A raspadinha em Portugal, que gera milhões em receita para o Estado, revela uma triste realidade de dependência entre aqueles que ganham menos, com uma proporção alarmante de jogadores problemáticos, exigindo uma urgente reavaliação das políticas de proteção para evitar danos financeiros e sociais. #Cibersegurança #Raspadinhas #JogoResponsável
🧠🎰 BETS NÃO SÃO SÓ DÍVIDA. SÃO UM PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA. Alexandre Padilha, Ministro da Saúde, mostrou que, entre pessoas com transtorno do jogo, o risco de morte por suicídio pode ser 15 vezes maior. O impacto é ainda mais pesado entre os mais vulneráveis. #BrasilLivreDasBets #SaúdePública #JogoResponsável #TranstornosMentais
PROIBIR NÃO É PROTEGER A Guia assina, ao lado das operadoras licenciadas do Brasil, o manifesto da ANJL e do IBJR. A proibição não acaba com as apostas no Brasil, mas com a proteção de quem aposta. Segundo o Ministério da Fazenda, 31 milhões de pessoas estão ativas nas plataformas de apostas legalizadas, cerca de 20% do eleitorado nacional, que, em sua imensa maioria, aposta de forma recreativa e responsável. Essas apostas não deixarão de ser feitas com uma medida provisória; apenas mudarão de endereço para ambientes sem controle, que aceitam menores de idade e cartões de crédito. No mercado autorizado, as plataformas verificam idade e CPF, adotam políticas de saúde mental e autoexclusão e recolhem impostos para políticas públicas. Compartilhamos a preocupação com o endividamento das famílias e com o jogo problemático, e quem tem as melhores condições de enfrentar esse problema é justamente um mercado altamente regulado. O mercado legal hoje impede que 3 milhões de beneficiários de programas sociais apostem e já atendeu 1,2 milhão de pedidos de autoexclusão. Nenhum site ilegal faz isso. O mercado ilegal brasileiro tem um agravante: é explorado pelo crime organizado para aplicar golpes digitais contra a população mais vulnerável. O governo já bloqueou mais de 66 mil domínios ilegais. Mesmo assim, em uma só semana de setembro, 6.409 seguiam no ar, e 14 novos são criados por dia. O mercado clandestino já responde por 41% do volume apostado no país. Com a proibição, esse número saltará para 100%. Se a proibição atingir todo o mercado regulado, a consultoria LCA estima que até R$ 73 bilhões em arrecadação estariam em risco entre 2027 e 2030, caso 100% da demanda migre para operadores ilegais. Se o objetivo é proteger o cidadão, o caminho é mais fiscalização, não menos. Estamos prontos para discutir limites de depósito e de tempo, regras mais rígidas de publicidade, cuidado em saúde mental e mais rigor no combate aos sites ilegais. Nada disso pode ser exigido de quem opera na clandestinidade. Proibir não protege o apostador. Apenas o empurra para ambientes sem fiscalização. ANJL e IBJR #ProibirNaoEProteger #ApostasLegais #JogoResponsável #SegurançaFinanceira
Tá uma delícia ver o choro de quem vive de ganhar dinheiro de bet. Continuem assim, a mamata vai acabar. #Apostas #JogoResponsável #Dinheiro
Acabar com as bets não vai acabar com o futebol. Mas vai acabar com o vício e o endividamento provocado por essas empresas. https://t.co/ezHppO588w #futebol #jogoresponsável #vício
Acompanho com esperança as notícias de que o presidente Lula prepara uma Medida Provisória para proibir o jogo online. Há anos, o Brasil e o povo brasileiro sangram e choram em troca do enriquecimento das casas de apostas e dos caça-níqueis online. Graças à liberação do jogo no governo Temer, à inércia de 4 anos do governo Bolsonaro e à regulamentação insuficiente promovida pelo Congresso em 2023, essa indústria do sofrimento está tomando de assalto os lares, os salários, as aposentadorias, a juventude, a saúde mental e as VIDAS brasileiras. Há crianças sem comer enquanto pais apostam. Há pessoas tirando a própria vida por dívidas. O povo brasileiro está gastando 3 vezes mais em bets do que em presentes de Natal. Os jogos tiram 62 bilhões de reais da economia brasileira por ano. A proibição quase nunca é a solução mais inteligente para um vício. Mas o dano que as bets conseguiram causar ao país e às famílias é incomparável. Tirar alguém das bets pode ser mais difícil do que tirar alguém do crack. Jogo é vício, disponível 24 horas por dia na tela do celular, com propaganda na TV e patrocínio nas camisas dos maiores clubes. Associar a aposta ao ato de torcer por um time do coração causou um problema sem precedentes para o nosso país. Sim, o futebol brasileiro terá uma dificuldade momentânea com o fim das bets. Mas existem outros patrocinadores. Eu prefiro a dificuldade momentânea de todos os clubes deste país do que mais vidas sendo perdida para o jogo. #JogoResponsável #ProibiçãoDoJogo #SaúdeMental
Meu caro, não sou ombudsman de ninguém, apenas expressei um sentimento. Sim, já falei sobre bet na bancada e participo de um grupo que discute o assunto. Minha opinião? Que bet, um vício implacável como cigarro, assim seja tratado. Imposto na lua proibição total de publicidade #jogoresponsavel #vicios #publicidade
🚨 Rio de Janeiro se torna a primeira cidade do Brasil a PROIBIR propagandas de bets e jogos de azar em espaços públicos. https://t.co/oLwFzCevrS #RioDeJaneiro #JogoResponsável #Apostas
Fernanda Torres sobre publicidades de casas de aposta: "Não fiz Bet. Você não pode fazer Eunice Paiva e depois dizer 'vai, aposta aí'. E tem uma coisa difícil nesse contrato porque quanto mais as pessoas perdem, mais você ganha. Quando você bate lá no céu talvez dê problema..." https://t.co/h2Rm6jSN29 #Apostas #Publicidade #JogoResponsável
⚖️ A LEI É PRA TODOS Após o CONAR emitir uma liminar contra as propagandas abusivas de bets ocorridas na CazéTV, estou requerendo que todas as outras emissoras também sejam alvo do devido escrutínio. É notável que a CazéTV ultrapassou limites. Mas queremos saber se Globo, SBT, canais por assinatura e as próprias bets também estão respeitando a legislação vigente, a regulamentação da publicidade de bets e o código de Defesa do Consumidor. Pois a realidade é que as bets estão impregnadas no futebol e na televisão. E, tendo em vista a quantia de anúncios veiculada todo santo dia, acho improvável que apenas a CazéTV tenha praticado alguma forma de publicidade abusiva. A lei tem que valer pra todos. Tem que valer pra CazéTV, pra Globo, pro SBT, pras bets, pros canais abertos, por assinatura e pros canais da internet. E, pra isso, precisamos de fiscalização. #Publicidade #JogoResponsável #Fiscalização