Yo sé que hoy un gran sector del madridismo está muy pero muy amargado, les suplico a ese sector guarden un poco de amargura que el lunes 26 de octubre del presente año la pasarán mucho peor https://t.co/WYGDmvPVEd #Madridismo #Fútbol #Amargura
Yo sé que hoy un gran sector del madridismo está muy pero muy amargado, les suplico a ese sector guarden un poco de amargura que el lunes 26 de octubre del presente año la pasarán mucho peor https://t.co/WYGDmvPVEd #Madridismo #Fútbol #Amargura
2-0 abajo contra el Aldosivi de Diamante. River debería sacar un comunicado firmado por Coudet y los jugadores pidiendonos perdón y devolvernos la cuota de socio. Una vergüenza. Siguen de vacaciones estos hijos de puta. La amargura que tengo por favor. Todos jugaron como el orto #RiverPlate #Fútbol #Amargura
Hace ya un buen tiempo aprendí que en internet cuando te ves envuelto en cualquier tipo de polémica lo mejor siempre fue no decir nada en absoluto. El tiempo pasa y todo es efímero, pero en este caso me apetece hablar. Desde hace unos días circulan varios tuits/respuestas que publiqué en el año 2021, los cuales los de siempre no han dudado en utilizar para atacarme. No tengo ningún reparo en decir que efectivamente, por aquella época mi sentimiento de arraigo a Catalunya era tan fuerte que todo lo español me causaba rechazo. Por suerte, las personas evolucionan, sus ideales se moldean y la vida cambia tus prioridades. Amo Catalunya pero entendí que el odio no me llevaba a ninguna parte que no fuera a la amargura o a la infelicidad. Conocí España a través de los viajes, pude conocer a personas de muchos sitios distintos los cuales hoy en día puedo llamar amigos y entendí que ni unos eran tan buenos ni los otros tan malos. Francamente, mis ideales se fueron apagando hasta la absoluta irrelevancia y desinterés. Ya no eran algo importante para mi vida. Tampoco es que fuera ningún radical bajo mi punto de vista, pero entendí que podía estar orgulloso de ser catalán y a la vez disfrutar de mi país. Esto evidentemente no fue de un día para otro y estoy seguro de que bastante gente se sentirá identificada con ello. En la Eurocopa de 2024, cuando me reunía con mis colegas a ver los partidos de España y pude disfrutar con ellos por fin de ver jugar a mi selección, me di cuenta de lo gilipollas que fui en su momento por mezclar la política con el fútbol. Por unos ideales fui capaz de dejar de lado el hecho vivir buenos momentos con los míos, es una locura. Evidentemente ahora no pienso hacerlo. Quiero celebrarlo con mi padre si ganamos, salir con mis colegas a disfrutarlo y no ser un puto amargado, en definitiva. Tampoco pretendo que me dejéis de fustigar con esto porque sé que no lo vais a hacer, pero me apetecía explicarme. Si queréis insultarme, hacedlo, no me importa. Vomitad el odio que tengáis, pero que sepáis que yo pienso disfrutar de la Selección hasta el domingo y espero que también lo haga al acabar el partido. Yo estoy muy tranquilo porque no creo que haya hecho nada malo o fuera de lo normal. Gracias a quien lo haya leído entero. #Catalunya #España #Fútbol
O Alforge do Tempo: Reflexões nos Meus 70 Anos O tempo não pede licença. Entra-nos pela porta dentro, senta-se à mesa como um velho amigo, e quando damos por nós, ofereceu-nos mais uma página — mais um ano — no livro maravilhoso da nossa existência. Hoje, neste dia 7 de Julho, o meu coração transborda: celebro uma marca redonda e linda, setenta anos de vida! E olho, com um sorriso largo, para o alforge que carrego às costas. Que tesouro é este que fui juntando? Que riqueza é esta que trago comigo até aqui? Olho para trás e sinto uma gratidão imensa. Percebo, com a clareza serena que só os anos trazem, que a vida não aconteceu exactamente como planeei — e ainda bem! Aconteceu sempre da forma certa para me ensinar, fortalecer e fazer florescer. Na minha jornada houve pessoas que me desiludiram, projectos que não