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#Fetiches

Sucumba Games stated that the PEGI rating specifications for GTA 6 indicated scenes of sex, sexual fetishes, and graphic violence with dismemberment. According to the publication, players could also consume drugs directly from their inventory, including snorting cocaine from their hand, and requesting private dances in a strip club, similar to GTA V. #GTA6 #ClassificaçãoIndicativa #JogosVideo (translated)

PlayStation News stated that GTA 6 had received a PEGI +18 rating and that its page revealed details about the content. According to the account, the game included graphic violence with blood, decapitations, and dismemberments; frequent drug use, with the possibility of carrying and consuming cocaine; and explicit sexual content, nudity, and fetishes. It also indicated that there would be private dances with physical interaction in nightclubs and that players could attack civilians, criminals, police officers, and animals. It added that television programs and radio stations would include vulgar language and discriminatory expressions. The account insisted that the game would retain the classic essence of GTA. #GTAVI #Juegos #ClasificaciónPEGI (translated)

“Leonardo Di Caprio”: Porque la actriz porno de 22 años Hieke Konings reveló un fetiche del actor: “Se pone auriculares durante el acto sexual y escucha música a todo volumen. Escucha música porque no quiere oír la voz de la mujer durante el acto.” https://t.co/KCZsOm4ZzQ #LeonardoDiCaprio #Fetiches #Cine

A última pérola de Rodrigo Constantino foi proclamar, com a solenidade de quem descobre a roda, que permanece independente, sem partido e sem político de estimação. Pérola, sim, mas de imitação: o que ele quis dizer, e não disse, é que permanece ausente. Ausente, não independente. Eu também não tenho partido. Jamais me filiei a qualquer legenda e não cultivo fetiches eleitorais. Mas conservo, ainda que contra a maré dos tempos, o senso das proporções. Votarei em Flávio não por devoção, mas por elementar cálculo de sobrevivência: comparado ao resto do cardápio, ele é tábua de salvação. Constantino, esse, não precisa de tábua alguma. Vive nos Estados Unidos como cidadão americano, com o Brasil reduzido a um pano de fundo conveniente: uma legião de leitores fiéis e, suponho, o salário generoso que a grande mídia alguma vez, depositou em sua conta. O resto que se exploda. Que o país afunde ou nade, pouco lhe importa, pois, do contrário, não estaria espalhando seu veneno nas redes sociais. Do alto de sua montanha americana, ele prossegue dando lições como um Zaratustra de botequim, ditando o certo e o errado com a gravidade de quem se contempla no espelho e se acha sublime. Na verdade, é um Narciso piorado, bem piorado: não se apaixona pela própria imagem, mas pela própria ausência. Constantino é, enfim, o que sempre foi: um tolo requintado que se julga a mais espetacular das criaturas: o super-homem da indiferença, o hipócrita da distância, o moralista que cobra dos outros o que ele próprio se dispensou de viver. #Política #Independência #Hipocrisia