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#Conhecimento

☢️ Reflexão da Cooperativa: a geração mais bem preparada de sempre. Sabem explicar a fotossíntese, resolver integrais, citar meia dúzia de estudos sobre asaúde mental e, ao mesmo tempo, entram em colapso mental porque as notas demoraram mais uns dias a sair. Os testemunhos sucedem-se. Ansiedade. Férias adiadas. Incapacidade de desligar. Dias de sofrimento. Parece que estivemos mesmo à beira de uma catástrofe humanitária e, afinal, estamos a falar de jovens que tiveram de esperar mais 3 dias para saber uma nota, outros, vá, uns quantos, demais é certo, com nota suspensa. ➡️➡️É pois esta a geração que nos vendem como a mais bem preparada de sempre. E talvez seja. A mais bem preparada para responder a testes. A encornar matéria. A dominar os Tik Toks desta vida. A repetir conceitos. Mas a vida, essa, é uma disciplina sem manual, e chumbam em toda a linha, do que me é dado a ver. Porque a escola ensina, mas não ensina a esperar. Ensina conteúdos, mas não ensina resiliência. Ensina competências, mas não ensina a lidar com a frustração. Ensina direitos, mas quase nunca fala de deveres. Ensina a exigir, mas raramente a aguentar. E bem, porque a essa outra tarefa, que encaixa noutro segmento mais abrangente, a educação, cabe aos pais. Percebem, papás? Criou-se uma geração convencida de que qualquer desconforto merece uma declaração pública, qualquer contratempo justifica uma crise existencial e qualquer obstáculo exige que alguém peça desculpa. O problema nunca é a forma como reagimos; é sempre o mundo que insiste em não corresponder às nossas expectativas.⬅️⬅️ E depois perguntamo-nos porque é que tantos continuam dependentes dos papás até bem depois da idade adulta. Porque é que tantos precisam que alguém lhes resolva cada problema, cada papelinho, cada decisão. Porque nunca saem de casa a pretexto de que a habitação está cara, e está, mas não é preciso começar pelo rooftop no Chiado. Façamos em conjunto, camaradas, um exercício de imaginação. Se amanhã Portugal tivesse de mobilizar cidadãos para defender o país perante uma ameaça real, como aconteceu e continua a acontecer em tantas partes do mundo, que sociedade apresentaríamos? Uma que sabe distinguir um pronome relativo de um complemento oblíquo, mas entra em ansiedade porque um calendário administrativo escorregou uns diazitos. Uma sociedade que teima em confundir desconforto com trauma. Não é uma crítica aos jovens por serem jovens. É uma crítica aos adultos que lhes venderam a ilusão de que crescer podia ser feito sem dor, sem espera, sem responsabilidade e sem fracassos. Pais que lhes limaram todos os obstáculos. Escolas que trocaram exigência por conforto. Uma cultura que transformou a vulnerabilidade numa identidade permanente e protegida, quando devia ser só uma condição passageira que se ultrapassa com querer e luta. ⚠️Talvez o verdadeiro exame não fosse bem o de matemática nem o de português. Talvez fosse mesmo este. O esperar. Aceitar que nem tudo depende da nossa vontade. Perceber que um atraso não é o fim do mundo. Chumbaram em toda a linha, pelo menos aqueles que os OCS insistem em nos mostrar pela conveniência da narrativa. Quem não consegue lidar com alguns dias de incerteza dificilmente estará preparado para enfrentar as décadas de incerteza que a vida inevitavelmente traz. Há mais conhecimento nesta geração. Disso ninguém duvida. O problema é que conhecimento não é sinónimo de maturidade. E um país que produz CV's bonzinhos de malta que encornou matéria, mas adultos frágeis, está, na verdade, a confundir educação com instrução. Isto para mim é muito mais preocupante do que qualquer nota de um exame nacional. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa #Educação #GeraçãoZ #SaúdeMental

