto de Mensik na grama e na quadra dura descoberta desde que virou top 100 é negativo: 14 vitórias e 15 derrotas. Já no saibro, é de 19 vitórias e 12 derrotas. Isso acontece porque o saibro, apesar de prejudicar seu saque em inúmeras questões, acaba ajudando demais sua direita, pois ele ganha mais tempo para atacar, para se defender, e também a bola baixa ‘espirrada’ que ‘apressa’ seu forehand quase não vai acontecer no saibro. Por isso João precisa fazer questão de apressar a direita de Mensik de outra forma: com o spinzão cruzado. Tirar a bola da linha de cintura dele. E também o slice de esquerda na paralela é outra grande pedida. Outro grande ponto que João deve explorar são os drop shots. João começou os dois jogos anteriores forçando demais esse golpe e entregando pontos ganhos, algo que me estressa bastante, porém contra Ruud eu percebi que o pior momento dele no jogo foi no final do segundo e no terceiro set inteiro, onde ele jogou muito controlado taticamente e evitou os drop shots. Já seus melhores sets nos 3 últimos jogos foram justamente o último set de cada jogo, quando ele spammou deixadinhas. Então, amarrá-lo taticamente não parece ser uma boa ideia, pois não afeta só esse golpe em si, deixa João preso sem conseguir jogar com fluidez, no flow. Então fiquemos chateados ou não, deixa o guri dropar. E a boa notícia é que Mensik tem a pior movimentação, com muita folga, dos últimos 3 jogadores que o João enfrentou. Não tanto por culpa sua, mas porque Prizmic (o projeto de Djoko), Ruud (o projeto do Nadal) e o próprio Djoko são 3 dos 10 melhores do top 100 nesse quesito? Só checando, mas creio que sim. Então, mais ainda, Fonseca precisa soltar a deixadinha. Eu só gostaria que sua equipe tentasse fazer com que ele automatizasse um parâmetro mental nas deixadinhas com “o ponto ganho”. Mas torçamos para estar em dia, pois outra coisa que percebi é que quando ele evita dar o drop shot nessas bolas que sobram curta, ele começa a forçar a subida à rede. Ele vai usar essa mesma bola como approach pra subir à rede. E nessa questão, outro padrão mental que João poderia tentar minimamente absorver até o jogo é subir (fazer o approach) 66% das vezes no forehand do Mensik, mas não com bolas fofas. Acelerar, abrir ele da quadra. Nas bolas muito coladas ao chão é melhor subir na cruzada, seja qual lado for. Bem como na dúvida de onde matar o ponto: 2 de cada 3 têm que ser no forehand do Mensik. Dando certo ou errado, pelo menos ele cria um trilho tático pra ele saber quando desviar desse trilho e ir no backhand. E aí ele ficará ‘pensando menos’ nessas bolas que sobram curta e ele fica pensando em “ir no lado aberto ou no contrapé”. Pensar menos e executar mais. E, em tempo, não é pra ter medo do backhand do Mensik não, pois o saibro tem efeito contrário na esquerda do tcheco. A lentidão do piso, a bola média alta, etc, tiram uma boa % da grandeza do seu backhand. Se a equipe escolher ir 66% na esquerda, está bom também. O importante é que ele pense menos na última bola. Só isso. 🔹Das probabilidades: Existem duas coisas que não consigo prever e que podem alterar totalmente essa previsão. Uma é o físico. João tem o físico melhor que Mensik, porém como falamos acima, o tcheco “joga o ponto” em só 40% dos seus saques. Ele pode descansar não só física, mas mentalmente também um game inteiro só com saque. E certamente isso ocorreu muito nos jogos anteriores e ocorrerá com o João. O brasileiro jogou só 1 hora a mais que Mensik nessa edição, porém o esforço-hora do tcheco num jogo de tênis não chega nem perto do esforço do brasileiro, principalmente jogando contra Prizmic, Djokovic e Ruud. Só contra Navone ele teve que jogar pontos longos, ainda assim desde que cansou ele subiu quase 70 vezes à rede pra encurtar os pontos. A segunda questão é o teto da Philippe-Chatrier, se estará fechado ou aberto na hora do jogo. Há previsão de chuva. O teto fechado favorece o tcheco e seu saque potente. Não é como um torneio de dura indoor, que são ginásios ou arenas totalmente fechados e climatizados. São nesses cenários que o jogo fica ‘rápido demais’ pra direita do Mensik. No saibro ele só terá vantagens de jogar indoor, sem nenhuma desvantagem. ➡️ Então, >descontando< essas duas questões que não consigo contabilizar na minha insignificante previsão, eu creio que esse é um jogo duro, mas 54-46 a favor de João Fonseca. 📌 A partida entre João Fonseca e Jakub Menšík pelas quartas de final de Roland Garros acontece nesta terça-feira (02/06), não antes das 15h15 no horário de Brasília. A transmissão é da ESPN2 e Disney+ Premium. 📸: ATP #RolandGarros #Tenis #ATP

