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#Televisão

Sabe do que a gente precisava estar falando hoje? Do fim da escala 6x1. Porque agora Alcolumbre quer usar até a crise criada pelo Mendonça envolvendo o STF como justificativa para ameaçar uma votação que pode garantir um dia a mais de descanso para milhões de trabalhadores. Desculpa esfarrapada. O próprio relator, Omar Aziz, já disse que uma coisa não tem absolutamente nada a ver com a outra. A crise no STF não pode servir de pretexto para o Senado abandonar o trabalhador. E é bom prestar muita atenção no que está acontecendo. Enquanto Flávio Bolsonaro sabota o fim de uma jornada desumana, a pauta que realmente mexe com a vida de milhões de brasileiros quase não ganha destaque. Cadê a mesma pressão? Cadê a manchete dizendo que o trabalhador pode perder a oportunidade de conquistar mais descanso, sem redução de salário? Porque a nossa prioridade precisa ser essa: o trabalhador. O povo brasileiro. Escândalo político ocupa horas de televisão. Briga entre Poderes ocupa páginas e páginas. Mas uma votação que pode mudar concretamente a vida de quem trabalha seis dias e descansa apenas um quase desaparece do debate. Não podemos deixar. O Senado precisa votar o fim da escala 6x1. E trabalhador nenhum pode esquecer quem trabalhou para aprovar e quem trabalhou para impedir. A pauta é o povo. #Trabalhador #FimDaEscala6x1 #Senado

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Em 2027, Thelma Guedes será responsável pela novela que vai marcar a reabertura da faixa de inéditas das 23h da Globo. A trama terá apenas 32 capítulos e contará com direção de Natalia Grimberg, retomando o formato mais curto que marcou o horário. 🗞️ Coluna Play https://t.co/uXyawQcGU1 #Novela #Globo #Televisão

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Renan Santos tem campanha SUSPENSA pelo Ministro Dias Toffoli. O candidato à Presidência da República não poderá mais exibir sua propaganda eleitoral e está proibido de participar de debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação. https://t.co/jVYhMbhUyI #Política #Eleições2024 #CampanhaSuspensa

O diretor Glenn Weiss, responsável por dirigir o especial 5x EMMY nominee “THE FINAL SHOW”, apresentou o projeto aos membros votantes da Academia de Televisão em um evento exclusivo! https://t.co/5JZDd7QeuC #Emmys #Televisão #Direção

Eu vivi para ver eleitor normalizando candidato que falta em debate. O cara quer ser PRESIDENTE DA REPÚBLICA, mas não faz questão de botar a cara a tapa na televisão para apresentar propostas e rebater críticas. O povo brasileiro merece uns 50 anos de PT mesmo. #Debate #Eleições2022 #PolíticaBrasileira

Os números consolidados de audiência da Grande São Paulo, obtidos pela reportagem do TV Pop com fontes do mercado, revelam que a edição de sábado (22) do Altas Horas foi responsável pelo maior desempenho da atração nos últimos 12 meses. 🔗 Link da matéria: https://t.co/RQ0ohi5dIp #Audiência #Televisão #AltasHoras

XMAG destaca ascensão de Connor Storrie, de garçom em Los Angeles a uma das novas obsessões de Hollywood: "Em questão de meses, Connor Storrie passou de um ator relativamente desconhecido a acumular milhões de seguidores, grandes papéis no cinema e algumas das campanhas mais disputadas do mundo da moda. Durante anos, ele fez testes e trabalhou como garçom para se sustentar, enquanto sua carreira como ator avançava de maneira frustrantemente lenta. Hoje, tem mais de quatro milhões de seguidores no Instagram, já apresentou o Saturday Night Live, recebeu uma indicação ao Emmy e se tornou um dos novos rostos da Saint Laurent. Em algum momento desse caminho, uma série mudou absolutamente tudo: Heated Rivalry. Em menos de um ano, vieram Heated Rivalry, CAA, o revezamento da tocha olímpica, SNL, uma indicação ao Emmy, A24, Turpentine, April X, o Met Gala, Tiffany & Co. e Saint Laurent. Não faz muito tempo, Connor trabalhava como garçom enquanto esperava que alguém em Hollywood lhe desse uma oportunidade. Agora, cinema, televisão e moda parecem todos querer um pedaço de Connor Storrie. Heated Rivalry criou o fenômeno, mas tudo o que aconteceu desde então sugere que o verdadeiro fenômeno pode ser o próprio Storrie." 🔗: https://t.co/bseJ168rD0 #ConnorStorrie #Hollywood #Fama