No Porto de Itapoá, um dos mais importantes do país, tanto para exportação quanto para importação, sua administração segue padrões extremamente organizados que contribuem para o crescimento da cidade, não apenas no aspecto financeiro, mas também no social. Itapoá vem crescendo de forma consistente, alcançando condições cada vez melhores e caminhando para novas evoluções, com o trabalho em conjunto do governador @jorginhomello e de sua administração. Sua estrutura impressiona e impulsiona o desenvolvimento da cidade, que ainda conta com o privilégio de apresentar uma linda região praiana, tão bela quanto as de São Francisco do Sul. Importante ressaltar que Itapoá vem ganhando relevância logística e organizacional que já superam o Porto de Santos em muitos aspectos. Fora o exposto, temos também que pensar e valorizar os anseios da pesca artesanal da região. Itapoá é uma das cidades que mais cresce em Santa Catarina devido ao porto e merece atenção especial. Há demandas de desburocratizações e infraestrutura que precisam ser conhecidas de perto para que possamos facilitar e contribuir com soluções. São pautas legítimas que serão levadas ao futuro presidente @FlavioBolsonaro e à sua equipe. Equipe essa que nos transmite conhecimento por meio do pré-candidato a deputado federal @depsargentolima , do futuro prefeito local, Thiago, dos deputados estaduais, vereadores e prefeitos com quem tenho conversado. Coloco-me à disposição para contribuir com o crescimento de Santa Catarina, tanto nesse aspecto quanto em outros de alcance nacional. Sem dúvidas, temos muito a fazer, e venceremos cada etapa para retomar nosso país das garras do desleixo do PT. Brasil Acima de Tudo! Deus Acima de Todos! Vamos, 🇧🇷! #Itapoá #Desenvolvimento #Logística

Gabriel Perez, operador de teleponto de Donald Trump, foi suspenso após ganhar mais de 100 mil dólares em apostas sobre os temas e palavras que o Presidente iria mencionar em seus discursos, utilizando seu conhecimento prévio, o que levou a uma investigação pela Comissão de Negociação de Futuros de Mercadorias. #DonaldTrump #Apostas #Ética

Trump. Técnico de teleponto aposta em discursos e é suspenso

NOTA OFICIAL: Pra quem está perguntando sobre o último vídeo, sobre o drift em Tóquio, no Japão… Pela primeira vez nesses 2 anos, eu tive um vídeo removido pelo @YouTube Eles acreditam que o meu conteúdo não estava em conformidade com a política sobre conteúdo prejudicial e perigoso. Bom, eu tenho que admitir que esse tema de drift e carros modificados é um mundo novo para mim. Eu realmente não entendo o que eles consideram perigoso ou não. Mas resolvi tentar algo diferente: documentar isso mesmo assim, postar no meu canal e compartilhar com vocês. Afinal, isso faz parte da cultura de Tóquio. Como consequência, um vídeo que tinha a proposta de mostrar esse outro lado do Japão foi removido e não será repostado. Aliás, eu estou até impossibilitado de postar qualquer coisa na plataforma pelos próximos dias. Queria deixar bem claro que o vídeo teve como intuito apenas documentar esse lado do Japão. Como eu sempre faço nos meus vídeos, procuro ir mais fundo na história e na cultura de cada país. Eu não gravei com a intenção de promover atividades perigosas, até porque os responsáveis são pessoas altamente profissionais e têm um conhecimento incrível no que fazem! Esse com certeza foi um dos vídeos de que mais me diverti fazendo. Em nenhum momento senti que minha vida estava em perigo. Sei que esse tipo de situação gera dúvidas e até frustração, mas sigo aprendendo com tudo isso e tentando entender melhor os limites da plataforma para continuar trazendo conteúdos que façam sentido pra mim e pra vocês. Obrigado a todos pelo suporte de sempre. Vou aproveitar as próximas semanas para buscar ânimo e tentar voltar a gravar. Quem sabe eu possa postar mais vídeos futuramente… ou não. O roteiro não se criou… #Drift #CulturaJaponesa #YouTube

🇵🇹 Jorge Jesus conta com Cristiano Ronaldo para a UEFA Nations League. O treinador quer aproveitar o amplo conhecimento que tem de CR7 para fazer uma melhor gestão do astro no torneio, já que o mata-mata acontece apenas em 2027. Cristiano Ronaldo avisou que não jogará a Copa do Mundo de 2030, mas não estipulou uma data para deixar a seleção de Portugal. Com isso, ele segue à disposição. 🗞️ ESPN 📸 Seleção de Portugal #CristianoRonaldo #NationsLeague #SeleçãoDePortugal

Um dia tão esperado finalmente chegou. Com muito orgulho, anunciamos a criação das páginas de cada Elemento do Outro Lado. 👁️ 🩸 Sangue 🌀 Morte 📜 Conhecimento ⚡️ Energia https://t.co/wuD1OweoYj #Elementos #Misticismo #Conhecimento

