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#Queiroz
Chief 3d

Renan Santos DEFENDENDO e dizendo que não teve nada de errado na decisão do Toffoli no caso do Queiroz com o Flávio Bolsonaro, pq ele defende o sigilo bancário. Pouco tempo depois, se contradiz. https://t.co/4SyaM0C53p #Política #Brasil #Corrupção

Narrativa contada por anos pelo MBL como sempre cheia de mentira e distorções. Vamos aos fatos. 1 - O relatório do Coaf virou notícia em 6 de dezembro de 2018. Bolsonaro nem tinha tomado posse. 2 - A primeira coisa que Bolsonaro fez com o Coaf foi entregar o órgão ao Moro. Quem tirou o Coaf do Moro foi o Congresso, por 228 a 210, contra carta assinada por Bolsonaro, Moro e Guedes pedindo para não mexer. 3 - Destruiu a função do Coaf? O órgão bateu recorde histórico de relatórios em 2020, com alta de 27%, e bateu recorde de novo em 2022 e 2023. A única queda foi em 2019, causada pela liminar do Toffoli. Os próprios investigadores apelidaram de "curva de Toffoli". Quem parou o Coaf foi o STF, não o Planalto. 4 - A rachadinha era caso do MP do Rio. Estadual. Presidente não manda em promotor estadual. E o caso andou debaixo do nariz do suposto protetor: 9 a 2 no STF contra a tese da defesa em novembro de 2019, 24 mandados de busca em dezembro, Queiroz preso em junho de 2020, Flávio denunciado em novembro de 2020. Que proteção é essa que deixa denunciar o filho? 5 - Quem enterrou o caso foi o STJ, em 2021, anulando as quebras de sigilo de Flávio e outros 94 alvos por decisão mal fundamentada de juiz estadual (procura quem é o juíz e você vai entender TUDO). O mesmo STJ validou o envio dos dados do Coaf ao MP. O problema nunca foi o Coaf. E o TJ do Rio arquivou em 2022 a pedido do próprio Ministério Público. (ARQUIVADO igual a denúncia de lavagem de dinheiro do Renan Santos, lembre-se disso) 6 - O petista que ele cita de passagem: Ceciliano teve 4 assessores movimentando R$ 49,3 milhões, contra 1,2 milhão do Queiroz. Nunca foi denunciado, foi declarado inocente e virou secretário do Lula. Do RIF inteiro, o único denunciado foi o filho do presidente, durante o governo do pai. O sistema "desmontado" só funcionou contra um Bolsonaro. 7 - A interferência na PF que o Moro alegou? A própria PF concluiu duas vezes, em 2022 e de novo agora sob Moraes e Gonet, que não houve. E o Valeixo depôs dizendo que as investigações sensíveis corriam direto com Moraes, fora do comando da PF. 8 - A Lava Jato morreu no Supremo: fim da segunda instância em 2019, suspeição do Moro e anulação do Lula em 2021, Toffoli anulando as provas da Odebrecht em 2023. A única parte de Bolsonaro é o Aras encerrando a força-tarefa, que era federal e não alcançava o MP do Rio. 9- Em fevereiro de 2025, com Jair já inelegível e denunciado, Gilmar negou os recursos do MP e manteve o caso arquivado. Agora temos que acreditar que o Gilmar, enquanto o Jair era TORTURADO em praça pública, manteve o acordo com ele porque o Gilmar e o Toffoli são grandes CARÁTERES. Nunca houve acordo algum para proteger ninguém. O fato é que os Bolsonaros não conseguem roubar ou fazer malandragem. Não porque não queiram, não sei o que passa pela cabeça das pessoas, mas porque isso é virtualmente IMPOSSÍVEL. No momento em que fizerem alguma merda, alguém da Receita, do Coaf, de uma operadora de celular ou de qualquer outra instituição vai denunciar. Onde houver um petista ou um mblista, a informação vai vazar no exato minuto em que aparecer. Qualquer instituição da República tem petistas para TODOS os lados. Basta um deles ter acesso à informação para denunciá-la imediatamente. Vocês sabem disso, eu sei disso, qualquer um sabe. #Brasil #Política #Corrupção

Lembrando que Fabricio Queiroz confessou publicamente que operava o esquema de rachadinha dentro do gabinete de Flavio. #Rachadinha #Corrupção #Política

Achei um bar aqui em uma cidade do interior. Se eu postar o meme olha ele aqui ó do Mito Queiroz daqui umas 4 horas significa que deu bom. Caso contrário não peguei nem gripe. O jornalismo investigativo nunca dorme. Obrigado por acompanhar esse conteúdo de extrema qualidade. #Bar #Meme #Jornalismo

Currículo de Flávio Bolsonaro - Ser filho de Jair Bolsonaro - Passar a vida inteira mamando na teta do Estado - Não ter nenhum projeto relevante em mais de 20 anos de vida pública - Colecionar amizades e relações políticas com faccionados e milicianos - Votar “errado” no Senado - Pedir dinheiro pra banqueiro bandido - Se envolver em “rachadinhas” com Queiroz na Alerj - Especialista em comprar imóveis com dinheiro vivo - Colocar informações erradas no próprio currículo - Investir em lojas de chocolate Esqueci alguma coisa? #FlávioBolsonaro #PolíticaBrasileira #Corrupção

A Justiça do Rio aumentou as penas de Ronnie Lessa e Élcio Queiroz pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes. O tribunal reconheceu a brutalidade na forma de execução dos homicídios, com diversos disparos efetuados em via pública e em local de grande circulação de pessoas, e o planejamento da ação. #Justiça #MarielleFranco #DireitosHumanos

