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#regista

L'attore e regista Pippo Di Marca è morto il 21 luglio 2026 dopo essere precipitato dal terrazzo di casa sua a Roma, con la Polizia che sta indagando sulle circostanze della caduta e un biglietto rinvenuto che esprime il suo malessere verso la vita. #PippoDiMarca #MetaTeatro #Cinema

“Scusate, non ce la faccio più: non è questa la vita che voglio”. Precipita dal terrazzo di casa a Roma, morto l’attore e regista Pippo Di Marca: indagini in corso
ANSA.it 3h

L'attore e regista Pippo di Marca è morto a Roma dopo essere caduto dal quinto piano della sua abitazione nel quartiere Trastevere, con la polizia presente sul posto per indagare sulle circostanze dell'incidente, che potrebbe essere stato un evento accidentale o un gesto volontario. #PippoDiMarca #Roma #Trastevere

Precipita da una terrazza, muore a Roma l'attore Pippo di Marca

O surto de ébola na República Democrática do Congo já causou 930 mortes, incluindo 36 profissionais de saúde, e regista um aumento alarmante de casos, com 37 óbitos apenas nas últimas 24 horas, o que o torna o mais rápido da história, enquanto a resposta é dificultada por ataques a equipes de saúde e uma greve de profissionais. #Ébola #RepúblicaDemocráticaDoCongo #Saúde

Ébola. 930 mortes na República Democrática do Congo

Os EUA realizaram a nona noite consecutiva de ataques ao Irão, enquanto este responde lançando mísseis contra o Bahrein, Kuwait e Jordânia, onde se registaram explosões e a Guarda Revolucionária Islâmica reivindica ataques a alvos na região. #EUA #Irão #GuerraMédioOriente

EUA atacam Irão pela 9ª noite seguida. Bahrein atacado
ANSA.it 2d

L'ultima opera di Christopher Nolan, l'Odissea, ha ottenuto incassi record con quasi 260 milioni di dollari a livello globale nel suo debutto, di cui 120 milioni solo in Nord America, superando le aperture di film precedenti del regista e stabilendo nuovi primati per un film R-rated distribuito da Universal. #Odissea #ChristopherNolan #BoxOffice

Incassi record al debutto per l'Odissea di Nolan

The director Christopher Nolan of the latest Odyssey with Elena, who is a 43-year-old Black woman and also unattractive, says that the Odyssey is ultimately centered on the idea that a society can only function through respect for strangers. I have read the Odyssey. Ulysses kills all the (translated)

Jedan Zagrepčanin pokušava izbjeći kaznu za parkiranje prekrivanjem registarske oznake, što je zakonom zabranjeno i može rezultirati novčanim sankcijama do 2000 eura, a snimljen je dok to radi i objavljen na Facebook stranici Prometne zgode i nezgode. #Zagrebparking #kazne #registracija

FOTO Za ovo što radi Zagrepčanin kazna je do 2000 eura! Ali on ipak na ovaj način pokušava izbjeći kontrolore Zagrebparkinga
ANSA.it 5d

Il film 'Camp Miasma - Adolescenza, sesso e morte', diretto dalla regista transgender Jane Shoenbrun e interpretato da Gillian Anderson e Hannah Einbinder, combina horror, passione queer e omaggi al cinema, esaminando la complessità degli incontri tra le protagoniste in un contesto avvolto da sangue e mistero, e debutterà nelle sale italiane il 19 agosto dopo aver vinto la Palma Queer al Festival di Cannes. #CampMiasma #JaneSchoenbrun #HorrorQueer

Gillian Anderson star da horror fra amore queer e identità

Marijana Puljak iz stranke Centar kritizirala je Vladu zbog prekomjernog broja nepotrebnih radnih mjesta u javnom sektoru, koje procjenjuje na deset tisuća, što građane godišnje košta pola milijarde eura, te zatražila uspostavljanje javnog registra zaposlenih kako bi se pokazalo koliko takvih funkcija postoji i koliko koštaju. #javnasektor #registarzaposlenih #MarijanaPuljak

Puljak: "Imamo 10 tisuća nepotrebnih radnih mjesta u javnom sektoru. Evo koliko to košta građane..."

A PSP alertou para um aumento de burlas em arrendamentos de casas de férias, com mais de 6 mil casos registados nos últimos três anos, e lançou uma campanha em parceria com a Airbnb para sensibilizar os cidadãos sobre os riscos associados a anúncios fraudulentos. #Burla #Arrendamento #Férias

PSP alerta para burlas em arrendamentos de casas de férias

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Un vecchio rullino fotografico rinvenuto da Lorenzo Rossetti tra le rocce delle Marche ha riportato alla luce immagini storiche di alpinisti, tra cui Tiziano Cantalamessa, grazie all'iniziativa del regista Paolo Bacchi e all'uso dell'intelligenza artificiale, che ha permesso a Renata Nardinocchi di identificare il marito scomparso 27 anni fa, riscuotendo grande attenzione sui social media. #RullinoFotografico #Alpinismo #MemoriaCollettiva

