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#Bukele

Em DEZ/2023 fui a El Salvador como uma delegação de deputados da Com. Seg. Púb. Fomos recebidos pelo MD e o MJ GUSTAVO VILLATORO @Vi11atoro. Neste link há o destaque em meu instagram explicando em detalhes como o Pres. @nayibbukele abriu caminho para a revolução na segurança, bem como os números oficiais da curva de homicídios, apreensão de drogas e combate às "pandillas" (gangues criminais). Foi necessário coragem de Bukele e equipe, pensar fora da caixa, se lixar para os "direitos dos manos" e ter MAIORIA NO CONGRESSO. https://t.co/CGf3mgIiz6 #SegurançaPública #ElSalvador #GustavoVillatoro

🚨ATENÇÃO: Flávio vai se encontrar com ministro da Segurança de El Salvador para discutir 'modelo Bukele'; encontro será no domingo (30) https://t.co/EiBBSDPlSz #Segurança #ElSalvador #ModeloBukele

Final de semana movimentado. Amanhã, 28 de Agosto, Flávio participará da sabatina no covil Globo. Sábado, 29 de Agosto, fará uma “barqueata” em Angra dos Reis. Domingo, 30 de Agosto, está prevista uma conversa com Gustavo Villatoro, Ministro da Justiça de Bukele. 7 de Setembro - Avenida Paulista. #FimDeSemana #Política #Eventos

A sabatina de hoje teve como um dos pontos altos a resposta sobre El Salvador e Bukele. Ninguém foi mais responsável por isso que @renato_battista. Talvez seja ele o mais versado sobre o assunto no Brasil. Eleger Renato Battista é uma obrigação. #ElSalvador #Bukele #Eleições

Uma rápida pensata sobre as entrevistas do JN. O formato é bacana, mas o enfoque em perguntas tipo "pegadinhas", explorando apenas as contradições dos candidatos não ajudam em nada um debate sério sobre o país. Renan Santos, por exemplo, perdeu um tempo enorme sendo questionado sobre plano nuclear, Arthur do Val e Bukele. E aí faltou tempo pra falar sobre saúde, educação e ajuste fiscal... assim, até um debate parece mais produtivo em apresentar propostas. #Debate #Política #Entrevista

Hoje, vimos no Jornal Nacional o melhor desempenho de um candidato à Presidência da República na história desde a redemocratização. Renan respondeu com uma habilidade inigualável sobre segurança pública, incluindo destruir mitos criados sobre o regime de Bukele. Ele explicou, detalhadamente, o porquê precisamos de uma bomba atômica para estabelecer nossa soberania. Não podemos nos contentar com menos do que o Brasil como uma das maiores potências do mundo. Renan abordou temas que nenhum outro candidato tem coragem sequer de citar: desfavelização, o descumprimento de ordens ilegais do STF. Desvinculações e uma nova reforma da previdência. Durante muitos anos, tivemos que nos contentar com candidatos medíocres para presidentes. Aceitamos o menor pior como regra. Não mais. É Renan Santos 14 agora e sempre. E o futuro será glorioso! #Política #Eleições2024 #RenanSantos

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President Nayib Bukele has implemented a hardline policy in El Salvador to eradicate gang violence, achieving a reduction in homicides to historic levels while suspending constitutional guarantees and facing criticism for his authoritarian regime. (translated)

El Salvador tras las pandillas: la paz vigilada de Bukele

The Bukele model that he defends. Blank check for the uniformed, heavy-handedness, impunity, and censorship. Nothing more similar to fascism without any disguise. (translated)

Todos los que votan al PSOE y van a seguir haciéndolo, son los responsables de la situación actual de Ceuta. Y que no te vendan milongas de que no se puede evitar. Miren el ejemplo de Bukele. #Ceuta #PSOE #Elecciones

From Espriella to Bukele. Turning Colombia into El Salvador or what they don't tell you about the problems of the Bukele model that the new Colombian president intends to apply. Because obviously, it's not as easy as building a big prison. (translated)

E

Leaders of Latin America, inspired by the tough on crime policies of Salvadoran President Nayib Bukele, are implementing repressive measures in their countries, despite reports of human rights violations, with the close backing of Donald Trump. (translated)

La nueva América Latina pro Trump se contagia de los agujeros del 'Modelo Bukele'

🇸🇻🇨🇴 | TERREMOTO EN COLOMBIA: El Presidente de El Salvador, Nayib Bukele, ofrece asistencia inmediata a Colombia tras el devastador terremoto de magnitud 7.4: "Estamos listos para brindar apoyo inmediato con nuestros equipos de rescate, personal médico, paramédicos, suministros o cualquier otra asistencia que nuestros hermanos y hermanas colombianos consideren necesaria." #Colombia #Terremoto #AyudaHumanitaria

