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#Almoço
Pri 9h

I'm going to the lunch of Esfera with Gonet. Gilmar should be there. The next day, the swearing-in of Lewandowski. The banker circulated among the high court; Lula's Minister of Justice was a consultant for Master (R$ 5 million). The MPF files it. It's not theory. It's agenda. (translated)

Look who was at the tribute lunch for Paulo Gonet in 2024! The same Vorcaro that he doesn't even know… (translated)

🚨SERIOUS: Owner of Banco Master, Daniel Vorcaro attended a lunch in honor of Paulo Gonet in 2024 But, according to Flávio Dino's brother, there is no evidence of proximity. (translated)

The information brought by journalist Maria Cristina Fernandes on GloboNews about efforts to take away the title of patroness of Brazil from Our Lady Aparecida is worrisome. Our Lady belongs to a history greater than any altar. She is the black image that three poor fishermen pulled from the waters of the Paraíba do Sul in 1717. She is the Saint who was embraced and chosen by the Brazilian people. She is present in the thousands of Marias Aparecidas throughout this country, in the faith of a nation. It was in 1946 that Jorge Amado, a Bahian like me, a constituent deputy from São Paulo, fought to include in the Constitution the amendment that reinforced religious freedom in Brazil. Almost fifty years later, on October 12, the country watched in outrage the image of the aggression against Our Lady on live television. People of all faiths rose up in repudiation. It is this tradition of respect, built with great difficulty, that is now at stake. This articulation would involve a segment of leaders and has never spoken for the millions of evangelicals in this country. And it opens a dangerous precedent: a state that accepts to downgrade one faith opens the door to disrespect any other, including the small church in the periphery or the denomination that may tomorrow find itself in the minority. Religious freedom protects evangelicals just as much as it protects Catholics and followers of African religions. Using political power to downgrade one religion in the name of another is to turn faith into an electoral weapon and pit Brazilians against Brazilians at the Sunday lunch table. Those who benefit from this dispute are the merchants of faith, who use the Bible as a platform and the pulpit as a campaign committee. The response must come firmly and unequivocally in defense of a secular state that respects memory, culture, and faith. (translated)

fried 4d

There is already a message from Vorcaro himself saying that he couldn't talk to Mendonça because the minister "only talked about God," and the press continues to spread the briefing from Moraes' faction in the style of "Mendonça's uncle-grandfather already had lunch with a former classmate of Vorcaro's Spanish course." (translated)

Um país que serve café, almoço e jantar para um preso e cinco bolachas com suco para uma criança na escola não pode ser levado a sério. #Justiça #Educação #DireitosHumanos

ACONTECEU! Crianças bateram na minha porta pra pedir água pq se fosse fossem tomar em casa a mãe não deixaria mais sair pq tá na hora do almoço kkkkkkkkk https://t.co/7C4CgcSHBJ #Crianças #Humor #DiaADia

Entrevistei uma diarista hj, uma senhora. Me perguntou se podia esquentar a marmita aqui. Eu: como assim? Ela: meu almoço! Eu: aqui vc come o que eu comer, a vontade. Fiquei triste. Essa nossa elite é muito escrota. Aí ficam reclamando do país. Bando de hipócrita fdp. #classealta #empatia #justiçalsocial

Imagens exclusivas do Ministro no intervalo para almoço. O julgamento acaba de recomeçar. https://t.co/hiv9O29yXm #Ministro #Julgamento #Exclusivo

Sessão será retomada às 15. Ministros aproveitaram o tempo extra de almoço para conversar sobre alguns pontos do julgamento. #Julgamento #Ministros #Justiça

Pelo contrário Gui Eu me lembro bem da pandemia Lembro principalmente que mesmo com o mundo inteiro fechado, fábricas e lavouras trabalhando em escala muito reduzida, eu conseguia comer um bife no almoço sem abrir mão da janta #pandemia #reflexões #alimentação

