BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#pretensão

🚨AGORA - André Mendonça diz que ministro do STF não pode ter pretenção de ficar rico “Um ministro do Supremo não pode ter a pretensão de ficar rico. Não coloque seu coração no poder nem no dinheiro. Se esse for seu propósito de vida, você vai se frustrar” https://t.co/YePQXhC4bq #STF #Justiça #Ética

🚨URGENTE - André Mendonça diz que ministro do STF não pode ter pretenção de ficar rico “Um ministro do Supremo não pode ter a pretensão de ficar rico. Não coloque seu coração no poder nem no dinheiro. Se esse for seu propósito de vida, você vai se frustrar” https://t.co/NDpwIGYYHu #STF #Justiça #Ética

Pri 1w

André Mendonça: “Um ministro do Supremo não pode ter a pretensão de ficar rico. Não coloque seu coração no poder nem no dinheiro. Se esse for seu propósito de vida, você vai se frustrar. Chegar ao ápice do poder na Justiça traz muito mais ônus e responsabilidade” https://t.co/mcJPbcKOLH #Justiça #Poder #Ética

Miguel Bento Alves's article argues that the liberal state is not neutral, as governance implies political choices and normative valuations, and advocates that the ideological agenda of any government should be recognized and debated, instead of being disguised under the pretense of neutrality. (translated)

Não existe Estado neutro 

Quando a Arte Me Apanha de Surpresa: Dos “Amigos Improváveis” a Duchamp e Manzoni No fim-de-semana passado, para diminuir o ócio, decidi ver um filme: "Amigos Improváveis". Já tinha ouvido falar dele, mas nunca me tinha sentado, verdadeiramente, a apreciá-lo. Bastaram poucos minutos para perceber que não era apenas uma comédia dramática; era o encontro improvável entre dois mundos que, à partida, nunca se tocariam. De um lado, Philippe, um aristocrata tetraplégico, culto, refinado, rodeado de arte, música clássica e silêncio. Do outro, Driss, um jovem de origem humilde, impulsivo, directo, cheio de vida e sem filtros. A relação entre os dois cresce precisamente dessa colisão de universos — e eu, do meu sofá, dei por mim a sorrir com a franqueza de Driss e a serenidade de Philippe. Há uma cena, no entanto, que ficou cravada na memória. Philippe mostra a Driss uma pintura abstracta caríssima. Driss olha para o quadro, inclina a cabeça e diz aquilo que eu próprio já pensei diante de certas obras: "Isto? Isto podia ter sido feito por mim." Ri-me, claro. Porque ali, naquele momento, Driss estava a verbalizar a perplexidade que tantos de nós sentimos quando confrontados com arte abstracta. Para ele, eram apenas manchas. Para Philippe, era emoção, gesto, intenção. Mais tarde, Driss pinta o seu próprio quadro — uma brincadeira, quase um desafio — e Philippe acaba por vendê-lo a um coleccionador por uma pequena fortuna. E eu percebi ali algo essencial: o valor da arte não está apenas no objecto, mas na história que o envolve, na narrativa que lhe atribuímos, no olhar que lhe dedicamos. De repente, dei por mim a pensar em artistas que levaram esta ideia ao extremo. Um campo de forças, não uma sentença individual Ao reflectir sobre tudo isto, lembrei-me de algo fundamental: o valor da arte não é decidido por uma única pessoa ou entidade. Nasce da interacção entre vários agentes — críticos, curadores, museus, coleccionadores, galerias, leiloeiras, mercado e público. Em termos sociológicos, o valor artístico é construído dentro de um "campo", um espaço onde diferentes forças competem, legitimam e disputam o que merece ser chamado de arte. Ou seja: quando Driss olha para um quadro e diz que podia tê-lo feito, e Philippe responde com serenidade que há ali algo mais, ambos estão a participar — sem o saber — nesse jogo complexo de legitimação. A arte vive dessa tensão entre o olhar individual e o consenso colectivo. Duchamp: o homem que me ensinou a desconfiar das certezas Lembrei-me então de Marcel Duchamp, o artista que virou o mundo artístico do avesso. Em 1917, Duchamp pega num urinol — um objecto banal, industrial, sem qualquer pretensão estética —, vira-o ao contrário, assina-o R. Mutt e apresenta-o como obra de arte. Assim nasce "A Fonte". Quando ouvi falar desta peça pela primeira vez, confesso que também pensei: "Isto é provocação pura." Mas quanto mais reflicto, mais percebo que Duchamp não queria que eu admirasse a forma; queria que eu questionasse o conceito. Queria que eu percebesse que a arte não é apenas aquilo que se pinta ou esculpe — é também aquilo que se declara como arte. Com Duchamp, aprendi que a arte conceptual é um convite à dúvida, ao desconforto e, sobretudo, ao pensamento. Manzoni: quando a provocação se transforma em obra E se Duchamp já me tinha abanado, Piero Manzoni empurrou-me definitivamente para fora da zona de conforto. Em 1961, Manzoni cria "Merda de Artista" — 90 latas seladas, alegadamente contendo excremento seu, vendidas ao preço do ouro. Quando descobri esta obra pela primeira vez, fiquei entre o riso e a incredulidade. Mas depois percebi o génio: Manzoni estava a expor a obsessão do mercado pela "aura" do artista, pela ideia de que tudo o que ele toca se transforma automaticamente em arte. E eu, mais uma vez, fui obrigado a perguntar-me: o que é que realmente valorizo numa obra? A técnica? A intenção? O nome? O choque? A subjectividade como bússola Entre a pintura abstracta de "Amigos Improváveis", o urinol de Duchamp e as latas de Manzoni, percebi algo fundamental: a arte não é um território de certezas, mas um espaço de diálogo. A subjectividade não é um erro — é a minha própria assinatura invisível sobre a obra. E quanto mais me permito entrar neste jogo, mais descubro que a provocação, o desconforto e até o riso são portas de entrada para novas formas de pensar. Fica a pergunta para vós: já vos aconteceu olhar para uma obra de arte e pensar exactamente o mesmo que o Driss? E, se sim, o que fizeram com esse pensamento — riram-se dele, ou deixaram-no crescer até vos mudar a forma de ver?

