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#PrêmioiBest

A Revista Timeline e o jornalista Allan dos Santos foram retirados da votação do Prêmio iBest 2026. Após a remoção, o perfil oficial do iBest no X publicou que a desclassificação da Revista Timeline decorria da aplicação do regulamento, especificamente do item 3.6.1, relativo à suspensão de contas da iniciativa em redes sociais. Na nota pública, o iBest afirmou que a medida não representaria avaliação editorial ou de mérito sobre o conteúdo da iniciativa, mas apenas a incidência de um critério regulatório supostamente aplicado de forma igualitária. Depois da retirada, a Revista Timeline recebeu uma mensagem de uma fonte que pediu anonimato por medo de represálias. A fonte afirma ter tido acesso a uma área administrativa da plataforma do Prêmio iBest e enviou imagens atribuídas ao painel interno do sistema. A fonte sustenta que o acesso não foi obtido por roubo de senha, invasão ou ataque hacker. A Timeline, porém, não teve acesso direto ao servidor, ao banco de dados, aos registros de autenticação ou aos logs completos da plataforma. Por isso, a reportagem trata o material com a cautela necessária: os prints não encerram a apuração, mas são graves o bastante para exigir explicação pública, preservação de provas e auditoria independente. A denúncia enviada à Timeline vai além. Segundo a fonte, também teriam sido inseridos manualmente +11.275 votos para o canal The Intercept Brasil. A Timeline registra, com precisão, que o print recebido e analisado visualmente pela redação mostra os lançamentos relativos à própria Revista Timeline. A informação sobre The Intercept Brasil, neste momento, é uma afirmação da fonte e precisa ser confirmada por logs completos da plataforma. A Timeline não afirma que The Intercept Brasil tenha participado, solicitado, autorizado ou sequer tido conhecimento de qualquer ajuste. A pergunta jornalística é dirigida ao iBest: houve ou não houve inserção manual de votos em favor de concorrentes? Se houve, quem fez, com qual autorização, por qual motivo e com qual base no regulamento? #PrêmioiBest #jornalismo #transparência

https://t.co/l0stsaq7Pc Fui surpreendido, confesso, pela indicação ao prêmio iBest de Influenciador de Política. Encontro-me, neste instante, em décimo quarto lugar: posição que me parece quase obscena de tão improvável. Pergunto-me, com genuína perplexidade: como pode um sujeito nascido numa cidadezinha esquecida do interior do Paraná, sem padrinho ilustre, sem parentes importantes, sem sequer o verniz obrigatório das boas famílias, ser alçado à condição de “influenciador” em escala nacional? Como pode alguém situado fora dos eixos sagrados de Rio-São Paulo, ou o mais moderno, Miami-Washington, possuir alcance superior ao de um torneio de cuspe à distância? São indagações que só o milagre das redes sociais consegue responder. Elas, e somente elas, romperam o monopólio que as grandes redes midiáticas exerciam outrora sobre o imaginário coletivo. Um milagre, sem dúvida. Um milagre que explica, por exemplo, a liderança de uma dona de casa como Bárbara sobre os figurões encanecidos da velha televisão, aqueles que ainda julgam reinar por direito divino de antena. Contudo, todo milagre carrega em si a semente da própria finitude. Não é difícil imaginar o desassossego que toma conta das grandes corporações. Basta olhar os prêmios iBest para constatar que perderam o protagonismo; o centro do palco já não lhes pertence. E não é preciso ser gênio, nem mesmo analista de terceira categoria, para perceber a inquietação que assola os grandes magistrados diante da “liberdade nas redes”. Dia sim, dia não, entoam o mantra da “regulação”, como se a palavra fosse neutra e desinteressada. A censura, aliás, já se exerce com desenvoltura acaciana no YouTube: invocam, com solenidade professoral, os algoritmos, as diretrizes comunitárias, o bem comum digital. Todo mundo sabe, no entanto, do que se trata: canais que ousam dizer a verdade são discretamente enviados para a geladeira, como o meu, por exemplo. Simples assim. Seja como for, o fato bruto permanece: ainda estamos vivos. Ainda estamos aqui, para usar a fórmula que a esquerda tanto aprecia. Muitos repetem que o essencial, agora, é sobreviver a 2026. Se chegarmos inteiros a janeiro de 2027, poderemos nos declarar ressuscitados. Antes de tudo, trata-se de uma questão de fé. E o iBest aí está, modesto e obstinado, para provar que milagres, ainda que provisórios, continuam a acontecer. Dito isso, Flávio 22. #Influenciador #RedesSociais #PrêmioiBest