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#fetiche

"O Coutinho é um grande jogador, é vascaíno, mas nunca foi ídolo do Vasco. Ele jogou em 2009, o torcedor tinha muito carinho por ele, tinha uma espécie de fetiche de ver o Coutinho jogando no Vasco... Ele voltou, mas não chegou a ser ídolo." 🎙️ Ledio Carmona, no Sportv. 📸 Santos FC | Reprodução/Sportv #Vasco #Coutinho #Futebol

⚫ 𝗨𝗻𝗲 𝗰𝗮𝘀𝗾𝘂𝗲𝘁𝘁𝗲 𝗲𝗺𝗯𝗹𝗲́𝗺𝗮𝘁𝗶𝗾𝘂𝗲 𝗽𝗼𝘂𝗿 𝘂𝗻 𝗵𝗼𝗺𝗺𝗲 𝘂𝗻𝗶𝗾𝘂𝗲 Comme un symbole de courage et de résilience, cette casquette était indissociable d’Éric Roy. Pour lui rendre hommage, le Stade Brestois 29 lance aujourd’hui une réédition de ce modèle fétiche à son effigie. Au-delà du souvenir et de l’hommage, cette casquette porte également un message de solidarité. Les bénéfices de sa vente seront reversés à INNOVEO, le Fonds de dotation du CHU de Brest, au profit plus particulièrement du service oncologie. L’occasion de remercier et de saluer l’ensemble des équipes de ce service pour leur accompagnement, leur dévouement et leur engagement auprès des patients, comme ça été le cas auprès de notre regretté coach. 𝗨𝗻𝗲 𝗰𝗮𝘀𝗾𝘂𝗲𝘁𝘁𝗲 𝗽𝗼𝘂𝗿 𝗿𝗲𝗻𝗱𝗿𝗲 𝗵𝗼𝗺𝗺𝗮𝗴𝗲. 𝗨𝗻𝗲 𝗰𝗮𝘀𝗾𝘂𝗲𝘁𝘁𝗲 𝗽𝗼𝘂𝗿 𝘀𝗼𝘂𝘁𝗲𝗻𝗶𝗿 𝘂𝗻𝗲 𝗰𝗮𝘂𝘀𝗲. ❤🤍 Disponible dès maintenant à la Boutique Officielle du Stade Brestois 29, située ZA de Kergaradec à Brest, ainsi que sur la e-boutique 👉 https://t.co/jfQEzoQqgl #Hommage #Solidarité #StadeBrestois29

« KING ERIC » 🧢🕊️ Le Stade Brestois lance une réédition de la casquette fétiche d’Eric Roy 🇫🇷 en hommage à leur ancien entraîneur. ❤️🤍 Les bénéfices de sa vente seront reversés à INNOVEO, le Fonds de dotation du CHU de Brest, au profit plus particulièrement du service oncologie. 👏 🗣️ « L’occasion de remercier et de saluer l’ensemble des équipes de ce service pour leur accompagnement, leur dévouement et leur engagement auprès des patients, comme ça été le cas auprès de notre regretté coach. » ❤️‍🩹 📸🗞️ @SB29 #StadeBrestois #EricRoy #Solidarité

A crença em um sistema de justiça dominado por revolucionários é um fetiche suicida que ainda prevalece entre os políticos. Mas o coelho não tem argumentos jurídicos contra o lobo. #Justiça #Política #Revolução

Nossa, que preguiça imensa de quem tá criticando esse posicionamento dele. Vocês preferem ver ele perder a oportunidade de ser eleito (o que seria algo muito positivo) por causa do purismo de vocês que já tá beirando ao fetiche na derrota mesmo, não tem outra definição. #Política #Opinião #Eleições

“Leonardo Di Caprio”: Porque la actriz porno de 22 años Hieke Konings reveló un fetiche del actor: “Se pone auriculares durante el acto sexual y escucha música a todo volumen. Escucha música porque no quiere oír la voz de la mujer durante el acto.” https://t.co/KCZsOm4ZzQ #LeonardoDiCaprio #Fetiches #Cine

