BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#Ouro

De acordo com análise da BBC, a final da Copa do Mundo entre Argentina e Espanha, amanhã, pode definir o vencedor da Bola de Ouro. Messi pode conquistar a sua 9ª Bola de Ouro, o que ampliaria ainda mais o seu recorde histórico. Para a BBC, a Espanha provavelmente precisará ser campeã para que Lamine Yamal apareça como favorito ao prêmio, já que o Barcelona foi eliminado nas quartas de final da Champions League. 🗞️ BBC | @JornalOGlobo 📸 AFA/Seleção Argentina | Seleção Espanhola #CopaDoMundo #BolaDeOuro #Futebol

Lionel Messi é o grande favorito a conquistar a premiação da Bola de Ouro 2026. Lamine Yamal é o único jogador que pode tirar o prêmio da mãos do astro argentino. Mas para isso a Espanha precisará vencer a Copa do Mundo com uma grande atuação do jovem de 19 anos. Via: @BBCSport / @JornalOGlobo 📷Robert Cianflone/Getty Images / 📷SEFutbol #BallondOr #Messi #CopaDoMundo

🚨 Kylian Mbappé tem em mente dois objetivos para a decisão do 3º lugar: - Ganhar a Chuteira de Ouro da Copa do Mundo - Dar uma vitória a Didier Deschamps em sua última partida como técnico 🗞️ @CanalplusFoot https://t.co/D11DQzzUiF #KylianMbappé #CopaDoMundo #Futebol

a Copa do Mundo de Lionel Messi. vai ganhar outra Bola de Ouro, e dessa vez não tem o que contestar… https://t.co/Lh41rW9K8V #CopaDoMundo #LionelMessi #BolaDeOuro

Podem reclamar e falar o que for… Se for campeão domingo, a Bola de Ouro vai para Lionel Messi de novo. Não tem outra. #Messi #BolaDeOuro #Futebol

TEORIA: Anitta vai contar sobre o período de sua doença misteriosa no Equilibrium Parte II O visual mostrar uma mulher caindo dos céus e de um pote de ouro e logo depois deitada na cama e florescendo. https://t.co/IPSlL9ycCY #Anitta #Equilibrium #Saúde

🚨 Se Messi vencer a Copa do Mundo domingo, ele vencerá a nona Bola de Ouro em outubro pela revista France Football! 📰 ESPN. https://t.co/yRcBRgev8Y #Messi #CopaDoMundo #BolaDeOuro

CHOQUEI 1w

🚨VEJA: Ele abriu a Copa do Mundo 2026 e pode fechar com chave de ouro! O brasileiro Wilton Pereira Sampaio está cotado para apitar a grande final do campeonato. https://t.co/Pk8jaq5CQ7 #Copa2026 #Futebol #WiltonPereira

Delcy Rodríguez, presidente interina da Venezuela, solicitou ao rei Carlos III a libertação de ouro retido no Banco de Inglaterra para ajudar na recuperação após os devastadores sismos que assolaram o país, enquanto continua a pressionar pelo fim das sanções e restrições financeiras impostas à Venezuela. #Venezuela #Ouro #Sismos

