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#Fratura

O Cruzeiro informa que o atacante Bruno Rodrigues passou por exames no hospital Orizonti que diagnosticaram uma fratura no osso zigomático direito do rosto e também uma fratura na costela. As lesões aconteceram após o trauma sofrido nos minutos finais do clássico dessa terça-feira. O tratamento indicado para o caso é conservador e o atleta iniciará, nos próximos dias, o período de recuperação no departamento de saúde e performance da Toca da Raposa 2. #Cruzeiro #Futebol #Saúde

🚨 | Pedro Raul sofre trauma na costela e pode desfalcar o Corinthians Segundo o Meu Timão, Pedro Raul sofreu um trauma na costela durante o empate sem gols com o Rosario Central, pela Libertadores. O atacante já realizou exames, e há suspeita de fratura. O departamento médico deve receber os resultados até o fim deste sábado. Caso a lesão seja confirmada, o camisa 18 pode desfalcar o Timão na sequência da temporada. 📸 Ronaldo Barreto / Meu Timão #lesão #Corinthians #Libertadores

🚨 Exame de Brenner não aponta fratura no pé. O atacante será avaliado por um especialista para definir os próximos passos do tratamento. Apesar de não haver fratura, Brenner deve ficar pelo menos três semanas afastado dos gramados. 📰 @brunomurito 📷 Matheus Lima | Vasco https://t.co/xg9GDAbmmB #Brenner #Futebol #Lesão

Santiago Sosa passou por uma última avaliação com o médico que realizou sua cirurgia após a fratura no rosto, antes de viajar para o Rio de Janeiro. O jogador sofreu uma fratura complexa no terço facial em outubro de 2025 e passou por cirurgia e um processo rigoroso de recuperação. O próprio médico registrou o encontro em suas redes sociais e desejou sucesso ao argentino em sua nova fase no Vasco da Gama. #SantiagoSosa #VascoDaGama #Recuperação

😳 Como ficou o rosto de Matheus Henrique, do Cruzeiro, após a fratura no nariz durante o jogo contra a Chapecoense. 📸 Reprodução/ESPN https://t.co/jXbCS8nmVo #MatheusHenrique #Cruzeiro #Fratura

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

O atacante Lucca teve alta nesta tarde do Hospital Albert Einstein. Sofreu uma fratura na mandíbula após acidente de carro ontem. Ficará um período afastado dos treinamentos, em processo de recuperação. O jovem havia sido elogiado pelo desempenho no jogo-treino contra o Ituano. Estava retornando para casa justamente após a atividade no CT. #Futebol #Saúde #Recuperação

Lucca teve uma fratura da mandíbula. Causada pelo acionamento do airbag, como tinha antecipado. Não estava em alta velocidade. 🙏 #Acidente #Saúde #Segurança

O atacante Lucca foi encaminhado para o Einstein Hospital Israelita após sofrer acidente automobilístico na tarde deste sábado (01). O atleta passou por uma série de exames e teve diagnosticada uma fratura de mandíbula, que será corrigida com tratamento conservador após indicação de especialista buco-maxilo. O jogador realizou uma sutura próxima à região do queixo e receberá alta ainda nesta noite. Lucca seguirá assistido pelo departamento médico do São Paulo e dará sequência ao tratamento com especialista na próxima segunda-feira (03). Desejamos pronta recuperação para o nosso Made in Cotia! #ForçaLucca #Recuperação #Futebol

O atacante Lucca, do São Paulo, sofreu um acidente de carro neste sábado, mas passa bem. Ele participou do jogo-treino contra o Ituano e estava retornando para casa. Dirigia em baixa velocidades, pelas informações preliminares que obtive. Lucca foi encaminhado a um hospital e tem suspeita de fratura no maxilar, causada pelo acionamento do airbag. Está passando por exames nesse momento. No aguardo de maiores informações. #Lucca #SãoPaulo #Acidente

⚠️ Souza, ex-São Paulo, postou um story contando que o Lucca sofreu um acidente de carro. A princípio era grave, mas ele já está estável. Ele teria tido uma fratura no rosto e não corre risco de vida. https://t.co/xn6vQZ5Zme #Futebol #Acidente #Saúde