No alvorecer daquela farra sanitária que, em 2020, se abateu sobre o planeta como uma praga de gafanhotos bíblicos, assistiu-se ao primeiro grande alinhamento político entre Donald Trump, então inquilino da Casa Branca, e Jair Bolsonaro inquilino do planalto. Ambos, com a obstinação de quem recusa a liturgia do rebanho, defenderam a hidroxicloroquina, um velho remédio contra a malária, tão prosaico quanto eficaz em outras eras, e a cloroquina. Em março daquele ano, a FDA americana, com a solenidade de quem ainda não se ajoelhara diante do altar da ciência oficial, concedeu autorização de uso emergencial aos hospitalizados. Em maio, Washington despachou dois milhões de doses para o Brasil. Misteriosamente, e o mistério, como se sabe, é o disfarce predileto da política, após estudos que registravam arritmias e a ausência de “provas” de eficácia, a mesma agência, em junho, revogou tudo e passou a fulminar o remédio com a veemência de um inquisidor. Em junho de 2021, milhares de e-mails de Anthony Fauci, o sumo sacerdote do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas e conselheiro-mor da Casa Branca, vieram a público graças ao Washington Post e ao BuzzFeed, via processo legal. Neles, o doutor parecia confessar, em segredo, que a hidroxicloroquina era a cura, que a tomava e aconselhava a família. O porta-voz, naturalmente, negou tudo: Fauci jamais ingerira o fármaco e se recusara a endossá-lo por falta de dados. O e-mail “incriminador”, alegou, não era dele, mas de um tal Erik A. Nilsen, CEO de uma startup texana, que escrevera: “A outra droga que tenho, e disse à minha família e a alguns amigos para conseguirem, chama-se hidroxicloroquina…”. Fim de papo, ou quase. No final de julho, o senador Rand Paul liberou o diário pessoal de Fauci. O documento reacendeu a fogueira nos Estados Unidos e no Brasil. Apoiadores de Trump e Bolsonaro extraiam trechos pérolas dos escritos. Peter Navarro, ex-conselheiro de Trump, destacou passagens de março de 2020 em que Fauci descrevia a HCQ como medicamento aprovado, com “tons of experience”: toneladas de experiência, e se mostrava confortável com distribuição flexível. Depois, quando Trump a promoveu, as evidências viraram “anedóticas”. Inconsistências, origens do vírus, lockdowns, tratamentos: o pacote completo da paranoia contemporânea. Nos círculos conservadores americanos, a suspeita cristalizou-se: havia estoques de cloroquina prontos para distribuição, mas a posição mudou por motivos políticos. “Se Trump é a favor, o sistema é contra.”. No Brasil, a mesma cantilena em torno do “tratamento precoce”: a oposição e a mídia teriam sabotado Bolsonaro como os democratas sabotaram Trump. A batalha persiste. De um lado, os que juram que Trump e Bolsonaro estavam certos; do outro, Fauci, a mídia, a esquerda mundial, a indústria farmacêutica, todos proclamando que jamais houve mudança oficial de protocolo no Ministério da Saúde ou na Anvisa recomendando HCQ para a Covid. Eu, de minha parte, posso dizer que, independentemente do que proclamavam Trump, Bolsonaro ou Fauci, sempre achei de uma estranheza kafkiana o uso de uma vacina ainda em fase experimental. Mais estranho ainda o fetiche da máscara de pano, com aberturas vastas o bastante para deixar passar vírus e bactérias como quem passa por um portão aberto. E o cúmulo do absurdo: o vírus que, segundo a liturgia, não atacava pessoas sentadas. Tudo isso me convenceu, à época, de que não valia a pena seguir o rebanho. Havia algo de patético em andar mascarado por lugares desertos e, minutos depois, comer em restaurantes lotados. Ah, sim, tirávamos a máscara para almoçar. Daí a minha convicção de que o vírus respeitava o momento: bastava sentar e pegar nos talheres para que os bichinhos se afastassem, discretos. Como levar a sério semelhante farsa?, pensava eu. Se o vírus respeitava quem se sentava para comer, respeitaria também quem se sentasse para fumar, beber ou rezar. Foi por isso que o período da pandemia se tornou a época em que mais fumei. Cheguei a três maços de Marlboro por dia. Dentro do carro, inclusive. Não foram raras as vezes em que, parado no sinal, alguém sozinho e mascarado parava ao lado, lançava-me um olhar de horror bíblico e saía cantando pneu para não contemplar a cena apocalíptica: eu, ouvindo Bob Dylan, vidros abertos, fumando como se o mundo fosse acabar amanhã. Seis anos depois, aqui estou, mais forte e mais gordo do que nunca. Foi a cloroquina que me salvou? Quem há de saber? A picadinha, juro que não foi, pois não a tomei. Foi o cigarro? Provavelmente não. Passada a pandemia, resolvi largar o vício. Já faz quase um ano e prometo nunca mais fumar. A menos que surja outra pandemia. #Pandemia #Cloroquina #Saúde

Gente, voces podem ter o fetiche de vcs de ser sub 24/7 sem se enfiar na politica pra obrigar todo mundo a fazer igual #fetiche #relacionamentos #submissão

Insuportável essa turma de "entendidos de tática" dizendo que o que o 🇵🇾 Paraguai fez contra a 🇫🇷 França "não é futebol". Eles queriam o quê? Que o Paraguai jogasse todo aberto contra uma seleção muito mais forte para tomar 10x0 e satisfazer o fetiche deles de "propor o jogo"? Se tivesse seguido essa lógica, o Paraguai nem enfrentaria a França. Teria sido eliminado pela 🇩🇪 Alemanha na fase anterior. #Futebol #Tática #Paraguai