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🏆 HEATED RIVALRY vence o prêmio de “Série do Ano” na Associação de Críticos de Televisão, uma das mais importantes do ramo. #SérieDoAno #Televisão #Prêmio

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Incrível como a união das organizadas faz toda a diferença. Todos os jornalistas e jogadores elogiando o ambiente de ontem, pela Televisão estava muito foda também. O somatório é simples: torcida unida e conectada com o time, o Flamengo se torna invencível dentro do Maracanã. #TorcidaUnida #Flamengo #Maracanã

Brazil bid farewell to two television legends, Laura Cardoso and Glória Menezes, on a day marked by emotional tributes, highlighting their significant contributions to theater and television drama over their long careers. (translated)

O adeus a duas lendas: Laura Cardoso e Glória Menezes

Acabo de receber a notícia de que perdemos a grande atriz Glória Menezes. Glória nos honrou tanto no teatro, cinema e televisão com um legado que permaneça. Uma mulher das artes que atravessou gerações com personagens inesquecíveis. Neste dia de partida de duas grandes representantes da cultura brasileira, que tanto contribuíram para o nosso país, desejo que Deus conforte familiares e amigos. #GlóriaMenezes #CulturaBrasileira #Luto

Tristeza dupla hoje. Perdemos também a grande atriz, Glória Menezes. Gaúcha de nascimento e paulista de formação e coração, ajudou a construir a história do teatro, do cinema e da televisão brasileira. Mais de seis décadas de talento e emoção. Meus sentimentos à família, aos amigos e a todos os seus admiradores. #Luto #GloriaMenezes #CulturaBrasileira

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Mais de 60 anos de carreira - A grande atriz brasileira Glória Menezes morreu nesta terça (18), aos 91 anos, no Rio de Janeiro. Um dos grandes nomes da dramaturgia brasileira, ela construiu uma carreira de mais de seis décadas no teatro, no cinema e na televisão e atuou em mais de 40 novelas da Globo. Glória nasceu em 19 de outubro de 1934, em Pelotas (RS), e se mudou para São Paulo com a família aos seis anos de idade. O nome de batismo, Nilcedes Soares de Magalhães, juntava as letras de Nilo e Mercedes, seus pais. Foi com o nome artístico Glória Menezes que ela fez mais de 40 novelas, além de filmes e peças em que se tornou uma das atrizes mais importantes do Brasil. O começo da carreira já foi arrebatador e, depois disso, ela manteve o sucesso por mais de 60 anos. Veja mais detalhes da trajetória no #g1. #gloriamenezes #atriz #novela #GloriaMenezes #atriz #cultura

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🚨Morre a atriz Glória Menezes aos 91 anos, ícone máximo da televisão brasileira. https://t.co/VOkdFcKAB9 #GlóriaMenezes #televisão #luto

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Com seu enorme talento, Laura Cardoso ajudou a construir o nosso teatro e a nossa televisão. Sua imagem estará sempre na memória de gerações que se acostumaram com sua presença nas dezenas de novelas que embalaram as noites das famílias brasileiras. Tive a honra de agraciá-la com a Ordem do Mérito Cultural em 2007, e depois, em 2025, promovê-la ao grau de Grã-Cruz do Mérito Cultural, reconhecendo oficialmente a importância dessa grande atriz para a cultura brasileira. A todos os seus familiares, amigos e colegas, deixo um caloroso abraço. #LauraCardoso #CulturaBrasileira #MeritoCultural

