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#vaidade

Obrigado @kimpaim por defender a honra do @flaviobolsonaro, pois o @silviogrimaldo estava - no mínimo - fazendo ilações sobre a vida privada de Flávio, servindo de papel higiênico para Lula. Estranho ver pessoas virem dizer que você estava “atacando” a honra de Silvio, quando o próprio apagou o post. Será que isso diz mais sobre o kim ou sobre quem o criticou ignorando que Silvio deletou seu post? No mais, Kim parece ter entendido o espírito da carta do @jairbolsonaro de ontem: defender Flávio é na prática defender Jair. Espero que todos estejamos na mesma página, pois esta eleição não é brincadeira, é sobre liberdade, não vaidade ou projetos pessoais de poder. Para mais informações compartilho aqui o vídeo de hoje do Kim onde ele traz mais detalhes👇 https://t.co/LP6NVttFL7 #Liberdade #Eleições2023 #Política brasileira

Primeiro deixe-me lembrá-la de uma coisa, você só existe politicamente graças ao meu líder Jair Bolsonaro. Você só teve visibilidade graças a ele. Está sentada nessa cadeira graças a ele. Sem ele você vai naufragar. Desde quando esteve no projeto de Brasil defendido pelo meu líder entregue nas mãos de seu filho? Não tem um post do nosso pré-candidato. Boicotou o encontro com as mulheres. Nunca abraçou a indicação. Não aceitou e fez biquinho! Crítica não é ataque, isso é argumento feminista. Vitimista. O povo tem legitimidade para fazer isso. Você está funcionária do povo e parece não entender isso. Tranca os comentários. Não suportou as críticas quando foi visitar a cela em que meu líder iria ficar. Não suportou as críticas quando elogiou a aliada do Dino e a Leila. Isso tudo é ego e vaidade. Não precisamos disso. Certamente está liderando o movimento pra detonar a campanha. O povo brasileiro está empenhando em tirar essa quadrilha do poder. Temos que libertar nosso líder e os nossos irmãos. O povo está empobrecendo. Flávio é a nossa esperança. A cada dia que passa vejo que você foi outro erro no governo do meu líder. “Depois a gente volta a ajudar no governo de transição”, diz Damares. Volta pra pedir cargo? Não precisa voltar. Vai pela sombra. #Política #Brasil #Feminismo

