A SPACE LIBERDADE stated that André Janones was admitted to the ICU after suffering a cardiac arrhythmia following the debate. https://t.co/1COuKJwrDp #Saúde #AndréJanones #UTI (translated)
A SPACE LIBERDADE stated that André Janones was admitted to the ICU after suffering a cardiac arrhythmia following the debate. https://t.co/1COuKJwrDp #Saúde #AndréJanones #UTI (translated)
Matheus stated that André Janones had been hospitalized in the ICU after suffering a cardiac arrhythmia following the debate on Band and wished him strength. #FocoJanones #ForçaJanones #Saúde (translated)
Sam Pancher reported that Deputy André Janones had been admitted to the ICU after suffering from a cardiac arrhythmia following the debate. According to the author, Janones was clinically stable. https://t.co/f2jXD9lJkf #Saúde #AndréJanones #UTI (translated)
Sant Joan de Déu has created the world's first registry of children with Brugada syndrome to improve research and the development of specific treatments for this rare hereditary disease that can cause arrhythmias and sudden death. #SíndromeDeBrugada #CardiologíaPediátrica #SaludInfantil (translated)

A recent study indicates that consuming up to five cups of coffee a day can be beneficial for cardiovascular health, reducing the risk of diseases and incidents such as stroke or arrhythmias in healthy adults. #CaféSaludable #SaludCardiovascular #Cafeína (translated)

