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#Dinastía

¿Cuanto va el equipo del inventor del futbol y los reyes de la Premier League que van a crear una dinastía en los próximos años y tienen un plantel bien armado con futbolistas con una capacidad superior por encima de los demas? #Fútbol #PremierLeague #Dinastía

La periodista @yohaliresendiz comprueba que @RicardoMonrealA mintió y su hermano se divorció de su ex cuñada @verodiazrobles 10 años después de lo que dijo y tienen 2 hijos en común. Básicamente continúa la misma dinastía de los Monreal en Zacatecas https://t.co/4RjLz2BEK4 #Zacatecas #PolíticaMexicana #Periodismo

Spanish archaeologists have discovered a tomb in Egypt that is 4,400 years old in Saqqara, which preserves its original colors and belongs to the Fifth Dynasty of the Old Kingdom, revealing important details about the lives of two officials from that era. (translated)

Arqueólogos españoles encuentran en Egipto una tumba de hace 4.400 años que todavía conserva sus colores originales
En3rix_ Aug 26

Tu pensa passare da Vidal-Pirlo-Pogba A Locatelli-Thuram-Kessie. La Juventus è una squadra FINITA, sono riusciti a buttare la più grande dinastia della storia nel cesso. #Juventus #Calcio #SerieA

Invictos Aug 16

¡¡LA DINASTÍA DE NIGRIS CONTINÚA!! Con apenas 18 años de edad, Aldo Patricio De Nigris González debutó oficialmente en la Primera División de México. Luego de brillar en categorías con límite de edad y ser seleccionado juvenil mexicano, el canterano de Rayados vivió su debut en la Liga MX. Es el hijo mayor de Aldo de Nigris, leyenda total de Rayados, y es sobrino de Antonio De Nigris, quien también dejó una huella imborrable en su etapa con el Monterrey. Es el tercer De Nigris que representa al Club de Futbol Monterrey, señoras y señores. Es el tercer delantero De Nigris que juega para los Rayados. Aldo Pa va por su propia historia en la institución donde su padre y su tío hicieron historia. Ojalá este sea el inicio de una gran carrera. Todo el éxito para Aldito De Nigris. FÚTBOL EN LA SANGRE. #LigaMX #Rayados #Fútbol

Verte en la cancha en primera división de Rayados es el mismo sentimiento cuando jugaban mis hermanos. Gracias a la vida por tantas bendiciones, la familia es primero y siguen las nuevas generaciones de la Dinastía ADN. Con todo el Tanque De Nigris 🔥🔥🔥 https://t.co/Gd3fTfTzkw #Rayados #Familia #Fútbol

Invictos Aug 14

— LUIS ENRIQUE: "Cuando dije que queremos intentar ganar tres Champions League consecutivas, tal vez suene a que tenemos mucha confianza. Pero esa es NUESTRA MENTALIDAD. Intentamos ser ambiciosos e intentamos sentir que podemos hacerlo. Somos un equipo que ganó dos Champions seguidas y eso significa que podemos ganar tres Champions consecutivas. Será muy difícil, pero es nuestra ambición y nuestro objetivo". Nada de conformarse. Nada de estar satisfechos. Nada de bajar el ritmo. Luis Enrique ya lo adelantó: el PSG saldrá a dejarse todo para intentar ganar su tercera Champions League consecutiva. Quieren seguir haciendo historia. Quieren construir una nueva dinastía en Europa. QUIEREN LOGRAR LO MISMO QUE EL REAL MADRID. #ChampionsLeague #PSG #Fútbol

Invictos Aug 9

Si se consuma lo de Ferran Torres, así quedaría el ataque del PSG para la próxima temporada. El Tiburón se estaría sumando a Ousmane Dembélé, Khvicha Kvaratskhelia, Désiré Doué y Maghnes Akliouche. Los parisinos no están satisfechos con el bicampeonato de la Champions League. Quieren el tricampeonato. Van por la dinastía europea. SONRÍE LUIS ENRIQUE. #PSG #Fútbol #ChampionsLeague

Hoy llora el flamenco universal. Despedimos a Pepe Habichuela, dinastía ilustre de la guitarra flamenca. En 2024, en nuestra Suma, en los Teatros del Canal, nos regaló Yesqueros, un recuerdo de su infancia. Desde siempre flamenco y duende de puro Madrid

Rosalía, Alejandro Sanz, Sánchez o Ayuso se despiden de Pepe Habichuela: "Hoy llora el flamenco universal"
www.20minutos.es

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

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Il Post Jul 27

La partecipazione della figlia di Kim Jong Un, Kim Ju Ae, a una cerimonia pubblica per l'anniversario dell'armistizio con la Corea del Sud segna un'importante tappa nella sua ascesa come potenziale erede del regime nordcoreano, sottolineando il suo crescente ruolo all'interno della dinastia. #CoreaDelNord #KimJongUn #KimJuAe

La figlia di Kim Jong Un ha partecipato a un’altra importante cerimonia pubblica, un nuovo segnale che potrebbe essere la sua erede

Cred că dictatura trebuie să ia sfârșit, iar dinastia Castro trebuie, de asemenea, să ia sfârșit. Căci, atâta timp cât un membru al familiei Castro se află la putere, va exista corupție