A última pérola de Rodrigo Constantino foi proclamar, com a solenidade de quem descobre a roda, que permanece independente, sem partido e sem político de estimação. Pérola, sim, mas de imitação: o que ele quis dizer, e não disse, é que permanece ausente. Ausente, não independente. Eu também não tenho partido. Jamais me filiei a qualquer legenda e não cultivo fetiches eleitorais. Mas conservo, ainda que contra a maré dos tempos, o senso das proporções. Votarei em Flávio não por devoção, mas por elementar cálculo de sobrevivência: comparado ao resto do cardápio, ele é tábua de salvação. Constantino, esse, não precisa de tábua alguma. Vive nos Estados Unidos como cidadão americano, com o Brasil reduzido a um pano de fundo conveniente: uma legião de leitores fiéis e, suponho, o salário generoso que a grande mídia alguma vez, depositou em sua conta. O resto que se exploda. Que o país afunde ou nade, pouco lhe importa, pois, do contrário, não estaria espalhando seu veneno nas redes sociais. Do alto de sua montanha americana, ele prossegue dando lições como um Zaratustra de botequim, ditando o certo e o errado com a gravidade de quem se contempla no espelho e se acha sublime. Na verdade, é um Narciso piorado, bem piorado: não se apaixona pela própria imagem, mas pela própria ausência. Constantino é, enfim, o que sempre foi: um tolo requintado que se julga a mais espetacular das criaturas: o super-homem da indiferença, o hipócrita da distância, o moralista que cobra dos outros o que ele próprio se dispensou de viver. #Política #Independência #Hipocrisia

Vhampelly Jun 7

@Punking_86 O que tem fetiche que estou me referindo é o Rei Luis XVI, e mesmo que seja melhor pros médicos, só acho que deveria ser mais humanizado e mais pensado no sofrimento que as grávidas passam #Saúde #Gravidez #Humanização

Actu Foot Jun 7

⚽️ ENDRICK BUTEUR !!!!! LA CÉLÉBRATION DÉJÀ FÉTICHE DU BRÉSILIEN 🔫 2-1 pour le Brésil 🇧🇷 face à l’Égypte 🇪🇬. https://t.co/nOW2Ym6d5r #Football #Brésil #Célébration

Mirra Andreeva portait une veste Nike customisée avec sa phrase fétiche après son sacre à #RolandGarros 📸 « JE VEUX ME REMERCIER MOI-MÊME » 💖🖤 https://t.co/qfA881DOJ7 #RolandGarros #Nike #Tennis

Paul Sugy Jun 6

Suite et fin de notre enquête sur le "système Pigasse" : cette fois on rembobine le fil de la fulgurante carrière de ce banquier d'affaires hors-normes. De fusions-acquisitions pour des multinationales capitalistes en restructurations de dettes pour des pays du tiers-monde en crise, ses combats idéologiques semblent avoir été relégués loin en arrière-plan. "L'argent n'a pas d'odeur mais Pigasse sait se boucher le nez". La fortune de Pigasse rappelle les aventures de Tintin : Pigasse au Venezuela, où le courtisan des dictateurs Chavez et Maduro vient de rempiler pour un nouveau contrat avec Delcy Rodriguez ; Pigasse en Grèce, Pigasse en Argentine... Pigasse au Congo, où on l'aperçoit aux côtés de DSK et de l'autocrate Sassou Nguesso. La clef c'est le bluff. Tous ceux qui ont topé avec Matthieu Pigasse connaissent son tic fétiche : ce petit « hop, hop, hop » qu’il fait en remuant ses deux mains dans les airs pour faire mine de déplacer les gobelets d’un bonneteau imaginaire... comme s’il mettait toujours ses billes ailleurs qu’on ne l’imagine. C'est à lire dans @Le_Figaro de ce week-end ⤵️ https://t.co/mgn9upb7cw #Pigasse #Finance #Enquête

Todos os grupos narcoterroristas da América Latina nasceram de grupos “revolucionários” de esquerda das décadas de 1960, 1970 e 1980 e, em muitos lugares, são o canal de dinheiro que irriga tanto esses partidos quanto ONGs e bancos. Ainda vamos descobrir que a insistência na pauta progressista por parte de donos de bancos não é apenas um fetiche liberal de brancos ricos, mas uma estratégia consciente para manter a esquerda no poder e, assim, continuar lavando o dinheiro do narcotráfico. #Narcotráfico #AméricaLatina #Esquerda

Nós não temos nenhum fetiche com as leis laborais. Não temos nenhuma pretensão de retirar direitos a ninguém. Nós temos é a pretensão de cada um exercer os seus direitos da forma mais equilibrada possível para todos sermos beneficiados do resultado final.

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