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The new president of Colombia, Abelardo de la Espriella, begins his term with a hardline policy, inspired by Bukele's model, by rejecting negotiations with narco-terrorism and proposing the construction of mega-prisons for criminals, declaring that the time for peace has ended and he will focus on recovering authority and order in the country. (translated)

De la Espriella se inspira en Bukele para recuperar el orden y la autoridad en Colombia
Il Post 4w

On August 7, 2026, Abelardo de la Espriella, the new far-right president of Colombia, made his official entrance in Cali, where he promised tax reforms, the fight against drug trafficking, and a series of economic measures inspired by ultra-liberal policies, adopting an authoritarian tone and approaching political models such as those of Trump, Milei, and Bukele. (translated)

In Colombia si è insediato il nuovo presidente Abelardo de la Espriella, di estrema destra

Co za Szef. Nayib Bukele to dzisiaj prawdopodobnie najbardziej kompetentny lider wśród wszystkich przywódców wszystkich krajów położonych na półkuli zachodniej. Na załączonym nagraniu pięknie wyjaśnia ekonomistów i socjologów. Zanim rozpoczął swój zmasowany program czystek w szeregach salwadorskich gangów, Bukele musiał wysłuchiwać "doradców". Ekonomiści zalecali mu likwidowanie przestępczości pomału i stopniowo, aby nie naruszyć rzekomej "równowagi podażowo-popytowej na rynku". Socjologowie tłumaczyli z kolei, że potrzebna jest resocjalizacja, a nie tylko opresyjne karanie. Boss Bukele odpowiedział ekonomistom, że on nie zamierza robić niczego stopniowo tylko do razu chce radykalnie zmienić całą strukturę bodźców działających na salwadorskie społeczeństwo, którego członkowie znajdowali się dotychczas w roli zakładników w rękach przestępców i wszystkie swoje decyzje kalkulowali w oparciu o ryzyko padnięcia ofiarą przemocy. Po co mam hodować pomidory, jeśli po pracy zostanę napadnięty i cały mój dzienny utarg padnie łupem złodziei? Czy nie lepiej w takiej sytuacji też być złodziejem? Bukele chciał zmienić właśnie to myślenie. Co się zaś tyczy socjologów, to im odpowiedział, że karanie go nie interesuje. Jego interesuje totalne usunięcie gangów z ulic poprzez fizyczną eliminację i izolację bandytów. Efekty jego polityki widać gołym okiem: najbardziej spektakularny spadek wskaźników zabójstw w całej historii Ameryki Południowej. Co więcej, jak pokazują niezależne analizy, polityka Bukele nie została ustanowiona równolegle i korelatywnie do trendu spadkowego wskaźników; ona utrzymała i przyśpieszyła wcześniejszy trend spadkowy, który bez jego zdecydowanych działań mógłby wyhamować lub ulec odwróceniu. Żelazna ręka Szefa zrobiła różnicę. #NayibBukele #ElSalvador #Polityka

Carlos Jordy Aug 3

Flávio Bolsonaro explica como vai combater o crime organizado, trazendo ações concretas inspiradas pelo modelo de Bukele. Esse é o Presidente que o Brasil precisa! https://t.co/nge1bGLwbx #Brasil #CrimeOrganizado #Segurança

Nayib Bukele’s route to erasing limits on power in El Salvador — With his candidacy for a third term already formalized, the promise of alternation goes up in smoke in a country where the Constitution is being rewritten to suit him https://t.co/qFMWdTMTfp #ElSalvador #NayibBukele #PoliticalPower #SV

