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#Incredulidade

Anunciar duas vezes uma não renovação seria o que? Eu juro que eu não consigo por em palavras isso… Loucura? Insanidade? Falta de noção? Ilógico? Incredulidade? Muita coragem? Culhão? Não sei. Ultrapassaria o inexplicável. #Loucura #Insanidade #Incredulidade

O clima no vestiário após a derrota no Peru foi de incredulidade, vergonha e muita tensão. Jogadores reconheceram a atuação muito abaixo do esperado e fizeram fortes cobranças entre si, com momentos de nervos à flor da pele e grande inconformidade. A diretoria também se reuniu com os capitães e a comissão técnica para manifestar profunda insatisfação com o desempenho. As lideranças do elenco assumiram a responsabilidade de juntar os cacos e tentar recuperar o grupo. Agora, o foco é uma resposta imediata contra o Vitória. Apesar do vexame no Peru, internamente o Botafogo ainda acredita que pode reverter a situação contra o Cienciano, no Rio. — TF #Futebol #Botafogo #Derrota

Observador Jul 8

O empresário Valter Lavitola é suspeito de ter planeado um atentado com bomba em frente à casa do jornalista italiano Sigfrido Ranucci, ocorrido em outubro de 2025, levando à detenção de quatro pessoas e à investigação por tentativa de homicídio em massa, enquanto Ranucci expressou a sua incredulidade devido à sua amizade com Lavitola. #Itália #Crime #SigfridoRanucci

Empresário suspeito de planear atentado a amigo jornalista

Quando a Arte Me Apanha de Surpresa: Dos “Amigos Improváveis” a Duchamp e Manzoni No fim-de-semana passado, para diminuir o ócio, decidi ver um filme: "Amigos Improváveis". Já tinha ouvido falar dele, mas nunca me tinha sentado, verdadeiramente, a apreciá-lo. Bastaram poucos minutos para perceber que não era apenas uma comédia dramática; era o encontro improvável entre dois mundos que, à partida, nunca se tocariam. De um lado, Philippe, um aristocrata tetraplégico, culto, refinado, rodeado de arte, música clássica e silêncio. Do outro, Driss, um jovem de origem humilde, impulsivo, directo, cheio de vida e sem filtros. A relação entre os dois cresce precisamente dessa colisão de universos — e eu, do meu sofá, dei por mim a sorrir com a franqueza de Driss e a serenidade de Philippe. Há uma cena, no entanto, que ficou cravada na memória. Philippe mostra a Driss uma pintura abstracta caríssima. Driss olha para o quadro, inclina a cabeça e diz aquilo que eu próprio já pensei diante de certas obras: "Isto? Isto podia ter sido feito por mim." Ri-me, claro. Porque ali, naquele momento, Driss estava a verbalizar a perplexidade que tantos de nós sentimos quando confrontados com arte abstracta. Para ele, eram apenas manchas. Para Philippe, era emoção, gesto, intenção. Mais tarde, Driss pinta o seu próprio quadro — uma brincadeira, quase um desafio — e Philippe acaba por vendê-lo a um coleccionador por uma pequena fortuna. E eu percebi ali algo essencial: o valor da arte não está apenas no objecto, mas na história que o envolve, na narrativa que lhe atribuímos, no olhar que lhe dedicamos. De repente, dei por mim a pensar em artistas que levaram esta ideia ao extremo. Um campo de forças, não uma sentença individual Ao reflectir sobre tudo isto, lembrei-me de algo fundamental: o valor da arte não é decidido por uma única pessoa ou entidade. Nasce da interacção entre vários agentes — críticos, curadores, museus, coleccionadores, galerias, leiloeiras, mercado e público. Em termos sociológicos, o valor artístico é construído dentro de um "campo", um espaço onde diferentes forças competem, legitimam e disputam o que merece ser chamado de arte. Ou seja: quando Driss olha para um quadro e diz que podia tê-lo feito, e Philippe responde com serenidade que há ali algo mais, ambos estão a participar — sem o saber — nesse jogo complexo de legitimação. A arte vive dessa tensão entre o olhar individual e o consenso colectivo. Duchamp: o homem que me ensinou a desconfiar das certezas Lembrei-me então de Marcel Duchamp, o artista que virou o mundo artístico do avesso. Em 1917, Duchamp pega num urinol — um objecto banal, industrial, sem qualquer pretensão estética —, vira-o ao contrário, assina-o R. Mutt e apresenta-o como obra de arte. Assim nasce "A Fonte". Quando ouvi falar desta peça pela primeira vez, confesso que também pensei: "Isto é provocação pura." Mas quanto mais reflicto, mais percebo que Duchamp não queria que eu admirasse a forma; queria que eu questionasse o conceito. Queria que eu percebesse que a arte não é apenas aquilo que se pinta ou esculpe — é também aquilo que se declara como arte. Com Duchamp, aprendi que a arte conceptual é um convite à dúvida, ao desconforto e, sobretudo, ao pensamento. Manzoni: quando a provocação se transforma em obra E se Duchamp já me tinha abanado, Piero Manzoni empurrou-me definitivamente para fora da zona de conforto. Em 1961, Manzoni cria "Merda de Artista" — 90 latas seladas, alegadamente contendo excremento seu, vendidas ao preço do ouro. Quando descobri esta obra pela primeira vez, fiquei entre o riso e a incredulidade. Mas depois percebi o génio: Manzoni estava a expor a obsessão do mercado pela "aura" do artista, pela ideia de que tudo o que ele toca se transforma automaticamente em arte. E eu, mais uma vez, fui obrigado a perguntar-me: o que é que realmente valorizo numa obra? A técnica? A intenção? O nome? O choque? A subjectividade como bússola Entre a pintura abstracta de "Amigos Improváveis", o urinol de Duchamp e as latas de Manzoni, percebi algo fundamental: a arte não é um território de certezas, mas um espaço de diálogo. A subjectividade não é um erro — é a minha própria assinatura invisível sobre a obra. E quanto mais me permito entrar neste jogo, mais descubro que a provocação, o desconforto e até o riso são portas de entrada para novas formas de pensar. Fica a pergunta para vós: já vos aconteceu olhar para uma obra de arte e pensar exactamente o mesmo que o Driss? E, se sim, o que fizeram com esse pensamento — riram-se dele, ou deixaram-no crescer até vos mudar a forma de ver?

