BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#Desorganização

Dispatch divulga artigo sobre os problemas da YG Entertainment com a celebração do 10º aniversário do BLACKPINK. Segundo o artigo, a agência considera injusto arcar com toda a culpa pela desorganização, afirmando que vinha preparando diversos planos para o 10º aniversário do BLACKPINK há bastante tempo. A reportagem alega que a comunicação entre a YG e as integrantes não foi fluida, com problemas de planejamento por parte da agência e conflitos de agenda entre as integrantes, o que dificultou a organização de um evento de maior escala. A Dispatch também afirma que o evento de aniversário acabou sendo organizado às pressas após duas integrantes concordarem em comparecer, seguidas pelas outras duas ajustando suas agendas. Mesmo depois de todas as quatro confirmarem, coordenar um horário em que todas estivessem disponíveis continuou sendo um desafio, resultando na realização do evento durante o dia, em vez de à noite. Também foi dito que o contrato de grupo do BLACKPINK com a YG Entertainment estaria próximo da expiração, com as discussões de renovação ainda não tendo começado de forma efetiva. A reportagem sugere que essa situação pode se tornar um fator no processo de renovação. #BLACKPINK #YGEntertainment #Aniversário

O Portão Secreto que Marrocos Usa Contra a Europa Em Ceuta ninguém arrombou nada — só se esqueceram de fechar a fechadura Há uns anos, um amigo meu trocou o portão de casa por um automático. Um comando, um sensor, um motor eléctrico escondido no muro. Nunca mais empurrou ferro nenhum. E ele próprio me confessou ter aprendido uma coisa óbvia, mas que só se percebe depois: um portão automático não falha por acidente. Se abre, é porque alguém carregou no botão. Se fica fechado, é porque ninguém quis abri-lo. Não há meio-termo, não há avaria misteriosa. Há decisão. Guardei essa lição para o dia em que vi as imagens de Ceuta. No dia 30 de Julho, entre 50 e 70 mil pessoas avançaram para a fronteira marroquina em poucas horas. Ceuta tem 83 mil habitantes — ou seja, num único dia, a cidade recebeu um número de pessoas equivalente a mais de metade da sua população. Entre 20 e 30 afogaram-se nas águas de Tarajal, consoante a fonte. E os números do primeiro semestre de 2026 desmentem qualquer teoria de “efeito de chamada” generalizado: as entradas irregulares em Espanha, no seu conjunto, caíram de 17 990 para 12 138 face ao ano anterior. Só em Ceuta subiram — de 978 para 2 582, mais 164%. A pressão migratória diminuiu em toda a Espanha, excepto exactamente no ponto em que Marrocos controla a torneira. Porque é isso que aconteceu: fecharam-se torneiras, ou abriram-se portões. Marrocos guarda a fronteira de Ceuta com muros, vedações, drones, gendarmaria e forças auxiliares permanentes. Nada nessa fronteira falha por engano. Quando as barreiras ficaram abertas e os agentes marroquinos se retiraram à passagem dos jovens — como relataram vários meios internacionais —, isso não foi desorganização. Foi o motor eléctrico do portão do meu amigo, em versão geopolítica: alguém carregou no comando. Ceuta, aliás, sabe do que fala quando se fala de portas que mudam de dono por conveniência política. Foi ali que, em 1415, D. João I e o Infante D. Henrique lançaram Portugal ao primeiro território conquistado fora da Península — o berço, dizem os manuais, da expansão portuguesa. Ceuta foi portuguesa até à Restauração; em 1668, no tratado que reconheceu a independência de Portugal face a Espanha, ficou do lado espanhol, e ali continua. A cidade nasceu, para nós, como símbolo de conquista; sobrevive, seiscentos anos depois, como símbolo de disputa. A fronteira muda de mãos, o instrumento é sempre o mesmo: quem controla o portão, controla a narrativa. A politóloga norte-americana Kelly Greenhill tem um nome para isto: migração coercitiva projectada — usar o movimento de pessoas como arma de pressão diplomática, tal como a Bielorrússia fez com a Polónia ou a Turquia com a União Europeia. Não é preciso um exército. Basta um vizinho capaz de abrir uma fronteira, uma potência amiga interessada em redesenhar mapas, parceiros europeus que lucrem politicamente ao não defender o