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#Portugueses

Está tudo aqui em cima do ministro, mas eu creio que a maior parte dos portugueses estão a olhar pra aquilo e achar que isso podia ser eu.

O que mantém Luís Neves no Governo? — Debate
observador.pt

Ministros estão sob pressão por falhas nos exames e reformas na Educação em Portugal, enquanto Luís Neves enfrenta críticas por favorecimento a empreiteiros, levando a um clima de incerteza e descontentamento entre os portugueses. #Educação #Reformas #Ética

Ministros na berlinda: exames falhados e tanques

“Na minha visão, os marcadores do Pelé, com os recursos de hoje, talvez jogassem 100% melhor do que jogaram. O Pelé jogaria 1.000% melhor, porque o Pelé é um gênio, porr*!” “O Messi joga hoje com material espetacular, gramados sensacionais, preparação de alto nível, VAR… o Pelé sai da Copa de 1966 depois de ser surrado pelos portugueses. Não existia cartão!” “Eu prefiro preservar a história, entender que o Pelé é o maior jogador de todos os tempos e que o Messi é o melhor jogador da atualidade.” 🎙️ Mauro Cezar. 🎥 @CharlaPodcast https://t.co/ZTc6YiTrdt #Pelé #Messi #Futebol

Three weeks ago, we were shocked by the devastation caused by the earthquakes in Venezuela. After so many days, so many efforts, and so much dedication, we are reaching the impressive number of 5,000 dead. Among them, 120 Portuguese or Portuguese descendants. And 50 missing from that community. (translated)

O duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho resultou em 5.069 mortos, incluindo 120 portugueses, além de 16.740 feridos e 17.907 desalojados, com autoridades prestando assistência a 128.324 famílias afetadas e estimando a necessidade de 25.000 novas casas. #Venezuela #Sismo #DesastresNaturais

Sismos: 5.069 mortos, 120 portugueses entre as vítimas

Um duplo sismo na Venezuela resultou na morte de 120 portugueses e lusodescendentes, com 50 pessoas ainda desaparecidas, conforme dados do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal. #Venezuela #Sismo #DesastresNaturais

Sismos. 120 portugueses e lusodescendentes mortos

“O Abel Ferreira deve toda a sua carreira ao Brasil. É daqueles treinadores que o Brasil fez dele treinador. Todos os outros treinadores portugueses, Jorge Jesus, Leonardo Jardim, construíram suas carreiras antes de chegar ao Brasil.” 🎙️ José Boto, diretor de futebol do Flamengo. 🎥 @ESPNBrasil | @SportsCenterBR https://t.co/GEHuOgoeic #Futebol #Brasil #Treinadores

Venezuelě vzrostl počet portugalských a lusodescendentských obětí na 119, přičemž 50 osob je stále pohřešováno, jak uvedlo ministerstvo zahraničních věcí. #SismosVenezuela #Portugueses #ExamesNacionais

15h. Venezuela. Número de portugueses mortos sobe para 119

O duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho resultou na morte de 119 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros, enquanto 50 cidadãos portugueses continuam desaparecidos. #Venezuela #Sismo #DesastresNaturais

Sismos. Sobe para 119 portugueses e lusodescendentes mortos

Por problemas do Santa Clara com os empresários de Bernardo Valim, o jogador não será o atleta envolvido na negociação por Gabriel Batista. Os portugueses devem escolher outro nome. A situação não é um problema para o acerto com o goleiro, que já está no Rio. — @geglobo https://t.co/SjbbGLTJN6 #Futebol #Transferências #MercadoDaBola

A partir de 18 de julho até o final de agosto, o Centro Cultural das Caldas da Rainha acolherá a exposição They Fight For Us Too, que reúne obras de 16 fotógrafos ucranianos e textos de escritores portugueses, abordando a guerra na Ucrânia e enfatizando a realidade do conflito e a resiliência do povo ucraniano. #Ucrânia #Fotografia #Arte

Caldas da Rainha recebe exposição sobre guerra na Ucrânia

O Pacto Climático Europeu apelou aos municípios portugueses para que adotem medidas que protejam a saúde das populações dos efeitos dos incêndios, enfatizando a vulnerabilidade de Portugal e a necessidade de ações de prevenção e acompanhamento das comunidades mais afetadas. #Incêndios #PactoClimático #SaúdePública

Pacto Climático pede a municípios que protejam populações

Quatro em cada dez jovens portugueses recorrem a um segundo emprego ou projeto profissional paralelo para complementar os rendimentos mensais, devido ao alto custo de vida, especialmente relacionado com habitação, conforme revelado pelo estudo “Os Jovens e o Consumo”. #CustoDeVida #Jovens #Emprego

40% dos jovens têm segundo emprego ou projeto paralelo

O número de mortos devido aos sismos que atingiram a Venezuela em 24 de junho subiu para 4.561, incluindo 114 cidadãos portugueses e lusodescendentes, com mais de 20.200 pessoas deslocadas e 190 edifícios completamente destruídos. #Venezuela #Sismo #DesastresNaturais

Sismos: número de mortos ultrapassa os 4.500

Governo português, através da ministra da Cultura, anunciou a necessidade de rever o regime de gratuitidade nos museus devido a exigências da Comissão Europeia, que considera discriminatórias as regras que restringem a entrada gratuita a cidadãos portugueses e residentes em Portugal, em contrariedade ao artigo 56.º do Tratado sobre o Funcionamento da UE. #ComissãoEuropeia #Museus #Cultura

Governo revê a gratuitidade nos museus por exigência da CE

Cientistas portugueses realizaram um estudo inédito sobre nuvens em Marte, medindo simultaneamente a altitude e a velocidade das ondas atmosféricas utilizando imagens da sonda Mars Express, o que poderá contribuir para a compreensão da atmosfera marciana e para futuras missões humanas ao planeta. #Marte #ExploraçãoEspacial #Ciência

Marte. Cientistas portugueses fazem estudo inédito

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

B24 1w

.@DAZNPortugal anunciou parcerias estratégicas com o Alverca e o Académico de Viseu, com o objetivo de "apoiar o crescimento dos clubes portugueses e contribuir para o desenvolvimento do futebol nacional dentro e fora de campo". #Futebol #Desenvolvimento #ClubesPortugueses

Hospitais portugueses têm um prazo de três anos para se prepararem para o Espaço Europeu de Dados de Saúde (EHDS), um projeto ambicioso que visa a reutilização segura e controlada dos dados de saúde para apoiar pesquisa e inovação, exigindo uma transformação organizacional significativa e a catalogação meticulosa dos conjuntos de dados existentes. #EHDS #DadosDeSaúde #TransformaçãoOrganizacional

Espaço Europeu de Dados de Saúde: prazo de 3 anos

O Irão acusou os Estados Unidos de violar o cessar-fogo com novos ataques, considerando-os uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, enquanto o número de portugueses e lusodescendentes mortos nos sismos da Venezuela subiu para 114. #Irão #EUA #Venezuela

2h. Irão acusa os Estados Unidos de violar o cessar-fogo