Lewis Hamilton beija o muro no fim do TL3 e deixa a roda toda torta agora é ver se danificou a caixa de câmbio equipe tem pouco menos de 2h30 para arrumar o carro antes da classificação https://t.co/pE7jljXP2T #F1 #LewisHamilton #GP
Lewis Hamilton beija o muro no fim do TL3 e deixa a roda toda torta agora é ver se danificou a caixa de câmbio equipe tem pouco menos de 2h30 para arrumar o carro antes da classificação https://t.co/pE7jljXP2T #F1 #LewisHamilton #GP
Faixa polêmica sobre Malvinas foi pintada em lençol de hotel e está com roupeiro da seleção da Argentina. Uma mulher contou nas redes sociais que a faixa foi "pintada pelo primo de sua cunhada em um pedaço de lençol de hotel". Na comemoração após a classificação para a final da Copa do Mundo, o meia Lo Celso pegou a faixa. Cuti Romero e Lisandro Martínez também seguraram a bandeira, que depois foi colocada no gramado, e recolhida por membros do estafe da seleção da Argentina. Agora, a faixa está sob os cuidados de Patricio Auber, roupeiro da Argentina. "A quem possa interessar… Está em boas mãos!", disse Patricio nas redes sociais. 🗞️ O Globo 📸 Reprodução #CopaDoMundo #Argentina #Malvinas
🇱🇷 Torcedor da Libéria com uma camisa do Flamengo na festa da classificação da Argentina: “Meu coração está com o Flamengo, um dos maiores clubes do mundo. Eu tenho que lembrar aos argentinos quem é o maior. Nós amamos o Flamengo!” 🎥 @ESPNBrasil https://t.co/vscBPW8v2g #Flamengo #Futebol #Libertadores
SOBREVIVEMOS AO GRUPO DA MORTE E GARANTIMOS A CLASSIFICAÇÃO DIRETA! A atual campeã brasileira está na Grande Final da #EWC e volta no sábado, em busca do título. 👊💚 #goLOUD https://t.co/LYmL8wBTYO #EWC #Futebol #GrandeFinal
Craque Neto revoltado com a classificação da Argentina para a final da Copa do Mundo. https://t.co/QYlvXAsahW #CopaDoMundo #Argentina #Futebol
MCP na Jovem Pan: Flamengo tem acordo com Almada e seu estafe. Atlético prioriza venda ao Rubro-Negro. O Atlético de Madrid dá preferência em vender Thiago Almada ao Flamengo, e não ao River Plate. O Flamengo entrou na disputa e já tem acordo bem encaminhado com o empresário do jogador, e os valores apresentados foram bem recebidos. O atleta ainda não tomou a decisão final, mas já aprovou o projeto do Flamengo. Ele só definirá seu futuro depois do confronto de amanhã e, em caso de classificação, após a partida de domingo. Antes do jogo desta quarta não haverá qualquer definição. Se porventura não surgir proposta na Europa, o retorno ao futebol sul-americano também é uma opção para o jogador. Em 2024, quando Almada chegou ao Botafogo, John Textor combinou que ele ficaria apenas seis meses no Brasil. Depois desse prazo, ele iria seguir para a Europa para defender o Lyon, que despertou interesse no atleta. #Flamengo #ThiagoAlmada #FutebolBrasileiro
🚨💢🇵🇹 O treinador Pedro Emanuel esteve em São Januário junto dos auxiliares Rui Gomes (de azul) e Pedro Correia (de branco), para acompanhar a vitória e classificação do Vasco Sub-20 contra o Cruzeiro. Informação do craque @pedrocobalea_ https://t.co/lHA4Bhs9Jy #Vasco #Futebol #Sub20
#PodeCravar 🤝 Domingos Duarte é o segundo reforço do São Paulo na janela de julho. Como informado com EXCLUSIVIDADE ontem, o jogador procurou o clube nas últimas horas, pediu desculpas pela demora na resposta anterior e topou uma oferta MENOR. Chega à capital paulista nas próximas horas para realizar exames médicos. Contrato até julho de 2028. Salário mensal na casa dos R$620 mil fixos, + bônus em caso de cumprimento de um número de jogos e classificação para a Libertadores. O pude apurar é que a oferta feita há cerca de 15 dias era maior em quase 1 milhão de euros se considerar valor das metas e luvas. Domingos topou um valor menor pelo tempo de tomada de decisão, que gerou um desgaste inicial. Superadas todas as questões. #SãoPauloFC #Futebol #Transferência
Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta
