⚠️ Lucas Paquetá ainda deve levar cerca de 7 a 10 dias para iniciar o processo de transição. 🗞️ @simpraisa 📸 Adriano Fontes/Flamengo https://t.co/6c5OW1SqbA #LucasPaquetá #transição #Flamengo
⚠️ Lucas Paquetá ainda deve levar cerca de 7 a 10 dias para iniciar o processo de transição. 🗞️ @simpraisa 📸 Adriano Fontes/Flamengo https://t.co/6c5OW1SqbA #LucasPaquetá #transição #Flamengo
Ainda em transição física após cirurgia no tornozelo esquerdo, o atacante Vitor Roque participou do treinamento integrado ao grupo do Palmeiras na manhã de hoje, na Academia de Futebol. O Tigrinho será a grande novidade entre os relacionados contra o Coritiba. 📸Cesar Greco https://t.co/PkhdBa7AUo #Palmeiras #VitorRoque #Futebol
O artigo de Elisa Manero critica a falta de coragem e responsabilidade na hierarquia governamental em Portugal, que falhou em reconhecer que o modelo de correção digital de exames, idealizado por ministros e secretários de Estado, é ineficaz, resultando em um colapso sistêmico que não prepara adequadamente os profissionais envolvidos para as exigências da transição digital. #Educação #TransiçãoDigital #FormaçãoDocente
O artigo discute a avaliação negativa da transição digital nos exames, destacando a falha na divulgação das notas como um passo em falso e expondo a responsabilidade do governo na gestão da situação. #Digitalização #ExamesNacionais #MinistroDaAdministraçãoInterna

🚨 CORAJOSA: Bella Longuinho admite que PEGOU Carlinhos Maia antes da transição, quando se identificava como homem gay. "Um beijo bom. Era muito gato." — disse Carlinhos, que ainda era CASADO com seu ex, Lucas, na época do ocorrido. https://t.co/4k9OSVObaW #Corajosa #CarlinhosMaia #Relacionamentos
‼️ Informação com @diegofirmino Palmeiras enviou representantes para o Rio de Janeiro na expectativa de destravar/acelerar tudo relacionado a contratação do Danilo do Botafogo. Ainda não existe acordo com o clube, somente acordo com o jogador. Toda negociação do Botafogo tem que ser transparente e informada para a nova diretoria de transição e apresentada ao juiz responsável pela Recuperação Judicial. #Palmeiras #Botafogo #Contratação
A ONU lamentou os incêndios florestais que devastam Portugal e Espanha, enfatizando a necessidade urgente de uma transição para energias renováveis como solução para mitigar os desastres climáticos e proteger o clima e as economias. #Incêndios #EnergiaLimpa #AlteraçõesClimáticas

