Iúri Leitão has once again won the world champion title in omnium, driven by an effective strategy and notable performances in the scratch, time, and elimination events during the Cycling World Championships in Santiago, Chile. #Ciclismo #Mundiais2026 #IúriLeitão (translated)
Javier Tebas Medrano said that the CSD was studying taking action on its own regarding some of his statements and requested that, before doing so, the complete text be read and precedents reviewed. He explained that he had criticized communication methods that he related to propaganda techniques used by Goebbels, but he had expressly excluded any ideological comparisons and any reference to the Madridista fanbase. As a precedent, Tebas recalled that Florentino Pérez stated on May 12, 2026, that he could have won 14 more leagues and that they had been robbed from him, and that, when talking about the Negreira case, he said that they were still the same referees. According to Tebas, those statements were published on Real Madrid's website and the referees had denounced them. He also noted that AS published on September 21 that the instructor proposed archiving the federal file for considering freedom of expression. Tebas asked what criterion was applied to some statements and not to others, and insisted that, although the channels and responsibilities could be different, institutional coherence should be required. He requested that the criteria be explained and applied independently, and asserted that freedom of expression should not depend on the surname of the speaker. #LibertadDeExpresión #Deportes #CSD (translated)
The Blog Formula 1 reported that Gabriel Gomez, a 20-year-old Brazilian, had been announced as a driver for LN4 Fusion, a team co-founded by Lando Norris, to compete in the 2027 F3 season. The publication stated that Gomez, originally from Florianópolis (SC), had three titles of Brazilian kart champion (2016, 2020, and 2021), two from the Brazil Cup, an Italian championship, and two European vice-championships. It also stated that, in 2025, he won the Formula Winter Series and was the vice-champion of the Italian Formula 4 and the E4 Championship. #F3 #GabrielGomez #LandoNorris (translated)
María Vicente, the national record holder in heptathlon, has moved to England to train under the guidance of Ashley Bryant while preparing for the European Championships, emphasizing that the search for new opportunities is essential in her career. #Atletismo #MaríaVicente #FugaDeTalentos (translated)

Fura-Redes congratulated Toni on his 80th birthday and wrote that almost his entire life as a former player and coach had been dedicated to achieving victories for Benfica. According to the author, Toni directly participated, as a player or head coach, in 10 national championships and was the only one to become champion for SLB in both roles. The author also emphasized Toni's importance as Sven-Göran Eriksson's assistant and thanked him for his journey. #Benfica #Futebol #Aniversário (translated)
Tino noted that Charles Leclerc was the second driver with the most podiums in Ferrari's history, with 55, behind Michael Schumacher's 116. He also mentioned that Leclerc said his priority was the championships, which he had not yet won any, and that he hoped to achieve the title soon. https://t.co/VI0AeBYm5h #F1 #Ferrari #Leclerc (translated)
LuigiWrestling commented that he found it amazing that Stephanie Vaquer had won two world championships between the previous edition of Money in the Bank and the current one, and stated that this fact said a lot. #MITB https://t.co/MmiCLae2f6 #Wrestling #MoneyInTheBank #StephanieVaquer (translated)
HerdsZ said that, despite much work and doubled dedication, the effort had not been enough. He apologized to the fans and supporters and stated that he believes God had something to teach the team at that moment. He also described how frustrating it is to fail after so much dedication and mentioned having participated in more than 15 world championships, winning only 4 titles. According to him, in competition, one loses much more than one wins, and it was necessary to learn to deal with that. He added that he would continue to seek to evolve and become stronger with each challenge. #superação #esporte #dedicação (translated)
Ai Tsunoda becomes the first Spanish judo world champion in nearly 30 years after defeating Austrian Michelle Pollers in the final of the World Championships in Baku. #Judo #AiTsunoda #DeporteFemenino (translated)

Lucas Gabriel wrote that, after 12 years of failures, eliminations, runner-up finishes, and self-doubt, the situation had changed. He described the journey as one of the most beautiful stories in football, marked by persistence, redemption, and a sense of belonging. https://t.co/qcczWqwQxM #Futebol #Persistência #Redenção (translated)
Boca Juniors - La12Tuittera recalled that Silvio Marzolini was born 86 years earlier and described him as a Boca legend. According to the account, he won six titles: the championships of 1962, 1964, and 1965, the Nacionales of 1969 and 1970, and the Copa Argentina of 1969. It also noted that he played 408 official matches and scored 10 goals, and that as a coach he was the Metropolitan champion of 1981 with Maradona. The account added that Marzolini held the record for Boca appearances at La Bombonera, with 194, until Juan Román Riquelme surpassed him in 2013. #BocaJuniors #Leyenda #FútbolArgentino (translated)
mto louco ouvir falar que clubes estão ameaçando o governo com paralisação dos campeonatos por conta do fim das bets mas lembrar que na pandemia esses mesmos clubes fizeram questão de voltar o quanto antes não querem parar pra copa do mundo feminina "pq afeta o calendário" kkk #futebol #esporte #copaomundo
