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#Doria

Dorian de Meeûs's article criticizes Lotfi Mostefa's re-election as president of the Foyer Anderlechtois amid accusations of clientelism, highlighting the inability of opposition parties to counter this decision despite their calls for better governance. (translated)

Lotfi Mostefa, l’injustifiable retour
pap1pap 2d

C'e questa strana idea che Marotta scelga i giocatori, guardi migliaia di video, abbia le schede di decine di migliaia di giocatori. Marotta a partire dal Doria non ha mai fatto il DS. Marotta sceglie eventualmente l'allenatore, e sino ad inzaghi in 30 anni di carriera ne aveva scelto 5: Novellino Mazzarri Del Neri Conte Allegri Marotta è un superbo dirigente organizzatore che vede lontano (non è una battuta anche se...) Marotta ha sempre la PENULTIMA parola tenendo sempre presenti target, possibilità, vision e mission, ma i giocatori al Doria, Juventus e Inter li hanno sempre scelti i DS...e ne ha avuto SOLTANTO 2 in oltre 20 anni. Paratici e Ausilio. Marotta è di fatto "un conservatore" che supervisiona ma esattamente come a lui piace avere ampie deleghe dalla proprietà, così da ampia delega al DS, pur sempre mantenendo la PENULTIMA parola. #Marotta #Calcio #DirigenteSportivo

Dorian qui pousse Lola pour remporter le confort puis Lola qui pousse Dorian pour remporter l'immunité. Duo parfait. Je les aime trop. #KohLanta https://t.co/lqPtvecWaF #KohLanta #Amitié #JeuxTélé

Por que querem montar um governo Tarcísio dentro de um governo Flávio? Já temos a arteirice feita pelo Frodo ao indicar um cara do Doria, agora ao lado da Madonna querem brincar de agradar o Dedé. É alienação mesmo ou interesse cruzado? https://t.co/kJA54ndQwK #Política #Governos #Brasil

Haddad DETONA a perda de posições de São Paulo na educação durante o governo Tarcísio: “É um absurdo o que aconteceu em São Paulo. Era o primeiro lugar no governo Alckmin. Caiu para terceiro lugar no governo Doria. Agora caiu para décimo no governo Tarcísio. É inimaginável." HADDAD NO RODA VIVA #Educação #SãoPaulo #Haddad

Imprensa (Bolsonaro2020) - “Bolsonaro ‘ataca’ Dória: Não sabe o que é sentir o cheiro do povo.” Imprensa (Lula 2026) - “ Viver nos palácios de Brasília costuma ser uma armadilha para qualquer presidente da República. (…) Esse ecossistema costuma ter vida própria, valores próprios e um distanciamento considerável da vida real do país. Os mortais eleitores que irão às urnas em outubro tiveram, nesta quinta-feira, uma oportunidade de ver esses dois mundos tão distantes em choque no Jornal Nacional da TV Globo.” O Brasil teve um presidente que se pudesse passaria horas com o povo. Agora, a mesma imprensa que ajudou a destruí-lo, dedilha lamúrias sobre o presidente que colocou em Brasília. #Política #Brasil #Eleições2024

« ALLEZ L’OM » 💙🤍 Mason Greenwood 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 ce soir à Lyon : « Évidemment, j’étais à l’OM pendant 2 ans et c’était une expérience incroyable. » 🎙️ @Dorian_Bonzom https://t.co/L3i0Xw2ySw #OM #Lyon #Football

🚨Mason Greenwood : "Évidemment, j’étais à l’OM pendant 2 ans et c’était une expérience incroyable. L’OM et Lyon sont rivaux… Allez l’OM !" [@Dorian_Bonzom] https://t.co/jorfpaIAkP #OM #Football #Sport

🚨Mattéo Guendouzi a chambré tout le Groupama Stadium en effectuant des signes de Jul à tout-va devant les tribunes après la qualification de Fenerbahçe. 😂 #TeamOM 🎥 Dorian Bonzom https://t.co/vvOyglWkYH #Fenerbahçe #TeamOM #Football

In his editorial, Dorian de Meeûs advocates for a collective and coordinated mobilization of all political leaders and community actors in Brussels to effectively respond to the security crisis exacerbated by drug trafficking, while avoiding partisan disputes and demanding concrete actions rather than empty promises. (translated)