Segredos de Polichinelo Ou: como o Estado descobriu que os aforradores também sabem ler Houve um aniversário em que me pediram para guardar segredo sobre a prenda da minha irmã. Um segredo tão mal guardado que ela própria o descobriu semanas antes, ao ajudar a arrumar o armário do quarto dos pais. Todos continuámos a fingir surpresa no dia certo. Foi o meu primeiro contacto sério com uma verdade que só bem mais tarde a política me confirmaria: os segredos institucionais não existem para esconder factos, existem para gerir a encenação à sua volta. Foi o que me veio à cabeça esta semana, ao ler que o Ministério das Finanças barrou um jornalista do ECO à porta de um encontro "off the record", depois de este ter noticiado, em primeira mão, a criação dos novos Certificados do Tesouro Série 5. Os dados são simples: uma taxa de juro que sobe de 2,35% no primeiro ano até 3,35% no décimo, uma resolução aprovada em Conselho de Ministros a 3 de Julho, e um jornalista, Luís Leitão, que tinha investigado o tema durante uma semana sem obter resposta oficial. Quando a notícia saiu antes da hora combinada para a explicação "informal", a assessoria de imprensa decidiu que a melhor resposta era um militar da GNR a barrar a entrada e um telefonema a desconvidar. Tudo isto por causa de um produto de poupança. É como se o vizinho do terceiro andar chamasse a polícia porque alguém reparou, antes de ele anunciar, que tinha comprado um carro novo. O carro já estava estacionado à porta. Toda a gente já o tinha visto. O problema nunca foi o segredo — foi a fúria de descobrir que já não havia nada para gerir. Há qualquer coisa de pombalino nesta instintiva vontade de controlar a narrativa. Depois do terramoto de 1755, o Marquês despachou ordens rápidas para enterrar os mortos e recomeçar a cidade antes que o pânico se instalasse — e teve, convenhamos, boas razões para isso, porque Lisboa ardia e as pessoas morriam. O Ministério das Finanças, em 2026, aplicou o mesmo reflexo de controlo absoluto da informação a uma taxa de juro sobre Certificados do Tesouro. A escala é, digamos, ligeiramente diferente. Mas o instinto — apagar o incómodo antes que ele fale por si — é o mesmo, só que agora sem terramoto nenhum que o justifique. Diz-se, não sei bem com que fundamento, que a censura foi sempre o elogio mais sincero que um regime faz à imprensa: só se cala quem teme ser ouvido. Neste caso, o Ministério nem tinha nada de grave a esconder. Tinha, isso sim, um calendário de comunicação que preferia intacto, e descobriu, tarde, que os jornalistas não são convidados de uma coreografia — são gente que faz perguntas e, por vezes, obtém respostas antes do previsto. E aqui está a viragem que interessa ao leitor comum, aquele que nunca pisou uma sala de imprensa das Finanças: nada disto muda a taxa de juro que vai receber, nem o dia em que pode resgatar o certificado. A guerra de bastidores entre um ministério e um jornal é ruído institucional, um assunto de vaidades e protocolos feridos. O aforrador continua a decidir com os mesmos números de sempre — 2,35% no primeiro ano, sem capitalização de juros, a perder para a inflação como já perdia antes. A birra do Ministério não rendeu um cêntimo a mais a ninguém. Fica então a pergunta que costumo fazer a mim próprio quando alguém exagera a resposta a um problema pequeno: será que a fúria era mesmo sobre o que dizem que é? Da próxima vez que alguém lhe pedir para guardar um segredo que já toda a gente conhece, repare em quem se irrita mais — quem o revelou, ou quem o queria continuar a fingir que era seu.

POSICIONAMENTO OFICIAL DO PERFIL ESTAGIÁRIO DO VASCO O Perfil Estagiário do Vasco, através de Gustavo Cunha (@gustavotutinha) e Lucas Sereno (@Serenocrvg), se posiciona de forma clara e inequívoca: estamos ao lado do presidente Pedrinho, sempre respeitando o direito à ampla defesa, porque entendemos que, neste momento, esse é o caminho para preservar o Vasco da Gama e viabilizar a venda da SAF para Marcos Lamacchia. Também nos posicionamos frontalmente contra TODOS os dissidentes da Sempre Vasco e contra TODOS os agentes políticos que ajudaram a afundar o clube durante décadas. Agora, chega de distorção. "Nada impede a venda." Essa frase deixou de fazer sentido no exato momento em que o próprio investidor declarou que o negócio depende da permanência de Pedrinho na Presidência. Ignorar essa realidade não é informar. É fazer política. Alguns preferem fingir que a entrevista de José Roberto Lamacchia nunca aconteceu. Este texto não pede que Pedrinho ou qualquer outro afastado deixe de ser investigado. Muito pelo contrário. Investiguem tudo. Quebrem sigilos, analisem contratos, apurem responsabilidades. O próprio Pedrinho afirmou que não tem nada a esconder e colocou seu sigilo bancário à disposição. Mas não usem investigações como instrumento para inviabilizar a venda da SAF. Se houver culpados, que respondam. Se houver crimes, que sejam punidos. Se tiver que cortar na própria carne, que corte. O que não aceitaremos é transformar uma investigação em ferramenta política para impedir uma negociação que pode mudar a história do Vasco. Vocês já tiveram a oportunidade de comandar o clube. O resultado está aí: décadas de destruição, dívidas, rebaixamentos, humilhações e um clube entregue. Não aceitamos mais discursos vazios nem narrativas convenientes. Se a condição imposta pelo investidor para concluir a compra é a permanência de Pedrinho na Presidência, essa é a realidade dos fatos. Quem insiste em dizer que "nada impede a venda" está, deliberadamente, distorcendo o que foi dito pelo próprio comprador. O Vasco está acima de projetos pessoais, grupos políticos e vaidades. Chega. Deixem o Vasco seguir em frente. #Vasco #Futebol #POLÍTICA

