Em DEZ/2023 fui a El Salvador como uma delegação de deputados da Com. Seg. Púb. Fomos recebidos pelo MD e o MJ GUSTAVO VILLATORO @Vi11atoro. Neste link há o destaque em meu instagram explicando em detalhes como o Pres. @nayibbukele abriu caminho para a revolução na segurança, bem como os números oficiais da curva de homicídios, apreensão de drogas e combate às "pandillas" (gangues criminais). Foi necessário coragem de Bukele e equipe, pensar fora da caixa, se lixar para os "direitos dos manos" e ter MAIORIA NO CONGRESSO. https://t.co/CGf3mgIiz6 #SegurançaPública #ElSalvador #GustavoVillatoro
Andalusia leads the statistics for homicides and violent deaths in Spain, reporting a 10.6% increase in completed murders in the first quarter of 2026, highlighting a worrying trend of armed and extreme violence linked to drug trafficking. (translated)

Golpe al Tren de Aragua. Nuestra Fuerza Pública capturó en Fontibón, Bogotá, a Luis Saúl Pérez Nieto, alias “Páez” o “Nairobi”, cabecilla principal del Tren de Aragua en Perú y hombre de confianza de alias “Niño Guerrero”. Alias “Nairobi” estaría encargado de articular extorsiones, tráfico internacional de armas, homicidios selectivos y narcotráfico en corredores estratégicos de Sur y Centroamérica. Además, era requerido por autoridades estadounidenses por estos delitos. El mensaje para el crimen transnacional es claro: Colombia no será refugio ni santuario de ningún criminal. Los vamos a perseguir, capturar y poner a disposición de la justicia, vengan de donde vengan. ¡Firme por la Patria! (A.D.L.E) 🇨🇴 🐅 #TrenDeAragua #Justicia #CrimenOrganizado
President Nayib Bukele has implemented a hardline policy in El Salvador to eradicate gang violence, achieving a reduction in homicides to historic levels while suspending constitutional guarantees and facing criticism for his authoritarian regime. (translated)

Amnesty International demanded that Hamas cease extrajudicial executions, documenting nine cases of illegal killings committed by its forces in Gaza, emphasizing that although the group announced internal investigations, no one has been punished so far. (translated)

Golpe contundente a “Los Costeños”. La Policía Nacional capturó en Valledupar a alias “Ever” o “Marino”, cabecilla de zona de esta organización criminal en Barranquilla y responsable de una red de sicariato y extorsión contra comerciantes y transportadores. Su captura golpea directamente las finanzas y la línea de mando de esta estructura. Este delincuente lideraba un componente criminal de 25 integrantes, ordenaba homicidios contra quienes se negaban a pagar extorsiones y era responsable de una red de sicariato con presencia en ocho barrios de Barranquilla. Se acabó la contemplación con los criminales. Los vamos a perseguir, capturar y llevar ante la justicia, uno por uno. En la Patria Milagro, el delito se castiga con todas las de la ley. El Estado nunca más se arrodillará ante la delincuencia. ¡Firme por la Patria! (A.D.L.E) 🇨🇴 🐅 #Justicia #Seguridad #LuchaContraElCrimen
A cleaning crew found a bag with possible human bones in the sewer of Valencia, which led the Homicide Group of the National Police to initiate an investigation to determine the identity and circumstances of the deaths of the discovered remains. (translated)

Y ¿será que Vladimir Padrino López piensa que nos vamos a olvidar de lo corrupto y cómplice de múltiples delitos -incluidos homicidios- de los que él es responsable? Todo aquel que aporte evidencias puede sumarse a este mensaje. Vamos a hacer una historia #Corrupción #Justicia #Venezuela
Antioqueños, fue capturado alias Chuzo, de las Farc de Calarcá, en la vía entre Vegachí y Porcesito. Este criminal ha pasado por varias estructuras: estuvo en el Eln, fue cabecilla del Clan del Golfo y ahora hacía parte del frente 4 de las Farc. Alias Chuzo es señalado como uno de los principales responsables de homicidios y desplazamientos forzados en el Nordeste antioqueño. También sería responsable del asesinato de cuatro personas, ocurrido hace unos meses en Remedios, y de la quema de dos fincas. Comenzó la Operación Cazador Antioquia - #OCA. Noticia en desarrollo. #Antioquia #Farc #Justicia