A religião da direita brasileira é o ego. Da esquerda a inveja. O segundo sabe se “unir por uma recompensa maior”, sabem lavar roupa suja em casa. Se odeiam mas enxergam os frutos da aliança - arrancar o que outros produzem. A direita não. Por ser ego, se apegam no destaque individual, não olham o cenário completo e por isso nunca tiveram poder real. Se contentam com pequenos momentos de brilho. O veio Olavo estava certo quando disse: Não existe direita, existe Jair Bolsonaro. Já disse aqui: Flávio eleito, quase todos estes deputados que hoje se dizem “de direita” tentarão carreira solo, quiçá vão pra oposição. Quanto a isto não tenho esperança alguma. Ainda sobre isto às vezes penso: melhor um Governo fraturado que levará a culpa pelos erros do PT ou o PT novamente pra ficar com a mão no manche do jato que perdeu a turbina? #Política #Brasil #DireitaEsquerda

🚨 Cruzeiro informa que Gabriel Pec foi diagnosticado com uma fratura na tíbia e precisará passar por cirurgia. O atacante sofreu uma forte entrada de Victor Gabriel, do Internacional, no jogo de ontem. Era o primeiro jogo oficial de Pec pela Raposa. 📸 Lucas Bubols/CEC https://t.co/pFkW6tcgeS #Futebol #Lesão #Cruzeiro

Cruzeiro 🦊 Jul 23

O Cruzeiro informa que o atleta Gabriel Pec realizou exames na manhã desta quinta-feira, em Belo Horizonte, quando foi constatada uma fratura na tíbia da perna esquerda, ocorrida devida a dura falta sofrida no segundo tempo da partida contra o Internacional. A indicação para o caso é de tratamento cirúrgico, que será realizado pelos médicos do Cruzeiro, no hospital Orizonti, nos próximos dias. Desejamos uma pronta recuperação para que volte o mais breve possível aos gramados, Pec! #Futebol #Lesão #Recuperação

🚨 Após sofrer entrada dura de Victor Gabriel, do Internacional, Gabriel Pec tem fratura confirmada e desfalcará o Cruzeiro por um tempo. Ainda faltam exames complementares para avaliar o tempo de recuperação do atacante. 🗞️ @centraldatoca | @samuelvenancio 📸 Reprodução/Globo https://t.co/vDbCaRyXM0 #Futebol #Lesão #Cruzeiro

⚠️ ÚLTIMA HORA: Gabriel Pec tem fratura na tíbia da perna esquerda confirmada após ser reavaliado pelo departamento médico do Cruzeiro. O atacante passará por exames complementares e os resultados vão determinar o tratamento adotado e o tempo de recuperação. 🗞️ @centraldatoca 📸 Lucas Bubols/Cruzeiro #Cruzeiro #Futebol #Saúde

Gabriel Pec teve a fratura confirmada em raio-x hoje de manhã. Ainda precisa de exames complementares pra avaliar tempo de recuperação https://t.co/5gXQpdINfP #GabrielPec #Fratura #Recuperação

Pessoal, infelizmente a notícia é ruim: Gabriel Pec foi reavaliado agora pela manhã e teve fratura confirmada. Vai ficar um tempo afastado. Mais detalhes daqui a pouco no @centraldatoca e Samuca TV #GabrielPec #Lesão #Notícias

Iron Luiz Jul 23

Caramba, o Victor Gabriel machucou muito sério o Gabriel Pec. Imagem muito forte. Tomara que seja um corte e não tenha fratura ou algo mais grave. Tá expulso. Cara totalmente irresponsável de ir dessa forma num gramado molhado assim. Tá doido, pesado... #futebol #lesão #segurança

Observador Jul 10

A Polícia Judiciária investiga um caso de uma bebé de dois meses internada no Hospital de Aveiro com várias fraturas, cuja origem das lesões permanece incerta, enquanto o tribunal avalia a situação da criança e de seus irmãos para garantir sua segurança. #PolíciaJudiciária #Aveiro #Justiça

PJ investiga caso de bebé internada em Aveiro com fraturas