Delcy pede a Carlos III a libertação de ouro venezuelano

CR7: A Estátua Que Ainda Se Julga Viva Ou: como perder o respeito por alguém sem lhe negar uma única conquista Estava em casa, às 18 horas de Lisboa, a ver Portugal empatar com a República Democrática do Congo, quando dei por mim a fazer uma coisa que nunca pensei fazer: torcer, discretamente, para que a bola não caísse aos pés de Cristiano Ronaldo. Não por rancor. Por cansaço. O cansaço de quem admirou durante vinte anos um jogador e começa agora a duvidar do homem. Não lhe retiro nada do que fez em campo. Cinco Bolas de Ouro, recordes que provavelmente nunca serão batidos, duas décadas a carregar selecções às costas quando ninguém mais o fazia. Isso é facto e permanece facto, imune a qualquer texto de opinião. Mas há uma diferença entre reconhecer o mérito de um jogador e continuar a admirar o homem em que ele se tornou — e é aí que a admiração deixa de bastar. Os números ajudam a perceber a dimensão do problema. Contra a RD do Congo, Ronaldo chegou ao seu décimo jogo consecutivo sem marcar em fases finais de Mundiais e Europeus — um registo que não se estende a outras competições da selecção, onde continuou a marcar normalmente, mas que, nos palcos que mais contam, se arrasta desde o Mundial de 2022. Teve apenas três remates e nenhum à baliza — sexta vez que isso lhe acontece num Mundial. Pelos vistos, aos 41 anos, Ronaldo na selecção só se for na Playstation. E, ainda assim, quando a equipa se juntou no meio-campo para aplaudir os adeptos no final do jogo, ele já ia a caminho do balneário, sozinho, antes de todos os outros. A imprensa internacional não deixou passar o pormenor. É a mesma lógica de um accionista maioritário que continua a comparecer às reuniões de uma empresa que já não gere, exigindo que todos se levantem quando ele entra na sala — mesmo que o produto já não seja dele, mesmo que a equipa de gestão tenha mudado, mesmo que os resultados o desmintam. A marca sobrevive à utilidade. E é exactamente isso que Portugal, aos poucos, deixou de tolerar. Portugal já conhece esta história. Chama-se sebastianismo. Um rei parte para uma guerra que não devia ter travado, desaparece em circunstâncias nebulosas, e o país passa séculos à espera do regresso do "Encoberto" — a certeza colectiva de que só ele pode salvar a pátria, mesmo depois de todas as provas em contrário. Substituam-se as brumas de Alcácer-Quibir pelos relvados de Houston e a estrutura emocional é praticamente a mesma: um povo que prefere esperar por um homem a confiar em si próprio. Fernando Pessoa dedicou parte da sua obra a mostrar como este tipo de espera colectiva por um salvador pode ser, ao mesmo tempo, a maior força e a maior fragilidade de um povo — e é difícil não pensar nisso ao ver um capitão de 41 anos ser tratado como se a selecção não pudesse respirar sem ele, quando hoje tem jogadores como João Neves ou Bruno Fernandes plenamente capazes de a fazer voar sozinha. E é aqui que a crónica muda de tom, porque há episódios que já não são sobre futebol. Ronaldo foi expulso em Novembro contra a Irlanda, por uma cotovelada no defesa Dara O'Shea, e ficaria a dever dois jogos de suspensão para o Mundial. Uma semana depois de jantar na Casa Branca — presente numa recepção oferecida por Donald Trump ao príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman, o mesmo príncipe que os serviços de informação norte-americanos associaram ao assassínio do jornalista Jamal Khashoggi, esquartejado num consulado saudita em Istambul —, a FIFA decidiu converter essa suspensão num "período probatório". Pode ser coincidência de calendário. Mas é, no mínimo, uma coincidência incómoda, vinda de uma organização que lucra directamente com a presença dele no torneio que os Estados Unidos co-organizam. Não é a primeira vez que o vejo escolher o desconforto de uma sala com príncipes e bilionários em vez do desconforto de uma crítica doméstica. Aceita com naturalidade estar sentado ao lado de quem gere o dinheiro saudita — o mesmo fundo soberano que é dono do Al-Nassr e lhe paga duzentos milhões de dólares por ano —, mas revela dificuldade em aceitar que um jovem médio português diga, sem qualquer maldade, que dentro do grupo ele é hoje tratado como mais um. É uma inversão de prioridades reveladora: tolerância total ao poder que o remunera, desconforto perante a igualdade que o desafia. Por isso já não é sobre golos, nem sobre Bolas de Ouro, nem sobre se ainda é ou não o melhor do mundo. É sobre saber ficar no lugar certo quando o palco deixa de ser só seu. Um país não se ajoelha perante um homem, por maior que ele tenha sido — e este Portugal de 2026 já não precisa de esperar por ninguém para acreditar em si próprio. Porque, no fim, nenhum general ganha batalhas sozinho — e nenhum rei continua a sê-lo depois de o povo deixar de precisar dele. #Cristiano Ronaldo, #Mundial 2026, #futebol, #Arábia Saudita, #Casa Branca, #FIFA, #Portugal, #sebastianismo, #crónica

"Ele simplesmente resistiu e lutou de volta, o que vimos hoje é a fera que estamos acostumados a ver, e ainda estamos vendo. Lembrem-se, ele já ganhou esta Copa do Mundo, muitos troféus, Bola de Ouro… Tudo. Você pode ver o currículo dele e é perfeito. E ele ainda quer mais." - Zlatan Ibrahimovic, sobre Lionel Messi #Futebol #LionelMessi #ZlatanIbrahimovic

