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#Camarones

Issa Hayatou, dirigente camaronês que revolucionou o futebol africano, presidiu à Confederação Africana de Futebol (CAF) por quase 30 anos e ocupou a presidência interina da FIFA durante 141 dias, sendo reconhecido por seu papel na ampliação da representação africana em Copas do Mundo e por liderar a realização do primeiro Mundial na África em 2010. #IssaHayatou #FutebolAfricano #FIFAHistória

Issa Hayatou, o homem que liderou a FIFA durante 141 dias

Miguel, atacante camaronês que está passando por testes no Palmeiras, fez dois gols no jogo-treino realizado na Academia de Futebol Acho que vem coisa boa aí em... Vídeo: TV Palmeiras https://t.co/L0WreaprS2 #Palmeiras #Futebol #Contratação

Chamado pela senadora paraguaia de “camaronês colonizado fingindo ser francês”, entre várias outras ofensas racistas, Kylian Mbappé não ficou quieto. Nas redes sociais, escreveu: “você é uma mulher desprezível e indigna de sua função (...) nunca deixarei que pessoas como ela tenham a liberdade de propagar seu ódio e seu racismo pelo mundo”. É algo recorrente com os jogadores franceses, acusados em várias partes de “franceses falsos” ou “africanos”, com o uso de suas raízes no continente-mãe como um pejorativo. Mas Mbappé nunca negou ou escondeu essa origem, pelo contrário. Em 2023, durante suas férias, fez sua 1ª visita a Camarões já como uma estrela de futebol. Foi a Djébalè, onde nasceu seu pai, uma ilha no estuário do rio Wouri, próxima a Douala, capital financeira do país. Vestiu-se com trajes do povo Sawa, o povo da água, que assim se reconhece porque, segundo sua crença, os habitantes da ilha são descendentes da união entre uma sereia e um homem. Nessa ilha mística, Wilfrid, pai de Kylian, nasceu. Mas ele próprio não viveu ali: seus pais o levaram pra França quando tinha apenas um ano de idade, em busca de uma vida melhor. Ele se assentou na banlieue, a periferia, em Bondy, no departamento de Seine-Saint-Denis, considerado o mais pobre e de população mais jovem da França. Ali, enquanto treinava o time de futebol local, conheceu Fayza Lamari, filha de um casal argelino e jogadora de handebol. Tiveram dois filhos, Kylian (1998) e Ethan (2006), cada um nascido num ano de Copa do Mundo em que a França chegou à final. Anos mais tarde, Wilfrid relembraria ao L’Équipe como foi treinar o próprio filho no time de Bondy. Kylian se destacava e ninguém nem sabia que era filho do técnico, até que um dia o menino se distraiu e o chamou de pai: “todas as outras crianças se viraram e disseram: ‘você está falando bobagem, Wilfrid não é seu pai’”, contou aos risos. Pressionado a ser um grande desde a adolescência (“eu vivo, respiro e durmo futebol”, disse ao jornal Le Parisien ao completar 18 anos), Kylian Mbappé mantém contato com suas raízes na África. Mas é francês. #KylianMbappé #Raízes #Racismo

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