BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#responsabilidad
E

The Interior Minister, Fernando Grande-Marlaska, acknowledged that the Spanish Government was not prepared for the recent wave of migration in Ceuta, as it did not receive alerts from the CNI, and defended that the crisis is being managed without assigning responsibilities, despite being in the process of installing a floating wall after the massive arrival of 72,000 immigrants in a short period. (translated)

Marlaska se retrasó con el muro flotante en Ceuta y el Gobierno liquida la crisis sin responsables: "Son cosas que ocurren"

Mykhailo Drapatyi, the new commander of the Ukrainian Armed Forces, faces the challenge of improving leadership culture and accountability within the army while dealing with structural issues of national defense and continuing to implement an operational strategy based on drone attacks, in a context marked by a shortage of personnel and reliance on Western supplies. (translated)

Reestruturação das Forças Armadas ucranianas?

DI MARCO OPERADORA MENTIROSA QUE ELIGE LA MENTIRA ANTES QUE EL INDEC La operadora mentirosa Laura Di Marco se pregunta de dónde saca el Presidente Milei los datos que citó en distintas entrevistas acerca de que el consumo alcanzó su máximo histórico. La respuesta es sencilla y está publicada. Salen del INDEC. El consumo privado total, en términos reales, alcanzó en 2025 el nivel más alto desde que se inició la serie del INDEC en 2004. Veintidós años de mediciones y ningún año por encima. El salto contra 2024 fue de 8,6%. El primer trimestre de 2026 continúa esa marca: el consumo privado desestacionalizado es el más alto de toda la serie, la tendencia-ciclo confirma lo mismo y ya van cinco trimestres consecutivos de suba —2,2 / 1,0 / 0,6 / 1,1 / 0,8—. El PIB acompaña con esos mismos cinco trimestres de crecimiento y una suba de 2,3% interanual. Hay un dato que ordena todo el resto. Mientras el consumo privado crece, el consumo público cayó 0,9% interanual y 2,4% desestacionalizado en el mismo trimestre. El Estado gasta menos y las familias consumen más. Durante veinte años nos explicaron que eso era imposible. Su tuit dice que "solo algunas pocas actividades crecen y el resto está muerto". Se miden dieciséis sectores y doce crecieron. Pesca 27,5%. Agricultura y ganadería 18,1%. Minas y canteras 12,3%. Intermediación financiera 7,5%. Hogares con servicio doméstico 6,3%. Hoteles y restaurantes 2,8%. Construcción 2,5%. Transporte y comunicaciones 2,3%. Cayeron cuatro: industria manufacturera 1,7%, administración pública 1,4%, electricidad, gas y agua 1,1% y comercio 0,3%. Doce contra cuatro. A eso le sumás exportaciones que crecieron 9,8% interanual, el componente que más subió de toda la demanda. Todo esto sale del INDEC. Para discutir el consumo, y a sabiendas que encajaba a la perfección en su relato, llevó un índice de humor social de una consultora privada. Un índice de optimismo mide optimismo. No mide consumo, no mide actividad, no mide producto. Una periodista que escribe de economía, con la responsabilidad que ello implica, conoce la diferencia, o debería conocerla. Eligió la única fuente que le servía para escribir lo que ya había decidido escribir. El INDEC estuvo intervenido casi una década por el kirchnerismo, justamente para que preguntas como la suya no tuvieran respuesta verificable. Hoy la tienen. Ahora falta que lo lea antes de escribir. #Economía #INDEC #Consumo

🚨O combate à COVID foi a missão mais difícil da minha vida. Assumi o Ministério da Saúde em um dos momentos mais críticos da nossa história. Não fugi da responsabilidade. Não recuei diante da pressão. Cumpri minha missão. Cinco anos se passaram e a narrativa criada está sendo desmontada. Agora, chegou a minha vez de falar. Deixe seu comentário e compartilhe este vídeo 👇🇧🇷 #COVID19 #Saúde #Responsabilidade

HISTÓRICO. Francisco Echarren, el intendente de Catelli, asumirá la Vicepresidencia de CGLU para América Latina De trata de la Vicepresidencia para América Latina de Ciudades y Gobiernos Locales Unidos (CGLU), el organismo mundial que representa a los municipios y gobiernos locales. Se trata de un reconocimiento histórico: desde una ciudad del interior de la provincia de Buenos Aires, Echarren tendrá la responsabilidad de representar a los gobiernos locales de toda América Latina y articular una agenda regional respaldada por 110 organizaciones municipalistas de 33 países. Excelente. Felicitaciones, Francisco! 👏👏👏 #CGLU #GobiernoLocal #AméricaLatina

Sobre tudo, acho que é preciso agir. Exigir responsabilidades e chamar a atenção do governo para o descrédito que está a acontecer, para a degradação das instituições que está a acontecer. Falta ao presidente da República mostrar também essa capacidade de ação. Eu sei que o senhor presidente já disse que está a agir, mas não basta dizer que está a agir, é preciso que compreendamos em que é que está a agir. É necessário uma intervenção pública? É necessário, sem dúvida. Eu penso que neste momento é necessário.