Estado atacado, e uma oposição interna mais preocupada em minar o governo do que em nomear o agressor. Todos esses ingredientes estiveram presentes em Ceuta. E aqui chegamos à parte que devia envergonhar-nos como europeus: a reacção. Itália suspendeu Schengen com Espanha. Finlândia, Dinamarca e Chéquia pressionaram Madrid. Ursula von der Leyen chamou “inaceitáveis” às imagens e exigiu retornos rápidos, ignorando que Ceuta tem regime de controlo reforçado desde sempre. O nosso primeiro-ministro, Luís Montenegro, escolheu um caminho mais comedido — recusou suspender Schengen, mas avisou que os Estados-membros não devem transmitir a ideia de que “a porta está escancarada”, ao mesmo tempo que reforçava a vigilância nas fronteiras marítimas do Sul de Portugal. A frase é defensável em casa; soa a lição dada ao vizinho quando dita lá fora. Espanha tem constitucionalistas tão competentes como os nossos, e o problema em Ceuta nunca foi a lei espanhola — foi a fronteira alheia. O mais revelador, porém, foi o que ninguém disse. A oposição espanhola falou em invasão, em incompetência, em crise de soberania — sem nunca nomear Marrocos. O Governo espanhol, por seu lado, aceitou a narrativa da máfia de tráfico e evitou qualquer crítica pública a Rabat, por uma razão compreensível: a contenção da fronteira sul depende dessa cooperação. Mas o silêncio tem preço. Se ninguém no sistema político nomeia quem retirou os gendarmes, a história que fica é a de um Estado incapaz — exactamente a fotografia que Marrocos queria vender ao mundo, na mesma semana em que um relatório do Congresso norte-americano sugeria que Ceuta e Melila “permanecem sujeitas à reivindicação de Rabat”. Não é preciso escolher entre histeria e ingenuidade. É preciso é olhar para o portão inteiro, não só para o instante em que ele se abriu. Segundo a Frontex, entre 2021 e 2026, as entradas irregulares acumuladas em Itália somaram 478 600; nos Balcãs Ocidentais, 340 600; na Grécia, 259 800; em Espanha, 234 760 — a menor das quatro. Um pico de alguns dias em Ceuta, por mais dramático que tenha sido, não apaga seis anos de tendência. Apaga, isso sim, a nossa paciência para ler números — e é precisamente essa impaciência que quem controla o comando do portão está a explorar. Da próxima vez que uma fronteira “se abrir sozinha” nos ecrãs, vale a pena perguntar, antes de mais: quem tinha a chave? #Ceuta, #Marrocos, #Espanha, #migração, #geopolítica, #Portugal, #Schengen, #história

Lula Jul 26

Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida. Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas. Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%. Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares. Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano. As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%. No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros. Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental. A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social. Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós. A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos. Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento. O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20. Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado. Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras. As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros. Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la. Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva #Comércio #Brasil #EUA

Futebol na TV Jul 19

Fila quilométrica para a imprensa conseguir entrar no estádio da final da Copa do Mundo. Horas esperando do lado de fora, confusão nos acessos e gente credenciada sem conseguir entrar. Uma zona no jogo mais importante do torneio. Em 2014 no Brasil não vimos esse caos para entrar nos estádios. Mas os Estados Unidos tem fama de "organização de primeiro mundo", então tá tudo certo. E a FIFA que em qualquer outro país exige até a cor do parafuso da catraca, nos EUA aceita esse papelão caladinha. Imagina se uma desorganização dessas fosse no Brasil, aquele boçal do Jerome Valcke daria chilique por uma semana. #CopaDoMundo #FIFA #Estádio