Globo não irá transmitir uma das semifinais da Copa pela 1ª vez em 56 anos Devido à exclusividade de transmissão da CazéTV, a emissora carioca não irá transmitir um dos jogos da semifinal da Copa do Mundo pela primeira vez desde a edição de 1970, quando realizou sua primeira transmissão do Mundial. No tri do Brasil, a Globo não passou os dois jogos da semi porque eles ocorreram ao mesmo tempo. Uruguai x Brasil e Itália x Alemanha tiveram início em 17 de junho de 1970, às 16h — a emissora transmitiu a classificação da seleção brasileira à final Via: @UOLEsporte 📷CazeTV / 📷Globo #CopaDoMundo #Futebol #Transmissão
🗒️ Tabela de classificação da VNL Feminina 2026 atualizada após o fim da fase classificatória. Cada seleção disputou doze partidas ⤵️ 🟩 Classificadas (Quartas de Final); 🟨 Permanência para 2027; 🟥 Rebaixada. A China se classificou para fase final por ser o país sede ⚠️ • Set average = sets ganhos / sets pedidos • Ponto average = pontos feitos / pontos sofridos ---- Tabela atualizada em 12/07/2026 ---- #VNLFeminina #Voleibol #Classificatórias
Josh Hart ontem após a classificação da Inglaterra para as semifinais da Copa: https://t.co/HgFJk0Whls #Copa2023 #Inglaterra #Semifinais
Resumo da Seleção 🇧🇷 nessa Copa do Mundo: • Vai igualar a maior seca de títulos na história (28 anos, 1930-58 e 2002-30) • Pela primeira vez na história o Brasil ficou seis edições seguidas sem vencer; também é a primeira vez fora do pódio por tanto tempo. • Eliminado nas oitavas pela primeira vez desde 1990 • 92 anos depois a equipe que eliminou diretamente a seleção brasileira não será pódio na copa do mundo. • Mesma quantidade de semis (1) de Marrocos e Bélgica após 2002. Igualado também com Itália (não disputa desde 2014) e Uruguai. Menos semis que a Croácia (2). Na semifinal que classificou, tomou a maior goleada de sua história, em casa. • Fora do Top10 na classificação final pela primeira vez desde 1966 • Fora das semifinais por três edições consecutivas pela primeira vez desde 1982-90. • Não vencemos um europeu em mata-mata de Copas do Mundo desde a final de 2002. complicado. #CopaDoMundo #SeleçãoBrasileira #Futebol
O Irão fechou o estreito de Ormuz após um ataque a um navio civil, levando a Estados Unidos a responder militarmente, enquanto em Almada um novo furo de captação de água será iniciado para enfrentar a crise hídrica, e a FENPROF planeja apresentar uma queixa sobre a classificação dos exames nacionais. #AtualidadeInternacional #ExamesNacionais #CriseDAgua

De Oasis para Beatles 🤩🏴 A torcida inglesa entoou ‘Hey Jude’ para Jude Bellingham após a classificação na Copa do Mundo!! 🥹❤️ Que momento absurdo!! 🤩 https://t.co/feGFdoccVW #CopaDoMundo #Beatles #Futebol
A torcida e os jogadores da Inglaterra cantando “Wonderall” após a classificação para a semifinal da Copa do Mundo. Isso aqui é clima de CAMPEÃO FODA!!! https://t.co/ol9TQAzQ4f #CopaDoMundo #Inglaterra #Futebol
O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, reconheceu que as recentes dificuldades na classificação dos exames nacionais não representam um desastre, embora o Bloco de Esquerda exija a demissão do ministro da Educação e uma comissão de inquérito, enquanto a situação da água em Almada é monitorada após cortes no abastecimento. #Educação #ExamesNacionais #Notícias

Nem toda madrugada rende festa… O Brasil perdeu para a Tailândia por 3 sets a 0 na VNL. Com mudanças na escalação, a seleção não encaixou o jogo e viu as tailandesas dominarem a partida. A boa notícia é que a classificação para a fase final já estava garantida desde a vitória sobre a Polônia. Agora, as brasileiras fecham a fase classificatória contra os EUA, neste domingo (12), à 0h (horário de Brasília). 🇧🇷🏐 #VoleiNoSporTv https://t.co/rBnUTUSME9 #Volei #Brasil #VNL
SOBE O HINO! ⭐️🎶 Embalados pelo torcida alvinegra, as #JoiasDoBairro conquistaram a classificação. 🏟️ Nesta quarta (15), às 21h, o Botafogo encara o Santos no Estádio Nilton Santos para duelo de volta das quartas de final do Brasileirão Sub-20 e conta com o apoio de todos os Gloriosos rumo a mais uma classificação. A entrada é gratuita pelo setor leste inferior! 🎫 #Botafogo #Brasileirão #Sub20