Pai, Presidente @jairbolsonaro , amigo de todas as horas. Você será liberto dessa prisão e tortura política. Ainda irei pescar com você, como tantas vezes fizemos. E, como sempre, farei questão de limpar os peixes, porque sei do prazer inigualável que você sente ao comê-los em nossos almoços, nos pequenos momentos que, quando você tinha sua liberdade, significavam tanto para pra você e pra nós. Tudo o que sou e tudo o que tenho devo a você! Seus filhos continuarão firmes e, JUNTOS, traremos de volta a sua felicidade, aquela que sempre esteve nas coisas simples, na família e nos momentos ao lado de quem você ama. E não esqueceremos os presos políticos do 8 de janeiro e suas famílias, que também sonham em voltar a viver seus bons momentos ao lado de seus filhos, netos, pais, avós e amigos. Seguiremos firmes, com fé, esperança, garra e coragem! Vamos! 🇧🇷 #Liberdade #Esperança #Família

Quando a gente fala que no Corinthians não existe almoço grátis, é por esse motivo. Tempos atrás, esse fanfarrão apareceu no meu Instagram defendendo a pouca vergonha do vice-presidente réu. E agora, com a notícia de que uma empresa vai começar a vender miniaturas dos jogadores, que por sinal é uma vergonha o preço dos bonecos, descobri que ele é CEO da tal empresa. Agora entendi o motivo de ele defender os ratos. #Corinthians #Futebol #Política

Brazilian President Lula da Silva and congressional leaders reached an agreement to advance campaign promises, including the Public Safety PEC and the reduction of working hours, during a lunch at the Palácio da Alvorada, aiming to accelerate the approval of these measures before the general elections in October. (translated)

Lula acorda prioridades com líderes do Congresso

Anunciar o Palhinha antes de almoço é mesmo de má fé para dar uma quebra de tensão nos lags com falta de açúcar. #futebol #notícias #Palhinha

“Nosso nível tá outro. Nosso futuro é Suíça.” A frase saiu de uma conversa de whatsapp encontrada pela Polícia Federal entre Roberta Luchsinger e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho de Lula. As mensagens, reveladas por Tácio Lorran, do Metrópoles, foram trocadas em 22 de março de 2024 e expõem muito mais do que amizade. Lulinha aparece discutindo negócios, disputas por espaço e reuniões reservadas com integrantes do núcleo duro do governo do próprio pai. Ele afirma ter participado de três almoços com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, então chefe de gabinete-adjunto de Lula - segundo o diálogo, Marcola pedia que os encontros fossem “só entre nós”. A conversa também cita Swedenberger Barbosa, o Berger, então secretário-executivo da Saúde, e Fernando Bittar, ex-sócio de Lulinha e um dos proprietários formais do sítio de Atibaia. Roberta é investigada por suspeita de usar a proximidade com Lulinha para abrir portas no governo. Sua empresa recebeu mais de R$ 1,1 milhão de uma companhia de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS; segundo o Metrópoles, os repasses ligados ao lobista somam aproximadamente R$ 1,5 milhão. Em outra mensagem, o Careca teria indicado que determinado dinheiro se destinava ao “filho do rapaz” - expressão que, para a PF, pode se referir a Lulinha. Lulinha nega ter recebido esses valores, e sua defesa nega qualquer irregularidade. Mas as mensagens revelam que ele conhecia as articulações, discutia negócios com interlocutores e participava de reuniões na antessala do poder. Que futuro Lulinha e a lobista Roberta planejavam - e com o dinheiro de quem? Por que a frase “nosso futuro é a Suíça”? A PF precisa seguir o dinheiro, identificar os negócios e revelar até onde chegava essa rede. Lula continua dizendo acreditar na inocência do filho, mas as mensagens apontam em outra direção, e o silêncio das instituições passa a fazer parte do escândalo. #Lula #Corrupção #Investigação