Vocês sabiam que a parceira do Lulinha a Roberta Luchsinger é ex esposa do Protógenes Queiroz? https://t.co/eut0C3hn5Y #Brasil #Política #Famosos

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

Mais um funcionário da família Bolsonaro sendo investigado por esquemas de corrupção. Agora é o ex-chefe de gabinete do ex-vereador Carlos Bolsonaro, acusado de desviar R$ 1,9 milhão na Câmara do Rio, por meio de rechadinhas. Mudam as figuras, mas parece que o método segue o mesmo. Quem aqui ainda lembra do Queiroz, assessor do Flávio, e dos tais cheques para a Michele? #Corrupção #Bolsonaro #Política

Andrew Sousa Jul 20

Acabou a Casa Antizika. Projeto cansativo, mas muito legal de fazer. Reagimos a todos os jogos da Copa do Mundo, fizemos mais de 140 lives, alcançamos 500 mil novos usuarios, mais de 1 milhão de virws. Agradecer demais ao @DougDihl pela parceria, aos amigos que ajudaram (Matheus, Bias, Queiroz e Ellyan), nossos patrocinadores (Plasma One, Panela FC, RL Sports e OND) e principalmente a quem embarcou nessa com a gente. Se inscreve lá em https://t.co/gxVyjHOruU e vamos por mais! #CopaDoMundo #Futebol #Projetos

Observador Jul 14

Článek „O Estado da Nação de Gonçalo Ramires“ od Rui Pedro Antunese kritizuje současný stav Portugalska, přičemž poukazuje na politickou neschopnost, korupci a neefektivnost státních institucí, jež jsou přirovnávány k postavě Gonçala Ramires z literárního díla Eça de Queiroz, a zdůrazňuje, že země stále čeká na zázrak, který by ji dostal z této krize. #EstadoDaNação #Política #Portugal

O Estado da Nação de Gonçalo Ramires

⚠️ OLHA ELE AI Ó! Queiroz faz dancinha em evento de Flávio Bolsonaro e emociona e internet. "Rachei" diz leitor. https://t.co/3ASGO2Pzdw #Queiroz #Bolsonaro #Dancinha

Actu Foot Jul 5

🚨🚨 OFFICIEL ! CARLOS QUEIROZ QUITTE SON POSTE DE SÉLECTIONNEUR DU GHANA 🇬🇭 ! ❌ Il avait été nommé deux mois avant le début de la Coupe du monde. https://t.co/iEjXIKWv7B #Ghana #Football #CoupeDuMonde

🚨 OFFICIEL ! Carlos Queiroz quitte son poste de sélectionneur du Ghana ! 👋 L'aventure du coach portugais avec les Black Stars n'aura duré que quelques mois. https://t.co/mF7lTk6R9U #Ghana #Football #Coaching

A Carlos Queiroz le encantaría que Colombia ganara la Copa del Mundo. Colombia empezó ganando el partido con su público, con sus hinchas @FCFSeleccionCol https://t.co/FbxkbGZoXZ #CopaMundial #Colombia #Fútbol

Vecernji.hr Jun 28

Zlatko Dalić šokirao je Carlosa Queiroza promjenom taktike na utakmici protiv Gane, prepustivši im posjed lopte i neutralizirajući njihovu igru, što je rezultiralo uvjerljivom pobjedom Hrvatske nakon kritika na račun tima. #Dalić #Vatreni #SP2026

Dalić je potpuno šokirao Queiroza! Evo kako je promjenom taktike nadmudrio i zbunio Gance
IndexHR Jun 28

Izbornik Gane, Carlos Queiroz, izrazio je zabrinutost zbog proširenja Svjetskog prvenstva na 48 zemalja, smatrajući da to obezvređuje kvalifikacije i pretvara turnir u nešto vulgarno i obično. #SP2026 #CarlosQueiroz #GanaReprezentacija

Izbornik Gane o SP-u s 48 zemalja: Pretvara se u nešto vulgarno i obično
Vecernji.hr Jun 28

Izbornik Gane Carlos Queiroz, unatoč prolasku svoje reprezentacije u nokaut-fazu Svjetskog prvenstva, izrazio je nezadovoljstvo novim formatom natjecanja s 48 timova, smatrajući da je proširenje smanjilo vrijednost i ekskluzivnost turnira. #SvjetskoPrvenstvo #Gana #Queiroz

Queiroz nakon poraza od Hrvatske bez dlake na jeziku: 'Svjetsko prvenstvo gubi vrijednost'

Carlos Queiroz soltou o verbo sobre a Copa com 48: "Para mim o valor está nas coisas raras. O número de times nessa competição pode torná-la banal. Quando tantos se classificam, o valor ainda é raro? Discutível para mim, mas é só minha opinião". "Na América do Sul, o feito agora é não se classificar. Na Europa, quem não se classificou? As eliminatórias perdem importância se todo mundo se classifica. Devia ser algo sério, difícil, competitivo. Mas hoje o dinheiro fala. Onde era futebol, agora é 'moneyball'". "Acabei de dizer aos meus jogadores que o Mundial de verdade começa na próxima fase. O grupo é o aquecimento e a classificação é como o cartão de crédito: agora você tem que começar a pagar". #CopaMundo #Futebol #Eliminatórias

IndexHR Jun 27

Izbornik Gane, Carlos Queiroz, poručio je da njegova momčad neće kalkulirati u večerašnjoj utakmici protiv Hrvatske, unatoč glasinama o mogućem namjernom puštanju utakmice, te je istaknuo da očekuje težak i uzbudljiv dvoboj protiv kvalitetne hrvatske reprezentacije. #hrvatskareprezentacija #ganareprezentacija #sp2026

Pojavile su se glasine da bi Gana mogla pustiti Hrvatskoj. Evo što kaže njen izbornik