João Fonseca falou na coletiva de imprensa sobre a vitória de hoje contra Casper Ruud e a confiança que ela trouxe. "Com certeza me dá mais confiança ganhar de um jogador desse (Casper Ruud), muito consolidado no saibro. Um jogador que tem três finais de Grand Slam, ótimos resultados no saibro, já quase foi número 1 do mundo. Hoje o jogo era muito xadrez. Eu sabia exatamente o que fazer, só era muito difícil de executar, mas feliz com a forma que demonstrei dentro de quadra. Sendo agressivo, confiante e com certeza essa vitória me traz confiança pro resto do torneio." #Tênis #Vitoria #Confiança

João Fonseca sobre Jakub Mensik, seu próximo adversário: "Já tive uma partida boa com ele, no Next Gen Finals, em um momento em que eu estava muito confiante também. Uma partida que não valia nada (pontos) pra mim, mas foi importante pro meu crescimento. Mensik é um ótimo sacador, tem uma esquerda muito boa. No saibro ele consegue comandar mais os pontos com a direita, tem mais tempo pra jogar, mas é um jogador que é mais experiente. Apesar de ter só um ano a mais do que eu, está há mais tempo no tour e é um jogador muito bom. Muito bom mesmo, muito completo. Vai ser uma partida dura. Ele joga bem no saibro, já teve jogos muito bons no saibro. Obviamente tenho que conversar com o meu treinador sobre o jogo. Hoje é desfrutar da vitória e descansar, mas amanhã já pensar no próximo. Vou ter que ser muito sólido, vou ter que ser agressivo, jogar da minha maneira e ter o mental muito bom." #Tennis #NextGen #Saibro

João Fonseca está nas quartas de final de Roland Garros!! 22 anos depois da última vez do Brasil na chave masculina, com Guga!! Que estava na quadra torcendo por ele!! Tem coisas que só os deuses do esporte explicam!! E hoje João foi incrível nos backhands na paralela!! Como Gustavo Kuerten fez como ninguém na carreira!! Em mais uma atuação de gala!! Jogou de forma sólida, agressiva, crescendo nos pontos decisivos!! Venceu hoje um especialista no saibro, duas vezes vice na França e ex-número 2 do mundo, o norueguês Casper Ruud!! Agora, que venha o tcheco Jakub Mensik, tenista de apenas 20 anos, que é o 27º do ranking!! Jogo de duas jovens estrelas!! Bora, João!! Pra cima!! 🇧🇷 #RolandGarros #Tennis #Brasil

