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#SegurançaCibernética

Na noite desta quinta-feira, 16 de julho, Donald Trump determinou a desclassificação de documentos de inteligência que tratam de fraudes em sistemas de votação eletrônica e de possíveis interferências estrangeiras em processos eleitorais. Os arquivos incluem um relatório atribuído à CIA segundo o qual integrantes do governo da Venezuela desenvolveram interesse contínuo - e provavelmente capacidade operacional - para manipular sistemas de votação eletrônica, incluindo a tecnologia da Smartmatic, utilizada durante anos nas eleições venezuelanas. De acordo com o documento, durante a eleição presidencial de 2012, o plano previa a instalação de máquinas supostamente alteradas em cerca de 300 centros de votação localizados em regiões historicamente favoráveis a Hugo Chávez. O objetivo seria garantir uma vantagem de aproximadamente 1,5 milhão de votos - Chávez venceu aquele pleito por cerca de 1,6 milhão de votos. Trump afirmou que “centenas de milhões de registros de eleitores americanos estão nas mãos de governos estrangeiros”, declarou que os sistemas permanecem vulneráveis a hackers, manipulação e corrupção e acusou a China de tentar interferir nas eleições dos Estados Unidos. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, classificou as acusações de Trump como “inteiramente fabricadas”, afirmou que a China nunca interferiu nas eleições americanas e pediu que Washington deixe de usar o país como tema de disputa política. Trump também acusou autoridades de esconderem provas de fraude eleitoral, denunciou a permanência de não cidadãos e pessoas mortas nos registros eleitorais e voltou a defender uma ampla reforma do sistema de votação americano. Afinal, quão seguros são os sistemas eleitorais diante da crescente guerra cibernética e das operações de influência conduzidas por Estados estrangeiros? E qual é a probabilidade de que países como a China também estejam tentando influenciar processos eleitorais, inclusive no Brasil? Ignorar essa possibilidade seria ingenuidade. #Eleições2023 #SegurançaCibernética #InteligênciaArtificial

O Irão terá utilizado redes móveis e tecnologia publicitária para rastrear forças militares dos EUA durante a guerra, explorando vulnerabilidades nas redes móveis, o que alarmou legisladores norte-americanos sobre a segurança das tropas. #Irão #MédioOriente #SegurançaCibernética

Irão terá rastreado forças dos EUA com redes móveis

AGORA: Defesa Civil Nacional afirma que o sistema de alerta foi retirado do ar às 1h30 desta madrugada em razão de invasão e disparo remoto de uma mensagem de perigo. Entidade afirma que provavelmente se trata de um ataque hacker e diz que acionará a Polícia Federal para investigar. #SegurançaCibernética #AtaqueHacker #DefesaCivil

SAPO May 18

O artigo destaca que, apesar de melhorias na rapidez de resposta das empresas a vulnerabilidades, apenas 32% da superfície de ataque é analisada, resultando em uma crescente lacuna de segurança face a ameaças automatizadas, com um aumento de 20% nas vulnerabilidades em 2025, e enfatiza a importância da validação contínua da segurança para mitigar esses riscos. #SegurançaCibernética #Vulnerabilidades #ValidaçãoContínua

O tempo afirma-se como a principal lacuna de segurança face às ameaças automatizadas