Gente, voces podem ter o fetiche de vcs de ser sub 24/7 sem se enfiar na politica pra obrigar todo mundo a fazer igual #fetiche #relacionamentos #submissão
Gente, voces podem ter o fetiche de vcs de ser sub 24/7 sem se enfiar na politica pra obrigar todo mundo a fazer igual #fetiche #relacionamentos #submissão
Insuportável essa turma de "entendidos de tática" dizendo que o que o 🇵🇾 Paraguai fez contra a 🇫🇷 França "não é futebol". Eles queriam o quê? Que o Paraguai jogasse todo aberto contra uma seleção muito mais forte para tomar 10x0 e satisfazer o fetiche deles de "propor o jogo"? Se tivesse seguido essa lógica, o Paraguai nem enfrentaria a França. Teria sido eliminado pela 🇩🇪 Alemanha na fase anterior. #Futebol #Tática #Paraguai
A última pérola de Rodrigo Constantino foi proclamar, com a solenidade de quem descobre a roda, que permanece independente, sem partido e sem político de estimação. Pérola, sim, mas de imitação: o que ele quis dizer, e não disse, é que permanece ausente. Ausente, não independente. Eu também não tenho partido. Jamais me filiei a qualquer legenda e não cultivo fetiches eleitorais. Mas conservo, ainda que contra a maré dos tempos, o senso das proporções. Votarei em Flávio não por devoção, mas por elementar cálculo de sobrevivência: comparado ao resto do cardápio, ele é tábua de salvação. Constantino, esse, não precisa de tábua alguma. Vive nos Estados Unidos como cidadão americano, com o Brasil reduzido a um pano de fundo conveniente: uma legião de leitores fiéis e, suponho, o salário generoso que a grande mídia alguma vez, depositou em sua conta. O resto que se exploda. Que o país afunde ou nade, pouco lhe importa, pois, do contrário, não estaria espalhando seu veneno nas redes sociais. Do alto de sua montanha americana, ele prossegue dando lições como um Zaratustra de botequim, ditando o certo e o errado com a gravidade de quem se contempla no espelho e se acha sublime. Na verdade, é um Narciso piorado, bem piorado: não se apaixona pela própria imagem, mas pela própria ausência. Constantino é, enfim, o que sempre foi: um tolo requintado que se julga a mais espetacular das criaturas: o super-homem da indiferença, o hipócrita da distância, o moralista que cobra dos outros o que ele próprio se dispensou de viver. #Política #Independência #Hipocrisia
@Punking_86 O que tem fetiche que estou me referindo é o Rei Luis XVI, e mesmo que seja melhor pros médicos, só acho que deveria ser mais humanizado e mais pensado no sofrimento que as grávidas passam #Saúde #Gravidez #Humanização
⚽️ ENDRICK BUTEUR !!!!! LA CÉLÉBRATION DÉJÀ FÉTICHE DU BRÉSILIEN 🔫 2-1 pour le Brésil 🇧🇷 face à l’Égypte 🇪🇬. https://t.co/nOW2Ym6d5r #Football #Brésil #Célébration
Mirra Andreeva portait une veste Nike customisée avec sa phrase fétiche après son sacre à #RolandGarros 📸 « JE VEUX ME REMERCIER MOI-MÊME » 💖🖤 https://t.co/qfA881DOJ7 #RolandGarros #Nike #Tennis
Suite et fin de notre enquête sur le "système Pigasse" : cette fois on rembobine le fil de la fulgurante carrière de ce banquier d'affaires hors-normes. De fusions-acquisitions pour des multinationales capitalistes en restructurations de dettes pour des pays du tiers-monde en crise, ses combats idéologiques semblent avoir été relégués loin en arrière-plan. "L'argent n'a pas d'odeur mais Pigasse sait se boucher le nez". La fortune de Pigasse rappelle les aventures de Tintin : Pigasse au Venezuela, où le courtisan des dictateurs Chavez et Maduro vient de rempiler pour un nouveau contrat avec Delcy Rodriguez ; Pigasse en Grèce, Pigasse en Argentine... Pigasse au Congo, où on l'aperçoit aux côtés de DSK et de l'autocrate Sassou Nguesso. La clef c'est le bluff. Tous ceux qui ont topé avec Matthieu Pigasse connaissent son tic fétiche : ce petit « hop, hop, hop » qu’il fait en remuant ses deux mains dans les airs pour faire mine de déplacer les gobelets d’un bonneteau imaginaire... comme s’il mettait toujours ses billes ailleurs qu’on ne l’imagine. C'est à lire dans @Le_Figaro de ce week-end ⤵️ https://t.co/mgn9upb7cw #Pigasse #Finance #Enquête
Todos os grupos narcoterroristas da América Latina nasceram de grupos “revolucionários” de esquerda das décadas de 1960, 1970 e 1980 e, em muitos lugares, são o canal de dinheiro que irriga tanto esses partidos quanto ONGs e bancos. Ainda vamos descobrir que a insistência na pauta progressista por parte de donos de bancos não é apenas um fetiche liberal de brancos ricos, mas uma estratégia consciente para manter a esquerda no poder e, assim, continuar lavando o dinheiro do narcotráfico. #Narcotráfico #AméricaLatina #Esquerda
Nós não temos nenhum fetiche com as leis laborais. Não temos nenhuma pretensão de retirar direitos a ninguém. Nós temos é a pretensão de cada um exercer os seus direitos da forma mais equilibrada possível para todos sermos beneficiados do resultado final.