Luís Reis Aug 16

A serra do Algarve, logo pela fresca, tem um ar que até parece que nos dá um abanão na alma. O móce que sobe aquilo, se não tiver pernas, fica logo ali todo entanguido, a bufar como burro cansado. Mas quem conhece a serra sabe: aquilo não é só mato e pedregulho. É silêncio que fala, é cheiro a esteva que se mete no nariz e não sai nem com três lavagens, é o sol a bater forte, a deixar a gente toda esturricada antes das dez da manhã.Lá em cima, quando o vento se levanta, parece que a serra diz: “Óh, não te faças ao fresco, que eu conheço-te”. E a gente, toda fartada de calor, ainda assim fica ali, a olhar para baixo, para o mar, que brilha como se fosse prata derretida. O contraste é uma coisa que até mete respeito: a serra toda seca, a pedir chuva como quem pede esmola, e o mar lá ao fundo, a fazer-se importante, a brilhar como se fosse dono do mundo.Quando o catraio desce da serra e chega à costa, muda logo de figura. O mar tem aquele jeito de pôr a gente toda assanhada, como se fosse festa. Há quem chegue ali e se ponha logo a andar à rola, a olhar para tudo, a meter conversa com quem passa, a dizer que o Algarve é o melhor sítio do mundo — e se alguém discorda, fica logo de trombilhas, como se lhe tivessem roubado o almoço.O mar do Algarve não é só água. É memória. É pescador que já deu à sola mil vezes, mas volta sempre. É barca velha, toda trambolho, que ainda assim aguenta mais um verão. É turista que anda à lambuja, a pensar que descobriu o paraíso, e é local que olha para ele com aquele ar de “não há cá balheiras, móce”.E quando o sol se põe, a serra e o mar ficam ali, a olhar um para o outro, como dois velhos que já discutiram muito mas que, no fundo, não sabem viver separados. A serra, toda marralheira, diz ao mar: “Tu és bonito, mas és um bocado convencido”. E o mar, todo arrelampado, responde: “Ao menos não ando sempre derreado como tu”.E assim se passa o Algarve: entre a secura da serra e o brilho do mar, entre o pó que se mete nos sapatos e a maresia que se mete no coração. Quem cá vive sabe. Quem cá vem sente. Quem cá volta, volta porque não consegue evitar.

Bunklr Jul 22

🌹🥹 EMOCIONANTE: Padrão tatuado leva rosa para Menina e a convida para um almoço https://t.co/pit7MKJiGa #Emoção #RosaaMenina #Almoço

