🎬 LAS CRÓNICAS DE NUESTRO MUNDIAL. Capítulo 6 | Bélgica. 🙌 Lucharemos por protagonizar el final de esta gran película. #VamosEspaña | #CopaMundialFIFA https://t.co/uOkPjzrLuC #CopaMundialFIFA #VamosEspaña #Fútbol
Na crónica do emocionante jogo entre Argentina e Suíça, a seleção sul-americana, após um primeiro tempo difícil, renasce com a expulsão de Embolo e, apesar da resistência suíça, assegura a vitória no prolongamento com um golaço, avançando assim para as meias-finais do Mundial 2026. #Mundial2026 #Argentina #Suíça
El sistema de intermediación privadas de los recursos de la salud ha fracasado y no porque me vaya va a cambiar esa realidad. La relación directa del estado con la clínica y el hospital para mejorar la salud de los pacientes es un tema vertebral de la reforma a la salud que el congreso no supo, resolver para transformar la ley 100. Las EPS van a morir porque no sirven en el sistema, sobran, y las ganancias de sus propietarios privados es un regalo de la nación. Propuse sacar las EPS del sistema de aseguramiento financiero y darles otras funciones en el sistema de salud, Pero simplemente el Congreso no respondió a la necesidad de la vida y la salud del pueblo. Mostramos los grandes resultados en el mejoramiento de la salud de l sociedad en general con las caídas sustanciales de las tasas de mortalidad infantil, materna perinatal y no avanzó la muerte en la población con enfermedades crónicas en la población entre los 30 y los 70 años. La salud del pueblo mejoró pero está enfermo su sistema de intermediación privada lleno de mafias , codicia y corrupción. El desastre que muestra el manejo privado de la Nueva EPS, muy influenciada por Vargas Lleras, es de desfalco. La nación debe repararlo en lo que le corresponde. Pero el sistema de atención primario fortalecido y de prevención debe fortalecerse aún más, solo necesita un sistema asistencial de salud público/privado, sin intermediarios. #Salud #ReformaSalud #Corrupción
¡¡¡𝗦𝗢𝗠𝗢𝗦 𝗖𝗔𝗠𝗣𝗘𝗢𝗡𝗘𝗦!!! Una España de 𝗗𝗜𝗘𝗭 conquista el #U19EURO. 🇪🇸 2-0 🇩🇪 🏆 Crónica: https://t.co/wVkbsg9S4O #NuestraBase https://t.co/IskrzAvZeu #U19EURO #España #Fútbol
Circula pelas veredas digitais do X um vídeo em que uma voz masculina, supostamente confidenciada, assegura que Michelle Bolsonaro revelara ao mundo a inépcia oscular de Jair. O marido, segundo o “relato’”, não sabia beijar. Eis a intimidade conjugal servida como petisco nas redes, arma vil da guerra de narrativas que devora reputações com a voracidade de um vírus. Embora o artefato apresente todos os estigmas do deepfake, a premissa não é nova. Usar o leito, o beijo ou a alcova para demolir a estátua de um governante é tática tão antiga quanto o poder. A exposição das fraquezas sexuais, físicas ou emocionais de chefes de Estado pelas próprias consortes já derrubou tronos, abalou repúblicas e forneceu material inesgotável à crônica da miséria humana. Dois casos próximos, no tempo histórico, ilustram com precisão essa arte da desconstrução. Na década de 1970, Margaret Trudeau, casada com Pierre Trudeau, o primeiro-ministro canadense de charme intelectual e pai de Justin (porque dizem maldosamente que pai é quem cria), dissolveu o casamento e publicou Beyond Reason em 1979. Na obra, escancarou a frieza glacial do marido, a distância afetiva que transformava o palácio em deserto, os próprios adultérios e a insatisfação profunda de quem tentara salvar as aparências no epicentro do poder. Era a vingança da mulher reduzida a acessório. Mais retumbante ainda foi o terremoto provocado por Diana, Princesa de Gales, contra Charles. Nos anos 1990, a realeza britânica estremeceu quando ela colaborou com o biógrafo Andrew Morton e, depois, concedeu à BBC a entrevista que entrou para a