Un disident cubanez, dat dispărut după eliberarea din închisoare a plecat în exil în Statele Unite
www.mediafax.ro

Jaques Wagner está enrolado até o pescoço no escândalo do Banco Master. Os investigadores afirmam que ele colocou o mandato a serviço da máfia. Era líder de Lula no Senado. O DNA do Master na esfera pública passa pelo PT da Bahia. Isso sem falar nos respiradores fantasmas da pandemia, que atingem a dinastia dos petistas baianos em cheio. Aí, eis que Jaques Wagner aparece querendo falar de Pix? Tarifas? Que cara de pau. #Corrupção #Política #Brasil

E
EL MUNDO Jul 17

Japón ha promulgado una controvertida reforma de la Ley de la Casa Imperial que consolida la discriminación de las mujeres al impedir que una mujer pueda ascender al trono, mientras busca plebeyos con el fin de asegurar el futuro de la dinastía Yamato. #LeyDeLaCasaImperial #MonarquíaJaponesa #DerechosDeLasMujeres

Japón promulga la polémica Ley que cierra la puerta a una emperatriz y busca plebeyos que aseguren el banquillo de la dinastía: "La Monarquía como símbolo de división nacional"
E
EL MUNDO Jun 25

Japón se encuentra en un complicado debate sobre el futuro de su dinastía imperial, donde recententemente se han acordado dos medidas que buscan garantizar el número de miembros activos, pero que ignoran los derechos sucesorios de las mujeres, perpetuando así la exclusión de las princesas del trono. #DinastíaImperial #SucesiónFemenina #PolíticaJaponesa

Japón se enreda en un laberinto sin salida para asegurar el futuro de la dinastía imperial
L
lastampa.it Jun 24

La famiglia Berlusconi ha venduto Villa Certosa, la storica dimora estiva a Porto Rotondo, per 350 milioni di euro alla dinastia Al Thani del Qatar, nota per i suoi significativi investimenti nella regione. #VillaCertosa #Berlusconi #AlThani

La famiglia Berlusconi ha venduto Villa Certosa ad Al Thani: operazione da 350 milioni

O escândalo do Banco Master não colocou somente Jaques Wagner, amigo de longa data e líder de Lula no Senado, contra a parede. As maracutaias podem colocar fim à dinastia do PT na Bahia. São mais de duas décadas de atraso com Wagner, Rui Costa e Jerônimo Rodrigues. https://t.co/IXuH9XIDwz #BancoMaster #PT #Bahia

Enquanto “unir a direita” significa puxar saco da família Bolsonaro e passar pano para seus escândalos, só os oportunistas - em busca de cargos, verbas e monetização - se submetem a esse papel, além das massas de manobra. E quanto mais eles se submetem, mais escândalos precisam ignorar, relativizar e acobertar, para não levarem a pecha de “traidores”, historicamente atribuída por populistas autoritários a todo indivíduo que demonstre ter fibra para escolher o caminho da ética pessoal, em detrimento de qualquer vantagem imediata decorrente da cumplicidade. Do histórico de funcionários fantasmas em gabinetes à relação financeira escondida com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, passando pela sabotagem da Operação Lava Jato, da CPI da Lava Toga e do combate à lavagem de dinheiro, além da estupidez na pandemia, nas iniciativas para reverter o resultado eleitoral e na celebração do tarifaço dos EUA, os Bolsonaro ofereceram numerosas portas de saída a quem tem resquícios de princípios morais e não se deixa idiotizar e sujar completamente a pretexto de combater a sujeira do outro lado, ademais fortalecido pela imundície da própria família. Os núcleos do partido Novo que sabotam a pré-candidatura de Romeu Zema, após o ex-governador de Minas Gerais ter ousado ensaiar uma ou outra crítica à relação de Flávio Bolsonaro com Vorcaro, são exemplos da submissão oportunista ao bolsonarismo, que, no entanto, foi alimentada pelo próprio Zema ao longo dos últimos 7 anos, durante os quais ignorou, relativizou e acobertou escândalos bolsonaristas. Da mesma forma, um ou outro comunicador retardatário que parasitou a bolha bolsonarista, faturando com mais seguidores e atuando em veículos instrumentalizados pelo grupo político, agora sente a fúria da turba que alimentou, muito embora já bem mais fraca do que aquela enfrentada por qualquer crítico do PT que tenha apontado na raiz a usurpação do movimento antipetista por uma velha dinastia do Centrão. A tolerância com a indecência não é ruim apenas como estratégia eleitoral, por abrir flancos ao pré-candidato da situação, como hoje aventa essa gente gelatinosa, mas também como projeto de país, fadado, se tanto, a substituir o armário onde cada presidente guarda seus esqueletos, como o corno que, em vez de buscar opção melhor, só troca o sofá onde foi traído. #Bolsonarismo #Ética #Política

20 minutos Jun 16

Un hombre ha sido detenido en Londres después de nueve años de investigación por haber empujado a una mujer contra un autobús en marcha en 2017, un caso que había sido cerrado por la policía en 2018 debido a la falta de pruebas, y que ha resurgido gracias a la identificación del sospechoso, un banquero con vínculos con dinastías reales europeas. #Londres #detención #violencia

Detenido por empujar a una desconocida contra un autobús en marcha tras nueve años de investigación