O Alforge do Tempo: Reflexões nos Meus 70 Anos O tempo não pede licença. Entra-nos pela porta dentro, senta-se à mesa como um velho amigo, e quando damos por nós, ofereceu-nos mais uma página — mais um ano — no livro maravilhoso da nossa existência. Hoje, neste dia 7 de Julho, o meu coração transborda: celebro uma marca redonda e linda, setenta anos de vida! E olho, com um sorriso largo, para o alforge que carrego às costas. Que tesouro é este que fui juntando? Que riqueza é esta que trago comigo até aqui? Olho para trás e sinto uma gratidão imensa. Percebo, com a clareza serena que só os anos trazem, que a vida não aconteceu exactamente como planeei — e ainda bem! Aconteceu sempre da forma certa para me ensinar, fortalecer e fazer florescer. Na minha jornada houve pessoas que me desiludiram, projectos que não vingaram, portas que se fecharam. Mas aprendi, com o tempo, que gastar energia a lamentar ou a procurar culpados nunca resolveu nada — e que libertar-me disso foi um dos maiores presentes que me dei. Durante muito tempo confundi pressa com rumo. Deixei-me arrastar pela vertigem dos dias caóticos, pela ilusão de que estar sempre ocupado era estar vivo. Hoje sei, com o sorriso de quem finalmente entendeu: a verdadeira vida está nos momentos que criei, nas pessoas que amei, no céu que parei para contemplar. Aprendi a deixar de analisar tudo ao microscópio e a simplesmente viver. A maturidade que celebro hoje não é ter tido uma vida sem tropeços; é ter aprendido a dançar com eles, de coração leve. Compreendi que há situações para enfrentar, outras para aceitar com serenidade, e outras para simplesmente atravessar de cabeça erguida. E quanto mais cedo aprendemos isto, mais doce e mais leve a vida se torna! Essa mesma experiência ensinou-me que a felicidade não pode ficar refém do próximo cargo, do próximo salário, do próximo amor ou da próxima conquista. Se tivesse vivido assim, teria passado a vida à espera de um futuro perfeito que nunca chega. Ser feliz tornou-se a minha escolha de todos os dias — e que escolha maravilhosa! É encontrar motivos para agradecer mesmo quando as coisas não correm na perfeição; é celebrar as pequenas vitórias que tantos ignoram, e agradecer, de coração cheio, a saúde, a família, os amigos, o trabalho, as aprendizagens e, sobretudo, cada recomeço que a vida me presenteou. A verdade é que dificilmente tudo corre bem na vida de alguém — e não faz mal! Os mundos perfeitos só existem nas redes sociais. Na vida real, todos enfrentamos desafios que não aparecem nas fotografias. Por isso, hoje, quando a vida me apresenta uma conta que eu preferia não pagar, respiro fundo e pergunto, com curiosidade em vez de amargura: "O que é que isto me está a tentar ensinar?" A resposta nem sempre vem logo, mas quase sempre, com o tempo, descubro — e que alegria nessa descoberta! — que aquilo que parecia um castigo era, na verdade, uma oferta disfarçada de crescimento. O universo não entrega a conta na mesa errada, e as minhas maiores forças nasceram, com orgulho o digo, dos desafios que um dia gostaria de ter evitado. O diamante não brilha sem a fricção do polimento; o ouro não se depura sem o fogo. As provações por que passei não me azedaram a alma — temperaram-na, tornaram-na mais forte e mais luminosa. A Experiência foi o professor mais exigente que conheci, mas também o mais generoso: deu-me sempre os testes primeiro, para depois me presentear com as lições. Quando o desânimo tenta bater-me à porta, faço o exercício inverso, e é aí que encontro a minha alegria: em vez de sofrer pelo cume que ainda falta escalar, viro-me para trás e contemplo, radiante de orgulho, o longo caminho que já percorri. Espanta-me, com um sorriso, a nossa fragilidade humana. Como somos rápidos a perguntar "Porquê eu?" na hora da dor, e como esquecemos, tantas vezes, de fazer a mesma pergunta quando a vida nos abraça e prosperamos. Ao soprar estas setenta velas, com o coração a transbordar de alegria, o meu compromisso é claro e é feliz: quero abraçar o meu passado em paz absoluta, sem uma sombra de arrependimento. Quero viver o meu presente com a confiança de quem sabe quem é, e olhar para o amanhã sem um pingo de medo — só com entusiasmo. Escolho acreditar que não há orações sem resposta. O segredo está em manter a chama da fé acesa e desarmar o medo com um sorriso. Afinal, a vida nunca foi um problema para resolver; é, e sempre será, um mistério maravilhoso para se celebrar. E eu, com as minhas rugas felizes e as minhas certezas redimidas, digo-o de coração aberto: a vida é absolutamente maravilhosa, e vale a pena vivê-la com gratidão até ao fim. Parabéns a mim, por estes setenta anos de vida bem vivida! Que venham, de braços abertos, as lições e as bênçãos que ainda faltam.