19h. Ceuta. PSD ataca legado do PS em politica de imigração
observador.pt

Mañana retiraremos las pintas que hiciste para tu auto promoción @OscarMaydonDT Al menos podrías asumir la responsabilidad de aportar la pintura y el solvente necesarios para reparar el daño. El espacio público merece respeto. #Respeto #EspacioPúblico #Responsabilidad

Gente! É muito ridículo eu estar chorando? Muitas coisas passam pela minha cabeça, muita responsabilidade, muito respeito por vocês, muito tudo, e quando eu vejo que vocês captam todas essas minhas preocupações… Muito obrigada por tanto. Isso aqui é troca de verdade, me sinto muito honrada por estarmos juntas🧙‍♀️ #emoções #gratidão #conexão

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

E
EL MUNDO 10h

The Spanish Interior Minister, Fernando Grande-Marlaska, defended in Brussels Morocco's positive role in managing the migration crisis, denying any Moroccan responsibility and emphasizing that the arrival of more than 70,000 migrants in Ceuta was the result of mafias and misinformation, while Commissioner Brunner stated that security in the Schengen area was never compromised. (translated)

El ministro ensalza y defiende en Bruselas el papel de Marruecos en la crisis migratoria: "Ha explicado el importante rol que ha tenido para asegurar la situación"

"Hay cosas que ocurren y no necesariamente tiene que haber un responsabilidad". Poco menos que anima a dimitir a los responsables de departamentos de seguridad de otros países. Es para volverse loco https://t.co/4EEUrVWPfP #Responsabilidad #Seguridad #Locura

The general secretary of the PP, Miguel Tellado, has stated that the crisis in Ceuta is a national security crisis and has demanded the resignation of the Minister of the Interior, Fernando Grande-Marlaska, and the Minister of Defense, Margarita Robles, criticizing the government's lack of responsibility in the face of the recent massive influx of immigrants from Morocco. (translated)

El PP sostiene que la crisis de Ceuta es "de seguridad nacional" y pide el cese de Robles y Marlaska

Tentar “apagar” ou insistir diariamente em desmerecer @jairbolsonaro , como continua fazendo a “direita permitida”, não é por acaso. Isso faz parte de uma estratégia. Desviar o foco exclusivamente para os filhos do último presidente também segue essa lógica: fragmentar a atenção, diluir responsabilidades e, aos poucos, silenciar e apagar quem teve papel central na abertura de caminhos. Por fim, ajudar lula e posteriormente se colocar como a oposição autorizada pela organização que as mesmas pessoas dizem combater. Não se trata apenas de um homem, mas do que ela representa para milhões de brasileiros. Permitir esse processo é aceitar que a história seja reescrita conforme interesses de grupos rasteiros que inclusive só chegaram até aqui graças a seu sacrifício. Esse tipo de gente é pior do que um pestista. Que não se perca de vista quem enfrentou e enfrenta pressões, esculachos, humilhações, tortura, prisão ilegal e sacrifícios para viabilizar avanços. A memória é um instrumento poderoso, e mantê-la viva é fazer justiça à nossa consciência e ao Brasil para que avancemos ainda vez mais. #Brasil #Política #MemóriaHistórica

The government has announced an extraordinary allocation of 25 million euros for the care of unaccompanied minors in Ceuta, requesting that the autonomous communities assume their responsibility for their care. (translated)

El Gobierno anuncia una partida extraordinaria de 25 millones para la atención de los menores de Ceuta
gam 16h

El privilegio de marcar el gol de 2010 le cayó al tipo más capacitado de toda España para llevar esa responsabilidad. El de 2026 le ha caído justo al que más le podía afectar la cabeza. #Fútbol #Mundial2026 #Gol

🚨 AGORA! Diretor de futebol do Flamengo, José Boto atualiza situação de Almada após voltar da Argentina e dispara contra "papagaios que falam porcarias": “Vocês sabem quantas transferências de 20 ou mais milhões de euros já foram feitas no futebol brasileiro? Só 7!” “Pode vir o Almada, pode vir outro, pode não vir ninguém. Mas se vier, tenham certeza que o Flamengo não vai quebrar. Porque o Flamengo tem um presidente que é tão torcedor ou mais que vocês, mas que tem responsabilidade para não deixar o Flamengo quebrar.” “O Almada nunca nos disse que não queria jogar no Flamengo, mas nós também dissemos ao Almada que não entramos em leilões.” 🎥 @PapaRubroNegro https://t.co/1dLYJaRyDT #Flamengo #Futebol #Transferências

The human papillomavirus (HPV) is surrounded by misinformation and lack of responsibility, especially among men, which aggravates its emotional and physical impact on women, as evidenced by stories of relationships based on a false sense of security and ignorance about the detection and transmission of the virus. (translated)

Desinformación, alarma y falta de responsabilidad: el cóctel explosivo del virus del papiloma humano

la protección de todas nuestras fronteras exteriores es una responsabilidad europea compartida y solo juntos podemos preservar la integridad del espacio Schengen

El Gobierno reprochará a los socios de la UE su actitud “egoísta” en la reunión por la crisis de Ceuta
www.eldiario.es

The article by Ramiro Brito criticizes the low requirement and culture of impunity in public administration in Portugal, where legality often arrives late and the accountability of officials becomes a norm, creating an environment in which fulfilling obligations is considered extraordinary, while failures in administrative decisions remain without consequences. (translated)

O país onde cumprir o dever já é extraordinário

Morocco warned Spain that the recent decision of the Supreme Court could weaken cooperation in migration control, emphasizing that the management of migration is a shared responsibility and indicating that the crisis in Ceuta reflects a paradigm shift in migration policy. (translated)

Marruecos dice que avisó a España de que la decisión del Supremo podía afectar al control de la inmigración