Em menos de 24 horas, o governo Lula mergulhou o Brasil em duas graves crises diplomáticas envolvendo seus principais parceiros no continente: Estados Unidos e Argentina. Com Washington, a escalada atingiu um nível inédito. O governo brasileiro decidiu não conceder o agrément - a aprovação diplomática necessária - ao indicado pelo presidente Donald Trump para assumir a embaixada dos Estados Unidos em Brasília. Em resposta, o governo americano revogou o visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti, classificando a medida como um ato de reciprocidade e afirmando que a decisão poderá ser revertida caso o agrément seja concedido. Embora Brasil e Estados Unidos mantenham relações diplomáticas há mais de dois séculos, episódios dessa natureza são extremamente raros. A revogação do visto da principal representante diplomática brasileira em território americano marca um dos momentos de maior tensão entre os dois países em décadas. Quase simultaneamente, a relação com a Argentina também sofreu novo desgaste. O Itamaraty retirou definitivamente o embaixador Julio Bitelli de Buenos Aires e reduziu a representação diplomática brasileira ao nível de encarregado de negócios, rebaixando formalmente a relação bilateral. Na prática, a interlocução política entre os dois governos foi drasticamente reduzida, enquanto os canais consulares e comerciais permanecem em funcionamento. Em menos de um dia, Brasília acumulou confrontos diplomáticos com Washington e Buenos Aires. O episódio evidencia o grau de deterioração das relações exteriores do Brasil em um momento de profundas transformações geopolíticas. Lula é hoje a “cabeça da serpente” do Foro de São Paulo, criado por ele e Fidel Castro em 1990 para articular a esquerda revolucionária latino-americana. O crescente desgaste internacional, somado às tensões diplomáticas e às pressões internas, tendem a enfraquecer sua capacidade de liderança e de influência regional. A onda azul já começou a desmontar a hegemonia da esquerda radical na América Latina. O projeto político revolucionário liderado por Lula e seus companheiros ditadores na região está sob ataque. #Diplomacia #RelaçõesExternas #Lula