🚨 Agora! Deputada cobra explicações após veto de Flamengo e Fluminense ao Vasco pelo Maracanã. A deputada estadual Dani Monteiro (PSOL) enviou hoje um ofício ao Consórcio Maracanã pedindo a revisão do "não" ao Vasco para mandar no estádio a semifinal da Sul-Americana contra o Boca Juniors. A Secretaria de Estado da Casa Civil também foi oficiada. "O Maracanã é público e não pode ser administrado como se tivesse dono. É preciso explicar por que o gramado serve para NFL e grandes eventos, mas, quando chega a vez do Vasco, surgem todos os tipos de justificativa para impedir o uso", afirmou. "Não estamos falando sobre qualquer clube de várzea, mas de um dos maiores do Brasil, jogando 3 dos maiores campeonatos do continente. O Vasco tem uma história que se confunde com a democratização do futebol e com a luta contra o racismo. A gigante torcida vascaína também é parte da história do Maracanã; não à toa existe a estátua do Bellini ali. Se existe um critério, que ele seja público e aplicado a todos, inclusive aos times do Consórcio. O que não pode existir é uma regra para cada clube", completou Dani Monteiro. 🗞️ @pedrosa 📸 Divulgação/Alerj #Maracanã #Futebol #Vasco
⚠️ Deputada a estadual Dani Monteiro cobra explicações ao Consórcio e à Casa Civil após mais um veto ao Vasco no Maracanã A deputada estadual Dani Monteiro (PSOL) encaminhou nesta terça-feira (29) um ofício ao Consórcio Maracanã cobrando a revisão da decisão que negou ao Vasco o direito de disputar no estádio a partida contra o Boca Juniors, pela semifinal da Copa Sul-Americana. A Secretaria de Estado de Casa Civil também foi oficiada pelo mandato parlamentar, segundo apurou o #CanaldoPedrosa. Entre as justificativas apresentadas pelo consórcio estão as condições do gramado, o calendário de jogos e até os efeitos do fenômeno El Niño. No ofício, Dani Monteiro questionou os argumentos. “O Maracanã é um equipamento público e não pode ser administrado como se tivesse dono, estamos falando de uma concessão. É preciso explicar por que o gramado serve para uma partida da NFL, para grandes eventos e para diferentes programações, mas, quando chega a vez do Vasco enquanto mandante, surgem todos os tipos de justificativa para impedir o uso do estádio”, afirmou. Ainda no documento, a deputada solicita os estudos técnicos, laudos agronômicos e pareceres que fundamentaram a negativa, além dos critérios utilizados pelo Consórcio Maracanã para autorizar ou recusar partidas e eventos. O ofício também cobra tratamento isonômico entre os clubes que utilizam ou solicitam o estádio. “Não estamos falando sobre qualquer clube de várzea, mas de um dos maiores do Brasil, jogando três dos maiores campeonatos do continente. O Vasco tem uma história que se confunde com a democratização do futebol e com a luta contra o racismo. A gigante torcida vascaína também é parte da história do Maracanã; não à toa existe a estátua do Bellini ali. Se existe um critério técnico, que ele seja público, transparente e aplicado igualmente a todos, inclusive aos times do consórcio. O que não pode existir é uma regra para cada clube”, completou Dani Monteiro. #Vasco #Maracanã #Futebol
Qual o verdadeiro impacto do banimento das casas de apostas no Flamengo? Bap foi direto no MengoCast: a decisão gera insegurança jurídica e afeta desde o futebol profissional até os campeonatos regionais. Para ele, comparar a realidade financeira atual com a do passado é um erro. 📲 O episódio completo já está no ar. Assista agora na FlamengoTV no YouTube #Flamengo #Apostas #Futebol
Tkzin se tornou o terceiro jogador com mais aces na história do Champions com apenas UMA partida. É também o único jogador a conseguir 3 aces em uma única partida em campeonatos internacionais. Você fez história! @tkzinvlr #Champions #esports #Tkzin
O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população. Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu. #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica #EsporteBrasileiro
🚨 AGORA! Nota oficial do Flamengo: "O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população. Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu." 🗞️ @simpraisa #Flamengo #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica
Nota oficial do Flamengo: O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor. Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la. Isso é uma questão de segurança jurídica. E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado. A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro. Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos. O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica. Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade. Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país. E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão. Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço. Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas. Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026. O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar. E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade. O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população. Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas. O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu. #ApostasEsportivas #SegurançaJurídica #EsporteBrasileiro
🚨 Governo acelera plano de "socorro" de até R$ 20 bilhões para clubes brasileiros. Governo Federal e clubes negociam um plano para pagar dívidas com FINANCIAMENTOS DO BNDES. A ideia é discutida há meses. A proposta prevê uma LINHA DE CRÉDITO de até R$ 20 bilhões para clubes e SAFs, com juros mais baixos, para substituir dívidas caras por empréstimos mais baratos. Os recursos viriam do superávit financeiro de 2025. Bancos concederiam os empréstimos e assumiriam o risco do crédito, em vez da União. O dinheiro poderia pagar dívidas trabalhistas e de direitos de imagem; débitos com Receita, INSS e FGTS; empréstimos bancários e dívidas cíveis; além de financiar infraestrutura das categorias de base. Ficariam de fora salários atuais, contratações, despesas do dia a dia e lucros ou dividendos de donos de SAFs. O uso indevido do dinheiro ou o atraso das parcelas anteciparia o vencimento da dívida e excluiria o clube do programa. O prazo para quitar os empréstimos seria de até 20 ANOS, com 2 anos de CARÊNCIA. A previsão apresentada é de PERDA DE ATÉ R$ 1 BILHÃO POR ANO apenas em patrocínios caso as bets acabem, algo que a maioria dos clubes é CONTRA. Também haveria impactos em placas publicitárias, na publicidade das TVs que compram direitos de transmissão e nos direitos de nome de campeonatos. 🗞️ @UOL | @_rodrigomattos_ 📸 Rafael Ribeiro/CBF #Futebol #ClubesBrasileiros #Financiamento