BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#Marrocos

Assim estão as ruas de Ceuta, território espanhol no norte da África, na costa do Marrocos. Segundo Pedro Sánchez, do Partido Socialista dos Trabalhadores e presidente do governo espanhol, a culpa disso é de Israel e dos EUA, mas não dele. https://t.co/HPGr4ktslG #Ceuta #Política #Conflito

The former British athlete Leon Baptiste, reported missing, is detained in Morocco serving an eight-month sentence for sexual assault of a minor, as confirmed by Moroccan authorities. (translated)

Treinador britânico preso em Marrocos por abuso de menor

More than 100 Moroccan migrants camped on Trampolín beach in Ceuta have started a hunger strike to demand asylum in Spain, refusing to return to Morocco after 18 days in the area, while the Spanish government announced the creation of 1,500 temporary accommodation places. (translated)

Mais de 100 migrantes em Ceuta em greve de fome

Moroccan authorities detained nearly 300 migrants from sub-Saharan Africa who were trying to reach Ceuta, while 61 Moroccans were arrested for facilitating these attempts, resulting in increased security in the region following the circulation of information on social media encouraging migration. (translated)

Marrocos detém 300 migrantes que tentavam chegar a Ceuta

Milhares de imigrantes tentam sair do Marrocos e atravessar novamente a fronteira e chegar até a cidade espanhola de Celta. https://t.co/rqxNaJFxiH #Migração #Imigrantes #Fronteira

Espanha 🇪🇸/Marrocos 🇲🇦: Forças marroquinas evitaram uma nova tentativa de invasão ao exclave espanhol de Ceuta na manhã deste sábado (15) Situação continua tensa na região. https://t.co/1ZapDEgPJp #Espanha #Marrocos #Ceuta

Morocco announced that it managed to prevent a new attempt by hundreds of migrants to enter Ceuta, while security in the area was reinforced in response to social media calls for a new migration wave, although a 17-year-old girl managed to cross the border. (translated)

Ceuta. Marrocos trava nova tentativa de entrada de migrantes

Spain and Morocco increased border security in Ceuta by sending 500 police officers and 2,000 military personnel in response to social media calls for a new migrant invasion on the holiday of August 15, following a recent influx of immigrants who crossed the border illegally. (translated)

Espanha e Marrocos aumentam segurança fronteiriça em Ceuta

Madrid estimates that around 5,000 migrants, including 1,898 minors, are still in Ceuta following a massive irregular entry of more than 70,000 people from Morocco, and the Spanish Minister of the Interior assured that those in an irregular situation will be identified and returned to Morocco promptly. (translated)

Madrid estima em 5.000 os migrantes que permanecem em Ceuta

Morocco is reinforcing security around Ceuta and Melilla to prevent the mass entry of migrants, for which calls have been made on social networks for August 15, while human rights organizations are drawing attention to the illegal movement of migrants outside the province of Nador. (translated)

Marrocos reforça segurança junto a Ceuta e Melilla

The European Left Party accused the Moroccan government of using the massive influx of migrants in Ceuta as political blackmail against Spain and the European Union, describing the situation as a criminal maneuver orchestrated by the Alaouite monarchy and denouncing Rabat's disregard for human rights. (translated)

Marrocos acusado de usar Ceuta como "chantagem política"

Appeals on social media in Morocco for a new mass entry into Ceuta and Melilla on August 15 arise amid a strong police presence at the border, reflecting the growing pre-election tension and criticism of the country's migration management. (translated)

Multiplicam-se apelos para nova entrada em massa em Ceuta

The Spanish party Vox demanded that Morocco not organize the World Cup 2030 together with Portugal and Spain, citing the recent migratory crisis in Ceuta as evidence that the African country is not a reliable partner for such an event. (translated)

