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#Sereia

Vodyanitsa: Canção de Sereia que Perdura Soprano Principal da Companhia Korolevskiy #GenshinImpact #Vodyanitsa #GenshinSnezhnaya Há muito, muito tempo em Snezhnaya, as Sereias viviam por toda a cidade. Algumas entoavam melodias gloriosas nos palcos, outras assobiavam cantigas leves e alegres pelas ruas e becos. E havia ainda aquelas que preferiam se esconder na água, atraindo os curiosos até a margem com canções hipnóticas e sonhadoras — para então, de repente, pular e espirrar água bem no rosto dos incautos, sumindo de volta às profundezas com um movimento de cauda. ...Mas, com o passar do tempo, os palcos e becos de Snezhnaya foram perdendo silenciosamente suas cantoras, e as melodias que vinham das águas, levadas por correntes invisíveis, começaram a fluir sem som rumo a um silêncio distante. As pessoas começaram a sussurrar inquietas entre si, perguntando-se se aqueles cantos hipnóticos das profundezas poderiam se afastar delas para sempre... Porém, numa certa manhã, as pessoas descobriram que Vodyanitsa ainda subia ao palco do Teatro Korolevskiy para cantar, como se o tempo antigo nunca tivesse se apagado e as alegrias de outrora continuassem as mesmas. Quase ninguém sabia por que ela ficou — e também ninguém ousava perguntar isso a ela pessoalmente, a menos que estivesse disposto a nunca mais conseguir uma entrevista com a Srta. Vodyanitsa. Talvez ela tenha ficado para não decepcionar o público que tanto amava seu canto? Ou talvez simplesmente não quisesse se despedir daquele palco deslumbrante? Ou quem sabe... houvesse outros motivos importantes o bastante para fazê-la nadar contra a corrente, mesmo que isso significasse se despedir da sua própria espécie... Mas, para o público de Vodyanitsa, buscar a resposta para essa pergunta não tem sentido nenhum. A única coisa que importa é que eles possam continuar ouvindo a voz hipnotizante da Sereia. É claro, se você quiser se deixar levar pela canção dela... "Ingressos de pé? Ah, desculpe, mas não vendemos isso aqui no teatro no momento... Não, não, não, também não permitimos que os frequentadores tragam as próprias cadeiras." "Abrir as portas um pouquinho? A corrente de ar vai deixar todo mundo dentro congelando..." "Me desculpe, mas o teatro não está contratando faxineiros diurnos no momento!" ...Primeiro, você precisa comprar um ingresso. #Sereia #Teatro #Música

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✨ [ Questionável ] Informações sobre Vesna e Vodyanitsa em Genshin Impact; • Vodyanitsa se transforma em uma sereia. • Vesna abre suas pequenas asas e voa. Ambas as personagens possuem mobilidade durante a exploração que consome Stamina. Fonte: Libai e MeowTews https://t.co/RVxPJjVid3 #GenshinImpact #Vesna #Vodyanitsa

Chamado pela senadora paraguaia de “camaronês colonizado fingindo ser francês”, entre várias outras ofensas racistas, Kylian Mbappé não ficou quieto. Nas redes sociais, escreveu: “você é uma mulher desprezível e indigna de sua função (...) nunca deixarei que pessoas como ela tenham a liberdade de propagar seu ódio e seu racismo pelo mundo”. É algo recorrente com os jogadores franceses, acusados em várias partes de “franceses falsos” ou “africanos”, com o uso de suas raízes no continente-mãe como um pejorativo. Mas Mbappé nunca negou ou escondeu essa origem, pelo contrário. Em 2023, durante suas férias, fez sua 1ª visita a Camarões já como uma estrela de futebol. Foi a Djébalè, onde nasceu seu pai, uma ilha no estuário do rio Wouri, próxima a Douala, capital financeira do país. Vestiu-se com trajes do povo Sawa, o povo da água, que assim se reconhece porque, segundo sua crença, os habitantes da ilha são descendentes da união entre uma sereia e um homem. Nessa ilha mística, Wilfrid, pai de Kylian, nasceu. Mas ele próprio não viveu ali: seus pais o levaram pra França quando tinha apenas um ano de idade, em busca de uma vida melhor. Ele se assentou na banlieue, a periferia, em Bondy, no departamento de Seine-Saint-Denis, considerado o mais pobre e de população mais jovem da França. Ali, enquanto treinava o time de futebol local, conheceu Fayza Lamari, filha de um casal argelino e jogadora de handebol. Tiveram dois filhos, Kylian (1998) e Ethan (2006), cada um nascido num ano de Copa do Mundo em que a França chegou à final. Anos mais tarde, Wilfrid relembraria ao L’Équipe como foi treinar o próprio filho no time de Bondy. Kylian se destacava e ninguém nem sabia que era filho do técnico, até que um dia o menino se distraiu e o chamou de pai: “todas as outras crianças se viraram e disseram: ‘você está falando bobagem, Wilfrid não é seu pai’”, contou aos risos. Pressionado a ser um grande desde a adolescência (“eu vivo, respiro e durmo futebol”, disse ao jornal Le Parisien ao completar 18 anos), Kylian Mbappé mantém contato com suas raízes na África. Mas é francês. #KylianMbappé #Raízes #Racismo