El Hospital público 12 de Octubre logra el mayor índice de éxito en el tratamiento de la arritmia más frecuente mediante una técnica optimizada https://t.co/5FNh2nreAF #Hospital12deOctubre #Arritmia #Salud #ES
No alvorecer daquela farra sanitária que, em 2020, se abateu sobre o planeta como uma praga de gafanhotos bíblicos, assistiu-se ao primeiro grande alinhamento político entre Donald Trump, então inquilino da Casa Branca, e Jair Bolsonaro inquilino do planalto. Ambos, com a obstinação de quem recusa a liturgia do rebanho, defenderam a hidroxicloroquina, um velho remédio contra a malária, tão prosaico quanto eficaz em outras eras, e a cloroquina. Em março daquele ano, a FDA americana, com a solenidade de quem ainda não se ajoelhara diante do altar da ciência oficial, concedeu autorização de uso emergencial aos hospitalizados. Em maio, Washington despachou dois milhões de doses para o Brasil. Misteriosamente, e o mistério, como se sabe, é o disfarce predileto da política, após estudos que registravam arritmias e a ausência de “provas” de eficácia, a mesma agência, em junho, revogou tudo e passou a fulminar o remédio com a veemência de um inquisidor. Em junho de 2021, milhares de e-mails de Anthony Fauci, o sumo sacerdote do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas e conselheiro-mor da Casa Branca, vieram a público graças ao Washington Post e ao BuzzFeed, via processo legal. Neles, o doutor parecia confessar, em segredo, que a hidroxicloroquina era a cura, que a tomava e aconselhava a família. O porta-voz, naturalmente, negou tudo: Fauci jamais ingerira o fármaco e se recusara a endossá-lo por falta de dados. O e-mail “incriminador”, alegou, não era dele, mas de um tal Erik A. Nilsen, CEO de uma startup texana, que escrevera: “A outra droga que tenho, e disse à minha família e a alguns amigos para conseguirem, chama-se hidroxicloroquina…”. Fim de papo, ou quase. No final de julho, o senador Rand Paul liberou o diário pessoal de Fauci. O documento reacendeu a fogueira nos Estados Unidos e no Brasil. Apoiadores de Trump e Bolsonaro extraiam trechos pérolas dos escritos. Peter Navarro, ex-conselheiro de Trump, destacou passagens de março de 2020 em que Fauci descrevia a HCQ como medicamento aprovado, com “tons of experience”: toneladas de experiência, e se mostrava confortável com distribuição flexível. Depois, quando Trump a promoveu, as evidências viraram “anedóticas”. Inconsistências, origens do vírus, lockdowns, tratamentos: o pacote completo da paranoia contemporânea. Nos círculos conservadores americanos, a suspeita cristalizou-se: havia estoques de cloroquina prontos para distribuição, mas a posição mudou por motivos políticos. “Se Trump é a favor, o sistema é contra.”. No Brasil, a mesma cantilena em torno do “tratamento precoce”: a oposição e a mídia teriam sabotado Bolsonaro como os democratas sabotaram Trump. A batalha persiste. De um lado, os que juram que Trump e Bolsonaro estavam certos; do outro, Fauci, a mídia, a esquerda mundial, a indústria farmacêutica, todos proclamando que jamais houve mudança oficial de protocolo no Ministério da Saúde ou na Anvisa recomendando HCQ para a Covid. Eu, de minha parte, posso dizer que, independentemente do que proclamavam Trump, Bolsonaro ou Fauci, sempre achei de uma estranheza kafkiana o uso de uma vacina ainda em fase experimental. Mais estranho ainda o fetiche da máscara de pano, com aberturas vastas o bastante para deixar passar vírus e bactérias como quem passa por um portão aberto. E o cúmulo do absurdo: o vírus que, segundo a liturgia, não atacava pessoas sentadas. Tudo isso me convenceu, à época, de que não valia a pena seguir o rebanho. Havia algo de patético em andar mascarado por lugares desertos e, minutos depois, comer em restaurantes lotados. Ah, sim, tirávamos a máscara para almoçar. Daí a minha convicção de que o vírus respeitava o momento: bastava sentar e pegar nos talheres para que os bichinhos se afastassem, discretos. Como levar a sério semelhante farsa?, pensava eu. Se o vírus respeitava quem se sentava para comer, respeitaria também quem se sentasse para fumar, beber ou rezar. Foi por isso que o período da pandemia se tornou a época em que mais fumei. Cheguei a três maços de Marlboro por dia. Dentro do carro, inclusive. Não foram raras as vezes em que, parado no sinal, alguém sozinho e mascarado parava ao lado, lançava-me um olhar de horror bíblico e saía cantando pneu para não contemplar a cena apocalíptica: eu, ouvindo Bob Dylan, vidros abertos, fumando como se o mundo fosse acabar amanhã. Seis anos depois, aqui estou, mais forte e mais gordo do que nunca. Foi a cloroquina que me salvou? Quem há de saber? A picadinha, juro que não foi, pois não a tomei. Foi o cigarro? Provavelmente não. Passada a pandemia, resolvi largar o vício. Já faz quase um ano e prometo nunca mais fumar. A menos que surja outra pandemia. #Pandemia #Cloroquina #Saúde
El presidente Laporta comunica que se encuentra bien y recuperado de una arritmia. Agradece al Hospital de Barcelona y a los médicos por su gran trato y trabajo. También a todos sus allegados. Mucha salud, Jan. https://t.co/XWW1Ad8MHe #Salud #Bienestar #Recuperación
Explicação de um médico cardiologista: o desfibrilador interno de Eriksen pode ter detectado uma arritmia e sido acionado (o que gera um choque que pode ter o impacto de uma tacada de beisebol no peito), ou um falso positivo (raro, mas possível). Só os exames poderão elucidar. #Saúde #Cardiologia #Arritmias
Una investigación revela que el consumo de cocaína causa lesiones microscópicas irreversibles en el 'marcapasos natural' del corazón, lo que aumenta el riesgo de muerte súbita por arritmia incluso décadas después de haber dejado la adicción. #Cocaína #Salud #Corazón

Una investigación revela que el consumo de cocaína causa daños irreversibles en el sistema de conducción eléctrica del corazón, aumentando el riesgo de arritmias y muerte súbita incluso décadas después de dejar la adicción, lo que subraya la importancia de que los exconsumidores informen a sus médicos sobre su historial de uso de esta droga. #Cocaína #Salud #Corazón

La Unidad de Arritmias del Hospital Clínico San Carlos de Madrid celebra 25 años como centro líder en el tratamiento de trastornos del ritmo cardíaco, habiendo alcanzado un 100% de éxito en el manejo de arritmias gracias a avances tecnológicos y un equipo multidisciplinario que ha revolucionado los procedimientos de ablación. #Arritmias #Cardiología #TecnologíaMédica