A censura burra do governo Lula André Marsiglia @Poder360 O governo Lula e alguns ministros do STF parecem empenhados em reeditar, para 2026, uma combinação das experiências censórias dos últimos anos no país: de um lado, o controle do debate público pelas cortes, como em 2022; de outro, o cálculo político que levou à suspensão do X, antigo Twitter, no Brasil, em 2024. Para isso, a truculência do STF e os decretos de Lula sobre redes sociais estão à disposição do sistema. Mas seria um erro atribuir toda censura apenas ao cálculo político. Existe também nessa equação a burrice. O episódio envolvendo a plataforma Discord parece um bom exemplo. Depois de declarações de Janja, Lula e do chefe da AGU, discute-se no país a possibilidade de extinguir no Brasil a plataforma, em razão de crimes sexuais praticados por usuários dentro dela. Difícil acreditar que haja interesse eleitoral no caso. O Discord é particularmente popular entre gamers, não uma praça pública política como o X. Aqui, parece ser só burrice mesmo. Pura incapacidade de compreender o problema. Fechar a plataforma pune justamente quem não praticou crime algum. Os criminosos migrarão para outro aplicativo e os usuários honestos perderão a ferramenta. A falta de bom senso é tamanha que, sob a mesma lógica, poderíamos pensar em extinguir o PT porque integrantes do partido já cometeram crimes; ou acabar com a política porque existem políticos corruptos; ou fechar tribunais porque existem juízes que exercem mal suas funções. Além disso, há ainda um problema sofisticado nas entrelinhas da tolice governista: a substituição de uma cultura jurídica de punição por uma de prevenção policialesca do ilícito. O Estado de Direito convive com a possibilidade do crime. O Código Penal não promete uma sociedade sem homicídios, roubos ou corrupção. Ele define condutas e estabelece penas justamente porque sabe que os crimes continuarão acontecendo. A resposta civilizada é investigar e punir o criminoso, produzindo efeito dissuasório. Quando o Estado passa a não mais aceitar a possibilidade do crime e busca impedir que qualquer ilícito aconteça, a lei e o direito saem do tabuleiro e entram a vigilância, o controle e a restrição de liberdades. É o caminho do Estado de Direito para um Estado tirânico. É precisamente esse movimento da sociedade que alimentou as experiências autoritárias comunistas soviéticas e inspirou distopias como “1984”, de George Orwell: para eliminar aquilo que considera indesejável, o poder observa e controla todos. Não há como pensar que o Discord seja um balão de ensaio desta distopia, porque a plataforma, como disse, não é política e nossos governantes e juízes não são sofisticados nem sutis no exercício de suas ambições censórias. Mas a burrice desta censura tem como fonte oculta uma lógica perversa e autoritária de vigilância que certamente corre no sangue vermelho de todos eles. E passa despercebido por boa parte dos entusiastas, inclusive da imprensa, que aplaudem efusivamente toda vez que alguma de nossas liberdades é encaminhada ao matadouro. https://t.co/IXhG30QNiv #Censura #LiberdadeDeExpressao #Governança
Eight mutilated corpses, belonging to seven men and one woman, were found in two pits in a mining area of the Pucará municipality in Azuay, Ecuador, along with two incinerated vehicles, while the police investigate the circumstances of the discovery and possible links to illegal mining and drug trafficking in a context of increasing violence in the country. (translated)

A Justiça do Rio aumentou as penas de Ronnie Lessa e Élcio Queiroz pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes. O tribunal reconheceu a brutalidade na forma de execução dos homicídios, com diversos disparos efetuados em via pública e em local de grande circulação de pessoas, e o planejamento da ação. #Justiça #MarielleFranco #DireitosHumanos
The Mexican influencer César Gastelum was shot dead while live-streaming a challenge on TikTok in Sinaloa, an attack that interrupted his broadcast and adds to a wave of homicides of influencers in the region, allegedly linked to criminal gangs. (translated)