🚨🇺🇸 AGORA! FIFA acaba de confirmar a ANULAÇÃO dos 4 gols da Bélgica no jogo entre Estados Unidos x Bélgica. Com a decisão oficial, os EUA estão CLASSIFICADOS às quartas de final da Copa do Mundo. GERAÇÃO DE OURO 🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥 https://t.co/3MGTnBL8oS #FIFAWorldCup #EUA #Futebol

Agora que o Cristiano Ronaldo vai encerrar a carreira sem Copa, vou ter que falar com meus filhos que meu jogador favorito foi apenas: O maior jogador da história do futebol de clubes😭 Só 5 Champions😭 Só 5 bolas de ouro😭 Só 1000 gols😭 https://t.co/9JZkAG3kcW #CristianoRonaldo #Futebol #Lenda

Pra mim um grande mito é que o Neymar tenha feito algo em prol da seleção ou de qualquer outro time, e não dele mesmo. Saiu do Barcelona pra ser a estrela do PSG, no PSG não foi bola de ouro nem campeão da Champions foi pra Arábia ganhar dinheiro, na Arábia nem jogou foi pro Santos pra voltar pra seleção, no Santos fez o clube se endividar. Pra mim, a frustração é que ELE não foi campeão mundial, se fosse sobre a seleção ele nem teria ido #Neymar #Futebol #SeleçãoBrasileira