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

O que o Breel Embolo fez é coisa para nunca mais vestir a camisa da Seleção da Suíça. Não é possível um jogador profissional não ter o conhecimento que a regra mudou. Estupidez tremenda do camisa 7 suíço. #Futebol #SeleçãoSuíça #BreelEmbolo

O artigo Sarcomas: iluminar caminhos, catalisar esperança de Miguel Esperança Martins destaca a injustiça associada à raridade dos sarcomas, que não deve resultar em falta de investimento, conhecimento e opções terapêuticas, apresentando relatos emocionais de pacientes diagnosticados e enfatizando a necessidade de maior conscientização e pesquisa sobre essas doenças raras. #Sarcomas #Oncologia #InvestigaçãoMédica

Sarcomas: iluminar caminhos, catalisar esperança 
Lula 2w

Recebi nesta quarta-feira, 8 de julho, a secretária-geral da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO), Rebecca Forattini Lemos Igreja, para discutir os resultados da XXVI Assembleia Geral da instituição, realizada em Brasília em junho passado. Criada há quase setenta anos para pensar a América Latina a partir de seus interesses, a FLACSO nasceu profundamente vinculada aos debates sobre desenvolvimento e integração regional. Ao receber representantes dos 18 Estados membros e das unidades acadêmicas do Sistema FLACSO, o Brasil reafirmou seu compromisso com a cooperação, com a educação superior e com a construção coletiva de respostas para os desafios latino-americanos e caribenhos. Houve concordância de que a integração não pode ser reduzida às suas dimensões econômicas ou comerciais. Exige capacidades institucionais, circulação de conhecimentos, formação de quadros, coordenação de políticas públicas e construção de consensos capazes de sustentar projetos compartilhados de desenvolvimento, democracia e redução das desigualdades. Rebecca reiterou sua disposição de aproximar a FLACSO dos espaços de concertação regionais, colocando sua capacidade acadêmica e técnica à serviço da integração. #FLACSO #IntegraçãoRegional #Desenvolvimento

Vítimas de Jeffrey Epstein acusam a sua antiga assistente Lesley Groff de mentir em seu depoimento ao Congresso, alegando que ela teve conhecimento sobre as menores envolvidas no tráfico sexual do milionário, apesar de Groff afirmar nunca tê-las encontrado ou saber suas idades. #CasoEpstein #LesleyGroff #Justiça

Epstein. Vítimas acusam assistente de mentir
nmauju 2w

o post ta chegando em muita gente e queria fazer uma ressalva importante: eu resumi de forma simples processos que levaram ANOS e têm muitas pequenas questões que não caberiam num simples tweet o ponto é, a humanidade existe há milênios e sempre fomos inteligentes e espertos #InteligênciaHumana #Conhecimento #Reflexão

Os alunos deixaram de escrever, o que representa um grande problema, pois a escrita é essencial para o processo de pensamento crítico e construção de conhecimento, e a dependência excessiva da tecnologia e do acesso imediato à informação levou à superficialidade na aprendizagem. #Educação #PensamentoCrítico #InteligênciaArtificial

Os alunos deixaram de escrever. É talvez o grande problema.

"Não há interesse técnico", diz diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, sobre delação de Vorcaro. De acordo com Andrei, para que uma delação seja aceita, é necessário o cumprimento de requisitos legais, inclusive apresentação de provas novas, ainda não obtidas pela investigação. “Não há elementos jurídicos que autorizem que essa proposta de delação seja validada, porque muitas das coisas que estão sendo contadas já é do nosso conhecimento”, disse ele. #justiça #direitopenal #investigação

Quando aconteceu o episódio envolvendo a apreensão da arma de Bolsonaro com o militar, eu pensei: - Como ele pegou a arma? - Se foi o Bolsonaro quem entregou, por que ele não deu os documentos? - Senão foi o Bolsonaro, quem? - Por que o militar estava com a arma no assoalho? - Inúmeros porquês … Então eu li a matéria da InfoMoney, nela, além da chamada maldosa, a matéria diz que em seu depoimento, Bolsonaro confirmou que pediu e entregou a arma ao militar para manutenção. Andando pelo Diário do Poder resolvi ler novamente a matéria porque algo ainda estava estranho. Nessa matéria, diz: “No depoimento, Bolsonaro afirmou que não autorizou a retirada definitiva da arma de sua casa e disse ter tomado conhecimento da apreensão apenas depois da abordagem policial.” (…) Em seu depoimento, ele (o militar) afirmou que retirou a pistola da residência com autorização da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.” Corri para o site da InfoMoney pra ver se eu tinha “comido bola” ao ler a matéria. E, não. Esse trecho do depoimento do militar não está na matéria da InfoMoney, que ainda relata que foi Bolsonaro quem entregou a arma ao militar. Por que? #Bolsonaro #Política #Insegurança