Trova un rullino fotografico in montagna, ricostruisce i volti con l'IA e pubblica il video sui social: «Quello è mio marito morto 27 anni fa»

🇵🇹 Carta aberta ao Governo de Portugal @LMontenegroPSD @Leitao_Amaro @miguelluz Senhor Primeiro-Ministro Luís Montenegro, Senhor Ministro António Leitão Amaro, Senhor Ministro Miguel Pinto Luz, Escrevo como alguém que escolheu Portugal para viver. Tenho um pedido simples: tragam o Tesla FSD (Supervised) para Portugal. A 10 de abril, os Países Baixos foram o primeiro país europeu a aprovar o sistema, depois de 18 meses de testes independentes da autoridade RDW. Em dois meses, a Lituânia, a Estónia, a Dinamarca e a Bélgica seguiram o exemplo. Nenhum destes países repetiu os testes. Reconheceram a homologação neerlandesa ao abrigo do quadro europeu (UN R-171) e aprovaram com base nos dados que já existem. Os resultados falam por si: nos Países Baixos, cerca de 40.000 Teslas já percorreram 24 milhões de quilómetros sem incidentes relevantes, segundo a própria RDW. Os carros com FSD registaram 3,5 vezes menos colisões do que a condução manual. E é aqui que isto deixa de ser sobre tecnologia e passa a ser sobre vidas. Só este ano já morreram mais de 220 pessoas nas estradas portuguesas, mais 25% do que no ano passado. Portugal está acima da média europeia na mortalidade rodoviária. A ANSR diz que as principais causas são humanas: velocidade, álcool, distração. Um sistema que nunca se distrai, nunca bebe e nunca adormece evita mortes que vão acontecer com condutores humanos. O próprio Governo chamou à sinistralidade uma chaga social. Esta é uma forma concreta de a combater. Portugal pode fazer o mesmo que a Dinamarca e a Bélgica: o IMT analisa o dossier da RDW e aprova. Não custa nada ao Estado e coloca Portugal à frente da Alemanha, da França e da Espanha. Há 500 anos, Portugal liderou o mundo numa nova tecnologia: a navegação. Partiu à frente de todos e deu novos mundos ao mundo. Portugal pode voltar a estar na fronteira de uma nova tecnologia e liderar como fez há 500 anos. Cada mês de espera custa vidas. Basta decidir. Com admiração e respeito, -@levelsio #Portugal #Tecnologia #SegurançaRodoviária

ANSA.it 2w

George Clooney sarà premiato con il Leone d'oro alla carriera nella prossima Mostra Internazionale d'Arte Cinematografica di Venezia, che si terrà dal 2 al 12 settembre 2026, riconoscendo la sua eccezionale carriera come attore, regista e produttore. #GeorgeClooney #LeoneDOro #MostraDiVenezia

A George Clooney il Leone alla carriera
24sata 2w

Allison Schardin (40) je, tijekom obiteljskog odmora u Minnesoti, osuđena zbog seksualnog zlostavljanja dvojice maloljetnih hokejaša, a njezin suprug Anthony (52) i dalje ostaje uz nju unatoč osudi i upisu u registar seksualnih prijestupnika. #seksualnozlostavljanje #maloljetnici #medijskapozornost

Žena na odmoru sa suprugom iskoristila dva tinejdžera. Ono što je muž učinio šokiralo sve!
IndexHR 3w

Hrvatski Sabor donio je velike promjene u Zakonu o prijevozu u cestovnom prometu koje uključuju strože provjere vozača, mogućnost ministarstva za ograničavanje cijena taksi usluga, te uvođenje posebnih registarskih oznaka za lakše prepoznavanje taksi vozila, s ciljem povećanja sigurnosti putnika i transparentnosti autotaksi prijevoza. #autotaksi #zakon #sabor

Izglasane velike promjene za taksi prijevoz. Ministar će moći ograničiti cijene

Portugal manteve a 13.ª posição no índice de pluralismo dos media na União Europeia, registando um risco médio-baixo de 49%, mas enfrentando preocupações relacionadas com a concentração de mercado, a precariedade dos jornalistas e a dependência económica das grandes plataformas digitais. #PluralismoDosMedia #Jornalismo #UniãoEuropeia

Portugal em 13.ª no índice de pluralismo dos media na UE

França regista cerca de mil mortes adicionais desde o início de uma intensa onda de calor que durou 11 dias, com um aumento de 40% nas mortes em casa, principalmente entre pessoas com mais de 65 anos. #OndaDeCalor #Meteorologia #SaúdePública

França regista mil mortes adicionais durante onda de calor

Registámos mais de 1.300 mortes adicionais desde 21 de junho relacionadas com as temperaturas elevadas na Europa.

Onda de calor na Europa matou 1.300 pessoas na última semana
observador.pt
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Il regista russo Pavel Talankin critica la propaganda di Putin, affermando che essa inculca odio e genera giovani violenti, evidenziando come l'indottrinamento inizia già nelle scuole. #Putin #propaganda #giovaniViolenti

Pavel Talankin: “La propaganda di Putin insegna l’odio e crea generazioni di giovani violenti”