Quando a Arte Me Apanha de Surpresa: Dos “Amigos Improváveis” a Duchamp e Manzoni No fim-de-semana passado, para diminuir o ócio, decidi ver um filme: "Amigos Improváveis". Já tinha ouvido falar dele, mas nunca me tinha sentado, verdadeiramente, a apreciá-lo. Bastaram poucos minutos para perceber que não era apenas uma comédia dramática; era o encontro improvável entre dois mundos que, à partida, nunca se tocariam. De um lado, Philippe, um aristocrata tetraplégico, culto, refinado, rodeado de arte, música clássica e silêncio. Do outro, Driss, um jovem de origem humilde, impulsivo, directo, cheio de vida e sem filtros. A relação entre os dois cresce precisamente dessa colisão de universos — e eu, do meu sofá, dei por mim a sorrir com a franqueza de Driss e a serenidade de Philippe. Há uma cena, no entanto, que ficou cravada na memória. Philippe mostra a Driss uma pintura abstracta caríssima. Driss olha para o quadro, inclina a cabeça e diz aquilo que eu próprio já pensei diante de certas obras: "Isto? Isto podia ter sido feito por mim." Ri-me, claro. Porque ali, naquele momento, Driss estava a verbalizar a perplexidade que tantos de nós sentimos quando confrontados com arte abstracta. Para ele, eram apenas manchas. Para Philippe, era emoção, gesto, intenção. Mais tarde, Driss pinta o seu próprio quadro — uma brincadeira, quase um desafio — e Philippe acaba por vendê-lo a um coleccionador por uma pequena fortuna. E eu percebi ali algo essencial: o valor da arte não está apenas no objecto, mas na história que o envolve, na narrativa que lhe atribuímos, no olhar que lhe dedicamos. De repente, dei por mim a pensar em artistas que levaram esta ideia ao extremo. Um campo de forças, não uma sentença individual Ao reflectir sobre tudo isto, lembrei-me de algo fundamental: o valor da arte não é decidido por uma única pessoa ou entidade. Nasce da interacção entre vários agentes — críticos, curadores, museus, coleccionadores, galerias, leiloeiras, mercado e público. Em termos sociológicos, o valor artístico é construído dentro de um "campo", um espaço onde diferentes forças competem, legitimam e disputam o que merece ser chamado de arte. Ou seja: quando Driss olha para um quadro e diz que podia tê-lo feito, e Philippe responde com serenidade que há ali algo mais, ambos estão a participar — sem o saber — nesse jogo complexo de legitimação. A arte vive dessa tensão entre o olhar individual e o consenso colectivo. Duchamp: o homem que me ensinou a desconfiar das certezas Lembrei-me então de Marcel Duchamp, o artista que virou o mundo artístico do avesso. Em 1917, Duchamp pega num urinol — um objecto banal, industrial, sem qualquer pretensão estética —, vira-o ao contrário, assina-o R. Mutt e apresenta-o como obra de arte. Assim nasce "A Fonte". Quando ouvi falar desta peça pela primeira vez, confesso que também pensei: "Isto é provocação pura." Mas quanto mais reflicto, mais percebo que Duchamp não queria que eu admirasse a forma; queria que eu questionasse o conceito. Queria que eu percebesse que a arte não é apenas aquilo que se pinta ou esculpe — é também aquilo que se declara como arte. Com Duchamp, aprendi que a arte conceptual é um convite à dúvida, ao desconforto e, sobretudo, ao pensamento. Manzoni: quando a provocação se transforma em obra E se Duchamp já me tinha abanado, Piero Manzoni empurrou-me definitivamente para fora da zona de conforto. Em 1961, Manzoni cria "Merda de Artista" — 90 latas seladas, alegadamente contendo excremento seu, vendidas ao preço do ouro. Quando descobri esta obra pela primeira vez, fiquei entre o riso e a incredulidade. Mas depois percebi o génio: Manzoni estava a expor a obsessão do mercado pela "aura" do artista, pela ideia de que tudo o que ele toca se transforma automaticamente em arte. E eu, mais uma vez, fui obrigado a perguntar-me: o que é que realmente valorizo numa obra? A técnica? A intenção? O nome? O choque? A subjectividade como bússola Entre a pintura abstracta de "Amigos Improváveis", o urinol de Duchamp e as latas de Manzoni, percebi algo fundamental: a arte não é um território de certezas, mas um espaço de diálogo. A subjectividade não é um erro — é a minha própria assinatura invisível sobre a obra. E quanto mais me permito entrar neste jogo, mais descubro que a provocação, o desconforto e até o riso são portas de entrada para novas formas de pensar. Fica a pergunta para vós: já vos aconteceu olhar para uma obra de arte e pensar exactamente o mesmo que o Driss? E, se sim, o que fizeram com esse pensamento — riram-se dele, ou deixaram-no crescer até vos mudar a forma de ver?

Mbappe decisivo Messi decisivo Haaland decisivo Cristiano Ronaldo decisivo Harry kane decisivo Aí na minha vez o Bola de ouro man deixa o pênalti decisivo pro volante do Newcastle bater #Futebol #BolaDeOuro #Jogadores

"Disse a eles: Vamos enfrentar jogadores que lutam pela Bola de Ouro, pela artilharia das Copas. Temos rapazes que não conheceram os pais, que passaram por dramas sérios. (...) Sabem há quanto Gill não recebe? Vendeu roupas para salvar a vida da filha". https://t.co/PCR0QNX6f3 #Futebol #Superação #Empatia

Gustavo Alfaro, técnico do Paraguai, após a derrota para França. "Eu disse aos jogadores: 'Vamos enfrentar jogadores que brigam pela Bola de Ouro, pela artilharia histórica do Mundial'. Nós temos garotos que não conheceram seus pais. Que passaram por dramas severos. Mas apesar de tudo, nós podemos. Antes, Galarza não podia jogar no River, mas pode jogar contra Alemanha e França. Ele pode jogar em qualquer equipe do mundo. O Gill teve que vender suas roupas para salvar a vida da filha. Que equipe do mundo não quer ter um goleiro como ele? Eu queria tentar uma revolução no Paraguai. Podíamos fazê-la através do Mundial. Queria chegar mais longe, era algo que senti internamente, por isso morro com essa dor." 📽️ @DSports #Futebol #CopaDoMundo #Paraguai

DataFut 2w

“Hoje enfrentamos uma seleção com jogadores que disputam a Bola de Ouro, a artilharia histórica dos Mundiais, e nós temos garotos que nem conheceram seus pais” Gustavo Alfaro após Paraguai 0x1 França. https://t.co/IoPlJr3mYL #Futebol #Mundial #BolaDeOuro