Montenegro, os Exames Nacionais e os Bodes Expiatórios do Governo Em que um primeiro-ministro descobre, meses depois de todos os outros, que nem toda a gente concordava com o projecto que ele próprio lançou Há uns anos, quando ainda vivia a fase de organizar mudanças de casa com a ajuda de primos e cunhados, aprendi uma lição que nenhum manual de gestão ensina com a mesma clareza que um dia de caixotes e escadas: não se distribui trabalho a quem discorda do plano sem que isso volte, mais cedo ou mais tarde, sob a forma de uma caixa mal fechada ou de um móvel arranhado. Não é malícia. É apenas o que acontece quando se pede a alguém que execute uma ideia em que não acredita — a coisa acaba sempre por se notar nas juntas. Foi mais ou menos essa a cena que Luís Montenegro nos ofereceu esta semana, em Setúbal, nas jornadas do PSD/CDS. A poucas horas do fim das correcções dos exames nacionais, com professores a trabalhar contra-relógio e famílias em suspenso há semanas, o primeiro-ministro decidiu que era a altura certa para apontar o dedo: "aqui e ali tem havido alguma resistência" à digitalização das provas, disse, sublinhando que os professores "não têm todos a mesma opinião sobre este processo" e que isso "perturba o processo em si". Fê-lo, garantiu, "não para sacudir responsabilidades, nem para acusar ninguém" — a frase mais desmentida pela própria frase que se segue de que há memória recente. A reacção não se fez esperar. Filinto Lima, da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos de Escolas Públicas, chamou às declarações o que elas são: imprudentes, infelizes, e inúteis para resolver o que quer que fosse — "inflamou os ânimos", disse, numa altura em que os classificadores fazem "tudo por tudo" para que as pautas saiam a tempo. E aqui está o busílis: o que falhou, segundo quem esteve no terreno, não foi a boa vontade dos professores, foi a digitalização de milhões de páginas e uma plataforma que "não foi amiga" de quem tinha de a usar todos os dias. Ora, Montenegro não inventou este género de argumento — apenas herdou-o e agravou-o. Desde Junho que o ministro da Educação, Fernando Alexandre, vinha ensaiando a mesma partitura, sempre com um culpado novo à mão. Primeiro foram as escolas, acusadas de convocar para a correcção professores já falecidos, ou de não entregarem todos os exames às forças de segurança para transporte até à Casa da Moeda. Depois vieram os próprios professores, criticados por agrafarem a prova em cima do código QR, complicando a leitura digital das folhas. Mais tarde, já com o calendário atrasado, a bola passou para os pais, "imprudentes" por terem marcado férias justamente nesta época. Só esta semana, e pela primeira vez, o ministro reconheceu publicamente o trabalho dos classificadores e pediu desculpa pelos erros sucessivos. Um mês, um bode expiatório — e a acusação de Montenegro não é senão o mais recente episódio de uma série que já vai longa. É como culpar sucessivamente o condutor, depois o sinal de trânsito, depois o passageiro, pelo mesmo engarrafamento — quando a estrada, desde o início, só tinha uma faixa para o volume de carros que ali passou a circular. Peter Drucker dizia que "a cultura come a estratégia ao pequeno-almoço" — e não haverá frase mais aplicável a este episódio. Podia o Governo ter a melhor estratégia de digitalização da Europa; se não levou consigo, desde o primeiro dia, quem teria de a operar — nem verificou se a plataforma aguentava o volume real de páginas, nem se os professores tinham sido devidamente preparados — a estratégia fica reduzida a um powerpoint bonito e a uma sucessão de culpados trocados a cada mês que passa. E aqui chegamos ao verdadeiro problema, que não é de comunicação nem de tacto — é de sequência. Um gestor competente não descobre a resistência da sua equipa quando já não há tempo para a resolver. Descobre-a no dia zero, quando ainda pode ajustar o plano, reforçar a formação, ou simplesmente ouvir porque é que uma parte dos seus colaboradores não está convencida. Descobrir a discórdia às portas do prazo final, e responder-lhe com uma acusação pública — depois de meses a repetir o mesmo gesto com escolas, professores e pais, sucessivamente — não é liderança. É o gestor que chega à missa depois de esta ter terminado, e ainda assim se queixa de que os fiéis já não estão sentados. Se há uma coisa que este episódio nos ensina, caro leitor, é que a resistência de quem executa raramente é o problema — é o sintoma. E os sintomas, ao contrário do que por vezes convém a quem está no poder, não se corrigem com um discurso, nem com um culpado novo a cada semana. Corrigem-se olhando para a doença que os produziu, mesmo que essa doença tenha sido, desde o início, uma decisão mal preparada lá em cima. #Política Portuguesa, #Educação, #Exames Nacionais, #Luís Montenegro, #Gestão Pública, #Governo, #reforma educativa, #Exames, #correcção de provas

O PT passou 17 anos no poder e só agora, em ano eleitoral, quer empurrar a redução de jornada por canetada. Não há debate sério, apenas um projeto de perpetuação no poder. Lula entrega um Brasil em que o trabalhador vende almoço para comprar o jantar e deixa a dívida para o povo. Assista à fala completa em nosso canal do YouTube: https://t.co/wYfe3l7aFn #Política #Trabalho #Brasil