história. “Éramos três neste casamento”, disse, com voz de mártir ferida, vazando o adultério com Camilla, a frieza física do príncipe e a ausência total de desejo no leito real. Para um futuro rei, ver sua performance afetiva dissecada em rede global foi humilhação sem par na era moderna: o herdeiro da coroa, exposto como homem incompleto pela esposa que o mundo tanto amara. Agora, o que circula nas redes, atribuído por muitos à indiscrição de Sóstenes Cavalcante, pinta Bolsonaro quase como um adolescente virgem tardio, alheio às delícias da sensualidade porque, ao que parece, dedicou a vida ao trabalho e à militância para salvar o Brasil. O relato depõe contra o homem público, sim; mas depõe, sobretudo, contra a mulher que deveria guardar tais confidências como relíquia sagrada. Custa, no entanto, crer que Sóstenes tivesse tamanha indelicadeza de vazar o que lhe fora confiado; custa ainda mais imaginar Michelle descendo a esse nível de baixeza conjugal. O mais provável, convenhamos, é que se trate de falsificação digital. Seja como for, a questão eleva-se acima da fofoca de alcova. Michelle deve processar com rigor quem espalhou o deepfake, defendendo a própria honra e a do marido. Mas, se não for falsificação, que venha a público e explique por que processa Sóstenes Cavalcante, ou seja lá quem for o “delator”. Trata-se, afinal, de uma derradeira questão de honra. Numa época em que tudo se reduz a espetáculo vulgar, restam ainda, para os que se pretendem estadistas, esses últimos bastiões da dignidade. Ou o que sobra dela. #deepfake #política #honra
Articolul discută despre conexiunea esențială dintre imunitate și sănătatea inimii, evidențiind cum inflamația cronică generată de sistemul imunitar contribuie la dezvoltarea bolilor cardiovasculare, promovând importanța unui stil de viață activ și a unei alimentații sănătoase în prevenirea acestora. #imunitate #sănătate #prevenție

Têxte do artigo reporta que o Irão afirmou ter registrado 14 mortes devido a ataques dos EUA, em um contexto de escalada das tensões militares após a suspensão do cessar-fogo anunciado por Donald Trump, enquanto a população de Almada protesta contra a crônica falta de água e critica a gestão da autarquia. #Irão #AtaquesEUA #FaltaDeÁgua

Pacientes con Enfermedad Pulmonar Obstructiva Crónica (EPOC) en España, como Francisco Galea, enfrentan una dura lucha por el acceso a tratamientos innovadores como dupilumab, que aunque aprobado por la EMA, sigue sin financiación estatal, lo que agrava su sufrimiento y cuestiona la equidad en el acceso a medicamentos frente a otras patologías respiratorias. #EPOC #Medicamentos #Salud

¡𝗙𝗜𝗡𝗔𝗔𝗔𝗟 𝗗𝗘𝗟 𝗣𝗔𝗥𝗧𝗜𝗗𝗢! España, a la final por la puerta grande. 🇪🇸 3-0 🇭🇷 ✍️ Crónica: https://t.co/HSmj5mSGuk #U19EURO | #NuestraBase https://t.co/jwpTEewBgr #U19EURO #Fútbol #España
AstraZeneca ha adquirido los derechos globales, excluyendo Asia, de un nuevo fármaco pulmonar experimental llamado TQC3721 de la farmacéutica china Sino Biopharmaceutical por hasta 1.900 millones de dólares, con el objetivo de mejorar la función pulmonar en pacientes con afecciones respiratorias crónicas severas. #AstraZeneca #Farmacéutica #SaludPulmonar

CR7: A Estátua Que Ainda Se Julga Viva Ou: como perder o respeito por alguém sem lhe negar uma única conquista Estava em casa, às 18 horas de Lisboa, a ver Portugal empatar com a República Democrática do Congo, quando dei por mim a fazer uma coisa que nunca pensei fazer: torcer, discretamente, para que a bola não caísse aos pés de Cristiano Ronaldo. Não por rancor. Por cansaço. O cansaço de quem admirou durante vinte anos um jogador e começa agora a duvidar do homem. Não lhe retiro nada do que fez em campo. Cinco Bolas de Ouro, recordes que provavelmente