Ramón Ángel “N”, alias “R1”, señalado como el autor intelectual del cobarde homicidio del exalcalde de Uruapan, Carlos Manzo, fue detenido después de meses de trabajos de inteligencia e investigación, en una operación de @SSPCMexico y Fuerzas Especiales del Ejército Mexicano @Defensamx1 con información proporcionada por el Centro Nacional de Inteligencia. “R1” es identificado como el principal líder de “Los Rs”, una de las células criminales más violentas vinculadas al CJNG, con operaciones en Apatzingán, Uruapan y Morelia, Michoacán, así como en Jalisco. Esta organización está relacionada con extorsión, homicidios y tráfico de droga, afectando directamente a productores, empresarios y familias de la región. Con esta detención, suman ya 31 personas detenidas por el cobarde homicidio de Carlos Manzo. Esta acción representa un avance relevante en la estrategia de la Presidenta @Claudiashein para combatir la extorsión y debilitar las estructuras criminales mediante inteligencia, investigación y coordinación, como parte del Plan Michoacán por la Paz y la Justicia. Agradecemos la coordinación estrecha con la Fiscalía General de justicia de Michoacan y la Secretaría de seguridad pública de Michoacan. #Seguridad #Justicia #Michoacán
LE LLORAN a UN CRIMINAL MUERTO Así llegaron familiares a ver el cadáver de Edgar Herrera Segura a El Valentín. Era tío de los cabecillas de La Unión. Lo ligaban con el asesinato de 2 niños mazahuas, homicidios, extorsiones, torturas… Así lo exhibimos una y otra vez. Estuvo preso 8 veces. Así acabó hoy 💀 . @SSC_CDMX y @FiscaliaCDMX indagan. El caso #C4EnAlerta #Crimen #Justicia #Seguridad
"Companheiro" Ortega acabou com as eleições. A Folha foi falar de Bukele e esqueceu do Brasil A canalhice da "imprensa" não tem limite. Em 19 de julho, no ato dos 47 anos da revolução sandinista, Daniel Ortega, companheiro de Foro de São Paulo, anunciou que "não haverá mais eleições" na Nicarágua, para que a oposição não chegue ao poder. Sem poder deixar de condenar o autogolpe, a Folha fez o que a militância de redação sabe fazer: saiu à procura de um "equivalente" do outro lado. E escalou Nayib Bukele. O texto vergonhoso "esquece" que Bukele foi reeleito em 2024 com quase 85% dos votos, depois de ter praticamente ACABADO com o crime no país que, em 2015, era o mais violento do planeta, com 103 homicídios por 100 mil habitantes. El Salvador fechou 2025 com 82 homicídios. Oitenta e dois, no país inteiro, no ano inteiro. É razoável questionar medidas do governo Bukele quanto ao devido processo legal, e a reeleição indefinida aprovada em 2025 merece crítica. Também é certo que nenhum país com aquela violência encerraria o ciclo do crime sem romper com a lógica dos "direitos dos manos", em que o criminoso acumula direitos infinitos e a vítima tem apenas o direito de perecer diante dele, exatamente como ocorre no Brasil. Só que em El Salvador há eleição marcada para 2027 e há oposição no parlamento. Ortega acaba de anunciar que eleição não haverá mais nenhuma. Mas a principal falha do editorial nem é a falsa equivalência entre um governo eleito que combate o crime e um regime comunista sem eleições, que reprime o opositor, não o bandido. O maior problema da peça é não mencionar o Brasil. A Folha também ignora as centenas de presos, condenados e exilados políticos produzidos pelo estado de exceção brasileiro. Não se trata de dizer que todo mundo que estava em Brasília no 8 de Janeiro era inocente, nem que vandalismo não deva ser punido. Trata-se de olhar para o que foi feito com os réus. Eles foram julgados diretamente pelo Supremo, sem foro especial e em velocidade recorde para os padrões da corte, e assim perderam a revisão integral da condenação por instância superior. O tribunal que se declarou vítima dos fatos investigou, acusou na prática e julgou. Moraes, apresentado como alvo pessoal da suposta trama, foi o relator dos processos. As condutas foram tratadas em bloco. Somem-se as preventivas prolongadas, a censura de redes sociais, cujo número exato ninguém conhece até hoje, e os 552 acordos condicionados à confissão de culpa. Quando alguém é perseguido pela sua posição política, julgado por quem se apresenta como vítima, sem juiz natural, sem duplo grau de jurisdição, sem individualização de conduta e sob severas limitações ao exercício pleno da defesa, o nome disso é prisão política. Há ainda os brasileiros que não podem voltar