Espanha. Vox exige que Marrocos não organize Mundial

O Portão Secreto que Marrocos Usa Contra a Europa Em Ceuta ninguém arrombou nada — só se esqueceram de fechar a fechadura Há uns anos, um amigo meu trocou o portão de casa por um automático. Um comando, um sensor, um motor eléctrico escondido no muro. Nunca mais empurrou ferro nenhum. E ele próprio me confessou ter aprendido uma coisa óbvia, mas que só se percebe depois: um portão automático não falha por acidente. Se abre, é porque alguém carregou no botão. Se fica fechado, é porque ninguém quis abri-lo. Não há meio-termo, não há avaria misteriosa. Há decisão. Guardei essa lição para o dia em que vi as imagens de Ceuta. No dia 30 de Julho, entre 50 e 70 mil pessoas avançaram para a fronteira marroquina em poucas horas. Ceuta tem 83 mil habitantes — ou seja, num único dia, a cidade recebeu um número de pessoas equivalente a mais de metade da sua população. Entre 20 e 30 afogaram-se nas águas de Tarajal, consoante a fonte. E os números do primeiro semestre de 2026 desmentem qualquer teoria de “efeito de chamada” generalizado: as entradas irregulares em Espanha, no seu conjunto, caíram de 17 990 para 12 138 face ao ano anterior. Só em Ceuta subiram — de 978 para 2 582, mais 164%. A pressão migratória diminuiu em toda a Espanha, excepto exactamente no ponto em que Marrocos controla a torneira. Porque é isso que aconteceu: fecharam-se torneiras, ou abriram-se portões. Marrocos guarda a fronteira de Ceuta com muros, vedações, drones, gendarmaria e forças auxiliares permanentes. Nada nessa fronteira falha por engano. Quando as barreiras ficaram abertas e os agentes marroquinos se retiraram à passagem dos jovens — como relataram vários meios internacionais —, isso não foi desorganização. Foi o motor eléctrico do portão do meu amigo, em versão geopolítica: alguém carregou no comando. Ceuta, aliás, sabe do que fala quando se fala de portas que mudam de dono por conveniência política. Foi ali que, em 1415, D. João I e o Infante D. Henrique lançaram Portugal ao primeiro território conquistado fora da Península — o berço, dizem os manuais, da expansão portuguesa. Ceuta foi portuguesa até à Restauração; em 1668, no tratado que reconheceu a independência de Portugal face a Espanha, ficou do lado espanhol, e ali continua. A cidade nasceu, para nós, como símbolo de conquista; sobrevive, seiscentos anos depois, como símbolo de disputa. A fronteira muda de mãos, o instrumento é sempre o mesmo: quem controla o portão, controla a narrativa. A politóloga norte-americana Kelly Greenhill tem um nome para isto: migração coercitiva projectada — usar o movimento de pessoas como arma de pressão diplomática, tal como a Bielorrússia fez com a Polónia ou a Turquia com a União Europeia. Não é preciso um exército. Basta um vizinho capaz de abrir uma fronteira, uma potência amiga interessada em redesenhar mapas, parceiros europeus que lucrem politicamente ao não defender o Estado atacado, e uma oposição interna mais preocupada em minar o governo do que em nomear o agressor. Todos esses ingredientes estiveram presentes em Ceuta. E aqui chegamos à parte que devia envergonhar-nos como europeus: a reacção. Itália suspendeu Schengen com Espanha. Finlândia, Dinamarca e Chéquia pressionaram Madrid. Ursula von der Leyen chamou “inaceitáveis” às imagens e exigiu retornos rápidos, ignorando que Ceuta tem regime de controlo reforçado desde sempre. O nosso primeiro-ministro, Luís Montenegro, escolheu um caminho mais comedido — recusou suspender Schengen, mas avisou que os Estados-membros não devem transmitir a ideia de que “a porta está escancarada”, ao mesmo tempo que reforçava a vigilância nas fronteiras marítimas do Sul de Portugal. A frase é defensável em casa; soa a lição dada ao vizinho quando dita lá fora. Espanha tem constitucionalistas tão competentes como os nossos, e o problema em Ceuta nunca foi a lei espanhola — foi a fronteira alheia. O mais revelador, porém, foi o que ninguém disse. A oposição espanhola falou em invasão, em incompetência, em crise de soberania — sem nunca nomear Marrocos. O Governo espanhol, por seu lado, aceitou a narrativa da máfia de tráfico e evitou qualquer crítica pública a Rabat, por uma razão compreensível: a contenção da fronteira sul depende dessa cooperação. Mas o silêncio tem preço. Se ninguém no sistema político nomeia quem retirou os gendarmes, a história que fica é a de um Estado incapaz — exactamente a fotografia que Marrocos queria vender ao mundo, na mesma semana em que um relatório do Congresso norte-americano sugeria que Ceuta e Melila “permanecem sujeitas à reivindicação de Rabat”. Não é preciso escolher entre histeria e ingenuidade. É preciso é olhar para o portão inteiro, não só para o instante em que ele se abriu. Segundo a Frontex, entre 2021 e 2026, as entradas irregulares acumuladas em Itália somaram 478 600; nos Balcãs Ocidentais, 340 600; na Grécia, 259 800; em Espanha, 234 760 — a menor das quatro. Um pico de alguns dias em Ceuta, por mais dramático que tenha sido, não apaga seis anos de tendência. Apaga, isso sim, a nossa paciência para ler números — e é precisamente essa impaciência que quem controla o comando do portão está a explorar. Da próxima vez que uma fronteira “se abrir sozinha” nos ecrãs, vale a pena perguntar, antes de mais: quem tinha a chave? #Ceuta, #Marrocos, #Espanha, #migração, #geopolítica, #Portugal, #Schengen, #história

Gianni Infantino is at the center of a growing controversy, following accusations of blackmail by the Jordan Football Association and criticism from prominent figures like Luís Figo, while FIFA denies the allegations and the emergency meeting in Rabat suggests an environment of uncertainty around the future of his leadership and the awarding of the 2030 World Cup final to Morocco in exchange for support. (translated)

Infantino is back: o novo plano para recuperar a hegemonia
DataFut 4w

Gianni Infantino ofereceu a FINAL da Copa do Mundo 2030 a MARROCOS em troca do apoio do país a reeleição dele na FIFA. Via @martynziegler https://t.co/iaA1U9zKpc #CopaDoMundo #FIFA #Marrocos

Moroccan justice has indicted at least 77 people, including 25 in Tetouan and 52 in Nador, for involvement in various crimes related to illegal immigration during the recent migratory crisis in Ceuta. (translated)

Ceuta. 77 pessoas indiciadas pela justiça marroquina

The article discusses how the diplomatic crisis between Morocco and Spain, exacerbated by the recent migratory crisis in Ceuta, could impact the co-organization of the 2030 World Cup, raising questions about the location of the final and the relationship between the involved countries. (translated)

Que impacto pode ter uma crise diplomática no Mundial-2030?

In the city of Fnideq, which is located on the Moroccan side of the border with Ceuta, hundreds of people are waiting for news about their missing friends and family members who attempted to illegally enter Spain, with most of the 72,000 migrants who arrived in early August having already returned to Morocco, while at least 79 people have died due to the dangerous journey. (translated)

Ceuta. Centenas esperam regresso do lado marroquino

Infantino convoca comitê de crise da cúpula da Fifa no Marrocos. Cada vez mais gente graúda se manifestando contra ele. O cerco se fecha #Fifa #Infantino #Crise