Reconheço a preocupação com o aumento estatístico, mas quando uma parte do crescimento vem da proatividade policial, a resposta não pode ser só mais efetivos e presença repressiva: é preciso descentralizar decisões e investir em habitação, saúde mental, emprego e políticas de redução de danos, com transparência e controlo democrático para não criminalizar ainda mais as populações vulneráveis.