O momento em que a Globo News interrompe a programação para informar a morte de Laura Cardoso, aos 98 anos. https://t.co/7bDQseb3U1 #LauraCardoso #notícias #televisão

Laura Cardoso faleceu, aos 98 anos. A notícia que todos temiam infelizmente veio. Uma das maiores atrizes do país e uma das grandes damas da televisão deixa o mundo as artes cênicas mais vazio e triste. Viveu intensamente e presenteou o público com seu imenso talento. O bisneto, Fernando Faria, disse que a atriz partiu às 23h24 de segunda-feira (17), de causas naturais, em sua casa, em São Paulo. #Luto #LauraCardoso #Atuação

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Laura Cardoso faleceu aos 98 anos, poucos meses antes de completar 99 Ela nasceu praticamente na mesma época que Marilyn Monroe e a Rainha Elizabeth II Quando a Segunda Guerra Mundial começou, ela ainda era adolescente Viu a primeira Copa do Mundo Viveu toda a história da televisão brasileira e a transição do rádio Hoje o Brasil perde uma grande estrela Descanse em paz, Laura Cardoso. #LauraCardoso #InMemoriam #CulturaBrasileira

TÃO FELIZES QUE NÓS ÉRAMOS "Anda por aí gente com saudades da velha portugalidade. Saudades do nacionalismo, da fronteira, da ditadura, da guerra, da PIDE, de Caxias e do Tarrafal, das cheias do Tejo e do Douro, da tuberculose infantil, das mulheres mortas no parto, dos soldados com madrinhas de guerra, da guerra com padrinhos políticos, dos caramelos espanhóis, do telefone e da televisão como privilégio, do serviço militar obrigatório, do queres fiado toma, dos denunciantes e informadores e, claro, dessa relíquia estimada que é um aparelho de segurança. Eu não ponho flores neste cemitério. Nesse Portugal toda a gente era pobre com exceção de uma ínfima parte da população, os ricos. No meio havia meia dúzia de burgueses esclarecidos, exilados ou educados no estrangeiro, alguns com apelidos que os protegiam, e havia uma classe indistinta constituída por remediados. Uma pequena burguesia sem poder aquisitivo nem filiação ideológica a rasar o que hoje chamamos linha de pobreza. Neste filme a preto e branco, pintado de cinzento para dar cor, podia observar-se o mundo português continental a partir de uma rua. O resto do mundo não existia, estávamos orgulhosamente sós. Numa rua de cidade havia uma mercearia e uma taberna. Às vezes, uma carvoaria ou uma capelista. A mercearia vendia açúcar e farinha fiados. E o bacalhau. Os clientes pagavam os géneros a prestações e quando recebiam o ordenado. Bifes, peixe fino e fruta eram um luxo. A fruta vinha da província, onde camponeses de pouca terra praticavam uma agricultura de subsistência e matavam um porco uma vez por ano. Batatas, peras, maçãs, figos na estação, uvas na vindima, ameixas e de vez em quando uns preciosos pêssegos. As frutas tropicais só existiam nas mercearias de luxo da Baixa. O ananás vinha dos Açores no Natal e era partido em fatias fininhas para render e encharcado em açúcar e vinho do Porto para render mais. Como não havia educação alimentar e a maioria do povo era analfabeta ou semianalfabeta, comia-se açúcar por tudo e por nada e, nas aldeias, para sossegar as crianças que choravam, dava-se uma chucha embebida em açúcar e vinho. A criança crescia com uma bola de trapos por brinquedo, e com dentes cariados e meia anã por falta de proteínas e de vitaminas. Tinha grande probabilidade de morrer na infância, de uma doença sem vacina ou de um acidente por ignorância e falta de vigilância, como beber lixívia. As mães contavam os filhos vivos e os mortos era normal. Tive dez e morreram-me cinco. A altura média do homem lusitano andava pelo metro e sessenta nos dias bons. Havia raquitismo e poliomielite e o povo morria cedo e sem assistência médica. Na aldeia, um João Semana fazia o favor de ver os doentes pobres sem cobrar, por bom coração. Amortalhado a negro, o povo era bruto e brutal. Os homens embebedavam-se com facilidade e batiam nas mulheres, as mulheres não tinham direitos e vingavam-se com crimes que apareciam nos jornais com o título ‘Mulher Mata Marido com Veneno de Ratos’. A violação era comum, dentro e fora do casamento, o patrão tinha direito de pernada, e no campo, tão idealizado, pais e tios ou irmãos mais velhos violavam as filhas, sobrinhas e irmãs. Era assim como um direito constitucional. Havia filhos bastardos com pais anónimos e mães abandonadas que se convertiam em putas. As filhas excedentárias eram mandadas servir nas cidades. Os filhos estudiosos eram mandados para o seminário. Este sistema de escravatura implicava o apartheid. Os criados nunca dirigiam a palavra aos senhores e viviam pelas traseiras. O trabalho infantil era quase obrigatório porque não havia escolaridade obrigatória. As mulheres não frequentavam a universidade e eram entregues pelos pais aos novos proprietários, os maridos. Não podiam ter passaporte nem sair do país sem autorização do homem. A grande viagem do mancebo era para África, nos paquetes da guerra colonial. Aí combatiam por um império desconhecido. A grande viagem da família remediada ao estrangeiro era a Badajoz, a comprar caramelos e castanholas. A fronteira demorava horas a ser cruzada, era preciso desdobrar um milhão de autorizações, era-se maltratado pelos guardas e o suborno era prática comum. De vez em quando, um grande carro passava, de um potentado veloz que não parecia sujeitar se à burocracia do regime que instituíra uma teoria da exceção para os seus acólitos. O suborno e a cunha dominavam o mercado laboral, onde não vigorava a concorrência e onde o corporativismo e o capitalismo rentista imperavam. Salazar dispensava favores a quem o servia. Não havia liberdade de expressão e o lápis da censura aplicava-se a riscar escritores, jornalistas, artistas e afins. Os devaneios políticos eram punidos com perseguição e prisão. Havia presos políticos, exilados e clandestinos. O serviço militar era obrigatório para todos os rapazes e se saíssem de Portugal depois dos quinze anos aqui teriam de voltar para apanhar o barco da soldadesca. A fé era a única coisa que o povo tinha e se lhe tirassem a religião tinha nada. Deus era a esperança numa vida melhor. Depois da morte, evidentemente." Clara Ferreira Alves in "A Pluma Caprichosa", jornal Expresso.

