Flávio Gordon wrote that no one should forget and that everyone should answer before the law for the crimes against humanity that, according to him, they committed. #Justiça #DireitosHumanos #CrimesContraAHumanidade (translated)
Flávio Gordon wrote that no one should forget and that everyone should answer before the law for the crimes against humanity that, according to him, they committed. #Justiça #DireitosHumanos #CrimesContraAHumanidade (translated)
Mafinha stated that poor people would be conservative because they prioritize family, work, and church. According to her, throughout the 300,000 years of human history, these three things would have guaranteed, with 100% accuracy, at least a decent life. She also said that experiences such as being in a three-way relationship or adopting a vegan diet would be more accessible to those who have money. #política #conservadorismo #sociedade (translated)
Gian Oddi wrote that even a man who, according to him, campaigned by threatening to assault car parkers had been elected as a deputy. He stated that an absolute majority of the parliament was made up of figures he considered cruel and driven by the worst intentions, and he wished Brazil good luck. #Política #Brasil #Eleições (translated)
Joaquin Teixeira Eterno wrote that he felt intimidated in front of the electronic voting machine, which he described as the most advanced technology ever created by humanity and something beyond human comprehension. He also said he felt as if he had been abducted by alien technology. #Tecnologia #Inovação #Futuro (translated)
The Dead by Daylight BR account stated that the fight for humanity continued in the Fog and announced that the NieR:Automata Collection would arrive on October 6. https://t.co/dXYiZG5zbi #NieRAutomata #Jogos #LutaPelaHumanidade (translated)
I would like to share some reflections on my recent #ApostolicTrip to #France, with the motto "So that the world may have life" (cf. John 6:51). Only God, through His grace, can restore the Church and renew humanity, and that is precisely what is happening in Paris, Lourdes, and Metz. #Viagem #França #Igreja (translated)
A Anthropic alerta investidores sobre os riscos existenciais para a humanidade relacionados à sua tecnologia de inteligência artificial no prospeto da sua oferta pública inicial, avaliando a empresa em dois biliões de dólares. #InteligênciaArtificial #RiscosExistenciais #IPOAnthropic
Nate Soares, coautor do livro Se alguém a criar, morremos todos, expressa preocupação com os riscos da IA superinteligente para a humanidade, embora agora esteja mais otimista, pois acredita que o mundo está finalmente a perceber a ameaça iminente da tecnologia. #InteligênciaArtificial #Superinteligência #RiscosTecnológicos
Bom dia Brasil! Falta uma semana para a gente se encontrar com a ferramenta tecnológica mais avançada já criada pela humanidade em todo os tempos, em todo o universo, a maior obra-prima da engenharia moderna, ela mesmo: A URNA ELECTRÔNICA! Ansiosos? Eu nem dormi de emoção... #UrnaEletrônica #Tecnologia #Eleições2024
“É preciso defender a ciência, porque a ciência tem a ver com a racionalidade. A racionalidade humana, mas também a racionalidade do mundo, porque a humanidade tem-se desenvolvido por causa desses avanços. O mundo de hoje não deve estar dividido entre ciência e religião, essa é a tese fundamental do livro”O académico e cientista da área da Física Teórica Carlos Fiolhais lamentou este sábado o crescimento de grupos organizados que utilizam a religião como forma de fazer oposição à ciência e propõe campos de diálogo entre as duas partes. #Ciência #Religião #Diálogo
O artigo debate os pedidos de reparações relacionados ao tráfico atlântico de escravos, classificado pela ONU como um crime contra a humanidade, e questiona a viabilidade e justiça dessa iniciativa, especialmente no contexto da história e das relações entre países. #TráficoDeEscravos #Reparações #História

O progresso tecnológico nunca é simplesmente uma questão técnica. Toda tecnologia reflete, explícita ou implicitamente, uma compreensão específica do ser humano, da sociedade e do futuro que desejamos construir. O progresso científico e tecnológico, portanto, deve ser acompanhado por um crescimento correspondente da responsabilidade. Quanto maior for o nosso poder de transformar o mundo, maior deve ser a nossa capacidade de discernir o que realmente serve à dignidade humana concedida por Deus, de governar com sabedoria e de cuidar daqueles que podem sofrer as consequências mais graves de nossas escolhas. #Tecnologia #Responsabilidade #Humanidade
O artigo de Hugo Dantas reflete sobre a ameaça à humanidade não vinda de forças externas, mas da própria rendição do ser humano à inteligência artificial, que está a degradar a experiência e capacidade humana um indivíduo de cada vez. #InteligênciaArtificial #Tecnologia #Humanidade

A Alianza Ceibo, composta por povos indígenas da Amazónia, ganhou o Prémio Gulbenkian para a Humanidade 2026, recebendo um milhão de euros para promover a defesa da natureza e alertar sobre as ameaças do extrativismo e da crise climática em seus territórios. #Amazônia #PovosIndígenas #CriseClimática