nunca serão batidos, duas décadas a carregar selecções às costas quando ninguém mais o fazia. Isso é facto e permanece facto, imune a qualquer texto de opinião. Mas há uma diferença entre reconhecer o mérito de um jogador e continuar a admirar o homem em que ele se tornou — e é aí que a admiração deixa de bastar. Os números ajudam a perceber a dimensão do problema. Contra a RD do Congo, Ronaldo chegou ao seu décimo jogo consecutivo sem marcar em fases finais de Mundiais e Europeus — um registo que não se estende a outras competições da selecção, onde continuou a marcar normalmente, mas que, nos palcos que mais contam, se arrasta desde o Mundial de 2022. Teve apenas três remates e nenhum à baliza — sexta vez que isso lhe acontece num Mundial. Pelos vistos, aos 41 anos, Ronaldo na selecção só se for na Playstation. E, ainda assim, quando a equipa se juntou no meio-campo para aplaudir os adeptos no final do jogo, ele já ia a caminho do balneário, sozinho, antes de todos os outros. A imprensa internacional não deixou passar o pormenor. É a mesma lógica de um accionista maioritário que continua a comparecer às reuniões de uma empresa que já não gere, exigindo que todos se levantem quando ele entra na sala — mesmo que o produto já não seja dele, mesmo que a equipa de gestão tenha mudado, mesmo que os resultados o desmintam. A marca sobrevive à utilidade. E é exactamente isso que Portugal, aos poucos, deixou de tolerar. Portugal já conhece esta história. Chama-se sebastianismo. Um rei parte para uma guerra que não devia ter travado, desaparece em circunstâncias nebulosas, e o país passa séculos à espera do regresso do "Encoberto" — a certeza colectiva de que só ele pode salvar a pátria, mesmo depois de todas as provas em contrário. Substituam-se as brumas de Alcácer-Quibir pelos relvados de Houston e a estrutura emocional é praticamente a mesma: um povo que prefere esperar por um homem a confiar em si próprio. Fernando Pessoa dedicou parte da sua obra a mostrar como este tipo de espera colectiva por um salvador pode ser, ao mesmo tempo, a maior força e a maior fragilidade de um povo — e é difícil não pensar nisso ao ver um capitão de 41 anos ser tratado como se a selecção não pudesse respirar sem ele, quando hoje tem jogadores como João Neves ou Bruno Fernandes plenamente capazes de a fazer voar sozinha. E é aqui que a crónica muda de tom, porque há episódios que já não são sobre futebol. Ronaldo foi expulso em Novembro contra a Irlanda, por uma cotovelada no defesa Dara O'Shea, e ficaria a dever dois jogos de suspensão para o Mundial. Uma semana depois de jantar na Casa Branca — presente numa recepção oferecida por Donald Trump ao príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman, o mesmo príncipe que os serviços de informação norte-americanos associaram ao assassínio do jornalista Jamal Khashoggi, esquartejado num consulado saudita em Istambul —, a FIFA decidiu converter essa suspensão num "período probatório". Pode ser coincidência de calendário. Mas é, no mínimo, uma coincidência incómoda, vinda de uma organização que lucra directamente com a presença dele no torneio que os Estados Unidos co-organizam. Não é a primeira vez que o vejo escolher o desconforto de uma sala com príncipes e bilionários em vez do desconforto de uma crítica doméstica. Aceita com naturalidade estar sentado ao lado de quem gere o dinheiro saudita — o mesmo fundo soberano que é dono do Al-Nassr e lhe paga duzentos milhões de dólares por ano —, mas revela dificuldade em aceitar que um jovem médio português diga, sem qualquer maldade, que dentro do grupo ele é hoje tratado como mais um. É uma inversão de prioridades reveladora: tolerância total ao poder que o remunera, desconforto perante a igualdade