Ils sont en première ligne

🚨 « EMMENEZ CE BLASON EN LIGUE DES CHAMPIONS ! » 🦁 La banderole des supporters lyonnais ce soir. 📸 @Dorian_Bonzom https://t.co/5D0EYmX6c7 #LigueDesChampions #OL #Supporters

Dorian de Meeûs' editorial highlights the strategic turnaround of the United States, which, after attempting military and diplomatic actions against Iran, is returning to economic sanctions, thus revealing the current deadlock and the ineffectiveness of the various strategies employed to weaken the Iranian regime. (translated)

Iran, le retour à la case départ

No debate da Band, disse que Tarcísio investiu menos que Doria nos três primeiros anos de governo. Ele negou, mas a Folha fez as contas com dados oficiais e confirmou o que eu disse. Os números estão aí. Tarcísio investiu menos e mesmo assim as contas públicas do nosso estado se deterioraram. Se isso te incomoda, é porque você também quer mudança. Vote 13. #Eleições2024 #Política #Transparência

Dorian de Meeûs's editorial highlights the growing normalization of violence in Brussels, illustrated by recurring shootings in Saint-Gilles and Molenbeek, revealing the authorities' inability to effectively contain the criminal networks that continue to thrive and recruit vulnerable young people, which calls for a coordinated and sustainable security response at the political and judicial level. (translated)

Des fusillades pour bruit de fond

Haddad segue firme desmascarando o Tragédia de Freitas: “Tarcísio mentiu ao dizer que não começou a cobrar a “Taxa das Blusinhas”, que foi governo Doria. Eu não sou amigo do Doria, mas quem começou a cobrar foi, sim, Tarcísio, em agosto de 2023.” https://t.co/BY4O3eonPD #Política #Brasil #Transparência

La 11e édition de la Classique KR a amassé 67 000$ pour la Fondation des Canadiens pour l'enfance, alors qu'Alexandre Carrier, Jakub Dobes et Jayden Struble se sont joints aux festivités samedi dernier! 👏 The 11th edition of the Classique KR raised $67,000 for the @CHCFondation, with Alexandre Carrier, Jakub Dobes and Jayden Struble joining the festivities last Saturday! 📸 Dorian G. Productions | Classique KR #GoHabsGo #ClassiqueKR #Habs #CharityEvent

Tarcísio teve renegociação da dívida feita pelo Ministério da Fazenda em parceria com o presidente do Congresso, teve R$ 13 bilhões de financiamento do BNDES contra três do governo Bolsonaro, pro Dória, porque ele não gostava do Dória, não liberava recurso, e teve a AGU também pra fazer as obras que você tá anunciando. Negar o que o Governo Federal, como você tem feito em entrevista, tá fazendo por São Paulo, eu não acho uma prática bonita, parceria é pra ser reconhecida. #HaddadNaBand #Debate #SãoPaulo #Governo #Financiamento

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

Chief Aug 3

Pra quem não sabe, foi por causa do apoio do MBL a todos crimes contra as nossas liberdades na época do Covid, que eu comecei a ir pra cima deles. > apoiaram lockdown > vacinas obrigatórias > passaporte de vacina pra poder entrar nos lugares > chegaram a sair de casa pra denunciar pra polícia festa privada. > estavam subindo em palanque com Dória e Orlando Silva do PCdoB pra pedir "fora bozo" pq o Bolsonaro estava defendendo nossa liberdade. Eu tenho tudo documentado e vou postar nessa thread. Um cidadão comum que teve uma lavagem cerebral feita pela globo e afins, eu até passo pano pra ele ter defendido esses crimes, a mídia colocou muito medo na população. Agora um político? É imperdoável. #Liberdade #Covid19 #Política

Você conhece o "Estudo de Manaus"? Ele serviu p usar doses letais de cloroquina e, ao matar suas cobais, destruir um medicamento seguro usado em Cuba, Maranhão, Amapá, e tomado sigilosamente por David Uip, chefe de combate à pandemia no governo Dória. https://t.co/BDevP70Yrc #EstudoDeManaus #Cloroquina #SaúdePública