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The Västra Götaland region has decided to pay 657 million kronor to terminate the contract with Oracle regarding the criticized medical record system Millennium, which was implemented in November 2024 and led to significant problems in healthcare, with the aim of ensuring patient safety and functional IT systems during the development of a new system. (translated)

Regionen betalar 657 miljoner för att bli av med Millennium

According to TCO's report, 55 percent of officials in Västra Götaland County believe that their municipality is poorly equipped to handle extreme weather related to climate change, creating a gap between known risks and the municipalities' climate adaptation efforts. (translated)

Majoritet tror att kommunen är dåligt rustad för extremväder – glapp mellan risker och klimatanpassning i Västra Götalands län

Já estou ciente de que Renan Santos, aquele cosplayer do Boça, me citou no “debate” de ontem e atacou o fim da escala 6x1. Entendo que, pra ele, que nunca teve um emprego de verdade, é inconcebível o trabalhador ter direito ao descanso. Afinal, seu objetivo de vida é que ele e sua trupe de esquisitões se elejam pra serem sustentados pelo povo brasileiro enquanto permitem que os patrões explorem os trabalhadores até a última gota de suor. O que eles almejam na política é só ter um cargo cuja função é impedir qualquer avanço no bem-estar da população que possa diminuir um mísero centavo do lucro dos empresários. A verdade é que o grande sonho do liberal radical, a utopia dessa gente, é conseguir um emprego de gerente sem ter o talento necessário pra isso. Resta-lhes a política e a posição de capatazes do povo que os sustenta em seus cargos. Renan Santos não tem uma proposta, não tem uma missão e nenhum talento digno de reconhecimento. Ele tem fome de um carguinho. De gente assim a política está cheia. É essa gente que a luta pelo fim da escala 6x1 está derrotando todos os dias, e assim continuaremos. #Trabalho #DireitosTrabalhistas #Política

Iran threatened to suspend oil exports through the Strait of Hormuz in retaliation for U.S. sanctions, stating that if the economic war continues, not a drop of oil will be exported, while the Iranian currency reaches a new historic low. (translated)

Irão ameaça suspender as exportações de petróleo através...

In Västra Götaland, a case of measles has been confirmed, linked to an outbreak after the Urkult festival, and the public health authorities have begun tracking and preventive measures to inform and protect those who may have been exposed. (translated)

Ett fall av mässling i Västra Götaland

"Una gota no hace un océano. Pero, bueno, sólo hay una oportunidad para causar una primera impresión y la de Kang In Lee fue inmejorable". https://t.co/fyBRGRJPNb #PrimeraImpresión #KangInLee #Fútbol

On va affronter la structure qui a envoyé Itachi à la retraite Rendez-vous vers 17H sur la chaîne de Gotaga #M8WIN https://t.co/VfgaYmQD3A #Itachi #Gotaga #M8WIN

On va récupérer notre place pour les playoffs Rendez-vous vers 15H sur la chaîne de Gotaga #M8WIN https://t.co/8OH73GGcuR #Playoffs #Esport #Gotaga

@Gotaga @gulceda_ @tokameite @martiivlr @Namiivlr @Ex6TenZZZZZZZ @iDexFPS merci my ceo cette année c’est la notre ❤️ #Gaming #Esport #TeamWork

On commence la journée avec un très gros match Rendez-vous à 13H sur la chaîne de Gotaga #M8WIN https://t.co/bxUqUb593H #Match #Esport #Gotaga

Eu tava montando “gota d’água” quando conheci essa moça em Palmas que me deu conselhos valiosos, além de uma apresentação particular dos textos e músicas da peça. https://t.co/uDfEYZJoTw #Arte #Teatro #Cultura

Quem diria que um jogador holandês poderia ser o estopim para uma revolução no Corinthians. Não foi ele obviamente, mas ele pode ser a gota d’água!!! BASTA!!!!!! #Corinthians #Futebol #Revolução

🚨El @Cadiz_CF destituye a Imanol Idiakez a falta de cuatro días para su estreno liguero tras un fuerte enfrentamiento con el coordinador deportivo Juan Cala y el vicepresidente Rafael Contreras, cambiando el entrenamiento matinal de hoy para la tarde ▪️El entrenador lleva toda la pretemporada mostrando su descontento por los fichajes. No le convencen varios de los que han traído e incluso solicitó una reunión con Manuel Vizcaíno, el anterior presidente, como ya dio a conocer @solofichajes123, para hacerle ver que no se cumplió lo que le habían prometido al término de la temporada anterior ▪️Desde hace una semana apenas se hablaba con Cala después de tener un desencuentro en un entrenamiento. Y la gota que colmó el vaso fueron las declaraciones del entrenador en la rueda de prensa posterior al Trofeo Carranza, donde demandó muchos fichajes de calidad ▪️Cala y Contreras le recriminaron sus palabras y el técnico se enfrentó a ellos con el presidente Septien contemplando la escena. Posteriormente llamó a Manuel Vizcaíno, pero el anterior presidente se desentendió, y durante todo el domingo se fue cocinando la destitución hasta comunicársela por la noche ▪️Albert Celades es muy del agrado de Manuel Vizcaíno y es uno de los candidatos a sustituirle a pocos días del inicio liguero #CadizCF #fútbol #destitución

"Sur CS, on a mal fait les choses. Même si, pour moi, le départ est cohérent, la façon dont il s’est fait ne l’est pas. On a chié. 🫤 Je tiens à m’excuser auprès de la commu M8 qui kiffait CS, ainsi qu’auprès de nos joueurs." - 🇫🇷 @Gotaga à propos du départ de 🇫🇷 @gentlemates. #CSGO #esports #gaming

SMHI warns of a high to extremely high risk of fire in Götaland, parts of Svealand, and Gävleborg County, with a particular urging for caution when it comes to burning and working with machines outdoors. (translated)

Extrem brandrisk på flera håll i landet

Ninguém fala mais da parte física do Vasco. Time correndo até o último minuto, deixando a última gota de suor. Quando o coletivo funciona, tudo parece melhor. #Vasco #Futebol #Esporte

The PP has asked all its people to go out and defend @IdiazAyuso because they know that the attic issue has been the straw that broke the camel's back of the rotten smell. "He who can do, let him do," they say someone has said. Fernando Savater, terrified, has even written a book. (translated)

Tengo la sensación que con Julián Álvarez estamos exprimiendo un limón del que ya no queda una sola gota. Lo dicho, es solo una sensación. Y si al final Miguel Ángel Gil Marín cede, será sacando 135-140 millones. El sablazo puede ser épico. Por el bien del Barça que esto termine. #Fútbol #Barça #JuliánÁlvarez

LUANA CONFIESA QUE LE SOLTÓ LA MANO A SOL POR UN HOMBRE Luana: “hubo una gota que rebalsó el vaso para que yo me termine de alejar por completo de Sol, la gota no fue un hombre SINO LA ACTITUD DE ELLA, flaca estamos siendo aliadas, te estoy diciendo que me gusta tal persona, y vos haces lo que se te canta el culo, y seguís hablando, te vas a acostar con el, NO ESTAS TENIENDO CÓDIGOS” PÍDANLE PERDÓN A TINI Y A SOL PORQUE AL FINAL TENÍAN RAZÓN #GranHermano #Luana #Drama #Relaciones

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica