O PT vai se debruçar para defender Jaques Wagner. O mesmo que a Polícia Federal aponta como próximo de Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, do Banco Master. Segundo a PF, teria recebido vantagens como uso de jatinho e ingressos de show internacional pagos para a família. E não é de agora que o nome dele aparece em casos desse tipo. Nas planilhas de propina da Odebrecht, era identificado pelos codinomes “Polo” e “Passivo”. Mesmo com esse histórico de suspeitas em esquemas bilionários, o partido transforma a defesa dele em prioridade absoluta. O partido da ética, no fundo, sempre teve uma ética bem seletiva. #Política #Corrupção #Ética




