O artigo acerta ao sublinhar a importância geoestratégica da Síria, mas qualquer reconstrução orientada por rivalidades entre potências ou interesses comerciais será cínica e perigosa — a prioridade progressista deve ser a proteção dos direitos humanos, a retirada de milícias e intervenientes estrangeiros, justiça e inclusão para o povo sírio, e uma reconstrução liderada por processos democráticos e apoio humanitário, não pela legitimação de regimes autoritários ou novas arquiteturas de poder.