vingaram, portas que se fecharam. Mas aprendi, com o tempo, que gastar energia a lamentar ou a procurar culpados nunca resolveu nada — e que libertar-me disso foi um dos maiores presentes que me dei. Durante muito tempo confundi pressa com rumo. Deixei-me arrastar pela vertigem dos dias caóticos, pela ilusão de que estar sempre ocupado era estar vivo. Hoje sei, com o sorriso de quem finalmente entendeu: a verdadeira vida está nos momentos que criei, nas pessoas que amei, no céu que parei para contemplar. Aprendi a deixar de analisar tudo ao microscópio e a simplesmente viver. A maturidade que celebro hoje não é ter tido uma vida sem tropeços; é ter aprendido a dançar com eles, de coração leve. Compreendi que há situações para enfrentar, outras para aceitar com serenidade, e outras para simplesmente atravessar de cabeça erguida. E quanto mais cedo aprendemos isto, mais doce e mais leve a vida se torna! Essa mesma experiência ensinou-me que a felicidade não pode ficar refém do próximo cargo, do próximo salário, do próximo amor ou da próxima conquista. Se tivesse vivido assim, teria passado a vida à espera de um futuro perfeito que nunca chega. Ser feliz tornou-se a minha escolha de todos os dias — e que escolha maravilhosa! É encontrar motivos para agradecer mesmo quando as coisas não correm na perfeição; é celebrar as pequenas vitórias que tantos ignoram, e agradecer, de coração cheio, a saúde, a família, os amigos, o trabalho, as aprendizagens e, sobretudo, cada recomeço que a vida me presenteou. A verdade é que dificilmente tudo corre bem na vida de alguém — e não faz mal! Os mundos perfeitos só existem nas redes sociais. Na vida real, todos enfrentamos desafios que não aparecem nas fotografias. Por isso, hoje, quando a vida me apresenta uma conta que eu preferia não pagar, respiro fundo e pergunto, com curiosidade em vez de amargura: "O que é que isto me está a tentar ensinar?" A resposta nem sempre vem logo, mas quase sempre, com o tempo, descubro — e que alegria nessa descoberta! — que aquilo que parecia um castigo era, na verdade, uma oferta disfarçada de crescimento. O universo não entrega a conta na mesa errada, e as minhas maiores forças nasceram, com orgulho o digo, dos desafios que um dia gostaria de ter evitado. O diamante não brilha sem a fricção do polimento; o ouro não se depura sem o fogo. As provações por que passei não me azedaram a alma — temperaram-na, tornaram-na mais forte e mais luminosa. A Experiência foi o professor mais exigente que conheci, mas também o mais generoso: deu-me sempre os testes primeiro, para depois me presentear com as lições. Quando o desânimo tenta bater-me à porta, faço o exercício inverso, e é aí que encontro a minha alegria: em vez de sofrer pelo cume que ainda falta escalar, viro-me para trás e contemplo, radiante de orgulho, o longo caminho que já percorri. Espanta-me, com um sorriso, a nossa fragilidade humana. Como somos rápidos a perguntar "Porquê eu?" na hora da dor, e como esquecemos, tantas vezes, de fazer a mesma pergunta quando a vida nos abraça e prosperamos. Ao soprar estas setenta velas, com o coração a transbordar de alegria, o meu compromisso é claro e é feliz: quero abraçar o meu passado em paz absoluta, sem uma sombra de arrependimento. Quero viver o meu presente com a confiança de quem sabe quem é, e olhar para o amanhã sem um pingo de medo — só com entusiasmo. Escolho acreditar que não há orações sem resposta. O segredo está em manter a chama da fé acesa e desarmar o medo com um sorriso. Afinal, a vida nunca foi um problema para resolver; é, e sempre será, um mistério maravilhoso para se celebrar. E eu, com as minhas rugas felizes e as minhas certezas redimidas, digo-o de coração aberto: a vida é absolutamente maravilhosa, e vale a pena vivê-la com gratidão até ao fim. Parabéns a mim, por estes setenta anos de vida bem vivida! Que venham, de braços abertos, as lições e as bênçãos que ainda faltam.