A análise do adversário demorou, mas chegou! 🎾 5 PONTOS SOBRE 🇳🇴CASPER RUUD [Por @fonsequism] 1⃣ Nascido na Noruega, Casper tem 27 anos. Curiosamente, ele é um dos 2 top 30 nascidos no mês de dezembro, o outro é Tien. É um mês ingrato para um tenista nascer. Ele tem 1,83m de altura, é destro e bate a esquerda com duas mãos. Atualmente é o 16º do ranking da ATP. Sua melhor colocação, entretanto, foi o 2º lugar, conquistado em setembro de 2022. 2⃣ Possui 14 títulos na ATP, sendo 12 no saibro e 2 na quadra dura. Seu maior título foi o Masters 1000 de Madrid em 2025, quando derrotou Jack Draper na final. Os maiores resultados, no entanto, foram o bi-vice-campeonato consecutivo de Roland Garros, em 2022 e 2023, perdendo simplesmente para os 2 melhores saibristas da história, na minha controversa e insignificante opinião: Djokovic e Nadal. E também o vice do US Open em 2022. Portanto, como sempre, João enfrentará no saibro um especialista no piso. 3⃣ Casper e João nunca se enfrentaram. O jogo de amanhã decidirá não só uma vaga nas Quartas de Roland Garros, como também quem abrirá o confronto direto com vantagem. Uma coincidência entre eles é que ambos ganharam em Buenos Aires seu primeiro título da ATP. Fonseca conquistou em 2025 e Ruud em 2020. 4⃣ 🔹Das qualidades O norueguês é conhecido como “O príncipe do saibro”, em referência ao "Rei Rafael Nadal". Ele tem na sua direita a sua grande arma. Embora seu saque com um mínimo toss (nome do lançamento da bola para cima que inicia o saque) não fique muito atrás, é o forehand que comanda o show. Depois de Nadal e até a consolidação de Fils no top 50, era Ruud que comandava o topo dos gráficos de RPM (rotações por minuto) nas direitas. Esse é sempre um indicativo muito bom para julgar saibristas. A esquerda dele também é de saibreiro, um golpe competente que ele usa para controlar trocas, errar pouco e tentar não ser atacado. Mas a maior arma em bolas na esquerda é fugir do backhand para atacar a direita “inside-out”, que é quando você bate de direita no lado da esquerda. Daí vem o termo “fugir da esquerda”. Por isso não é tão fácil atacar esse lado, já que o adversário pode acabar dando pro norueguês sua maior arma: as batidas inside-out e inside-in. Outra grande arma de Casper é o seu saque. A precisão e o mínimo levantamento de bola sempre chamaram a atenção do circuito. É um saque simples, em que ele ataca a bola no seu ponto mais alto. Nenhum desperdício biomecânico e com tremenda aceleração, pois depois de iniciado o movimento de saque, ele não para mais em nenhuma posição. O que é algo comum em quem faz toss muito altos e interrompe a cadeia cinética, que é a responsável pela potência livre no saque. Esse toss também impede qualquer tipo de ‘leitura’. Alguns jogadores, como Djokovic, gostam de tentar ler o toss dos adversários para deduzir onde será o saque, algo que João Fonseca também faz, então jogar sem essa leitura pode ser um problema para o brasileiro. Todavia, ele toma muitos aces tentando acertar onde será o saque, assim como Djokovic sofreu contra grandes sacadores no começo da sua carreira, e agora no fim. A terceira arma de elite de Casper Ruud é o seu físico. Também nisso ele se inspirou no Rei do Saibro, Rafael Nadal. É um físico de aço. Ou melhor, de gelo maciço. Nascer no inverno norueguês deve ter feito bem para o tenista de Oslo. Nos 2 anos em que ele fez final em Roland Garros, ele jogou o saibro de Genebra na semana imediatamente anterior. Na 1ª vez foi campeão. Este ano, novamente, ele jogou no torneio suíço e caiu nas semis. Antes, ele fez final em Roma, porém, foram só jogos de 2 sets. Pra ele não são nada. 5⃣ 🔹Como vencê-lo? Eu creio que a maior questão seja a física. Simplesmente não sabemos como o João iniciará a partida, 100% dificilmente estará. Ruud sofreu com o calor na sua estreia, porém seu físico é testado e aprovado. Já é um veterano, na idade do auge para tenistas, então a 1ª etapa para vencer o norueguês é ter descansado bem hoje. O jogo noturno acaba gerando um benefício ao João, pois Ruud também perde uma % da sua força de jogar com spin alto. Porém, não é a mesma situação que a com Djokovic. Casper é um saibreiro raiz, ele tem direita com potência própria, e a quadra rápida vai lhe permitir defender bem melhor. João precisa começar bem dessa vez. É fundamental começar na frente para ganhar moral. É fácil falar, mas João tem capacidade para isso. É um jogo que pede um João mais agressivo desde o começo, mas sem intolerância à troca neutra. Deve escolher os pontos, não forçar bolas fracas na esquerda do Casper, pois aí ele foge e domina o ponto de direita. E precisará começar bem no 1º saque, como foi contra Djokovic. Só não pode dar muito ponto de graça no começo. Agora, se ele e a equipe julgarem que ele precisa jogar um jogo de muita agressividade, como Prizmic fez com ele, então que assim seja. Dá pro João ganhar assim também, embora dependa de estar num dia bom e o Ruud nem tanto. Embora a direita do Casper seja uma arma mais eficiente pro saibro, a direita do João não fica atrás na troca franca, então dá pra aceitar as trocas, mas a direita paralela do João tem que ser bem utilizada. Com margem de erro, passando alta na rede, assim como ele machucou o Djokovic. Uma grande vantagem do João é o saque kick no backhand. Ruud gosta de recuar o máximo para fugir da sua esquerda, mas quando João encaixa o kick é muito difícil fugir. Sobre deixadinhas, slices, subidas à rede, etc, só espero que João não comece o jogo na empolgação de como terminou o jogo anterior. Tudo isso pode funcionar, mas tem que ser ao natural. João aproveitou muito do Djokovic cansado, mas começou o jogo perdendo muitos pontos de pressão tentando essas variações. Tenta no 0-0 na devolução, não no 30-30. Espera os golpes fluírem. Quando for o momento, eles gritarão e Fonseca tem talento pra executar. E, principalmente, evitar o drop de direita com “ponto ganho” nesses momentos de tensão. Resumindo, João tem que tentar ser eficiente amanhã. Enfim, as probabilidades são definidas pelo nível de cansaço, algo que não tenho a menor ideia de como o adolescente de 19 anos começará amanhã depois de 10 sets e todo o estresse de duas ‘viradas’ em 4 dias. ➡️ Portanto, considerando que seja um confronto de estilos favorável ao João, eu chuto que seja 51-49 a favor do brasileiro. É torcer para que o João esteja bem fisicamente. Não se trata nem de ‘cansaço’ exatamente, mas de entrar com ‘pernas duras’, no jargão esportivo. 📌 A partida entre João Fonseca e Casper Ruud pelas oitavas de final de Roland Garros acontece hoje (31/05), não antes das 15h15 no horário de Brasília. A transmissão é da ESPN2 e Disney+ Premium. 📸: ATP #RolandGarros #Tennis #CasperRuud

Bora falar de coisa boa? Parabéns ao João Fonseca. O que você fez hoje vencendo Novak Djokovic por 3 sets a 2 em Roland-Garros foi GIGANTE, garoto! Me fez lembrar dos bons tempos em que a gente vibrava vendo o Gustavo Kuerten, o Guga, dar show na mesma quadra, no mesmo saibro. O brasileiro pode muito. E é nosso dever nunca deixar de acreditar no nosso potencial. Obrigado por nos lembrar disso hoje, João. #RolandGarros #Tennis #ParabénsJoão