😳🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 RAPAZ… Torcedores ingleses detonam o Brasil antes de possível confronto nas quartas de final da Copa do Mundo: “Com certeza podemos vencer o Brasil. Temos Declan Rice, Bellingham, Harry Kane… Um time de craques.” “O Brasil é ruim. O Brasil é horrível. O Brasil não é nada!” “O Brasil não é mais o que era antes. Vamos ganhar do México e depois do Brasil.” “Jogo fácil para a Inglaterra. Muito fácil. Eles (Brasil) não têm muito conhecimento de futebol.” “É o jogo mais fácil que podemos ter.” “Primeiro ganhamos do México, depois vamos pra cima de vocês. Sinceramente, temos mais medo do México. Gosto do Brasil, mas eles não têm tantos bons jogadores quanto a gente.” “Vocês estão com problemas, porque o futebol está voltando para casa. Vamos ganhar todos os jogos.” “O Brasil parece fraco. Só o Vini está jogando bem. O resto parece fraco.” “Vocês têm o atacante do Brentford (Igor Thiago), nós temos o Harry Kane.” 🎥 @ESPNBrasil https://t.co/jBe6QbB9nq #CopaDoMundo #Futebol #Inglaterra

A Fundação Ageas investiu 158 mil euros na Dioscope, uma plataforma de formação médica, para ajudar a melhorar a eficiência do Serviço Nacional de Saúde em Portugal, permitindo um acesso mais ágil ao conhecimento médico e aumentando a capacidade dos profissionais de saúde. #Saúde #Inovação #InvestimentoDeImpacto

Financiar a inovação para melhorar a saúde

Fifa não vê conflito de interesses na relação entre a Livemode e a CazéTV. Em entrevista ao Estadão, Romy Gai, diretor de negócios da entidade, disse não interpretar como potencial conflito de interesses o fato da CazéTV transmitir os jogos da Copa do Mundo 2026. - Não. A Livemode adquiriu os direitos de diversas competições da Fifa desde 2022 com a clara intenção de explorar total ou parcialmente esses direitos por meio da CazéTV, e isso sempre foi totalmente transparente, realizado com o conhecimento e a aprovação da Fifa. Do nosso ponto de vista, a CazéTV trouxe um estilo de cobertura diferenciado e inovador, que tem sido extremamente eficaz para engajar novos públicos e ampliar o alcance das nossas competições. Via: @Estadao 📷FIFA / 📷Divulgação #FIFA #CopaDoMundo #CazéTV

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O diretor de negócios da FIFA, Romy Gai, comentou sobre a CazeTV; Sobre um suposto conflito de interesses na relação Livemode/CazéTV? - "Não. A Livemode adquiriu os direitos de diversas competições da Fifa desde 2022 com a clara intenção de explorar total ou parcialmente esses direitos por meio da CazéTV, e isso sempre foi totalmente transparente, realizado com o conhecimento e a aprovação da FIFA. Do nosso ponto de vista, a CazéTV trouxe um estilo de cobertura diferenciado e inovador, que tem sido extremamente eficaz para engajar novos públicos e ampliar o alcance das nossas competições." A FIFA ainda diz que não excluiu ninguém da disputa dos direitos de mídia da próxima Copa do Mundo e que a questão dos patrocinadores é exclusivamente dos veículos de comunicação, e ela não participa. Via Estadão #FIFA #CazéTV #MídiaEsportiva

Obrigada pelo texto tão generoso, @rosana Sempre achei que influenciar com responsabilidade não é mérito extraordinário, é respeito por quem está do outro lado da tela. E talvez o mais bonito dessa história seja justamente a troca. Eu compartilho, mas também aprendo todos os dias com uma comunidade curiosa, inteligente e que acredita que conhecimento nunca é demais. O @cluberenault , inclusive, nasceu dessa troca #gratidão #influência #comunidade