Pra ele, “qualidade” deve ser ver a Espanha jogar. Aí, na prática, a Espanha foi o time que eu menos gostei de assistir até agora. Copa do Mundo cheia de histórias lindas, estreias e superações. Nas oitavas, vai ser a mesma coisa. As melhores estarão lá. Quanta amargura. #CopaDoMundo #Futebol #Espanha
Nivel de resentimiento y amargura de la periodista: Que pesar de esas personas vivir en tanta amargura Nosotros vamos a trabajar para ayudar a este país adelante y hasta para los que viven en ese túnel del odio vamos a trabajar https://t.co/3U0ZEwRU8x #Resiliencia #Unidad #Esperanza
A veces experimentamos la noche de la fe, la fatiga de creer, el cansancio del espíritu, el sentido de la desproporción ante la llamada del Evangelio, la amargura de nuestros fracasos. Estas noches son un lugar de bendición, un espacio para renacer. #ViajeApostólico #Fe #Esperanza #Renacer
Não me surpreendeu, mas não esperava ouvir vaias de rivais pros atletas do Flamengo pela Seleção hoje. Último jogo em casa antes da Copa, momento de passar boas energias pra todos do elenco, e vão pro Maracanã pra isso. Amargura pesada. Nós, Pór Nós, Pelos Nossos! Sempre! #Flamengo #Seleção #Maracanã
Esta secuencia es HERMOSA. A pesar de la amargura por haber perdido la final de la Champions League, Piero Hincapié fue directo a buscar a Willian Pacho para felicitarlo por su bicampeonato de Europa. Triste por la derrota del Arsenal, pero eso no evitó que felicitara a su compatriota, con quien, en unos días, jugará la Copa del Mundo. Hoy solo uno está celebrando, pero ambos son un ORGULLO PARA TODO ECUADOR. Juntos desde que todo era un sueño en la cantera de Independiente del Valle, juntos brillando en la élite mundial. IMPOSIBLE NO EMOCIONARSE. #ChampionsLeague #Ecuador #CopaMundo
Thomas Hobbes foi arrancado de seu sono eterno para assistir, com o desdém que lhe era próprio, a um debate moral que agita as entranhas da sociedade brasileira. O governo dos Estados Unidos, com a força que lhe é habitual, classificou o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. A notícia caiu como bomba: perplexidade, indignação contida, aquele silêncio constrangido de quem vê o espelho devolver uma imagem incômoda. O governo brasileiro, fiel à sua tradição de refugiar-se em fórmulas jurídicas quando a realidade aperta, já havia recusado a mesma classificação. Argumentava, com solenidade, que o “terrorismo” exige motivação política, ideológica ou religiosa, enquanto o narcotráfico obedece apenas à lógica do lucro. Distinção elegante, sem dúvida. Mas que, lida com olhos hobbesianos, revela-se de uma fragilidade quase obscena. Porque Hobbes, o velho inglês, morto em 1679, não admitia meias-palavras nem sofismas de chancelaria. Para ele, o Estado, a quem chamou de Leviatã, tem uma única razão moral de existir: arrancar o homem da guerra de todos contra todos, do estado de natureza onde a vida é “solitária, pobre, sórdida, brutal e curta”, para a vida “civilizada”. Para isso, o soberano, o Estado, deve ser o mais forte, sem rival. A soberania não é retórica: é monopólio absoluto da força legítima. Qualquer poder que desafie esse monopólio é, por definição, inimigo do corpo político. Diante da ginástica semântica de Brasília, tipo: “são criminosos, não terroristas”, Hobbes veria não uma prudência jurídica, mas uma rendição disfarçada. Criminosos são toleráveis? Não para Hobbes, mas é indisfarçável que, em alguma