Pedro Ramiro Jul 19

Essa é a fila para a entrada de jornalistas no estádio da final da Copa do Mundo. Se isso acontecesse no Brasil, a desorganização estaria estampada em todos os jornais. Mas, nos Estados Unidos, parece tudo lindo. A Fifa sabia da demanda que teria pra hoje, mas nem preparou uma operação especial pra isso. Com os torcedores acontece o mesmo. Numa final que deve ter mais de R$ 1 bilhão em arrecadação, isso é uma vergonha. #CopaDoMundo #FIFA #Desorganização

Estamos ha 2 horas na fila pro raio x pra ENTRAR no estadio. Tudo desorganizado, um caos. Se fosse na america do sul, nos chamariam de animais, país de terceiro mundo. Como é nos EUA ninguem fala nada. Um terror de organização, patetico #Desorganização #Estádio #Caos

Observador Jul 18

Ministro da Educação pede esforço a diretores escolares enquanto a situação das notas dos exames continua a gerar críticas e controvérsias políticas, com acusações de desorganização no processo. #Venezuela #Educação #ExamesNacionais

As notícias das 13h
DataFut Jul 12

Tostão em sua coluna na Folha: “Receio que no futuro, a história conte que havia um país do futebol que tinha um rei, Pelé, e um grande número de craques fenomenais que jogavam o futebol bonito, espetacular e eficiente. O mundo parava para ver o Brasil jogar. Porém, por conta da desorganização, ganância, incompetência, corrupção, dos otimistas prepotentes, da globalização e da evolução dos outros países, o futebol brasileiro tornou-se igual a tantos outros e abaixo das principais potências. É preciso reagir. O futuro não é destino, futuro é o que será construído.” #Futebol #Brasil #Pelé

Observador Jul 7

Ministro da Administração Interna, Luís Neves, afirmou que a desorganização do território florestal em Portugal contribuiu para a queima de mais de 15 mil hectares nos últimos dias, ressaltando a necessidade de medidas para melhorar a gestão territorial em face da propriedade privada. #Incêndios #TerritórioDesorganizado #AdministraçãoInterna

MAI. "Território desorganizado" aumenta hectares ardidos
Lucas Barros May 28

O Santos precisa ser investigado por isso. O clube se submeter a uma situação dessas é vergonhoso. A CBF fez exames no Neymar e detectou uma lesão grau 2, sendo que o Santos, oficialmente, falava apenas em edema. Tiveram entrevistas, informações oficiais e até explicações do próprio médico do clube sobre isso. Pode ser ingenuidade minha, admito, e peço desculpas até por isso, mas em quatro anos cobrindo o Santos no dia a dia, eu acreditei no que foi dito pelo departamento médico do clube. Que o tratamento com o Neymar sempre foi diferente, isso todo mundo já sabia. Mas o nível que isso chegou é ridículo. E quem cobre o clube diariamente sabe como funciona. A gente já tenta até “minar” algumas fontes internas porque cada pessoa fala uma coisa diferente. Trabalhar cobrindo o Santos virou algo extremamente desgastante. E isso piorou ainda mais do início de 2024 para cá. Foi um pedido do Neymar e do staff omitir a gravidade? Está errado. O Santos errou no diagnóstico? Está errado também. O clube está sendo exposto para o mundo inteiro como um clube completamente amador. E sinceramente, nem dá para achar injusto, porque hoje o Santos realmente é amador em diversos setores. Poderia citar facilmente mais de dez situações envolvendo reuniões secretas, omissões, mentiras, problemas de logística, estrutura e desorganização interna. E sabe o pior? Um lesão grau 2 é literalmente algo simples. Mas sem toda essa omissão, o Neymar já poderia estar em uma etapa muito mais avançada da recuperação. Agora precisa ser investigado se o Santos realmente errou no diagnóstico, o que ajuda a explicar o estado físico tenebroso do elenco, ou se, mais uma vez, o clube apenas foi servil ao Neymar e ao staff, só que agora da pior forma possível. #SantosFC #Neymar #Futebol

Tragična nesreča v Brnu terjala življenji dveh dirkačev