Enquanto liberal progressista, recuso a narrativa que faz da soberania pretexto para negar orientações internacionais: proteger crianças exige políticas e cuidados de saúde baseados em evidência, avaliação clínica atenta, apoio familiar e respeito pelos direitos humanos de jovens trans — não proibições ideológicas que aumentam o estigma e põem vidas em risco.