que o desafia. Por isso já não é sobre golos, nem sobre Bolas de Ouro, nem sobre se ainda é ou não o melhor do mundo. É sobre saber ficar no lugar certo quando o palco deixa de ser só seu. Um país não se ajoelha perante um homem, por maior que ele tenha sido — e este Portugal de 2026 já não precisa de esperar por ninguém para acreditar em si próprio. Porque, no fim, nenhum general ganha batalhas sozinho — e nenhum rei continua a sê-lo depois de o povo deixar de precisar dele. #Cristiano Ronaldo, #Mundial 2026, #futebol, #Arábia Saudita, #Casa Branca, #FIFA, #Portugal, #sebastianismo, #crónica
Merino desencripta la cámara de los sueños. 👨🏽💻 La mejor crónica: https://t.co/6b1FNmUwpc #VamosEspaña | #CopaMundialFIFA https://t.co/kw3liDbcKB #Mundial2023 #Fútbol #Sueños
Bryan Johnson, antreprenor american cunoscut pentru investițiile sale masive în longevitate, a fost diagnosticat cu gastrită autoimună incurabilă, o afecțiune cronică ce afectează capacitatea organismului de a absorbi nutrienți și care, în prezent, nu are tratament curativ, însă Johnson își propune să exploreze tehnologii avansate pentru a dezvolta o terapie personalizată. #BryanJohnson #gastritaisautoimuna #biohacking

Durante el Mundial de 1934, realizado en Italia, Benito Mussolini intervino personalmente en la elección de los árbitros que dirigían los partidos de la selección italiana. Según las crónicas de la época, el dictador cenaba formalmente con ellos la noche anterior a los encuentros para dejar en claro qué se esperaba de su actuación. En el partido de cuartos de final contra España, el árbitro belga Louis Baert permitió un juego salvaje por parte de los italianos, especialmente contra las principales figuras españolas. El arquero Ricardo Zamora terminó con las costillas rotas. En el desempate posterior, el árbitro René Mercet anuló dos goles legítimos a España; su actuación fue tan cuestionada que la propia Federación Suiza terminó suspendiéndolo de por vida. En la semifinal contra Austria, el árbitro Ivan Eklind convalidó un gol italiano en una jugada en la que varios futbolistas empujaron al arquero austríaco hacia adentro de la red. Minutos después, el mismo árbitro interceptó con la cabeza un pase que podía derivar en un contraataque claro de Austria. Tras ese partido, Mussolini designó nuevamente a Eklind para dirigir la final contra Checoslovaquia. La jugada más polémica de la final ocurrió cuando Luis Monti derribó al delantero checo Oldřich Nejedlý dentro del área italiana. La falta parecía un penal evidente, pero Eklind la ignoró y dejó seguir el juego. Antes del silbato inicial, el árbitro se ubicó frente al palco presidencial y realizó el saludo fascista dirigido a Benito Mussolini. Italia ganó el partido por 4 a 2. No sé por qué se me vino a la memoria esta serie de datos sobre un tema que no es el mío, como es el caso de los deportes. #Mundial1934 #Historia #Fútbol
Un ultraleggero si è schiantato contro il grattacielo CITIC di Pechino dopo aver sfiorato una collisione con un aereo di linea, causando interrogativi sulla sicurezza aerea in un’area altamente sorvegliata, mentre il pilota, 66enne affetto da insonnia cronica e ansia, è morto sul colpo. #Pechino #incidenteaereo #censura

Articolul analizează efectele pe termen lung ale cernelurilor utilizate în tatuaje asupra sănătății, evidențiind riscurile potențiale legate de reacțiile alergice, toxicitatea metalelor grele și inflamarea cronică, subliniind necesitatea unei reglementări mai stricte în industria tatuajelor. #tatuaje #sănătate #riscuri_medicale
¡𝗙𝗜𝗡𝗔𝗟 𝗗𝗘𝗟 𝗣𝗔𝗥𝗧𝗜𝗗𝗢! La Selección sub-19 es líder 𝗘𝗡 𝗧𝗢𝗗𝗢. 🇪🇸 4-0 🇩🇪 ✍️ Crónica: https://t.co/BxWSRUqtTU #U19EURO | #NuestraBase https://t.co/B3tWondX4x #U19EURO #FútbolJuvenil #España