António José Seguro, presidente da República, destacou a urgência de um alinhamento político global face às alterações climáticas, lamentando que muitos líderes se distraiam com outras prioridades, durante a sua mensagem enviada ao Prémio Gulbenkian para a Humanidade. #AlteraçõesClimáticas #Ambiente #Sustentabilidade
📝 Discurso do presidente Lula na Assembleia Geral da ONU Esta é a décima ocasião em que abro o Debate Geral desta Assembleia. Desde que ocupei pela primeira vez esta tribuna, em 2003, este é o momento mais crítico das Nações Unidas. O sentimento que me move hoje é o da indignação. A ONU está falhando em uma das suas missões mais elevadas: a de livrar a humanidade do flagelo da guerra. Sua credibilidade nunca esteve tão baixa. Sua capacidade de proteger os mais vulneráveis – os que não têm exército, nem arsenais – nunca foi tão pequena. Somos todos reféns do imobilismo de um Conselho de Segurança que não cumpre o seu papel. Em 1946, já na primeira sessão desta Assembleia, o Brasil alertava para o alto preço que a comunidade internacional pagaria pelo direito de veto. Esse vício de origem da Carta da ONU conferiu às grandes potências o privilégio da insensatez. A esse pecado original soma-se agora uma profunda crise de liderança. O ano de 2025 registrou o maior número de conflitos armados desde a Segunda Guerra Mundial. Trilhões de dólares financiam uma nova corrida armamentista. Tensões geopolíticas ameaçam transformar confrontos regionais em uma conflagração de proporções globais. Os que detêm as rédeas das decisões cruciais devem atuar com responsabilidade e sentido de urgência. Os líderes dos países que integram o Conselho de Segurança precisam se reunir. Não desconheço as realidades do poder. Mas as concessões à lei do mais forte já passaram dos limites. Isso não é idealismo. É o mais puro realismo. A guerra não é a continuação da política por outros meios. É a falência total da política. Num mundo interdependente, liderar é conciliar os interesses da pátria com os da humanidade. Essa é a constatação de alguém que representa uma nação amante da paz e da liberdade. Alguém que lutou contra uma ditadura militar e defendeu seu país contra um golpe de estado. É a convicção de um operário eleito três vezes presidente e que retirou o Brasil do Mapa da Fome. Esta Assembleia corrigiu recentemente distorções históricas. Reconheceu o tráfico de africanos escravizados como o mais grave crime contra a humanidade. Aprovou a representação mais precisa do mapa-múndi. Agora deve se debruçar sobre temas determinantes para o futuro da humanidade. Somos chamados a optar entre o multilateralismo ou unilateralismo. A democracia ou extremismo. Soberania ou subordinação. Essas escolhas demandam coragem, vontade política e clareza de objetivos. Isso é o que se espera de um Estadista. 📸 @ricardostuckert #ONU #Paz #Liderança
“O sentimento que me move hoje é o da indignação: a ONU está falhando em uma das suas missões mais elevadas, a de livrar a humanidade do flagelo da guerra.” 🌎 LULA NA ONU https://t.co/GYoOdHnHML #ONU #Paz #Indignação
Cristianismo e esquerdismo são incompatíveis. Não há nada mais hipócrita do que um esquerdista falando da religião cristã. É impossível ser cristão e esquerdista ao mesmo tempo porque o cristianismo e o marxismo defendem visões irreconciliáveis do mundo. Segundo o cristianismo, o ser humano é imperfeito e marcado pelo pecado original. Precisamos amar a Deus e ao próximo. Nossa recompensa é a vida eterna. Não existe justiça neste mundo, só no Reino de Deus. Já para o marxismo, o homem vai ser aperfeiçoado quando a humanidade avançar para a sociedade socialista, sem classes e sem propriedade privada. Para os marxistas, não existe nada além da matéria; não existe alma imortal e nao existe Deus. Segundo a teoria marxista, religiões são ilusões criadas para legitimar a ordem social. Quem se diz cristão de esquerda está enganado, ou está tentando te enganar, ou as duas coisas juntas. Esse é o caso dos políticos de esquerda que usam religião para se eleger. Uma das primeiras coisas que os socialistas/marxistas/comunistas SEMPRE fazem quando chegam ao poder é perseguir as religiões. [Se essa postagem foi útil a você, considere a possibilidade de fazer uma assinatura do perfil - e muito obrigado] #Cristianismo #Esquerdismo #Marxismo
nada se compara ao som mais próximo da trombeta do apocalipse que a humanidade já conseguiu ter acesso: Happy - Pharrell Williams enquanto existirem lojas de departamento abertas no planeta, a maldição será repetida dia após dia #Felicidade #Música #Consumo