"Companheiro" Ortega acabou com as eleições. A Folha foi falar de Bukele e esqueceu do Brasil A canalhice da "imprensa" não tem limite. Em 19 de julho, no ato dos 47 anos da revolução sandinista, Daniel Ortega, companheiro de Foro de São Paulo, anunciou que "não haverá mais eleições" na Nicarágua, para que a oposição não chegue ao poder. Sem poder deixar de condenar o autogolpe, a Folha fez o que a militância de redação sabe fazer: saiu à procura de um "equivalente" do outro lado. E escalou Nayib Bukele. O texto vergonhoso "esquece" que Bukele foi reeleito em 2024 com quase 85% dos votos, depois de ter praticamente ACABADO com o crime no país que, em 2015, era o mais violento do planeta, com 103 homicídios por 100 mil habitantes. El Salvador fechou 2025 com 82 homicídios. Oitenta e dois, no país inteiro, no ano inteiro. É razoável questionar medidas do governo Bukele quanto ao devido processo legal, e a reeleição indefinida aprovada em 2025 merece crítica. Também é certo que nenhum país com aquela violência encerraria o ciclo do crime sem romper com a lógica dos "direitos dos manos", em que o criminoso acumula direitos infinitos e a vítima tem apenas o direito de perecer diante dele, exatamente como ocorre no Brasil. Só que em El Salvador há eleição marcada para 2027 e há oposição no parlamento. Ortega acaba de anunciar que eleição não haverá mais nenhuma. Mas a principal falha do editorial nem é a falsa equivalência entre um governo eleito que combate o crime e um regime comunista sem eleições, que reprime o opositor, não o bandido. O maior problema da peça é não mencionar o Brasil. A Folha também ignora as centenas de presos, condenados e exilados políticos produzidos pelo estado de exceção brasileiro. Não se trata de dizer que todo mundo que estava em Brasília no 8 de Janeiro era inocente, nem que vandalismo não deva ser punido. Trata-se de olhar para o que foi feito com os réus. Eles foram julgados diretamente pelo Supremo, sem foro especial e em velocidade recorde para os padrões da corte, e assim perderam a revisão integral da condenação por instância superior. O tribunal que se declarou vítima dos fatos investigou, acusou na prática e julgou. Moraes, apresentado como alvo pessoal da suposta trama, foi o relator dos processos. As condutas foram tratadas em bloco. Somem-se as preventivas prolongadas, a censura de redes sociais, cujo número exato ninguém conhece até hoje, e os 552 acordos condicionados à confissão de culpa. Quando alguém é perseguido pela sua posição política, julgado por quem se apresenta como vítima, sem juiz natural, sem duplo grau de jurisdição, sem individualização de conduta e sob severas limitações ao exercício pleno da defesa, o nome disso é prisão política. Há ainda os brasileiros que não podem voltar ao país sem risco de prisão por mera manifestação de opinião. Jair Bolsonaro é o exemplo mais evidente: o líder da oposição condenado por magistrados que o tratavam publicamente como ameaça à democracia e que figuravam como vítimas do próprio enredo levado a julgamento. E não é leitura minha. Sempre que a palavra final coube a uma autoridade fora do Brasil, a conclusão foi a mesma. Os Estados Unidos não entregaram Allan dos Santos, porque o que a justiça brasileira definiu como crime é tratado ali como discurso protegido, e a Interpol se recusou a incluí-lo na lista vermelha por falta de indícios. A Audiência Nacional espanhola negou em definitivo a extradição de Oswaldo Eustáquio, apontando conexão e motivação política. A Argentina concedeu refúgio a um condenado do 8 de Janeiro por fundado temor de perseguição política. E a Corte de Cassação da Itália, ao recusar a entrega de Carla Zambelli, escreveu o óbvio sobre Moraes, ofendido e julgador no mesmo processo: "a coincidência entre a figura da vítima e a do juiz" compromete a imparcialidade que se exige de um Estado de Direito. Quatro jurisdições diferentes, a mesma leitura. Só a Folha não conseguiu enxergar. O regime autoritário brasileiro foi inaugurado pelo Ato Institucional de 2019, o "Inquérito das Fake News", aberto por portaria do Judiciário, sem provocação do Ministério Público, para criminalizar a crítica a ministros do Supremo, e usado com fúria na reação à descondenação do establishment pego com a mão na botija na Lava Jato. À época, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou o arquivamento do inquérito e pediu que a portaria fosse declarada ilegal e inconstitucional, apontando investigação conduzida por "verdadeiro tribunal de exceção". Moraes recusou o arquivamento, contrariando a jurisprudência da própria corte, segundo a qual o pedido do procurador-geral é de atendimento irrecusável, e tocou o inquérito assim mesmo. Está tocando até hoje. No Brasil, a sua liberdade de expressão depende da sua inclinação política. Esquerdista confessa a difamação em livro, vira "mestre" das redes sociais e ensina, em evento do PT, que "vale tudo para salvar a democracia". Lula chama o adversário de "genocida" e, num palanque em Catalão, em junho, lembrou que traidor da pátria costumava ser enforcado, com os filhos de Bolsonaro em mente. Já quem pendura na própria janela uma faixa com a palavra "ladrão", sem citar nome nenhum, recebe a visita da Polícia Federal, como em Presidente Prudente. A Folha não pode denunciar a ditadura nicaraguense, que segue o modelo cubano e venezuelano defendido desde sempre pela esquerda brasileira, porque isso exporia a hipocrisia do próprio "jornal", que passou anos justificando o estado de exceção no Brasil em nome da "defesa da democracia". Autocracia, para a "imprensa profissional", é sempre um fenômeno distante. E medido com réguas diferentes conforme o governo seja de esquerda ou de direita. A Folha denuncia a Nicarágua para não confessar o seu próprio papel na destruição do Brasil. #Brasil #Eleições #LiberdadeDeExpressão

adevarul.ro Jul 21

Un raport recent al FMI a expus averile ascunse ale oamenilor din anturajul președintelui Nayib Bukele, evidențiind o creștere semnificativă a bogăției acestora și a familiei sale, în ciuda promisiunilor inițiale de reformă economică și justiție socială, ceea ce sugerează perpetuarea praktikilor oligarhice tradiționale în El Salvador. #FMI #Bukele #ElSalvador