É verdade: o modelo televisivo de debate político envelheceu, e envelheceu mal. Tornou-se peça de museu, coisa pesada, antiquada, superficial até a medula. Ao lado da agilidade quase selvagem das redes sociais, onde o candidato fala direto ao eleitor, sem intermediários, sem firulas, sem a pompa ridícula do protocolo, o debate televisivo parece um daqueles programas de auditório italianos dos anos 70, onde só a casca importa, o verniz, a pose. Vem no pacote o visual nauseante dos estúdios gigantescos, as luzes frias que matam qualquer humanidade, os púlpitos de acrílico que parecem retirados de uma clínica odontológica de luxo. A parafernália enjoativa de sempre. Pois bem. Tudo isso é verdade. E, no entanto, eu não dispensaria um bom debate em 2026. O motivo é simples e, para os que ainda teimam em não enxergar o quase ofensivo de tão óbvio, aqui vai a explicação: em 2026, Bolsonaro será bom de debate. Muito bom, aliás. Flávio é craque nisso. As razões são incontestáveis e até irritantes de tão claras: jovem, mas já curtido pela política; culto sem ostentação; calmo como um jogador de xadrez que já leu o adversário; articulado; de uma simpatia que desarma; e, o que é raro nestas paragens, sabe colocar o dedo na ferida com a elegância fria de um estadista. Jair, o pai, com todo o respeito, era ruim de debate. Mas a coisa mudou. A herança, desta vez, parece ter vindo com juros. Que venham, portanto, os debates. Quanto mais, melhor. #DebatePolítico #Televisão #Eleições2026