Encontrei um centroavante para o Ancelotti. 😄⚽🤖 Ontem conheci um robô que mostrou habilidade e já me fez pensar que pode ser uma boa opção para a nossa Seleção. Foi durante a visita ao Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano do Sul, onde também conheci o trabalho de pesquisadores e estudantes que ajudam o Brasil a avançar em ciência, inovação e transição energética. 🎥 @ricardostuckert #futebol #inovação #tecnologia
Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta
Abro a semana de trabalho no estado de São Paulo. Farei uma visita nesta manhã aos laboratórios de testes em etanol e biodiesel do Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano do Sul. No início da tarde, desembarco em São José dos Campos para conhecer o projeto da primeira turbina a gás para geração de energia elétrica movida a etanol, no Instituto de Aeronáutica e Espaço. Símbolos de um Brasil de vanguarda na transição energética. Boa semana a todos. #EnergiaRenovável #Sustentabilidade #Inovação
Primeiro deixe-me lembrá-la de uma coisa, você só existe politicamente graças ao meu líder Jair Bolsonaro. Você só teve visibilidade graças a ele. Está sentada nessa cadeira graças a ele. Sem ele você vai naufragar. Desde quando esteve no projeto de Brasil defendido pelo meu líder entregue nas mãos de seu filho? Não tem um post do nosso pré-candidato. Boicotou o encontro com as mulheres. Nunca abraçou a indicação. Não aceitou e fez biquinho! Crítica não é ataque, isso é argumento feminista. Vitimista. O povo tem legitimidade para fazer isso. Você está funcionária do povo e parece não entender isso. Tranca os comentários. Não suportou as críticas quando foi visitar a cela em que meu líder iria ficar. Não suportou as críticas quando elogiou a aliada do Dino e a Leila. Isso tudo é ego e vaidade. Não precisamos disso. Certamente está liderando o movimento pra detonar a campanha. O povo brasileiro está empenhando em tirar essa quadrilha do poder. Temos que libertar nosso líder e os nossos irmãos. O povo está empobrecendo. Flávio é a nossa esperança. A cada dia que passa vejo que você foi outro erro no governo do meu líder. “Depois a gente volta a ajudar no governo de transição”, diz Damares. Volta pra pedir cargo? Não precisa voltar. Vai pela sombra. #Política #Brasil #Feminismo
Atenção, Vascaínos! 💢 Pedro Emanuel é um treinador pragmático, que adapta seu modelo de jogo ao elenco disponível. Como o acompanhamos mais de perto apenas no Al Fayha e no Khaleej, vou me ater a esse período. Por lá, alguns princípios importantes: organização defensiva e transição rápida. Teve de ser reativo. Defende em bloco médio/baixo, com linhas muito compactas. Não esperem pressão alta durante os 90 minutos. A pressão vem por meio de gatilhos: zagueiro recebendo de costas, erro de domínio ou passe no pé fraco do goleiro. Quando recupera a bola, acelera, troca poucos passes e aciona o pontinha mais rápido (esperem muito de Gomez, Adson e Marino aqui) pra atacar a profundidade, cruzando na área pro centroavante mais fixo. Contra os grandes sauditas, a estratégia era defender e sair em contra-ataque rápido. Contra pequenos, tinha um pouco mais de posse e atacava pelos lados. Resumindo. Sem a bola: bloco compacto e linhas baixas. Com a bola, verticalidade, poucos passes e acionamento dos pontas. Esperem muita participação dos laterais e pontas. Não é um treinador acima da média, mas também não é ruim. Como de costume da escola portuguesa, tem muita clareza de jogo e de aspectos táticos. Pedro inclusive, esteve na lista final de candidatos para assumir a seleção saudita na Copa, ao lado de Pericles Chamusca e Georgios Donis, mas o escolhido foi o último. Chegou a conversar com Taawoun e Ettifaq, mas as negociações não avançaram. Desde então, estava livre no mercado esperando oportunidades. Apareceu essa no Vasco. Que dê certo! 🙌 #VascoDaGama #Futebol #Tática
Na manhã de hoje (9/7), recebi ligação do presidente colombiano, Gustavo Petro. Conversamos sobre temas da agenda bilateral e sobre a situação política na Colômbia. Ao indicar que deixará o cargo no dia 6 de agosto, Petro destacou o tempo em que trabalhamos juntos. Reafirmou seu compromisso com a democracia e com uma transição pacífica no país. Agradeci ao presidente Petro pela amizade e pela cooperação com o Brasil e o povo brasileiro. Ao longo de seu mandato, Petro sempre demonstrou firme compromisso com a integração regional e o enfrentamento dos desafios comuns da América do Sul. Destaquei, ainda, sua determinação inabalável em promover a sustentabilidade ambiental, a preservação da Amazônia, além de seu incansável engajamento no enfrentamento ao narcotráfico e ao crime organizado transnacional. Nos três anos e meio em que coincidimos no governo, a Colômbia foi um dos países que mais visitei na América Latina — foram cinco viagens. Além da visita de Estado a Bogotá, realizada em 2024, participei das cúpulas da OTCA, CELAC, CELAC-União Europeia e CELAC-África. Também recebi Petro diversas vezes no Brasil, incluindo sua visita de Estado a Brasília e sua participação na inauguração do Centro de Cooperação Policial Internacional de Manaus, em 2025. Nossos países estão unidos por uma ampla agenda de interesses comuns e terão somente a ganhar se continuarem trabalhando juntos. #Colômbia #Democracia #IntegraçãoRegional
O Procon-SP respondeu à denúncia da deputada federal Erika Hilton (@ErikakHilton), que questionou o modelo de licenças digitais da PlayStation, no qual a mídia digital não se torna propriedade do consumidor e será a única opção de "compra" caso a mídia física seja descontinuada. O órgão reforçou que os usuários de jogos digitais do PlayStation têm os mesmos direitos dos consumidores de mídia física e devem ser respeitados, incluindo a possibilidade de compartilhar, vender e emprestar jogos, além da liberdade de uso dos produtos adquiridos. O Procon-SP foi claro ao afirmar que é proibido impor novas regras ou restrições após a venda ou contratação da licença digital. Embora a Sony preveja em seus termos a possibilidade de retirar o acesso ao acervo de jogos dos usuários, o órgão considera essas cláusulas abusivas e juridicamente inválidas. O Procon-SP não se opõe à transição para o digital anunciada pela Sony, mas exige que a empresa respeite integralmente os direitos previstos no Código de Defesa do Consumidor e os direitos adquiridos pelos consumidores. Mesmo com a futura chegada de um PS6 totalmente digital, enquanto o PS5 continuar sendo vendido no mercado, os consumidores mantêm o direito de adquirir e utilizar mídia física. É recomendado que os consumidores também denunciem essas práticas abusivas da Sony ao Procon para que a investigação ganhe mais força, profundidade e tenha maiores chances de gerar resultados. #DireitosDoConsumidor #Games #PlayStation
🚨VEJA: Rita Batista revela transição do jornalismo para a atuação: “Pedi para fazer um teste na teledramaturgia e de repente estava escalada com personagem, com história, com tudo”. https://t.co/J7AeYeIvJr #Jornalismo #Teledramaturgia #RitaBatista
O artigo de João Marques de Almeida discute como a transição climática na Europa, impulsionada por políticas climáticas rigorosas, está provocando uma decadência industrial, a dependência crescente da China e o empobrecimento das classes médias, resultando em sérias consequências económicas para o continente. #TransiçãoClimática #EconomiaEuropeia #DependênciaDaChina

Ambientalistas criticam os planos da Comissão Europeia para a pecuária e as proteínas, alegando que promovem um modelo industrial prejudicial e carecem de coerência, enfatizando a necessidade de uma transição justa e a redução das emissões de metano. #Ambiente #Pecuária #ComissãoEuropeia

INFORMAÇÃO: Gabriel de Alba, dono da GDA, já se reuniu com praticamente todos os departamentos da SAF Botafogo, inclusive com o Futebol. A transição está acontecendo de forma natural e gradual, mas a informação é clara: GDA já comanda a SAF. A oficialização da empresa será uma mera formalidade. O trabalho já começou em todos os setores, e o empresário Mexicano tem gostado muito da condução de Eduardo Iglesias à frente da SAF. Muito em breve , a GDA será oficializada no Botafogo,estamos todos ansiosos e aflitos, mas, nos bastidores, o novo comando já está em ação. Mais detalhes na Live depois do jogo da Copa! Canal do Anderson Motta! #Botafogo #SAF #Futebol