medida, o Leviatã Tupiniquim tolera os exércitos paralelos que controlam territórios, cobram “impostos” com fuzil na mão, ditam leis nos morros e nas periferias, mantêm arsenais de guerra e executam súditos com a frieza de quem exerce jurisdição. Ora, se o Estado aceita essa partilha de soberania, se se contenta com distinções de gabinete enquanto o Leviatã sangra, então o Contrato Social está rompido. O soberano perdeu a legitimidade. Nada menos que isso. Hoje, sexta-feira, talvez Hobbes já tenha voltado a dormir o sono dos justos. Mas o recado ficou, cortante como lâmina: PCC e CV não são meras quadrilhas. São mini-Estados em guerra contra o Leviatã. Possuem território, força militar, capacidade tributária e autoridade de vida e morte. O Estado que se encolhe diante deles, que prefere o conforto da semântica à violência necessária da soberania, segundo Hobbes, já não governa: sobrevive. E sobrevivência não é governo. É claro que não faltará o gaiato de plantão para murmurar que “na teoria é bonito, mas na prática...etc”. Na prática, convenhamos, o que mais pesa é o medo, o velho, o bom e conhecido medo brasileiro. Medo de uma intervenção americana, medo de perder o controle da narrativa, medo de admitir que o Estado, em vastas regiões do país, deixou de ser o mais forte. Para o diabo o conceito de terror. É o medo, como sempre, quem dita o discurso oficial. E Hobbes, do fundo de sua ironia eterna, talvez sorria com amargura: “Eis o Leviatã que se fez de conta”. #Hobbes #Brasil #Terrorismo
NO CONOCÍ MAYOR VICTORIA QUE CONTIGO EN UNA DERROTA “Amazing fans, congratulations”. Ese es el regalo que los hinchas del Palace ofrecieron a la riada de rayistas que salían del estadio en la madrugada de la ciudad que acogió la primera final. El rayismo ha dejado huella en Europa. Se ha vaciado, ha exhibido cuerpo y alma en esta aventura. Un viaje apoteósico. Las lágrimas tras perder una final desgarran el corazón. Porque es la tristeza de tu persona favorita, de tu gente, de aquellos con los que has compartido escalas, tarjetas de embarque, cervezas, abrazos y goles. El silbido del árbitro fue la aguja del desconsuelo. El paragüero se aleja de Vallecas, pero el orgullo ha calado hasta la eternidad. El aeropuerto de Leipzig ha fotografiado los cadáveres de cientos de vallecanos. Mayores, medianos y pequeños, todos extenuados por el exceso emocional y emocionante. Se acabó la ficción, desciende el telón de la obra de teatro más bonita de todos los tiempos. Es imposible sacudirse la amargura de sospechar que el primer equipo de Vallecas jamás se verá en otra como esta. La bendita Conference ha permitido sacar el barrio con chinchetas repartidas por el continente. La vida no es ganar o perder, esa simpleza es una mierda. La vida son los que comparten contigo las escasas victorias y los que te agarran de la mano en las numerosas derrotas. Los que te empujan a calentarte otra vez con la tarjeta de crédito porque puede ser la última eliminatoria. Los que posan en las decenas de momentos desde Gotemburgo hasta Leipzig. Los que entonan la última canción cuando aparecen los créditos del final en la T4. “Hemos hecho historia juntos”, reza la firma que un amigo le dejó a otro en la camiseta varias horas antes de la final. El camino no ha llevado a Vallekas hasta un subcampeonato. Le ha guiado, sueño a sueño, hasta el infinito del sentimiento de pertenencia. #Fútbol #Emoción #Historia