UEFA arrasa FIFA: "A decisão de ontem de suspender, por um período probatório de um ano, a aplicação da suspensão automática de um jogo na sequência do cartão vermelho mostrado ao jogador Folarin Balogun ultrapassou um limite inaceitável. O futebol, tal como qualquer outro desporto, assenta em regras, que constituem a base para uma competição justa, honesta e transparente. Por vezes, as regras estão abertas a interpretação. Neste caso, não. Uma suspensão automática mínima de um jogo na sequência de um cartão vermelho não é uma opção discricionária e não requer a decisão de um órgão competente para ser aplicada. Trata-se de um princípio consagrado nos regulamentos, que não pode ser sujeito a exceções, muito menos no meio de um torneio em que vários outros jogadores se encontraram na mesma situação e cumpriram regularmente a sua suspensão. Quando a certeza das regras deixa de ser garantida pelos seus guardiões, a integridade do jogo fica em risco e a credibilidade de uma competição é comprometida. Da mesma forma, tal decisão cria um precedente no torneio em curso, onde situações semelhantes exigirão agora um tratamento igual, em detrimento da competição. O futebol é o desporto mais amado do mundo porque é um jogo bonito e inspira confiança por ser praticado em todo o lado com as mesmas regras. Um torneio nunca é um caso isolado e, se o torneio em questão for o Mundial, tem o poder de gerar consequências positivas ou negativas para o jogo como um todo. Manifestamos a nossa incredulidade perante uma decisão tão sem precedentes, incompreensível e injustificável." #Futebol #UEFA #FIFA

Observador Jun 28

László Krasznahorkai, em entrevista durante o festival Babell no Porto, expressa sua incredulidade em relação à conquista do Nobel da Literatura e reflete sobre a queda de Viktor Orbán, afirmando que a esperança é uma ilusão, ecoando seu ceticismo sobre questões políticas e existenciais. #LászlóKrasznahorkai #ViktorOrbán #Literatura

Krasznahorkai, Orbán e o Nobel: “Ainda não acredito”

Afonso Eulálio tornou-se o terceiro ciclista português a vestir a camisola rosa na Volta a Itália, após ser segundo na quinta etapa da 109.ª edição da prova, destacando-se no pelotão internacional e expressando a sua incredulidade e entusiasmo pela conquista. #Giro2026 #AfonsoEulálio #CamisolaRosa

Giro de Itália: Afonso Eulálio torna-se o terceiro português a vestir a camisola rosa. "Ainda não acredito"