ao país sem risco de prisão por mera manifestação de opinião. Jair Bolsonaro é o exemplo mais evidente: o líder da oposição condenado por magistrados que o tratavam publicamente como ameaça à democracia e que figuravam como vítimas do próprio enredo levado a julgamento. E não é leitura minha. Sempre que a palavra final coube a uma autoridade fora do Brasil, a conclusão foi a mesma. Os Estados Unidos não entregaram Allan dos Santos, porque o que a justiça brasileira definiu como crime é tratado ali como discurso protegido, e a Interpol se recusou a incluí-lo na lista vermelha por falta de indícios. A Audiência Nacional espanhola negou em definitivo a extradição de Oswaldo Eustáquio, apontando conexão e motivação política. A Argentina concedeu refúgio a um condenado do 8 de Janeiro por fundado temor de perseguição política. E a Corte de Cassação da Itália, ao recusar a entrega de Carla Zambelli, escreveu o óbvio sobre Moraes, ofendido e julgador no mesmo processo: "a coincidência entre a figura da vítima e a do juiz" compromete a imparcialidade que se exige de um Estado de Direito. Quatro jurisdições diferentes, a mesma leitura. Só a Folha não conseguiu enxergar. O regime autoritário brasileiro foi inaugurado pelo Ato Institucional de 2019, o "Inquérito das Fake News", aberto por portaria do Judiciário, sem provocação do Ministério Público, para criminalizar a crítica a ministros do Supremo, e usado com fúria na reação à descondenação do establishment pego com a mão na botija na Lava Jato. À época, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou o arquivamento do inquérito e pediu que a portaria fosse declarada ilegal e inconstitucional, apontando investigação conduzida por "verdadeiro tribunal de exceção". Moraes recusou o arquivamento, contrariando a jurisprudência da própria corte, segundo a qual o pedido do procurador-geral é de atendimento irrecusável, e tocou o inquérito assim mesmo. Está tocando até hoje. No Brasil, a sua liberdade de expressão depende da sua inclinação política. Esquerdista confessa a difamação em livro, vira "mestre" das redes sociais e ensina, em evento do PT, que "vale tudo para salvar a democracia". Lula chama o adversário de "genocida" e, num palanque em Catalão, em junho, lembrou que traidor da pátria costumava ser enforcado, com os filhos de Bolsonaro em mente. Já quem pendura na própria janela uma faixa com a palavra "ladrão", sem citar nome nenhum, recebe a visita da Polícia Federal, como em Presidente Prudente. A Folha não pode denunciar a ditadura nicaraguense, que segue o modelo cubano e venezuelano defendido desde sempre pela esquerda brasileira, porque isso exporia a hipocrisia do próprio "jornal", que passou anos justificando o estado de exceção no Brasil em nome da "defesa da democracia". Autocracia, para a "imprensa profissional", é sempre um fenômeno distante. E medido com réguas diferentes conforme o governo seja de esquerda ou de direita. A Folha denuncia a Nicarágua para não confessar o seu próprio papel na destruição do Brasil. #Brasil #Eleições #LiberdadeDeExpressão
Medellín en mi gobierno, y gracias a la política de diálogo en cárceles, en barrios populares, con las juventudes, ha visto caer su tasa de homicidios más que Bogotá y a niveles bajísimos respecto a su historia. La violencia barrial desde el estado solo traerá más violencia. Que no se repita la historia de la Comuna XIII y la escombrera. Juventud obrera y popular de Medellín a resistir, a saber que el otro joven no es el enemigo, sino el poder codicioso de los desplazadores urbanos que quieren edificios de lujo donde vive la gente que trabaja. Se resiste con la cultura que rechace la narcocultura, se resiste con la redes juveniles interbarriales y no con las fronteras invisibles. Es la hora del diálogo entre las juventudes de Medellín, entre las organizaciones populares de Medellín porque lo que pueden venir son misiles. #Medellín #Juventud #Paz
Una intérprete ha testificado que la terapeuta de la familia Andic recomendó a Isak y Jonathan Andic buscar una situación extrema en un barranco como parte de su terapia, lo que complica aún más la investigación sobre la muerte de Isak durante una excursión en Montserrat. #Andic #Montserrat #Homicidios