🚨 AGORA! Presidente do Palmeiras, Leila Pereira ameaça processar Bap, presidente do Flamengo, e dispara: "Tudo isso é medo de mim e do Palmeiras?" “Já cansei de dizer que sou presidente do Palmeiras, o meu mandato vai até dezembro de 2027 e eu não tenho nada a ver com o Vasco. Eu sei que o Bap não vê a hora de me ver fora do Palmeiras, mas ele vai ter de esperar até dezembro de 2027.” “Só para deixar bem claro: se o presidente do Flamengo continuar fazendo insinuações e acusações falsas contra mim, eu, Leila Pereira, vou acioná-lo judicialmente para que ele prove o que está falando. Não aceito que ele siga me envolvendo em assuntos com os quais não tenho qualquer relação.” “Para começo de conversa, quem é o Bap para dizer o que eu posso ou não fazer? É muita pretensão este indivíduo querer cuidar da minha vida. Aliás, não só da minha vida, mas também da minha administração no Palmeiras.” “Ele é presidente do Flamengo e deveria falar sobre o clube dele. Será que tudo isso é medo de mim? É medo do Palmeiras? Não é possível uma coisa dessa!” 🗞️ @geglobo 📸 Mariana Sá/CRF | Cesar Greco/SEP #Palmeiras #Flamengo #Futebol

Lusca Jun 8

eu alertando sobre uma IA usando imagem dos outros sem autorização pra vender trambique e vcs lutando pra defendê-la “Tudo de ruim que acontece com influenciador é pouco” quem cai nesses golpes é a população em geral! vcs preferem ignoram o problema real, só pra me atacar #IA #direitosautorais #pretensão

Nós não temos nenhum fetiche com as leis laborais. Não temos nenhuma pretensão de retirar direitos a ninguém. Nós temos é a pretensão de cada um exercer os seus direitos da forma mais equilibrada possível para todos sermos beneficiados do resultado final.

As notícias das 12h
observador.pt