Michelle nunca mais vai ter a simpatia de toda a base do bolsonarismo. Ela virou um Sérgio Moro. Não tem mais volta. Ela conseguiu, sozinha, destruir um capital político imenso e praticamente sem rejeição, tudo por ego e vaidade. Ainda é uma política com extremo potencial, mas não mais para presidente. É um estudo de caso psicológico sobre como até pessoas inteligentes e bem preparadas ficam bêbadas pela vaidade e pela bajulação, até caírem em desgraça. #política #ego #vaidade

"Vou fazer o que for preciso para tirar o PT do poder e eleger Flávio Bolsonaro." 🇧🇷🔥 ​Essa é a postura de quem não tem projeto de vaidade, mas projeto de país! Seja como vice ou como tanque de guerra na Câmara dos Deputados, a direita precisa de gigantes combativos como a @apropriajulia . #Brasil #Política #Direita

“Senador, como foi pra você? Você foi ovacionado quando disseram o seu nome no palco, o que você sentiu?” Olhem a resposta do Flávio. Vaidade zero. #Senador #Política #Emoções

Parabéns ao Nadson. Já estreou como profissional, está no sub-20 e hoje, voltando de lesão, deixou a vaidade de lado para jogar pelo sub-17. Fez gol e está ajudando o Santos contra o Atlético-GO. Às vezes é necessário um passo atrás. #Futebol #Santos #JovensTalentos

Eu quero que todos entendam muito bem o que está acontecendo. A estratégia de Romeu Zema é exclusivamente dele e de sua equipe de marketing, e não do Partido Novo. Quando eu me insurgi contra as falas de Romeu Zema, foi em defesa da imagem do Partido Novo e de todos os pré-candidatos. Há muitos pré-candidatos conservadores no Partido Novo que têm lutado muito pela união da direita e para que o Partido Novo seja visto como um partido essencialmente de direita, com pautas prioritárias de combate ao PT e aos abusos do STF. Não estou me colocando contra o Partido Novo, e ninguém do Partido Novo que concorda comigo também está se colocando contra o partido. Pelo contrário: sou um grande admirador do Partido Novo, tenho grandes amigos no partido e estou no Novo para ajudar a legenda a superar a cláusula de barreira. O que acontece é que um pré-candidato à Presidência tomar uma decisão individual que expõe todo o partido e prejudica os pré-candidatos é inadmissível. As falas de Romeu Zema poderiam ser feitas por ele, desde que deixasse claro que não fala em nome do partido nem dos pré-candidatos da legenda. O que eu não admito é que ele fale em nome do partido e coloque todos no mesmo pacote. Quem está ganhando com tudo isso? Seu marqueteiro? Enquanto isso, os pré-candidatos estão sendo prejudicados por condutas de terceiros. Eu não serei prejudicado por condutas de terceiros! Ontem mesmo, conversei por telefone com Flávio Bolsonaro e reafirmamos nosso respeito mútuo e nosso alinhamento na missão de derrotar o PT. É inadmissível que um partido de direita se posicione como inimigo de outro partido de direita. Minha preocupação é com a cláusula de barreira do Partido Novo. Se o Partido Novo não superar a cláusula de barreira, o partido acaba. E, para superá-la, o Novo precisa eleger deputados federais. Essas falas do pré-candidato à Presidência prejudicam o partido e comprometem o objetivo maior, que é superar a cláusula de barreira. Sou antipetista. Quero derrotar o PT, porque minha missão na política é enfrentar a tirania da toga e libertar o Brasil da ditadura. Eu não preciso da política e não estou entrando na política por vaidade. Quero lutar pelo Brasil e pelos brasileiros. Quero arrumar o sistema de Justiça e derrotar a ditadura! #PartidoNovo #DireitaUnida #Eleicoes2024