Artigo publicado no Financial Times deste domingo, assinado pelo presidente Lula 🇧🇷, pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa 🇪🇺, pelo primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney 🇨🇦, e pelo presidente do Quênia, William Ruto 🇰🇪. 📰 O Multilateralismo não é idealismo, é uma necessidade À medida que os líderes mundiais seguem para a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nesta semana, nos deparamos com um paradoxo. A comunidade internacional está mais interdependente do que nunca, ao mesmo tempo em que se torna cada vez mais fragmentada e polarizada. Nossas economias estão profundamente interligadas. A tecnologia conecta bilhões de pessoas para além das fronteiras nacionais, enquanto capital, bens, dados e ideias circulam em velocidades que seriam inimagináveis quando as Nações Unidas foram fundadas, em 1945. O comércio global atingiu o recorde de US$ 35 trilhões no ano passado, e seis bilhões de pessoas – quase três quartos da humanidade – estão conectadas à internet. No entanto, a geopolítica caminha na direção oposta. Em 2025, foram registrados 65 conflitos armados envolvendo Estados, o maior número desde 1946, enquanto os gastos militares globais atingiram o recorde de US$ 2,9 trilhões. O direito internacional está sob pressão. A linguagem das esferas de influência e da política de poder está de volta. As relações econômicas são cada vez mais utilizadas como instrumentos de pressão e coerção, enquanto a desigualdade aumenta, tanto dentro dos países quanto entre eles. Alguns podem concluir, portanto, que o sistema multilateral fracassou. Em parte, essa crítica é compreensível. Um sistema multilateral que não reflita as realidades de hoje não resistirá ao tempo. Mas a necessidade de cooperação multilateral segue plenamente viva. O mundo do pós-guerra há muito ficou para trás, mas a lógica fundamental que justificou a cooperação multilateral é mais evidente do que nunca. A emergência climática está superando até mesmo as previsões mais alarmantes. A inteligência artificial avança mais rapidamente do que nossa capacidade de controlá-la. Pandemias podem se espalhar por continentes em questão de semanas, e choques financeiros podem abalar os mercados em poucas horas. Conflitos armados podem desestabilizar regiões inteiras e obrigar milhões de pessoas a fugir de suas casas. Pontos de estrangulamento das rotas marítimas globais, como o Estreito de Ormuz, quando afetados por conflitos, podem paralisar cadeias de abastecimento em todo o mundo. Nenhum país, por mais poderoso que seja, pode enfrentar esses desafios sozinho. A cooperação não é um ato de idealismo; é uma necessidade prática. A questão não é saber se o multilateralismo pode sobreviver, mas como ele deve evoluir para responder às realidades do nosso tempo. É nesse contexto que nos unimos em torno de uma nova iniciativa: “Parceiros pelo Multilateralismo” (P4M, na sigla em inglês). A P4M não pretende criar mais um bloco exclusivo nem outra burocracia internacional. Seu propósito é justamente o oposto: oferecer uma estrutura flexível e aberta a países de diferentes regiões e tradições políticas que estejam dispostos a atuar para além de suas diferenças, formar coalizões em favor de reformas e transformar princípios compartilhados em ações concretas. A P4M apoiará a reforma das Nações Unidas e de outras instituições multilaterais, para torná-las mais representativas, legítimas, eficazes e confiáveis. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cooperação entre organizações regionais, contribuir para a paz e a segurança, aprimorar a governança econômica global e desenvolver abordagens comuns para desafios contemporâneos, da inteligência artificial e das mudanças do clima à segurança sanitária e à transformação digital. A P4M buscará renovar e fortalecer o sistema multilateral, e não o substituir, além de construir pontes e aproximar países que podem discordar em muitas questões, mas que compartilham o compromisso com os princípios básicos consagrados na Carta da ONU. São princípios inegociáveis, como a igualdade soberana, a integridade territorial, a solução pacífica de controvérsias, a proibição da ameaça ou do uso da força, o direito internacional humanitário, o desenvolvimento sustentável, os direitos humanos e as liberdades fundamentais. O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou recentemente que "as superpotências estão descobrindo seus limites". Acreditamos que a comunidade internacional precisa redescobrir o extraordinário potencial da ação coletiva. A competição não precisa se transformar em confronto se criarmos canais de diálogo e cooperação. A soberania é fortalecida, e não diminuída, quando os países trabalham juntos para enfrentar desafios comuns. A promoção dos interesses nacionais muitas vezes passa pela ação coletiva diante de desafios compartilhados. A verdadeira escolha não é entre preservar a ordem internacional estabelecida após a Segunda Guerra Mundial ou abandoná-la. É entre renovar a cooperação multilateral em um mundo em transformação ou permitir que a fragmentação, a polarização e a política de poder definam a próxima era. Diante de uma ordem mundial que se transforma rapidamente, conclamamos líderes de todo o mundo a se juntarem a nós na iniciativa P4M, optando pela cooperação em vez da fragmentação, pelo direito em vez do poder e pela responsabilidade compartilhada em vez da divisão. 🔗: https://t.co/EF1VXhg1kh #Multilateralismo #CooperaçãoGlobal #DesafiosContemporâneos