Ce a scos la iveală FMI: averile ascunse ale oamenilor din anturajul lui Bukele
Gustavo Petro Jul 21

Mi regalo personal a Abelardo, en respuesta a sus insultos y amenazas de "squifo" sediento de vendetta y a Colombia toda, es este: Entrego al país una tasa de crecimiento económico para el mes de mayo de 4,1 % Ni los Milei ni Bukeles, ni el neoliberalismo mundial, ni el capital fósil omnicida, ni Israel, podrían calcularlo. Les gané, y al FMI y al Banco Mundial, también, y nunca me arrodillé como presidente progresista de Colombia ante sus bancos. Creo que somos la economía que más crece en el mes de mayo de toda la OCDE, y eso se debe, y es mi galardón como economista científico que enarbola como cierta la teoría del valor trabajo, aquí en Colombia científicamente comprobada, y hago honor a Aristóteles que habló por primera vez desde un ser humano que la economía era la ciencia de producir las cosas buenas para la vida, y como lo dijeron en el pensamiento clásico económico, los padres de la economía científica que quisieron ocultar con ideologías de negociantes mercanchifles, escuela a la que pertenece el vicepresidente a partir del 7 de agosto, y que Aristóteles llamó "crematistica" y como dijo, también el presidente, que después de una guerra civil de héroes de la libertad contra esclavistas derrotaron la esclavitud en los EEUU, el presidente Abraham Lincoln: del trabajo es la fuente del valor y de la riqueza.. En medio de misiles y guerras y aranceles abusivos y genocidios, en medio del estancamiento económico mundial, en medio de una estúpida tasa de interés altísima del Banco de la República, de la cual debemos hablar con Uribe, porque puede ser bajada por acuerdo político y social, el punto de partida de un gran acuerdo nacional, como le propuse a Bruce, ahora silencioso, para que crezca más en número y porcentaje, la clase media de Colombia, que gusta votar a la derecha mientras el progresismo la engrandece, aún más, porque ya es mayoría social, y porque fortalece al pequeño y mediano empresario y empresaria capitalista del campo y la ciudad, para que respetando las reglas laborales dignas de mi gobierno y ambientales, crezcan sus ganancias, ojalá con ayuda de energías limpias para aportar a la vida de todo del planeta, con la inmensa fuerza de la gente trabajadora de Colombia en el campo y la ciudad que he dignificado y es prioridad económica y social y debe tener el poder de decidir las cosas de su Patria, porque son los verdaderos generadores de la riqueza social, pues hemod hecho crecer esa riqueza social mientras el mundo se hunde en sus guerras suicidas por el petróleo. Está es mi victoria como presidente economista y filósofo que he sido de Colombia. Crecimiento económico de Colombia para el mes de mayo 4,1%, lampolitica económica y social del gobierno de la Vida tuvo toda la razón El neoliberalismo naufragó estruendosamente en todo el mundo y en Colombia, y es en la China, en el África, en los cooperativistas europeos y norteamericanos y en las exuberantes economías de la América Latina y el Caribe que florece una nueva economía y Colombia es parte de ella y vanguardia. Se llama la Economía de la vida y la hemos ejercido con éxito teórico y práctico en Colombia. Este es el fruto del trabajo y del gobierno progresista para Colombia y para el mundo Cómo ya publiqué y se presentaron la pruebas, primero a la justicia de Colombia y después a la justicia de los EEUU, en Colombia hubo un fraude electoral para impedir que el país siguiera mostrando más avance social, científico y económico al mundo como bandera de una nueva economía basada en el tótem fundamental de la vida y del eros, gracias maestro Freud. Robaron las elecciones en los Angeles con servidores de los hermanos Bautista con software automáticos de empresas privadas de inteligencia informática de Israel, y el fraude se hiceen ala mesas del exterior aprovechando el mundial de futbol y en Antioquia, Norte de Santander y Norte de Bogotá Querían silenvianel grito por lanvida que dió Colombia digna en el mundo solo para que siganos genocidas #CrecimientoEconómico #Colombia #EconomíaSolidaria